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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

22
Fev21

Coisas que aprendi com relações falhadas

Maria

Todos temos relações falhadas. Uns mais que outros. Mas há sempre uma que falhou. De mais ou menos tempo, mas que em algum momento nos foi importante. Aprendemos com elas? Sempre! Mas nem sempre nos apercebemos logo da lição a tirar dali. Seja quem for que tenha falhado e seja quem for que a tenha dado como terminada.

[imagem retirada da internet]

 

  •  Vamos amar sempre muito aquela pessoa até todo o sempre - só que não.

na verdade quando estamos apaixonados, quando estamos numa relação e quando já amamos aquela pessoa, achamos que é para sempre. Às vezes não é, outras tantas mesmo deixando de se estar juntos o amor fica (pelo menos até alguém preencher um cantinho do que ficou).

  •  vai haver um momento, com outro alguém, que nos vai remeter a um outro momento passado no que falhou.

Pode não fazer mossa, mas vai lembrar.

  • Há um som de alerta que tem que estar pronto a tocar a qualquer momento e tu foge!

Sim. Na verdade se esse som soar foge, mas foge mesmo e nem tentes arranjar desculpas para o que quer que seja. Há coisas que não têm desculpa. E se aceitas que te agridam verbalmente, emocionalmente, psicologicamente ou fisicamente estás a cair num fosso que ficará para sempre aberto. Por muito entulho que lhe queiras pôr de forma a esquecer... não dá! Foge.

  • devemos ser minimalistas nesse sentido e deslargar tudo o que nos leva aquela relação.

Ou então arrumar numa "gaveta" em que só tenhamos acesso se realmente quisermos ter acesso e não uma que se anda a esbarrar dia sim, dia sim. Isso não vale. É jogo sujo com nós mesmos.

  • as redes sociais são um dano colateral irreversível.

Isto do irreversível é como quem diz, uma vez na internet para sempre na internet. Há pessoas que partilham tudo e mais alguma coisa que na volta há gente que muda mais vezes de fotografias com alguém que eu a mudar a roupa do armário na troca de estação. E isso não é bonito. É assim, cada qual faz o que quiser com quem quiser, é a minha opinião. Mas.. andar cá a pôr fotos e a tirar é aquela base... mais vale pensar duas vezes antes de partilhar.

  • "Vou-te excluir do meu orkut" já dizia a música e na verdade é o melhor.

vamos sempre espreitar, "ficar à espera" de novidades, vamos reagir internamente ao que vamos dar de caras e isso, isso é passado e passado é lá trás. Ninguém quer ler palavras soltas ao vento para outro alguém que antes eram para nós, certo? Mas se a amizade boa ficou, onde se consegue separar as águas... isso são outros quinhentos.

  • acreditamos que não vamos voltar a ser felizes no Amor.

na verdade pode muito bem acontecer, é a vida. Mas as probabilidades de voltar a acontecer são do tamanho do nosso optimismo e no "deixa andar" estando abertos a... por isso o luto é necessário. E vamos andar a chafurdar na lama... Mas nada de encarnar a escuridão nos dias. Longe disso porque energias negativas atraem energias negativas (xô xô).

  • nunca voltar aos sítios onde já fomos felizes - o tanas.

devemos voltar sim onde quisermos se o lugar for mesmo importante para nós. Porque podemos voltar a ser felizes ali, sozinhos ou acompanhados. Há lugares que podem fazer-nos lembrar alguém, mas.. isso é só um pormenor, que não deve ser maior que a vontade de ir algum lugar que gostamos mesmo.

  • aprendemos com os erros.

e isso quer dizer que não voltamos a errar? Não, muito pelo contrário. Mas de certeza que alguma coisa aprendemos com aquela cabeçada.

  • dois olhares sobre a mesma coisa não vão sentir o mesmo nem tampouco tirar a mesma conclusão.

é a vida, se até no futebol conseguimos olhar para o mesmo lance e interpreta-lo cada um à sua maneira, muitas vezes claro está, puxando a brasa para a sua sardinha, num relacionamento a coisa não é assim tão diferente quando são duas pessoas, com diferentes pontos de vista, diferentes emoções, valores e atitudes. O bom é encontrar alguém que te ajude a suportar essa diferença e a contorná-la. Mas é por isso que às vezes as coisas falham ali mesmo em frente a um qualquer obstáculo.

  • O problema não és tu, sou eu!

Balebas. Balelas.

 

Podem sempre acompanhar todas as novidades pelo Facebook. Ou pelo Instagram - @sorrisoincognito 》

22
Jan21

Happy Birthday ❤

Maria

Aniversário

 

TO ME ♥

Isto tem passado num piscar de olhos e agora é sempre a subir a este ritmo, é o estar ali a meio pau para os entas e a superar o "no ponto" dos trintas, eu espero.

É continuar a gostar muito de mim. A limar os defeitos, aceitá-los e a corrigir o que dá e a acreditar nas qualidades. A orgulhar-me da pessoa que sou, da filha e irmã que tenho sido, da madrinha e da amiga que sou. A querer sempre ser uma pessoa melhor. E a lutar por isso todos os dias. A continuar a ser uma #MariaTexuga sem emenda depois de me alertarem que a vida é só uma e tamanhos de roupa há muitos! E o básico de tanta roupa e nada para vestir continuar igual. Sinto-me cada vez mais feminina, mulher de rugas e expressões, sorrisos e experiências que a vida traz. Resolvida. Sinto-me resolvida. Em paz mesmo com um turbilhão sempre a acontecer à volta e eu com o melhor dos sorrisos como outfit diário.

Nunca pensei chegar ao meu aniversário e não poder comemorá-lo com pelo menos aqueles que quase sempre foi. Mas a vida agora, neste momento está assim e é aceitar. Aceitar e agradecer por estar tudo bem, agora, comigo e com os meus mais próximos.

Com certeza quando tudo isto passar vamos conseguir juntar-nos à volta da mesa e fazer o que realmente importa nestes dias. Estar juntos. Até lá contamos os dias.

Que este seja um bom ano e que venham muitos mais que eu cá aguento! Muita saúde que o resto vem!

Gosto de fazer anos. Gosto de comemorar estar aqui. Eles passam? Sim. Eu vivo! ❤

De coração cheio e com muitos sorrisos!

Gosto [-me].

Esta sou eu - "olha-me aquela trintona". Oh yeah! It's me and I'm ok about that! - é como já tenho dito aqui, mais ou menos isto. Sentido. Em bom! 

Parabéns para mim! 🎂

20
Jan21

Quase, quase a fazer anos...

Maria

IMG_20210105_154748_661.jpg

 

Daqui a poucos dias é o meu dia de aniversário. E eu gosto muito de fazer anos. Nem vou por balanços que ficava depré em três tempos. O nosso aniversário é mais que isso. E além de esperar sempre que seja um dia fantástico, nesta altura, nunca pensei olhar para o meu aniversário sem o poder comemorar com os meus, mais restritos pelo menos. Por aqueles que por norma, partilham a minha mesa de aniversário em casa. Este ano nem isso será. E sinceramente, lá dentro custa-me imenso, mas eu sei que será para adiar aquele jantar que poderá ser feito em tempos mais seguros. Mas continuo a afirmar, aos trinta e tal cada vez mais o que gosto e o que não gosto. Porque não "papo grupos" e não ando cá para fazer favores a ninguém... quem gosta gosta e quem não gosta não sabe o que perde com esse mau gosto :)

Eu cá, continuo a gostar cada vez mais e só de pessoas bem dispostas. Boa onda. De boas energias. Não gosto de pessoas sisudas. Gosto de pessoas de sorrisos. Abertos. São sempre mais bonitas. Não gosto de pessoas negativas (se bem que nos ultimos meses nunca ouvi tanto o querer estar negativa ao Covid!). Que não vêem a luz ao fundo do túnel e são descrentes.

Continuo a gostar muito de Licor Beirão, de After Eight e do [meu] F.C. Porto. Não gosto de distâncias e sabe Deus o que estou a passar pelo distanciamento social com os que me são mais próximos, mas tem que ser. Cada vez suporto menos a saudade mesmo que a traga todos os dias ao peito. Gosto de pessoas que assumem falhar. Não que venham à partida já para falharem, mas de pessoas que ao magoarem, assumem o que fazem. Continuo a gostar de pessoas que me conhecem às dez da manhã, cinco da tarde e onze da noite. Aqui e acolá. Sozinhas ou acompanhadas. Gosto (muito) de dançar, apesar de dançar cada vez menos que o que gostaria. Amo os meus. Assim de muito Amor mesmo! Gosto dos meus Amigos. Muito. Gosto dos poucos mas bons amigos que tenho. Cada vez irrito-me mais com pessoas mal educadas, mal intencionadas. Não tenho paciência. Gosto de pessoas que se dão, que se importam, que fazem por estar. Gosto cada vez mais de café sem açucar (quem diria). Gosto de noitadas caseiras com os amigos. Gosto mais de sapatilhas que em todos os "vintes". Os 30 já foram e continuo a gostar muito do meu cabelo comprido sem coragem para o cortar. Começo a ter saudades das minhas aulas de fitness. Babo-me com o sorriso do meu sobrinho, amo-o de coração. Gosto do pôr-do-sol. Da cidade do Porto. Gosto das minhas sobrinhas emprestadas. Das minhas afilhadas mais fofas. Tenho muitas saudades do mano e as distâncias são mesmo uma merd@! Não gosto da falta de trabalho. Gosto de sentir a Madeira e tenho-lhe imensas saudades e não vejo a hora de voltar. Não gosto de me inspirar quando o meu estado de alma não é dos melhores, mas continuo a admitir que é quando saem os melhores textos. Gosto das minhas melhores amizades. Gosto do frio na barriga das alturas. Gosto de barba de três dias. Gosto de ir ao cinema mas nem me lembra quando foi a última vez. Continuo a gostar de rapar a massa de bolos. Não gosto de conduzir em dias de chuva. Gosto de jantaradas. De boas conversas. De gargalhadas. Gosto de gomas. Não gosto de pessoas que falam muito dos outros. Que julgam apenas pelo que ouvem. Gosto do meu blog. De escrever. Muito! De pessoas que me trouxe. Desta partilha. Não gosto que se achem superiores. Não gosto de quem brinca com os sentimentos dos outros. Não gosto de pessoas mal amadas. Continuo a não gostar de nabos e repolho e grelos e…quase tudo o que é verde. Gosto de pessoas felizes. Pessoas felizes não se metem na vida dos outros. Gosto de caipi black. E de verão nada me sabe melhor para beber. Não gosto de andar sozinha. Não gosto de ir às compras sozinha. Não gosto de passear sozinha. Gosto de pessoas que não são impostas. Quando não dou resposta a alguém não vale a pena insistir. Amo os meus pais e adoro leva-los comigo para todo o lado. Gosto muito do verão mas também gosto das folhas caídas no chão e das cores do Outono. Não gosto do frio. Não sou do frio. Mas mil vezes frio a chuva e nevoeiro. Gosto de Gin de frutos vermelhos com 7'Up. Gosto de pessoas que trouxe para a minha família mas não gosto de todos que são da minha família. Continuo a gostar muito de ovo estrelado no pão. Gosto quando as pessoas usam comigo a expressão "tão eu". Gosto de lareiras e um copo de vinho tinto maduro. Continuo a não gostar de whisky. Gosto de vestidos e saltos altos, de malas, relógios e anéis. Adoro anéis. Não gosto da minha cor lula deslavada de inverno. Gosto do calor. Sou muito mais do calor. Da minha pele no verão. De unhas pintadas. Continuo a panicar com dentistas e trovoada. Gosto de cães. Continuo a ter trauma por gatos. Gosto daquele [meu] lugar à beira rio plantado. Gosto de bolo do caco e poncha de maracujá sem gelo. Gosto de camisas brancas e vestidos pretos. Não gosto de despedidas. Gosto muito de fazer brindes. Não gosto de limonada. Continuo a gostar do meu corpo, mesmo com o que o tempo me trouxe, as rugas, a flacidez, a celulite e os quilos a mais. Gosto de futebol, de gelados no inverno e de beijos na boca. Gosto de fotografias a preto e branco. Não gosto de ir à cabeleireira. Gosto de dar sangue. Gosto de Morenos. Gosto das amigas que me ligam às duas da manhã para dizer que conheceram “O” e me fazerem rir de sono à gargalhada. Gosto da #MAriaTexuga que sou. Continuo a gostar muito de comer. Amo comer. Daqueles "ajuntamentos" à mesa. Não estou por estar. Não vou por ir. Gosto de pessoas de opinião própria. De pessoas que se conseguem rir delas próprias. Gostar mesmo, gosto de pessoas que se dão num todo para muito tempo. Inteiras. As metades não prestam. Com o tempo acabam por se desfazerem. Desiludem-me. Deixei de fazer fretes. De acreditar em quem já desiludiu. De correr atrás de quem não anda para a frente. Gosto de abraços sentidos. Cada vez mais, mesmo sendo eles, cada vez menos. Gosto de quando me apetece. Gosto de ronhonhó. Gosto de seguir a minha vontade. De não ir a favor da corrente. Mas de ir. Com a certeza de que é aquilo que quero.  Gosto de tomar conta das minhas pequenas lá em casa. Gosto de estar em casa, mesmo parecendo que já não conheço outros sítios sem ser casa e trabalho! Gosto de ser reservada. Mas enervo-me tantas vezes por o ser pois nem sempre dá jeito. Não gosto de muros. Gosto da capacidade de me rir de mim própria. Gosto do meu humor. Da criança que alimento em mim. E até do meu mau feitio que vem de um coração mole com pimenta no nariz. Gosto de partilhar. Sorrisos. Gosto da pessoa que sou. Gosto [-me].

E este ultimo ano não consegui tanto apreciar os meus gostos por um bem maior, a minha saúde e a do próximo, mas isto vai lá.

Esta sou eu - "olha-me aquela trintona". Oh yeah! It's me and I'm ok about that! - é mais ou menos isto. Sentido. Em bom! 

11
Dez20

O amor é um lugar estranho. E fofido!

Maria

IMG_20201211_092734_345.jpg

às vezes temos mesmo que parar e puxar pela razão e olhar

ver o sentido

perceber que se calhar o caminho não é aquele

na verdade, pode não existir ali um só, um nós

e percebemos que não éramos um, éramos dois, cheios de caminhos para percorrer e metas para atingir diferentes, logo sozinhos...

perceber que o caminho não será junto é difícil

mas olhar sem o coração às vezes é mesmo preciso para não toldar a realidade aos nossos olhos

será sempre difícil, mas [um dia] vais conseguir olhar para trás e perceber

sem mágoa

que é o que tinha de ser!

e está tudo certo [ ♥ ]

02
Dez20

"É Natal sempre que damos aos outros o amor que temos pelos nossos"

Maria

"É Natal sempre que damos aos outros o amor que temos pelos nossos.

Foi o que tanto e tão bem fizeram, neste ano de 2020, os profissionais de saúde, dos transportes, do comércio e da restauração, bem como as forças de segurança, os bombeiros, os professores e muitos outros na sua missão de levar esperança e conforto a cada um de nós. Esta é a nossa homenagem a todos eles."

 

Das publicidades com lições dentro. Que vídeo bonito.

17
Set20

Este país não é para velhos - o tanas!

Maria

[imagem retirada da internet]

Eu tenho uma ligação muito grande com a minha família. Sou muito família. Os meus são[-me] tudo e não é cliché.

Cheguei a não perceber porque as famílias não se dão. Porque não se falam. Porque embirram. Porque não convivem. Não é que agora não perceba. Mas o sangue não é tudo, assim como o amor. Tive que entender que podemos ter o mesmo sangue a correr nas veias mas somos pessoas diferentes, pensamos diferente, queremos diferente e deixamos muitas vezes as divergências quebrarem a ligação... outras vezes são após terceiros aparecerem que as ligações se fragilizam.

Mas no meio disto tudo, não sei se pelos valores que me passaram, se pelos ensinamentos que tive, se por infelizmente só ter conhecido uma avó e sentir que me faltou conhecer os outros... no meio disto tudo eu prezo muito a família. Os momentos em família. As conversas, as partilhas, as experiências que nunca vamos ter na vida. Os conhecimentos, as lendas, o antigamente...

Quando olho para o lado, talvez para outros com a minha idade, ou mais novos, não vejo isso. Não levam a família assim "tão a sério" e as ligações perdem-se... principalmente com os mais velhos.

Não sei se o facto de estar solteira influenciou, mas acho mesmo que não, sempre fui família e prezei muito as ligações familiares, mesmo quando estou acompanhada.

Gosto imenso de quando se juntam e não me importa de ouvir contar certas histórias repetidamente. A velhice traz isso, do esquecer o que já se disse, do querer partilhar o que marcou, do querer lembrar o que já lá vai há muito. Nós lá chegaremos. E sinceramente acho que seremos pessoas mais solitárias que os velhos do nosso país neste momento, porque infelizmente cada vez mais eles são descartáveis porque o ser humano está mais egoísta e só pensa naquele que se move à volta do seu umbigo... um dia vai sentir-se na pele o que é ser-se velho e os olhares de "empata" que certas pessoas mandam.

Um dia destes, em família, ouvia uma história de há mais de uns cinquenta anos, de uma história de amor que não acabou, mas que passou para outro plano visto que infelizmente uma das pessoas já faleceu e perdi-me enquanto a ouvia...

Hoje ama-se menos, com menos respeito, com mais inseguranças e com menos valores. Com muitas expectativas em pouco empenho. Numa experiência que é viver muito o hoje, em que não se investe, não se trabalha no outro, em que o desistir é mais fácil.

Eu visito muito os meus tios e não visito mais a minha família porque a vida é assim... mas enriquece-me o tempo com eles. Gosto imenso de os fazer sorrir. De ser a palhaça com eles como sou com a minha afilhada de três anos. De lhes dar a minha companhia, de os abraçar (e como agora sinto essa falta) de os ver em pleno quando reunidos.Gosto muito da família que me calhou. E quando eles me agradecem por aparecer, sou eu que fico agradecida por ainda os ter e por os ver numa luta que é geral aos nossos idosos - a incerteza do amanhã, a conquista de um lugar bonito na vida de outros, o carinho, agradecimento e compreensão.

Este país é deles, antes de ser nosso.

01
Jul20

Julho!

Maria

JULHO.png

 

Começamos hoje o primeiro dia da segunda parte do ano. A primeira metade do ano está feita. E que ano!

Ninguém, de todo, nem pouco nem mais ou menos imaginaria este ano assim. Podemos ter perspectivas melhores, ou menos boas de um ano, mas isto que aconteceu estaria longe do plano imaginário de qualquer um. E afectou-nos a todos. Cada um à sua maneira. Mas esta foi uma situação à qual ninguém passou ao lado, a ninguém foi indiferente. Estamos todos na mesma tempestade, mas não estamos no mesmo barco. Ponto.

Este ano não escrevi resoluções. Não escrevi planos. Nesta nova década quis entrar a querer que isto resultasse de alguma maneira, apostando dia a dia em ser feliz, sem pressões de querer isto e aquilo.

Ainda em Dezembro passado, no ultimo dia do ano, escrevi que para 2020:

(...) Ser simpáticos e guardar o mau humor nos lençóis antes mesmo de sair da cama. O Mundo lá fora não tem que levar por tabela dos nossos problemas. Apreciar o arco íris. (...)

longe de mim, mesmo muito longe, estava pensar que nunca na vida apreciei tanto o arco íris como neste 2020 associado ao símbolo "vai ficar tudo bem".

No primeiro dia do ano escrevi:

Recomeço. Janeiro é sim de recomeço. Este 2020, uma nova década. 366 novas oportunidades de ser mais e melhor. Boa sorte nisso. Janeiro sê bom ♡

renovem energias, transbordem o coração de esperança, aproveitem cada nova oportunidade,estejam com quem vos acrescenta, sintam as coisas, vivam de maneira a que o vosso coração seja o maior.

Para este novo meio ano, não mudo uma palavra. Que Julho seja outro recomeço. Que não esmoreça em nós a gratidão do árduo trabalho que tem sido feito até agora. Que não seja altura de baixar a guarda por completo, temos que o fazer com precaução. Mas que todo este novo processo de adaptação, dia a dia, seja feito com a maior coragem e esperança em dias melhores. Em acreditar que vai tudo ficar melhor. E a tentar sermos mesmo melhores pessoas. Cada um tem que fazer a sua parte.

Eu gostava de dizer que, em plena pandemia pensei mesmo que voltaríamos pessoas mais capazes, resilientes e melhores. Alguns voltaram é certo. Mas nem todos. Há ainda um grande processo a ser feito em pessoas que têm um umbigo proporcional ao mundo. Mas esquecem que o importante era ter um coração proporcional ao melhor deste Mundo.

Sejam felizes. Mas cuidem-se. 

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