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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

09
Jul19

Não é algo fácil de se dizer. E entender.

Maria

Não apetece

Às vezes não apetece.

Se calhar anteriormente já disse, que o "não apetece" é desculpa mal amanhada. Mas não é.

Às vezes é só mesmo isso. Não há outra explicação. Ou há tantas que se resumem a essa mesma. Às vezes não há vontade. Não há pachorra. Não estás para aí virada. Às vezes não fazes, não queres ninguém, não queres falar, não queres ouvir. Às vezes não apetece mesmo.

Às vezes tudo parece que te aborrece e tão só por isso não apetece.

Não é sempre. Mas tem dias que não é mais nada além disso. E por isso é tudo

22
Jun18

Ciscos nos olhos e quilómetros de distância. 4 anos depois.

Maria

Há quatro anos atrás.

17 Setembro de 2014.

Começaste uma nova etapa na tua vida. Lá longe.

Esta cena da distância das pessoas é do caraças. E por muito que nos dias que correm com as novas tecnologias dêem para suportar muita coisa, a verdade é que perdes tanto dos outros que te estão distantes. Nós somos uns seres que nunca nos satisfazemos com nada de jeito e não dá-mos graças áquilo que temos de bom na vida. Mesmo aquelas pequeninas coisas que até já são rotina e que nos fazem um dia acordar e dizer “porra, estou farta desta rotina”. Há mesmo quem não tenha essa rotina. Simples, fácil e feliz para muitos. Impossível para outros.

Hoje o meu pequeno vai para a escola. Está um crescido. Como o tempo passa. Hoje o pequeno vai para a escola e eu gostava de estar lá para ver, nem que fosse ao longe por entre os pingos da chuva e as grades da escola a ver como o mundo dele hoje muda. Hoje gostava de o ter visto a acordar e ouvi-lo dizer que estava com medo, estar lá, segurar-lhe na mão e conter as minhas lágrimas perante as dele. Gostava de ter tomado o pequeno-almoço com ele mesmo que à pressa. Gostava de o ter ajudado a pôr a mochila nova às costas e a apertar as sapatilhas do benfica que detesto. Hoje gostava de lhe dizer que ele vai conhecer novos amigos e que vai ter muitos, assim como no infantário. Que vai aprender muitas coisas boas e todos os dias vai trazer novas aventuras para contar. Gostava de lhe dizer que vai encontrar algumas Eduardas mas que também vai conhecer "Fernandos" a quem lhe vai apetecer apertar o pescoço. Hoje, gostava de o ter ajudado a entrar no carro e fazer com que até à escolinha risse com a palhaça que tantas vezes sou. Gostava de lhe ter dado a mão até ao portão da escola e dizer “isto passa rápido, já já estou aqui para te vir buscar”, ou que “depois logo passamos ali no Lido e brincamos um pouco”. Hoje gostava de ter saído da escola dele de coração nas mãos e derramar rios ao entrar no carro já longe da vista dele. Mas entre o querer e o poder há a merda da distância.

 

Hoje, passados quatro anos, estás um crescido. E acabas essa mesma etapa. Mais uma. És finalista. E logo logo começarás outra.

Continuo a ter a merda da distância a separar-nos. E uma vontade de tanta coisa como escrevi há quatro anos.

Hoje neste final desta etapa na tua vida, continuo aqui, longe. E estes ciscos nos olhos que vão pro rai’que os parta. Que me inervam. Ciscos nos olhos e quilómetros de distância. Grande merda.

28
Mai18

Mandar tudo para o raio que os parta em voz alta - é terapêutico!

Maria

Douro

 

Eu sou uma pessoa com um sistema nervoso alterado. Mas sou daquelas que acumula (mas também não ando cá a fazer fretes a ninguém). Fica tudinho lá dentro. E muitas vezes acho mesmo que quando eu devia falar não falo. Deixo andar. Quero é mais "que se exploda" e que me deixem na minha. Mas há alturas que, talvez pelo acumular de situações, ou mesmo porque não estás nos teus melhores dias. Ou mesmo porque sabes que basta. As coisas acabam por acontecer de outra maneira e vem um dia que não te calas. Não te apetece dizer "sim sim". Que achas que deves falar das injustiças. Daquilo que te inquieta. E mandar tudo para o raio que os parta em voz alta, porque sabemos que em voz baixa não faltam dias que o faças. E mandar para o raio que os parta a bom mandar, com respeito. Principalmente quando se fala de trabalho, que é o caso. Essa coisa que agradeço todos os dias por ter mas que não deixa de me fazer bater o pé, rodar a baiana e mandar vir, mesmo pedindo calma a todos os santinhos dia sim dia sim enquanto inspiro e expiro um milhão de vezes. 

E eu ia falar de trabalho. Ia, mas já não vou porque só de pensar na última semana, e principalmente na sexta-feira passada a urticária volta. E eu quero "good vibes e bons fellings" para esta nova semana. E continuo a pedir a todos os santinhos, com calma, que não haja muitas "sextas-feiras" daquelas que me fazem sair tanto de mim, querer mandar tudo pelos ares, cheia de stress que não é a minha onda, sem tempo para sorrir e só chorar de nervos abalroada por trabalho. Sozinha. E a receber notícias tão más quanto o dia chatinho. E tudo acaba num "tens razão" que ainda me corrói mais a alma.

Na verdade, assim como desabafei no facebook, acho mesmo que não tenho que aguentar sempre. Não temos. E a sorte que temos de ter um novo dia e do "amanhã" poder ser diferente. Principalmente quando é sábado, que também foi o caso. E principalmente quando se vai desanuviar para um dos melhores lugares do [meu] mundo que também foi o caso (espreitem no instagram).

06
Dez17

A nova novela da Tvi

Maria

Estes dois últimos dias, à noite fiquei por casa. E deu para fazer zapping em tudo. Foi dia da estreia da nova novela da Tvi. E eu assisti.

As novelas acompanham muito a época em que se está. No entanto, o exemplo que se dá ao mostrar o estado dos dias de hoje, não sei se incentiva mais quem vê. Torna tudo demasiado banal.

Mas que retrata muito bem a época em que estamos. Retrata.

Armas. Crimes. Facilidade em matar. Dinheiro. Negócios. Frieza. Paixão. Violência. Sexo. Traição. Mentira. Omissão. Preconceito. Ambição desmedida. Duas caras. Jogo Duplo.

Já há muito que as novelas deixaram de ser "tudo um mar de rosas e foram felizes para sempre". Mas é nesta violência, ao próximo e pessoal, que o mundo se tornou?

28
Nov17

"Abriguem-se"

Maria

Gosto de acordar bem disposta. Do café da manhã. Não gosto de acordar já sem pachorra. Daqueles dias chatos. De nevoeiro e chuva miudinha, também não gosto de muita chuva e nem de trovoada, mas os de chuva miudinha - aquela "molha tolos" tipo a de hoje - não me agrada.

Não gosto destes modos inexplicáveis que nos fazem marionetas de um corpo. Tanto me apetece tudo como não me apetece nada. Ora quero não comer mais hoje, como me apetece comer todo um mundo (se calhar isto não é só na tpm). Ora quero acabar trabalhos, mas não me apetece mexer uma palha. Fico com ciscos nos olhos por tudo e por nada. Enervo-me até com o pão que traz farinha a mais. Quero-me concentrar numa coisa, mas estou a pensar em mil e duas ao mesmo tempo. E lágrimas nos olhos. E apetece-me estar sempre a falar com os meus. Ligo a todas as horas para ouvir mais um pouco. E depois ouço o pequeno e lá vem ciscos.

Este é todo um modo lamentável que dias há não dá para contornar. É vivê-lo, mas posso estrebuchar um pouco? É que não dá para aceitar sempre só porque sim. Raio de cena de gaja mais marada que nos havia de acontecer. E depois somos insuportáveis. Pois somos. Eu aceito. Como não?! Eu própria tem dias que é do caneco aturar-me. Mas qual a outra opção?!

Cortar os pulsos está fora de questão, em alturas de chorar por tudo e por nada a coisa não ia dar certo. Pareço as grávidas em fim de linha que ficam muito sensíveis. Ou aquelas pessoas que são demasiado lamechas. Sei lá. Isto é esquisito. Mas sinto mesmo que tudo me cutica. Talvez porque vem aí Dezembro... E eu ontem dei início à caça do pai natal de chocolate. Aquele chocolate dos pais natais são mesmo bons ou é só um fetiche meu?

Adiante. É oficial, “abriguem-se” de mim! Não sei se isto se apega ou se dá três dias antes de partir. Mas é um aviso. "Abriguem-se" de mim - ele há dias...

16
Out17

Portugal a arder.

Maria

Incêndios

 

Ontem a vista de minha casa, às três da tarde era esta. O vento forte traz. A minha casa cheirava a fumo. E isto estava longe de ser um dos lugares que por exemplo vi em directo na TV, como por exemplo Tondela. Dá medo. O vento. O fumo. O pânico nas pessoas. A falta de comunicação. Tudo a fugir. Os mesmos desabafos. As estradas sem visibilidade. Os acidentes. E depois a constatação de mortos. Estamos em Outubro. É certo com um tempo fora de normal para a altura, mas como é possível um país a arder desta maneira? Responsabilidades? Meios? Mão severa nesses (des)humanos que matam aquilo que nos dá vida. Uma tristeza. Uma impotência perante estes cenários devastadores. A subida do número de vítimas... E o que a noite encobriu que nos permitiu deduzir que o amanhecer seria negro...

Hoje chego ao trabalho e às nove da manhã da janela, era isto:

 

Nove da manhã a caminho do trabalho e mais pareciam oito da noite. O fumo. O cheiro. Uma calmaria estranha. À entrada das instalações do trabalho algo não estava bem. No parque de estacionamento um "lixo" estranho. Assim que abri a porta do escritório percebi. O chão da parte de dentro cheio de vestígios de fogo. E um cheiro forte e cada vez mais intenso à medida que subi as escadas a fumo. Já no andar de cima e por ser tudo em vidro para a frente das instalações me apercebi realmente do que aconteceu. Ardeu tudo à volta. Aliás ainda fumega... e então que me contaram. Os primeiros bombeiros chegaram às 3 da manhã. E acho que o cenário esteve mesmo mau. Graças a Deus não afectou nada aqui dentro.
Continuo sem ver o outro lado da montanha. Do Rio. Está escuro. As luzes têm que estar ligadas. Continua o fumo. Parece que vem de todo o lado. Triste início de semana.

Sem NADA fazerem os que de direito. Como baratas tontas perante um cenário que nos surpreendesse a primeira vez. Mas não é. E continuam sem planos, sem apurar responsabilidades e é o Deus nosso Senhor nos acuda.

Só apetece dizer, balelas, tretas, ide gozar com o caralhinho que isto é inconcebível. Mais do mesmo.

O balanço é, como seria de prever depois da noite de ontem, catastrófico, com um número de vítimas confirmadas até ao momento (14h) de 31 mortos.

Nilton, numa publicação disse, das frases mais acertadas que li:

"Estamos num estranho limbo onde as calamidades continuam a acontecer e não há nem culpados nem soluções. Pior, as instituições que nos deviam defender, como o Governo, a Proteção Civil, parecem baratas tontas que nunca viram um fogo e foram apanhadas desprevenidas pela primeira vez. Portugal é o gajo que se senta a ver o Titanic vezes sem conta e fica sempre admirado porque o barco foi ao fundo."


Imagino nas situações mais trágicas... muita força a todos os habitantes das terras mais fustigadas e aos bombeiros! Aos bombeiros um bem haja, pela coragem, pela força.

Bombeiros

[Imagem - internet]

 

 

25
Mai17

O Rex,

Maria

O Rex morreu há três semanas.

Rex

  [Fotografia no meu facebook usada para o desafio de #desculpasdenatal no dia do -  Amigo - para a vida disse eu]

 

Morreu na semana que eu estava de férias. Não o vi morrer. Não o vi no seu último dia de vida. Não o vi depois de se esconder na sua casota para desfalecer. Soube pela chamada ("Cá em casa agora seremos menos um") que a minha mãe me fez e doeu imenso aquele choque de não estar ali ao pé dele. Não consigo lembrar-me de quando me despedi dele antes de ir para o aeroporto, mas de certeza que o fiz. Mas não me consigo lembrar por mais que tente. Ele fazia sempre aquela cara de "cachorro abandonado" quando nos via com um mala e eu não me consigo lembrar da última, mas consigo lembrar do descer das escadas e dos olhos dele em mim nos últimos dias. Não sei se por defesa, mas sempre que me lembro dele é com aquele rabo a abanar e aquele ar de atrofiado a querer saltar para o colo.

Estas semanas passei por situações diferentes quase todos os dias. Primeiro foi a falta assim que cheguei a casa de viagem que senti, da festa que ele não me fez. De não ouvir aquele ladrar de contente, dos saltos e cambalhotas, das lambidelas nos pés, das orelhas arrebitadas à espera que lhe passasse a mão no pêlo e da pata no ar para lhe dar a minha mão... Foi aquele primeiro impacto de chegar e encontrar literalmente o vazio. Já sem casota. Já sem as coisas dele por ali. Já sem o cheiro. Tento me lembrar e lá está ele no pensamento aos saltos com o ar atrofiado que eu amava.

Os dias passam e assim que chego a casa, não consigo parar de pensar que ele era o primeiro que eu via. Que ladrava logo se eu demorava a sair do carro, que queria sempre saltar e que ficava ali de olhos postos em mim, orelhas no ar e rabo mexer até que eu entrasse na porta. Às vezes entrava e voltava a vir cá fora só para o picar com o "OH Rex" e ele que já estava deitado no chão imediatamente ficava tal e qual como estava quando entrei pela porta.

Não esqueço.

Ele era a nossa campainha. Antes mesmo de alguém chegar a tocar à campainha já sabíamos que estava ali alguém, ele sempre dava sinal. E o ladrar dele era logo revelador de se tratar de alguém conhecido ou não. Como sinto a falta disto. Porque a atitude dele era peculiar. Ele não ladrava para as pessoas, ele ladrava virado para a porta como se a chamar-nos.

Não esqueço.

Ele era um atrofiado do pior. Nunca ligou a bens materiais, entenda-se que era um cão que não gostava de brincar com nada, só connosco. Podias comprar-lhe o melhor brinquedo, não tinha interesse. Mas se eu me sentasse ao fundo das escadas ele já fazia trinta por uma linha para brincar. Para dar a pata, para pôr as patas no meu colo. para roçar o focinho nas minhas pernas. Para fazer corridas e para dar a volta à casa em segundos e voltar ao mesmo sítio atirando-se para o chão. Chorava a rir com ele tantas vezes. Não gostava de andar de carro, sempre enjoava.

Não esqueço.

Por mil e duas razões lá em casa ainda sobra comida e dizemos "é para o Rex". Olhando todos uns para os outros com aquele olhar de "já não". Ainda nos sentamos nas escadas à espera que ele venha ali brincar. Só que não. A piolha mais nova sempre chega e ainda diz "oh já não há Rexi". Ainda ontem, com a mãe falávamos da falta que sentimos dele. Daquela saudade que não se explica quando alguém desaparece. A minha mãe prontamente volta a repetir o que já disse "Não quero mais cães, uma pessoa apega-se tanto a eles...". E acredito. Apesar de ter dito o mesmo depois da nossa pastora alemã morrer e antes mesmo de o Rex vir morar lá em casa. O Rex morava connosco há muitos anos. O Rex é da família há mais de catorze anos. Não esqueço. Não nos esqueceremos.

"Não quero mais cães!" - sinto-lhe o sentido.

15
Mai17

Ter um blog é também (infelizmente) isto...

Maria

Tal como ontem partilhei no meu facebook, partilho hoje também aqui...

Estou triste.
Um blog também nos traz isto.
Soube ontem, que uma leitora e assídua comentadora (ainda tenho comentários dela para responder, desculpa amiga, talvez o teu último comentário que li ontem, naquele momento já não estavas cá, talvez...) faleceu ontem. Tão jovem. Nunca a conheci pessoalmente, mas foi das primeiras pessoas que o blog me trouxe há oito anos. Foi das pessoas que mais me ajudou em muitas situações pela força que sempre me transmitia. Era das pessoas que chegou e ficou. Era das pessoas que mais queria conhecer e que falamos imensas vezes nisso. Não aconteceu.

Foi das poucas pessoas que passou para o facebook pessoal e talvez só assim consegui saber por linhas travessas que faleceu ontem. Caso assim não fosse talvez hoje lhe respondesse aos comentários e não mais obtivesse resposta. Nunca mais teria notícias dela e provavelmente iria pensar que deixou de me seguir. Mas ela tinha sempre partilhas comigo. E sorrisos. E lemas de vida. E uma mensagem aqui ou acolá. E os gostos nas fotos. As lutas nas insónias. A partilha do mútuo gosto pela cidade invicta. Pelo Douro. E o orgulho do nosso clube do coração, o Porto. Sempre.

Não consigo explicar. Era como uma amiga mesmo. Às vezes não consigo explicar isto que o blog nos traz, só quem tem um poderá perceber.

Desejo do coração que estejas em paz miúda. E que o sorriso que nos juntou te acompanhe sempre.
De coração!

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