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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

05
Mai19

Mãe ❤

Maria

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Primeiro eu, sempre eu depois tu. Primeiro eu e o mano e só depois tu. Sempre foi assim. Continua a ser assim.

Primeiro o meu sorriso depois o teu. Primeiro os teus filhos depois tu.

O primeiro prato é para os filhos, a primeira cadeira na esplanada. A primeira água na sede de ambos. A melhor carne passada, o ovo com melhor gema, o salmão melhor grelhado. A melhor parte na sopa. As costelas do anho. As coxas do frango. A primeira colher do arroz de cabidela para sair aguado ainda que tu fiques com o mais seco.

Sempre nós, depois tu.

Sempre foi assim, cresci assim e ainda hoje é igual. Nada a fazer. Está em ti. Esse amor maior por nós. Teus filhos. E eu quero poder sempre retribuir-te aquilo que me és. Mesmo nas nossas birras, no meu não querer dar o braço a torcer no teres sempre razão. Quero poder ser o teu melhor. Tu és o meu melhor na vida. O meu tudo. O meu sentido. O que me fez ser hoje quem sou. O melhor exemplo que podia ter. Oh Mãe, como tu és grande. Nunca te dás o valor devido nem imaginas o valor que tens. Mas tu és tanto e eu faço questão de te provar isso sempre que possa. Cada vez mais. Isto não fazia sentido se assim não fosse. Obrigada por estares sempre ali a meu lado, nas alegrias, nas tristezas, quando caio e principalmente quando os joelhos doem da queda e tu me dás a mão e dizes, "és mais que isso".

Tu sabes que estou sempre contigo, que faço o que posso para te ver o melhor possível. E nestes dias de coração apertado que temos passado, tens sempre a minha mão para sentires que tudo vai correr bem! 

Juntas somos tanto, porque tenho a sorte de te ter na vida. Obrigada. Obrigada por tudo. 

Um feliz dia MÃE!! Amo-te! 

Um beijinho a todas as mães. Um especial à minha Mãe ♥

29
Mar19

Porque estar sozinho também tem esse lado

Maria

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É claro que, se eu estou sozinha por opção, por força das circunstâncias, por razões que só o coração realmente conhece, é porque gosto de estar sozinha, gosto do meu espaço, não tenho o meu coração ocupado, não quero alguém comigo só porque sim, só porque ali há um lugar para ocupar. Só para não sentir o "estigma" de estar sozinha. Não. Não quero isso. Depois da minha última relação quis um espaço. Porque uma pessoa acaba mas nem sempre acaba o amor, pode acabar a relação, a união mas o amor não acaba só porque se termina. No meu caso terminou apenas a relação o amor ficou e precisou de tempo para deixar de ter vida. As desilusões ajudam. Diz-se que o melhor “antibiótico” é outro amor, tentei, no meu caso não foi. O melhor mesmo foi ficar sozinha, divertir-me e aproveitar…
O gostar de mim é ter um passo mais fácil no caminho. Acredito naquilo que sou. Nos desastres que tive, nas opções que podem não ter sido as melhores, nas falhas, nos erros que se cometem. Mas que nunca haja o erro de estar com alguém só porque não se quer estar sozinha. Precisamos que esteja ao nosso lado alguém que acrescenta e não que seja só alguém para estar ali. Não chega. Nem é justo.
Depois há também aqueles dias em que estar sozinha não chega, falta ali quelque chose. Aqueles dias em que apetece ter alguém à espera. Aqueles dias em que apetece um abraço intenso, em que apetece ter uma mão na nossa e um coração partilhado. Aqueles dias em que apetece ter conversas de almofada (por sms não conta). Em que apetece alguém com quem desabafar e que nos ajude com os nossos medos. Alguém que nos faça sempre sorrir mais. Que nos divirta e que nos ajude a ser um ser ainda melhor.
E que não me venham dizer que quem está sozinha não sente. Ah e tal e coisa não sinto falta de nada… Ah e tal e coisa nem me lembra de semelhante… 
Porque eu não acredito.
14
Fev19

O Amor é um lugar estranho. E bom. E fodido!

Maria

Amor

 

Eu quero falar de Amor.

Deste que sempre se nega no início por não saber bem o que se passa. O que são aquelas borboletas no estômago. O que é olhar para o relógio à espera que alguém chegue. O que é perder-se em mensagens com conversas até de madrugada. O que é querer muito ir e ficar. O que é roubar-nos os pensamentos sem aviso prévio.

Eu quero falar de Amor. Mas desse que nos encontra ao virar de uma esquina quando estamos completamente distraídos. Quando nem nos perguntamos se é possível. Quando não estamos nem aí. Quero falar de Amor. desse que nos atropela a alma. Que nos faz sentir sentido. Que nos traz água na boca, que nos traz cheiros nossos. Desse Amor que nos faz parar no tempo enquanto ele corre. Desse que nos deixa um sorriso parvo escancarado nos lábios. Que nos faz corar sem motivo ou com todos os motivos possíveis.

Eu quero falar de Amor. Desse que o corpo cede. Que nos acelera a respiração. Que nos faz ser mais, sem deixar de sermos nós em dois corpos. Juntos. Enrolados.

Eu quero falar de Amor. Sim, desse Amor que nos acrescenta. Que nos completa. Que não põe em causa. Que não divide. Que não magoa. Que não gera silêncios desconfortáveis. Desse Amor de mãos dadas, com beijos na boca e abraços sentidos, reconfortantes, cheios. De tudo. Sem metades. Por inteiro.

Mesmo que ao nosso lado não esteja um amor, podemos falar de Amor?

[ ♥ ]

18
Jan19

O amor é um lugar estranho. E fodido.

Maria

Maria diz

Dois olhares sobre a mesma coisa não vão sentir o mesmo. Às vezes é preciso todo um processo para te apaixonares. Às vezes aquele primeiro olhar foi tudo. Às vezes há todo um conjunto de momentos para te fazerem sentir. Às vezes foi - aquele - momento. E foi inexplicável. Mas foi o olhar. Com o coração. Em tudo na vida...

Se olhas para algo com o coração, não é difícil te apaixonares!

 [ ❤ ]

27
Dez18

Do que faz sentido no Natal ♡

Maria

É claro que gosto do Natal.

Já gostei mais? Talvez. Tem anos que gosto mais. Tem outros anos que gosto menos um bocadinho. Uma pessoa habitua-se.

Se me é família e se é isso que me faz sentido ser Natal, é natural que quando à mesa não tenho todos os meus comigo isso deixe o Natal mais triste. Mas a vida há muito não é bem o que nós queremos. Muito mais a de terceiros.

Sempre fui um pouco avessa com presentes. Nem a dar nem a receber. Sou de longe a pessoa mais entusiasta. Deixo tudo para a ultima, só porque tento ganhar mais entusiasmo para os escolher, às vezes esse entusiasmo nem chega. E sinto que nem tenho culpa nisso. É mais forte que eu a falta de ter alguém, a ter presentes. Por isso tudo vira secundário. Para mim, daí a entender que para outros não o seja. E na verdade há que procurar presentes. 

Este foi mais um Natal daqueles que são um bocadinho menos bonitos. Agradeço por poder passar com os meus maiores comigo, mas a falta dos outros não deixa de ser sentida por um minuto que seja.

À mesa nada faltou, mas em volta faltou a alegria do pequeno. As risadas do mano. As gargalhadas sinceras dos meus pais. O amor que nos une. Aquela companhia. Aquela alegria de estar juntos que basta para encher uma casa.

E assim se passou por entre chamadas, mensagens, partilha de vídeos no whatsapp e videochamadas para manter tudo pertinho do coração. 

Na verdade não faltou nada, estive com família. Estive com os meus pais. Fui a casa dos tios, estive com os primos. Fui aos amigos. Mas depois ali à volta da mesa. Faltou muito. À volta, não em cima. Mesmo com o coração cheio.

O entusiasmo dos presentes debaixo da árvore não é o mesmo. Mas isso é o sentido. Nem me fazia sentido se fosse diferente. Mas depois uma pessoa com os anos habitua-se. Ou não.

Talvez por isso eu não ligue a presentes. Os meus valores não mudaram. O Natal só me faz sentido quando à mesa consigo juntar um pouco do que acho ser Natal. E isso é raro e não há presente que me encha o coração desse vazio preenchido pela melancolia de saber o que é o Natal. Para muitos é a noite da troca de presentes. Para mim isso é secundário. De coração. E pouco ligo quando não recebo nada. Mas continua a doer quando não tenho os meus comigo. Muito.

Mas o Natal foi bom ( comi muito bem e bebi ainda melhor). Podia é ser muito melhor. E o vosso Natal, texuguinhos?
19
Dez18

Natal

Maria

Eu não sei bem se é da época mas acredito que sim. O Tpm sempre pode ajudar. Mas... esta época abalroa as nossas emoções e hormonas.

Esta semana que antecede o Natal é sempre uma semana de saudade. Tenho imensas saudades de gente que queria muito que estivesse cá nesta altura. Muito mesmo. E são coisas que não se explicam. Cada um sente à sua maneira. E há os que se habituam, há aqueles que por muito que digam que estão habituados e que façam peito cheio, e decididamente eu faço parte destes últimos, oh pá a coisa mói. E bem.

Tenho saudades de pessoas que já cá não estão. Mas muitas saudades das pessoas que estão cá, mas não vão estar para aquele abraço, aquelas gargalhadas, aquelas conversas. E pronto, basta falar que tudo se atropela. Tenho saudades das minhas pessoas. Da família e amigos. Tenho saudades de abraçar pessoas às quais a vida nos separou mas que me deixam saudade. Daquelas que davam abraços tão bons e silêncios necessários. Tenho saudades do meu melhor amigo. Saudades de ter à mesa os meus todos juntos. De fazer sentido. Não querer voltar lá trás. Mas saudades de continuar a fazer sentido, agora, com eles, cá.

Nesta altura não há como não ter saudades da avó. Da casa cheia que sempre nos trouxe. daqueles abraços gostosos, reconfortantes, cheios de tudo. Daqueles olhos emocionados de tanto amor no coração. Tenho saudades do que conseguia juntar à mesa. Dos tios, dos primos. Do barulho.

Não há como não ter saudades de amigos que já não vêm. Que as vidas afastaram. Que a distância é grande. Mas que levaram os melhores dos abraços também. E tenho saudades. De não falar e entenderem. De não pedir e saberem o que se precisa.

Nesta altura provavelmente não entenderão o quão desinteressada sou em procurar presentes. Ou em receber. Há muito mais que me move que me faz falta. E isso ninguém sente por mim. Ninguém entenderá por mim.

E eu não deixo de ficar contente, mesmo estando triste. Com a época. Com as saudades.

E eu gosto sempre um bocadinho menos do Natal quando não tenho os meus comigo. É legítimo. É sentido. É o meu.

11
Out18

O amor é um lugar estranho. E fodido.

Maria

o amor

 

Se eu fechar os olhos com o intuito de te lembrar. É fácil demais.

É assim que se diz de quando se fala de algo que se ama. Ou amou.

Lembramo-nos de cada traço. Dos cheiros. Das sensações que sentimos. E até, se mantermos os olhos fechados conseguimos lembrar daquele sussurrar de respiração comum a toda a gente, mas que conseguimos diferenciar "daquela".

O amor faz-nos ver pormenores tantas vezes esquecidos. Banais até. Comuns a tantos. Mas particularmente diferentes a todos.

Lembrar faz parte. Não da dor do passado. Mas da história que cada um tem. Da sua história e de quem dela faz parte.

Se eu fechar os olhos com o intuito de lembrar. É mesmo fácil.

Assim como foi fácil apaixonar-me. E assim como as rugas ganham espaço. Assim como os traços das mãos ficam mais evidentes. Assim como as feridas ficam por mais curadas e resolvidas que estejam. Lembrar é fácil quando foi realmente importante fazer parte.

Um coração divide momentos. Mas não esquece amor. Quem ama fica lá. Mesmo que num dos imensos compartimentos que o nosso coração consegue ter. Mesmo que numa gaveta bem fechada da qual a chave já nem reza história. Mas a nossa lembrança não nos escapa a esse amor guardado. Talvez um dia mais tarde. Talvez um dia já não consiga diferenciar tanto quando fechar os olhos, aquele cheiro, aqueles traços outrora vincados, mas o amor... o amor estará lá. Porque somos feitos de amor e se nos falha o amor. Mesmo aqueles guardados naquela cabaninha chamada memória falta-nos vida. E por mais que seja já quase de outra vida, é da nossa história. Mais ou menos boa de se lembrar. Mais ou menos sofrida. Mas da nossa história. Que cada um tem a sua. E nos nossos olhos consegue ver-se essa história. E se nos falta história, nada somos. E eu sei, que se quiser e fechar os olhos. Lembro-me.

Foi amor. É amor.  [ ❤ ]

10
Set18

Carta de amor #2

Maria

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Fizeste ontem um ano princesa linda da madrinha!.

O que mais amo em ti é esse teu sorriso, não gostasse tanto eu de sorrisos.

Essa tua facilidade em rir. Esse teu à vontade. Sorriso fácil e esses olhinhos que fazes à madrinha e que me deixam babada. Essas marotices. Essas asneiras tão tuas com gargalhada marota. Essas bochechas que só apetece dar mimos.

Eu sou uma sortuda.  Vens de amizades boas. Daquelas poucas e raras mas que nos acrescentam. Muito. E eu sou feliz em poder ser-te quem sou. Em poder gostar de ti. Cuidar de ti. Fazer parte deste nosso crescimento juntas. Desta família em que nos tornamos neste sangue que não é o mesmo mas que se cruza no coração.

Grata.

Parabéns minha pequena.

Amo-te muito ♥

 

PS.: A carta começou a ser escrita ontem depois da tua festa, mas acho que fiquei tão cansada quanto tu, que aterrei.

25
Ago18

O silêncio.

Maria

Apetecia-me escrever e falar tanto. Mas opto pelo que faço sempre, o silêncio. 

Mas há uma mágoa.  

Sempre fui positiva. E sempre sorri nos piores momentos. Um escape ou uma forma de "aligeirar" a coisa, sei lá. Não sou de bater na mesma tecla, nem de bater no ceguinho. Mas tenho um coração que me trama tantas vezes. Tantas vezes.

Às vezes estou naquele mundo só meu e rodeada de gente. É como uma cúpula que mais que me proteja que proteja os outros. Dos meus dias não. Dos meus pensamentos negativos. Das minhas cicatrizes. Do meu coração apertado. Da minha vontade de deitar a toalha ao chão. 

Há uma mágoa.  Que me faz respirar mais devagar como se custasse cada sopro.

De cada vez que acho resolvida e que na verdade mói. Belisca. Incomoda.

Por muitos dias que se diga que não,  mas que na verdade sabemos que sim. Por muitos mais dias que acredito e foco - eu sou mais que isto.

Sou das experiências, dos obstáculos, das vitórias, das dificuldades, das conquistas. Sou das pessoas que me são mais, me acrescentam, das que vão ficando e sou também das que passaram. Sou feita de pedaços. Uns com mais aprendizagem que outros. Uns com mais efeitos positivos que outros.

Apetecia-ME falar, mas opto pelo que faço sempre - e quanto a isto, arrisco em dizer - e para sempre.

[ pelo menos até evito a pergunta clichê]

No fim, o importante é apanhar a toalha, enxaguar as lágrimas, respirar fundo e por a toalha para lavar 《 até porque a vida sempre me ensina 》 Respira fundo as vezes que forem necessárias para recomeçar. E recomeça ♡

 

10
Ago18

Amigos

Maria

72. Amigos.png

 

Daqueles que há à vontade para que os silêncios não incomodem. Daqueles que nos ligam sejam nove da manhã, cinco da tarde ou três da manhã já animados e que ainda nos arrancam gargalhadas ensonadas. Daqueles que viram família de tão bons que são. Daqueles que nos convidam que insistem, persistem e nos arrancam de casa em dias menos bons. Daqueles que querem que façamos parte das experiências. Daqueles que nos deixam com ciscos nos olhos, nos apertam o coração e nos fazem pensar que há amizades que valem a pena.

Daqueles que nós fazemos parte da história deles, nas páginas mais importantes. Daqueles que nos conhecem as vitórias, os sorrisos, as conquistas mas também as derrotas, as falhas, as cicatrizes. Daqueles que uma cerveja sempre é bem-vinda. Daqueles que conhecemos a porta de entrada da casa. Daqueles que o sofá já quase tem a nossa marca ou que já há uma peça de roupa por lá esquecida. Daqueles que nos sabem a dor por detrás do sorriso. Daqueles que sabem que o copo é sempre cheio. Assim como a mesa. Daqueles que não há "um dia destes marcamos isso" mas sim um "é já". Daqueles que sabem que nem sempre os dias são azuis, mas tu serás sempre azul "no matter what" literalmente. Daqueles que fizeram parte de algum "what happens in Vegas stay in Vegas", que é o mesmo que dizer algum momento que não se relata em lado nenhum. Daqueles que estão lá. 

Daqueles que nos dizem que não devíamos ter feito isto ou aquilo mas que se fod@ estão lá do nosso lado para as consequências.

Eu sou feliz por os ter. Assim mesmo. Destes malucos que nos entendem a loucura, a parvoíce, as gargalhadas e nos permitem o sorriso. Sentir. Sentir amizade é do melhor que a vida nos pode trazer.

 

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 ▪Texto em destaque na página do @Sapo

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