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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

09
Set19

Carta de amor #3

Maria

Hoje é o teu dia. Dois aninhos.

O meu coração desde que fui madrinha, nunca mais foi o mesmo.

E tu, sem dúvida que dás muito mais cor aos meus dias.  Sou muito mais feliz por fazeres parte da minha vida e babo-me a cada dia que passa por saber em ti que também gostas de mim.

Ouvir-te chamar "Maiinha" cutica-me. Gostares de passar tempo comigo. Quereres o meu colo. Dares-me miminhos, beijos e um xi. É tão bom.

Ver-te crescer. Acompanhar cada passo e crescer contigo.

Ver-te sorrir. Ser marota, brincar muito e querer estar em minha casa. Brincares com o Nenuco que foi meu. E gostar de estar com os meus pais. Não sendo família, mas fazendo parte.

Tudo é tão diferente contigo cá. E já nem imagino de outra maneira.

Grata.

Parabéns minha pequena.

Amo-te muito ♥

31
Jul19

Dias especiais ❤

Maria

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Há onze anos que me és mais um pedaço também de mim, que te olho como sendo meu. Que te amo com todo o coração e mais algum, que te sinto saudade a cada dia. Que me orgulho do sorriso lindo que tens. Que me fazes apaixonar mais um bocadinho cada vez que me contas as tuas traquinices. Que me babo de orgulho a olhar para ti pelo menino amigo, educado, encantador, simpático e amoroso que te tornaste.

Estás um crescido. Eu uma tia babada. Queria dar-te o maior abraço até continuares a dizer "isso é um bocadinho chato" ou "já chega, não achas que estás a exagerar?". Continuo a acreditar que pode ser que um dia, os astros se cruzem e a gente comemore junto. Até lá, é como se estivesse aí do teu lado, cantei os Parabéns com o mesmo entusiasmo e os olhos ficaram cheios de ciscos. Tudo porque te quero o melhor do mundo.

Amo-te meu pequeno. Dez anos de ti. Como eu te Amo. Como te tenho saudade todos os dias.

Parabéns meu bem ♥ sê feliz meu {sempre} pequeno!

09
Jul19

Não é algo fácil de se dizer. E entender.

Maria

Não apetece

Às vezes não apetece.

Se calhar anteriormente já disse, que o "não apetece" é desculpa mal amanhada. Mas não é.

Às vezes é só mesmo isso. Não há outra explicação. Ou há tantas que se resumem a essa mesma. Às vezes não há vontade. Não há pachorra. Não estás para aí virada. Às vezes não fazes, não queres ninguém, não queres falar, não queres ouvir. Às vezes não apetece mesmo.

Às vezes tudo parece que te aborrece e tão só por isso não apetece.

Não é sempre. Mas tem dias que não é mais nada além disso. E por isso é tudo

23
Mai19

Há pessoas para ficar, há pessoas para ir!

Maria

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Sabemos sempre que com outras pessoas somos mais felizes. Somos ainda mais felizes que sozinhos. E dessas pessoas, as que nos acrescentam, somos parte. E fazem-nos mais felizes assim como nós também fazemos parte da felicidade deles. São aqueles a quem chamamos "os nossos". A quem queremos perto. Com quem partilhamos os melhores sorrisos e a quem socorremos para nos segurarem as lágrimas.

São essas pessoas que nunca podemos esquecer. E da mesma proporção que há pessoas que nos fazem ainda mais felizes. Há também aquelas que nos sugam a felicidade e muitas vezes nem damos conta disso.

Pessoas que já só estão "ali", sabe-se lá onde, mas que nunca estão mesmo "aqui". E que nem chegam a estar. Não se chegam a dar. Logo não chegam a ser das que acrescentam. Que dizem que são amigas mas que na realidade, ao olhares, não vês nada que o demonstre. Só estão ali a insistir que o são. Às vezes já podem ter sido muito, mas depois simplesmente deixam de o ser. 

[ Às vezes podemos ter uma peça que seja muito importante numa altura da nossa vida ficamos com ela porque na verdade faz parte. O tempo passa. E ela apenas fez parte naquela altura. Lá trás. Ficar com ela, dar-lhe um lugar de destaque só para lembrar que um dia foi importante é não dar valor a todos as outras que fazem o dia de hoje mais bonito. ]

Há pessoas que devemos deixar ir. Que o deixar ficar só estão a ocupar ideais falsos. Quando menos esperas vai haver uma atitude que te vai fazer perceber isso tão bem que te vai magoar.

Pessoas que magoam não fazem parte dos teus que estão lá para te fazer feliz. Se não estão, é deixar ir. Há tanta coisa que ao deixares ir te faz feliz que vais perceber que há pessoas que também são assim.

Não vão deixar de existir. Só não podes contar que estejam lá. Porque na verdade elas também não contam. Quanto mais cedo te libertares, mais cedo vais perceber o que te faz falta, o que realmente interessa e o que não! E que ninguém vive de metades de pessoas que querem estar em todo o lado mas na verdade não estão, principalmente do teu lado. ♡

05
Mai19

Mãe ❤

Maria

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Primeiro eu, sempre eu depois tu. Primeiro eu e o mano e só depois tu. Sempre foi assim. Continua a ser assim.

Primeiro o meu sorriso depois o teu. Primeiro os teus filhos depois tu.

O primeiro prato é para os filhos, a primeira cadeira na esplanada. A primeira água na sede de ambos. A melhor carne passada, o ovo com melhor gema, o salmão melhor grelhado. A melhor parte na sopa. As costelas do anho. As coxas do frango. A primeira colher do arroz de cabidela para sair aguado ainda que tu fiques com o mais seco.

Sempre nós, depois tu.

Sempre foi assim, cresci assim e ainda hoje é igual. Nada a fazer. Está em ti. Esse amor maior por nós. Teus filhos. E eu quero poder sempre retribuir-te aquilo que me és. Mesmo nas nossas birras, no meu não querer dar o braço a torcer no teres sempre razão. Quero poder ser o teu melhor. Tu és o meu melhor na vida. O meu tudo. O meu sentido. O que me fez ser hoje quem sou. O melhor exemplo que podia ter. Oh Mãe, como tu és grande. Nunca te dás o valor devido nem imaginas o valor que tens. Mas tu és tanto e eu faço questão de te provar isso sempre que possa. Cada vez mais. Isto não fazia sentido se assim não fosse. Obrigada por estares sempre ali a meu lado, nas alegrias, nas tristezas, quando caio e principalmente quando os joelhos doem da queda e tu me dás a mão e dizes, "és mais que isso".

Tu sabes que estou sempre contigo, que faço o que posso para te ver o melhor possível. E nestes dias de coração apertado que temos passado, tens sempre a minha mão para sentires que tudo vai correr bem! 

Juntas somos tanto, porque tenho a sorte de te ter na vida. Obrigada. Obrigada por tudo. 

Um feliz dia MÃE!! Amo-te! 

Um beijinho a todas as mães. Um especial à minha Mãe ♥

29
Mar19

Porque estar sozinho também tem esse lado

Maria

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É claro que, se eu estou sozinha por opção, por força das circunstâncias, por razões que só o coração realmente conhece, é porque gosto de estar sozinha, gosto do meu espaço, não tenho o meu coração ocupado, não quero alguém comigo só porque sim, só porque ali há um lugar para ocupar. Só para não sentir o "estigma" de estar sozinha. Não. Não quero isso. Depois da minha última relação quis um espaço. Porque uma pessoa acaba mas nem sempre acaba o amor, pode acabar a relação, a união mas o amor não acaba só porque se termina. No meu caso terminou apenas a relação o amor ficou e precisou de tempo para deixar de ter vida. As desilusões ajudam. Diz-se que o melhor “antibiótico” é outro amor, tentei, no meu caso não foi. O melhor mesmo foi ficar sozinha, divertir-me e aproveitar…
O gostar de mim é ter um passo mais fácil no caminho. Acredito naquilo que sou. Nos desastres que tive, nas opções que podem não ter sido as melhores, nas falhas, nos erros que se cometem. Mas que nunca haja o erro de estar com alguém só porque não se quer estar sozinha. Precisamos que esteja ao nosso lado alguém que acrescenta e não que seja só alguém para estar ali. Não chega. Nem é justo.
Depois há também aqueles dias em que estar sozinha não chega, falta ali quelque chose. Aqueles dias em que apetece ter alguém à espera. Aqueles dias em que apetece um abraço intenso, em que apetece ter uma mão na nossa e um coração partilhado. Aqueles dias em que apetece ter conversas de almofada (por sms não conta). Em que apetece alguém com quem desabafar e que nos ajude com os nossos medos. Alguém que nos faça sempre sorrir mais. Que nos divirta e que nos ajude a ser um ser ainda melhor.
E que não me venham dizer que quem está sozinha não sente. Ah e tal e coisa não sinto falta de nada… Ah e tal e coisa nem me lembra de semelhante… 
Porque eu não acredito.
14
Fev19

O Amor é um lugar estranho. E bom. E fodido!

Maria

Amor

 

Eu quero falar de Amor.

Deste que sempre se nega no início por não saber bem o que se passa. O que são aquelas borboletas no estômago. O que é olhar para o relógio à espera que alguém chegue. O que é perder-se em mensagens com conversas até de madrugada. O que é querer muito ir e ficar. O que é roubar-nos os pensamentos sem aviso prévio.

Eu quero falar de Amor. Mas desse que nos encontra ao virar de uma esquina quando estamos completamente distraídos. Quando nem nos perguntamos se é possível. Quando não estamos nem aí. Quero falar de Amor. desse que nos atropela a alma. Que nos faz sentir sentido. Que nos traz água na boca, que nos traz cheiros nossos. Desse Amor que nos faz parar no tempo enquanto ele corre. Desse que nos deixa um sorriso parvo escancarado nos lábios. Que nos faz corar sem motivo ou com todos os motivos possíveis.

Eu quero falar de Amor. Desse que o corpo cede. Que nos acelera a respiração. Que nos faz ser mais, sem deixar de sermos nós em dois corpos. Juntos. Enrolados.

Eu quero falar de Amor. Sim, desse Amor que nos acrescenta. Que nos completa. Que não põe em causa. Que não divide. Que não magoa. Que não gera silêncios desconfortáveis. Desse Amor de mãos dadas, com beijos na boca e abraços sentidos, reconfortantes, cheios. De tudo. Sem metades. Por inteiro.

Mesmo que ao nosso lado não esteja um amor, podemos falar de Amor?

[ ♥ ]

18
Jan19

O amor é um lugar estranho. E fodido.

Maria

Maria diz

Dois olhares sobre a mesma coisa não vão sentir o mesmo. Às vezes é preciso todo um processo para te apaixonares. Às vezes aquele primeiro olhar foi tudo. Às vezes há todo um conjunto de momentos para te fazerem sentir. Às vezes foi - aquele - momento. E foi inexplicável. Mas foi o olhar. Com o coração. Em tudo na vida...

Se olhas para algo com o coração, não é difícil te apaixonares!

 [ ❤ ]

27
Dez18

Do que faz sentido no Natal ♡

Maria

É claro que gosto do Natal.

Já gostei mais? Talvez. Tem anos que gosto mais. Tem outros anos que gosto menos um bocadinho. Uma pessoa habitua-se.

Se me é família e se é isso que me faz sentido ser Natal, é natural que quando à mesa não tenho todos os meus comigo isso deixe o Natal mais triste. Mas a vida há muito não é bem o que nós queremos. Muito mais a de terceiros.

Sempre fui um pouco avessa com presentes. Nem a dar nem a receber. Sou de longe a pessoa mais entusiasta. Deixo tudo para a ultima, só porque tento ganhar mais entusiasmo para os escolher, às vezes esse entusiasmo nem chega. E sinto que nem tenho culpa nisso. É mais forte que eu a falta de ter alguém, a ter presentes. Por isso tudo vira secundário. Para mim, daí a entender que para outros não o seja. E na verdade há que procurar presentes. 

Este foi mais um Natal daqueles que são um bocadinho menos bonitos. Agradeço por poder passar com os meus maiores comigo, mas a falta dos outros não deixa de ser sentida por um minuto que seja.

À mesa nada faltou, mas em volta faltou a alegria do pequeno. As risadas do mano. As gargalhadas sinceras dos meus pais. O amor que nos une. Aquela companhia. Aquela alegria de estar juntos que basta para encher uma casa.

E assim se passou por entre chamadas, mensagens, partilha de vídeos no whatsapp e videochamadas para manter tudo pertinho do coração. 

Na verdade não faltou nada, estive com família. Estive com os meus pais. Fui a casa dos tios, estive com os primos. Fui aos amigos. Mas depois ali à volta da mesa. Faltou muito. À volta, não em cima. Mesmo com o coração cheio.

O entusiasmo dos presentes debaixo da árvore não é o mesmo. Mas isso é o sentido. Nem me fazia sentido se fosse diferente. Mas depois uma pessoa com os anos habitua-se. Ou não.

Talvez por isso eu não ligue a presentes. Os meus valores não mudaram. O Natal só me faz sentido quando à mesa consigo juntar um pouco do que acho ser Natal. E isso é raro e não há presente que me encha o coração desse vazio preenchido pela melancolia de saber o que é o Natal. Para muitos é a noite da troca de presentes. Para mim isso é secundário. De coração. E pouco ligo quando não recebo nada. Mas continua a doer quando não tenho os meus comigo. Muito.

Mas o Natal foi bom ( comi muito bem e bebi ainda melhor). Podia é ser muito melhor. E o vosso Natal, texuguinhos?
19
Dez18

Natal

Maria

Eu não sei bem se é da época mas acredito que sim. O Tpm sempre pode ajudar. Mas... esta época abalroa as nossas emoções e hormonas.

Esta semana que antecede o Natal é sempre uma semana de saudade. Tenho imensas saudades de gente que queria muito que estivesse cá nesta altura. Muito mesmo. E são coisas que não se explicam. Cada um sente à sua maneira. E há os que se habituam, há aqueles que por muito que digam que estão habituados e que façam peito cheio, e decididamente eu faço parte destes últimos, oh pá a coisa mói. E bem.

Tenho saudades de pessoas que já cá não estão. Mas muitas saudades das pessoas que estão cá, mas não vão estar para aquele abraço, aquelas gargalhadas, aquelas conversas. E pronto, basta falar que tudo se atropela. Tenho saudades das minhas pessoas. Da família e amigos. Tenho saudades de abraçar pessoas às quais a vida nos separou mas que me deixam saudade. Daquelas que davam abraços tão bons e silêncios necessários. Tenho saudades do meu melhor amigo. Saudades de ter à mesa os meus todos juntos. De fazer sentido. Não querer voltar lá trás. Mas saudades de continuar a fazer sentido, agora, com eles, cá.

Nesta altura não há como não ter saudades da avó. Da casa cheia que sempre nos trouxe. daqueles abraços gostosos, reconfortantes, cheios de tudo. Daqueles olhos emocionados de tanto amor no coração. Tenho saudades do que conseguia juntar à mesa. Dos tios, dos primos. Do barulho.

Não há como não ter saudades de amigos que já não vêm. Que as vidas afastaram. Que a distância é grande. Mas que levaram os melhores dos abraços também. E tenho saudades. De não falar e entenderem. De não pedir e saberem o que se precisa.

Nesta altura provavelmente não entenderão o quão desinteressada sou em procurar presentes. Ou em receber. Há muito mais que me move que me faz falta. E isso ninguém sente por mim. Ninguém entenderá por mim.

E eu não deixo de ficar contente, mesmo estando triste. Com a época. Com as saudades.

E eu gosto sempre um bocadinho menos do Natal quando não tenho os meus comigo. É legítimo. É sentido. É o meu.

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