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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

20
Abr18

Seis meses!

Maria

Consigo contar, em seis meses, os cigarros que fumei. Uns seis (sendo que o primeiro foi no jantar de natal da empresa e o último foi na derrota com o Sporting esta semana). É obra. Ou melhor, um orgulho. Sim eu sei, se nunca mais tivesse fumado é que era. Eu também acho que, se isso não tivesse contribuído para o meu aumento de peso (que acredito que sim) é que era. Adiante.

Sempre que ficava adoentada da garganta conseguia deixar de fumar. Aliás era automático e já aí ficava uns dias sem fumar. Conforme o que tinha acontecido, uns dias, umas semanas. E foi assim que também deixei de fumar desta vez. Tive uma crise em Outubro. Amigdalite. Má. Muita má. Uma semana de cama, repouso absoluto, falar o mínimo possível e não estar com gente. Seis penicilinas. E o normal - não queria nem ver o tabaco e o tempo foi passando e nem queria que me falassem em tabaco. E é por isso que estou há tanto tempo sem fumar. Com as tais excepções que fiz quando me apeteceu.

Não é fácil. Não é um mar de rosas. Fumar ou não. E nisto de dar a opinião, é a minha experiência. Mais nada. Mas o céu não ficou sempre azul depois de ter deixado de fumar. Pelo contrário. Cheguei a ouvir - "parece que desde que deixaste de fumar ficaste pior!". Totalmente verdade. Tá certo que também há os pontos positivos. Estou a tentar descobrir mais.

No Natal voltei a ficar adoentada e até à passagem de ano não consegui ter umas férias descansadas no meio do remédio e sem conseguir comer um doce que seja. Mas tudo voltou a piorar no início deste ano. Ou seja dois meses e pico depois de ter deixado de fumar tive a pior crise de sempre. Urgência para o hospital, cortisona para dilatar as veias, nebulizações, bomba e mais uns dias de cama a fazer contas a esta vida.

Desde que deixei de fumar foi tudo um mar de rosas? Não. Pelo contrário. Em seis meses tive a pior crise de sempre.  Continuei a ter crises de garganta. Estou quase a acabar um tratamento com penicilinas que sinceramente não me parece que esteja a ser um sucesso. Tenho mais seis quilos generosamente distribuídos apenas em sítios específicos, sempre aqueles que não se quer engordar. Não acho que esteja a respirar melhor. Não sinto mais o paladar das coisas. Não comecei a dormir melhor.

É isto.

Isto e seis meses sem fumar.

20
Mai16

Constatação *130*

Maria

É quando fico adoentada que enjoo o tabaco.

Na semana passada tive uns dias menos bons. Mais uma vez enjoei o tabaco. Sempre que deixei de fumar, foi por consequência de estar doente e enjoar o tabaco. Às vezes enjoo um dia ou dois, já aconteceu parar os tais vinte e dois meses, agora não fumo à uma semana e um dia. É isto. É quase caso para dizer fica lá doente que só te faz bem. Mas não obrigadinha. É até ver. Ou apetecer. E o fim-de-semana está aí.

21
Mar16

Desafio 52 semanas | Semana 10/52

Maria

 

Semana 10: As minhas comidas favoritas são...

 

Sou uma #MariaTexuga mais que assumida. Ter um top cinco de comidas favoritas é mesmo difícil. Sou um "bom garfo" como se costuma dizer e para comer estou cá eu.

Língua de vaca estufada com puré de batata - À primeira a maior parte torce o nariz mas é óptimo. Tenho amigos que só cá em casa comem disto e nunca pensaram gostar. Bem feita é mesmo uma delícia.

Pizza - Sou viciada. Não há muito mais a dizer sobre isto.

Anho assado com batata e arroz em forno a lenha - Tenho as minhas costelas de onde se faz o melhor arroz de anho em forno a lenha. Adoro.

Arroz de marisco - Há uns quantos sítios que já provei arroz de marisco, uns bem melhores que outros, mas no geral arroz de marisco cai-me sempre bem.

Francesinha - Está enraizado. Gosto imenso, ou de um cachorro com molho de francesinha. Claro, o segredo está no molho.

#52semanas

E vocês, Qual a vossa comida preferida?

30
Out15

A "ressacar" o facebook!

Maria

Desactivei a minha conta pessoal do facebook há quatro dias (a página do blog continua lá à vossa espera sim?). Ainda não subo paredes, não cortei os pulsos (se bem que hoje até dava jeito porque preciso de ir “enfeitada” para a aula de fitness logo e um bocadinho de sangue no Halloween fica sempre bem), não me atirei para o chão a espernear, matei na loucura umas moscas ressabiadas, não insultei ninguém e não deitei uma lágrima. Pasmem-se. Eu cá acho que qualquer coisa não está bem. Primeiro o meu psicológico para me ter dado para desactivar a conta, depois oh pá aquilo andava-me a tirar muito tempo, assumo-me uma viciada. Mas já ouvi de tudo dos meus amigos que deram conta. Inclusive da minha prof.de fitness que nesse mesmo dia tinha-me mandado uma msg a dizer que o facebook alertou-a que a nossa amizade fazia cinco anos no facebook. Horas mais tarde ao reparar que a Maria tinha “desaparecido” acha que eu não aguentei a pressão de uma amizade de tanto tempo (muitos risos e a melhor até ao momento). E eu não bloqueei ninguém. Não. Desactivei foi a conta.

No entanto deu-me espaço para outras coisas. Olhei para a minha caixa de email com cerca de 3300 emails por ler e resolvi pôr mão naquilo (basicamente apaguei tudo, tenho lá paciência). E criei uma conta noutra rede. Sim criei. Não foi tipo dá cá por aquela palha. Mas tinha ali uns convites pendentes e nunca me apeteceu olhar para eles até há uns dias atrás (agora tenho muito mais tempo livre só a bateria do telemóvel continua a desaparecer num instantinho e eu não percebo porquê). Criei conta no LinkedIn. Uma rede profissional. E fiz o impensável, baixei a aplicação do instagram no telemóvel. Porque como já aqui tinha dito, abriu-se uma conta para a empresa e a Maria tem que ir lá pôr a mão. Em três tempos vou criar uma conta pessoal, estou mesmo a ver, principalmente se demorar muito a activar o facebook.

Então e Maria não activas porquê? Porque estou a ver até onde consigo ir. E olhem que dei-me dois dias de prazo. Estou a superar-me.

Mas o que sinto falta? O Messenger. Sim, aquilo dava-me cá um jeitaço. Para mandar mensagens rápidas é do melhor. Mas também aí acabaram aquelas mensagens que mal carregas no “enter” pensas “não devia ter mandado isto" (bem vindos ao clube!). Pois…

Nos entretanto aqueles com quem se quer falar dá-se o jeito, por aqui ou por ali as ligações não se perdem.

Quem já experimentou? Voltou ou foi feliz para todo o sempre sem o facebook?

28
Ago15

Imagens chocantes nos maços de tabaco para reduzir o consumo é treta.

Maria

Quem fuma tem consciência que aquilo não faz bem nenhum. E quem acha que alguém não vai fumar pelas imagens que traz é enganar-se a si próprio. Era quase como agora começaram a pôr nos carros imagens de acidentes para reduzirem a velocidade. Quem quer acelerar não vai ligar a isso, até porque todos os dias somos abalroados por imagens nos meios de comunicação sobre acidentes e pelo grande numero de mortes derivados dos mesmos e nem por isso deixei de ver quando saio à estrada malucos a levarem tudo a frente. Assim como aconteceu com as frases nos maços, no início até se lia, depois passou à história, compra-se um maço e nem se liga mesmo. As imagens será o mesmo, no início é novidade depois passa. E duvido que alguém deixe de fumar por uma imagem que venha no maço. Imagens chocantes nos maços de tabaco para reduzir o consumo é treta.

"As tabaqueiras terão ao dispor uma biblioteca de 42 imagens a cores para imprimir nos maços de tabaco e um conjunto de advertências em texto. As fotografias apresentam-se como casos reais e são ilustradas com mensagens como "Fumar provoca 9 em cada 10 cancros do pulmão", "Deixe de fumar - pense em quem gosta de si" ou "O seu fumo prejudica os seus filhos, família e amigos"."

Daqui.

A única lei em relação ao tabaco que acho no meu entender que ajudou a reduzir foi a proibição em espaços públicos, visto que, o ter que se sair de um café ou bar (presumo que fossem dos sítios públicos que mais se fumasse) reduziu em alguma coisa, mas não deixaram de fumar essas pessoas. E é ridículo pensarem que sim. A força de vontade de alguém deixar o tabaco ou outro vício qualquer não passa por hipotéticas prevenções de tentarem chocar as pessoas com imagens ou com frases. A vida é demasiado real, todos os dias temos a noção disso e nem por isso paramos de viver para tentar sobreviver a todo este caos que leva à morte das pessoas.

Eu já fumei, já deixei de fumar e já repeti o processo algumas vezes. Ninguém mais que eu sabe o que corro ao fazê-lo. E ao deixar não vai ser por um maço trazer imagens chocantes, ser vermelho ou trazer frases que me belisquem. Acreditem. O deixar de fumar vai um bocadinho mais além que estas leis da treta.

13
Mar15

1 mês e ainda não subo paredes!

Maria

Entre acabar uma relação e apanhar o primeiro avião pra ilha, aqueles minutos entre a hora do check-in e a hora de embarque ali sozinha no meio de tanta gente foram cruciais. Um cigarro please foi o primeiro pensamento, e logo de seguida (no quiosque) venha o maço. 

Pronto. Aquele acto estúpido deitou por água os meus quase 22 meses sem fumar. Nunca foi fácil. Mas voltar ao activo após aquele orgulho muito menos. Fui fraca.  E não precisei de ninguém que me dissesse que fiz mal. Fui a primeira a admitir. Um erro que nada justificava. Eu fui a primeira a desiludir-me comigo mesma. Foi assim a primeira vez que tentei deixar de fumar.

Agora há precisamente um mês atrás fumei o último cigarro. Uma sexta-feira 13 que fui doar sangue. E desta vez nem mais uma passa, nem mais um cheirinho, nem mais um “deixa cá ver”. Mas não estou com fé. Até porque quando penso em me apetecer, logo esqueço e arte é que não tem apetecido. Mas porra eu sei que há situações que nos põem mais à prova e até agora tenho-as evitado. Confrontando-as não sei não. Há tantos "e se's" na minha cabeça.  Contra os mitos tenho apenas a acrescentar que não é verdade. Na recaída que tive não fumei mais que o que fumava antes, pelo contrário reduzi muito. E é por isso que isto de deixar de fumar não era uma necessidade extrema, fumava pouco. E fumava naqueles momentos que mais prazer dá um cigarro. Sei que há muita gente que me percebe, outros tantos que não. Os vícios só são entendidos na maioria por quem os tem. Dizem que sim. Eu acredito.

Se vou deixar de fumar? Nem vou tentar. Vou no balanço. Agora fez um mês que não lhes toco. A ver vamos. Isto é uma luta diária. Mas eles estão ali. E eu ainda não subi paredes. Mas começo a perceber, se calhar, porque é que ultimamente de manhã me queixo tanto das tentativas quase furadas de vestir calças de ganga (isto é pro pessoal do facebook que percebe).

04
Nov14

Não sou uma fashion blogger, nem de longe nem de perto, muito menos a comer.

Maria

A sério que se alguma dessas pessoas que seguem dietas à risca, que não comem para lá de umas gramas controladas de não sei quê aliadas a umas certas quantidades de calorias. Essas pessoas que passam com sementes de qualquer coisa, sumos detox e saladas básicas. São pessoas que na hora que vissem um prato meu dava-lhes o piripaico. Gregavam com certeza. Chamar-me-iam todo e qualquer nome ofensivo. Eu mereço. Eu não sei comer. Como como se não comesse há séculos, parece que ando sempre larpada de fome como diz a minha mãe. Eu não sou de uma simples salada ou de duas colheres de arroz branco com um hambúrguer de peru. Eu sei que abuso. E abuso logo no jantar, naquela refeição que dizem que não se deve, mas eu passo o dia fora de casa, quando chego para jantar tenho fominha, tenho mesmo. Não, não vou lá com uma tigela de leite com cereais. Gostava, não digo que não. De uma maneira geral venho de uma família assim tal e qual como eu. Não me lembro sequer de saber que algum de nós faça dieta, mesmo aqueles que deviam. Não conheço ninguém que não tenha esta relação com a comida. Somos todos uns bons garfos. E de comidas bem portuguesas. Ontem fui jantar a casa de uns tios. Uma desgraça. A minha tia, como se diz por cá, mete ao forno que é uma categoria. A sério. Faz comida de chorar por mais. Ontem foi dia de, tal como partilhei com o pessoal do facebook, ficar em modo: estou como o aço. Resumindo o jantar foi mais ou menos assim: anho assado com batata e arroz no forno a lenha. Pimento assado. Salada de tomate. Broa de Avintes. Duas canecas de tinto. A minha tia adora que eu lá vá jantar, diz que fica embevecida de me ver comer. "As raparigas hoje em dia picam a comida e não comem nada" diz. Repeti o prato e quando enchi pela segunda vez é quase como se fosse iniciar o jantar. Sim para fechar com a cereja no topo do bolo depois de um jantar deste calibre, para sobremesa castanhas assadas. A lareira fez-nos companhia e que bem que soube. Confesso, ainda não me tinha levantado da mesa, estando longe de pensar dar um passo já me sentia a rebolar.

É isto. Sou uma pequena texuga que está sempre pronta para comer. E estas comidas caseiras cá dos meus enchem-me as medidas, pelas costuras a rebentar é certo.

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