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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

23
Jun21

A vida é um lugar estranho e bom. Mesmo com dias de merda.

Maria

A Douro

 

É impossível não partilhar isto. Não escrever sobre isto. Não dizer duas ou três coisas que preciso.

Ainda que, não saiba o que dizer. Como o dizer. Ou se quero sentir o que vou sentir ao escrever. Mas partilhar em palavras aquilo que sinto sempre foi a minha melhor versão.

Perdi há duas semanas, uma das melhores pessoas da minha vida.

Do meu crescimento. Do meu sangue. Daquelas que partilhavam o mesmo lema de sorrir, todos os dias "no matter what". Daqueles que me ensinou que a criança dentro de nós é preciso mantê-la para bem da nossa [in]sanidade. Daqueles que me faziam sorrir quase todos os dias, ainda que há distância com as parvoíces que me enviava e que era constante no seu estado de boa disposição. Sempre pronto a ajudar. Sentido de família. Cheio de vida e onde estivesse não deixava ninguém indiferente. Com uma facilidade em fazer amigos em qualquer lado. Sempre na tanga a dar-nos aquela dificuldade em perceber se era "agora" que estava a falar a sério. A ver o copo sempre a transbordar.

[ Dá saudade. Dos encontros que já tínhamos meio definidos para juntar os estarolas. Dá saudade a cada fotografia. Dá saudade a cada canto da vossa casa. Dá saudade ao olhar para os miúdos. Para os teus pais. Dá aquele aperto, daquela mistura de saudade e de ainda estarMOS a tentar acreditar que aconteceu.

Há uma semana vi-te a ultima vez na despedida e por entre as lágrimas só me apeteceu dizer-te "vá deixa-te de tangas levanta-te daí". Porque tu eras assim. Os encontros de família não vão ser mais os mesmos. De todo.

Porque há dias de merda. e o dia em que partiste foi definitivamente um dia de merda. Sem tentar perceber o que pode explicar o inexplicável é tentar aceitar. 

Cada um sente a perda de alguém de diferentes formas. Nem todos nos tocam da mesma maneira e isso nunca se impõe. É simplesmente  sentido e verdadeiro o que cada um é na nossa vida.

O fugaz e inesperado, o que surge sem aviso prévio é ainda mais difícil. Os dias passam a dor não tem diminuído e o facto de muitas vezes não se conseguir exteriorizar coisas é ainda mais difícil. Dizemos sempre que o tempo ajuda. Mas o tempo aumenta a dor, as perguntas e o difícil que é não há nada a fazer. 

Entre o luto, os silêncios, as noites, as lágrimas, as recordações faz eco a tua gargalhada, a tua sempre grande e efusiva gargalhada. "Oh prima Oh prima" fica-me para sempre cá dentro. Muito mais nestes dias de merda que as tuas mensagens já não entram para me fazer soltar aquela gargalhada enquanto dizia "só tu!" ]

Há dias em que a Vida nos prova que é uma grande filha da puta. Que é injusta. Que leva os melhores de entre nós demasiado cedo.

 dia 9 foi um desses dias.

E eu só quero que estejas em paz ❤

 

 

Podem sempre acompanhar todas as novidades pelo Facebook. Ou pelo Instagram - @sorrisoincognito 》

21
Mar21

Do 21 de Março. Deste dia que sempre me é primavera

Maria

És e serás sempre a minha primavera que me começa desde que me conheço a 21 de Março.

Não são as datas. Mas é o teu dia.

Do melhor. Do melhor irmão que a vida me deu. Se não fosse esta pandemia talvez voltasse a estar contigo no teu dia de aniversário coisa que infelizmente não acontece há muito tempo, mas em breve espero que te esborrache num abraço sentido dos nossos ❤

Aqui, ali ou acolá, mas juntos mesmo com esta distância que nos separa.
Desejo-te um dia feliz! Uma vida feliz e mil sorrisos! Mais cedo ou mais tarde estamos juntos.
Parabéns Mano! Amo tu 

21
Dez20

Há impossíveis, nós sabemos que os há. E "está tudo bem"

Maria

IMG_20201221_101818_060.jpg

 

Nós sabemos que é um cliché dizer "não há impossíveis " porque na verdade Nós sabemos que os há ( e "está tudo bem"), mas queremos de alguma maneira acreditar sempre que conseguimos ultrapassa-los e sermos mais que isso. Que havemos de conseguir contornar a coisa. Que temos esperança nem que seja em última instância num milagre. E eles acontecem. Às vezes. Nas vezes que não acontecem... temos mesmo que fazer valer a pena sem esses impossíveis que não conseguimos inverter.
Na verdade podemos não conseguir que as coisas sejam feitas como amamos fazer, mas... temos que as amar da maneira que são feitas. Mesmo que o nosso coração não esteja em pleno, que seja em pleno que consigamos arranjar o melhor sorriso para estes dias ❤

18
Nov20

Um bocadinho abaixo do Polo Norte

Maria

20201118_132527~2.jpg

 

Hoje voltei ali só para sentir-me dentro do "postal". Desta natureza sublime. Desta paisagem desafogada. Deste silêncio gritante. Deste contacto com o nada tão cheio de tudo. Parei e olhei só para respirar fundo duas vezes e seguir. Seguir em frente. Sempre. E partilhar com vocês um pouquinho deste Douro. Perdido um bocadinho abaixo do Polo Norte.
E LINDO sem qualquer filtro 💙

[passaram-se quinze dias para voltar a fazer o caminho, sair e ir ao trabalho, este caminho e voltar para a nossa bolha. foi tão bom. oh mundo, por favor, volta ao normal]

...e vocês, de que sentem mais falta?

21
Mar20

Da Primavera que sempre me chega hoje, 21 de Março!

Maria

És a minha primavera que me começa desde que me conheço a 21 de Março.

Não são as datas. Mas é o teu dia.

Programei estar talvez aí, hoje, por ser fim-de-semana, mas a vida é isto das voltas. Das incertezas e das maiores certezas que a vida é isto. 

Mas também é saudade. Muita. De nos ver juntos. De não ter esta distância que nos separa. De te poder abraçar e de rirmos ali juntos. 

Tenho saudades da nossa infância. De como nos gostávamos, protegemos e tentamos lidar sempre com a educação que tivemos com todas as dificuldades.

Crescemos juntos e fomos sempre muito amigos. Talvez nunca conseguisse entender como há irmãos que não se dão. Nós ainda hoje, falamos quase todos os dias, mesmo estando a milhas de distância.

Ensinaste-me a crescer rápido porque me levavas contigo para todo o lado. Os meus amigos foram em grande parte os teus amigos, logo pessoal mais velho que eu. E que hoje não mudaria nada.

Contigo aprendi a fazer a fazer costeletas às duas da manhã que fosse, porque não te deitavas sem petiscar alguma coisa, muito menos quando vínhamos da night. Agora entendem esta #MariaTexuga que gosta de comer antes de se deitar? 

Tenho saudade desse tempo. 

Aqui, ali ou acolá, mas juntos mesmo com esta distância que nos separa.
Desejo-te um dia feliz! Uma vida feliz e mil sorrisos! Mais cedo ou mais tarde estamos juntos.
Parabéns Mano! Amo tu 

27
Dez19

Natal!

Maria

A esta hora já todos desembrulharam os presentes e já voltou quase tudo ao normal. Há o presente que adoraram assim como aquele que trocavam na hora, mas há talvez um que tenham mesmo que ir trocar. 

Eu passei o Natal com os meus pais. Alguns dizem, só os três ? sim e foi óptimo. Depois fui aos tios aos primos e acabei em casa dos compadres com as minhas pequenas que deram mais sentido à coisa.

Mas há mesas que juntaram imensa gente mas se calhar faltava lá o pai ou a mãe, um irmão uma irmã um filho talvez e com certeza por isso, apesar de muita gente faltava-lhes quase tudo. Eu graças a Deus posso ter eles comigo. Mas nunca o deixei de aqui partilhar que quando não tenho todos comigo falta-me o Natal. O sentido. O propósito. A essência . E falta também quase tudo. E trocava todas as prendas por os ter ali à volta da mesa. Pelas gargalhadas, pelos brindes, pelas conversas...

Falta tantas vezes tanto no Natal e só ligamos se não se comprou tudo o que se queria, se aquele presente se atrasou ou se aquela pessoa se esqueceu de nos dar um miminho. E falta-nos então o essencial.

Não vejo o Natal como sendo a noite da troca de presentes, quando muito em pequena. Quando muito quando era na casa da avó e isso infelizmente já foi há muitos muitos anos. Mas mesmo assim, sempre foi [-me] a noite da família. Não tinha outro sentido. Não tem. No dia que tiver outro sentido perdi-me.

Continuo a achar um perfeito disparate comprar umas meias ou umas cuecas pela inevitável situação de ter que dar alguma coisa.

O Natal não é isto.

Às vezes não compreendem quando digo que em minha casa muitas vezes não há quase presentes debaixo da árvore. 

Mas, quem olha para o Natal como eu olho sentirá o porquê.

Durante anos vivi um Natal em casa da avó que era o típico Natal dos filmes. Cozinha cheia. Miúdos. Família. O Pai Natal a chegar com os sacos. Crianças. Presentes. 

A avó partiu e tudo mudou. Tudo. Menos os valores que ela sempre nos passou. Que o Natal era aquele sentimento ali à mesa, a família junta. O amor. Que o estar presente é TUDO!

Após isso, tudo ficou muito mais claro para mim. Os natais começaram a ser bem diferentes. Cada um para seu lado cada vez mais. E os presentes deixaram até de ter sentido tantas vezes.

Acredito que há casas que sejam mais felizes pela troca de presentes. A minha é muito mais feliz com a troca de gargalhadas, de conversas, de brindes. Se isso me falta. Tudo o resto falta e um presente é apenas um objecto embrulhado com cor que não me tem brilho.

Isto é [-me] o Natal.

Quando não consigo passar o Natal com quem quero à mesa. Tudo o resto que pintam não faz assim tanto sentido.  

Eu já passei Natais de casa cheia. Já passei Natais apenas com os meus pais (e graças a Deus). Já passei a noite da consoada de Natal num avião - a caminho dos melhores. Eu quero é que eles me tenham sentido. Com a família. Com os meus mais certos. E pouco ligo quando não recebo nada. Mas continua a doer quando não tenho os meus comigo. Muito. Quando eles faltam. Não há natal. Muito menos presente que me valha.

O início de Dezembro é sempre angustiante para mim. Ansiosa sempre por tentar perceber como vai ser uma vez mais o Natal.

Até que as coisas se decidam.

Este ano, infelizmente não consegui ter os meus comigo. As minhas metades. E foi, mais uma vez isso que me fez olhar para o Natal deste ano com menos sentido. Um dia quase como os outros. 

É por isso que digo muitas vezes, Natal é quando o "homem" quiser. E eu vou contar os dias para que, independentemente do dia em que calhar, haja um natal onde quer que seja, mas com eles. Apenas com eles há natal. Dos bons. Sem silêncios que magoam e ciscos nos olhos. Com gargalhadas boas e abraços.  Sentidos ♡

31
Jul19

Dias especiais ❤

Maria

Lomogram_2013-08-23_06-17-48-.jpg

 

Há onze anos que me és mais um pedaço também de mim, que te olho como sendo meu. Que te amo com todo o coração e mais algum, que te sinto saudade a cada dia. Que me orgulho do sorriso lindo que tens. Que me fazes apaixonar mais um bocadinho cada vez que me contas as tuas traquinices. Que me babo de orgulho a olhar para ti pelo menino amigo, educado, encantador, simpático e amoroso que te tornaste.

Estás um crescido. Eu uma tia babada. Queria dar-te o maior abraço até continuares a dizer "isso é um bocadinho chato" ou "já chega, não achas que estás a exagerar?". Continuo a acreditar que pode ser que um dia, os astros se cruzem e a gente comemore junto. Até lá, é como se estivesse aí do teu lado, cantei os Parabéns com o mesmo entusiasmo e os olhos ficaram cheios de ciscos. Tudo porque te quero o melhor do mundo.

Amo-te meu pequeno. Dez anos de ti. Como eu te Amo. Como te tenho saudade todos os dias.

Parabéns meu bem ♥ sê feliz meu {sempre} pequeno!

27
Dez18

Do que faz sentido no Natal ♡

Maria

É claro que gosto do Natal.

Já gostei mais? Talvez. Tem anos que gosto mais. Tem outros anos que gosto menos um bocadinho. Uma pessoa habitua-se.

Se me é família e se é isso que me faz sentido ser Natal, é natural que quando à mesa não tenho todos os meus comigo isso deixe o Natal mais triste. Mas a vida há muito não é bem o que nós queremos. Muito mais a de terceiros.

Sempre fui um pouco avessa com presentes. Nem a dar nem a receber. Sou de longe a pessoa mais entusiasta. Deixo tudo para a ultima, só porque tento ganhar mais entusiasmo para os escolher, às vezes esse entusiasmo nem chega. E sinto que nem tenho culpa nisso. É mais forte que eu a falta de ter alguém, a ter presentes. Por isso tudo vira secundário. Para mim, daí a entender que para outros não o seja. E na verdade há que procurar presentes. 

Este foi mais um Natal daqueles que são um bocadinho menos bonitos. Agradeço por poder passar com os meus maiores comigo, mas a falta dos outros não deixa de ser sentida por um minuto que seja.

À mesa nada faltou, mas em volta faltou a alegria do pequeno. As risadas do mano. As gargalhadas sinceras dos meus pais. O amor que nos une. Aquela companhia. Aquela alegria de estar juntos que basta para encher uma casa.

E assim se passou por entre chamadas, mensagens, partilha de vídeos no whatsapp e videochamadas para manter tudo pertinho do coração. 

Na verdade não faltou nada, estive com família. Estive com os meus pais. Fui a casa dos tios, estive com os primos. Fui aos amigos. Mas depois ali à volta da mesa. Faltou muito. À volta, não em cima. Mesmo com o coração cheio.

O entusiasmo dos presentes debaixo da árvore não é o mesmo. Mas isso é o sentido. Nem me fazia sentido se fosse diferente. Mas depois uma pessoa com os anos habitua-se. Ou não.

Talvez por isso eu não ligue a presentes. Os meus valores não mudaram. O Natal só me faz sentido quando à mesa consigo juntar um pouco do que acho ser Natal. E isso é raro e não há presente que me encha o coração desse vazio preenchido pela melancolia de saber o que é o Natal. Para muitos é a noite da troca de presentes. Para mim isso é secundário. De coração. E pouco ligo quando não recebo nada. Mas continua a doer quando não tenho os meus comigo. Muito.

Mas o Natal foi bom ( comi muito bem e bebi ainda melhor). Podia é ser muito melhor. E o vosso Natal, texuguinhos?
19
Dez18

Natal

Maria

Eu não sei bem se é da época mas acredito que sim. O Tpm sempre pode ajudar. Mas... esta época abalroa as nossas emoções e hormonas.

Esta semana que antecede o Natal é sempre uma semana de saudade. Tenho imensas saudades de gente que queria muito que estivesse cá nesta altura. Muito mesmo. E são coisas que não se explicam. Cada um sente à sua maneira. E há os que se habituam, há aqueles que por muito que digam que estão habituados e que façam peito cheio, e decididamente eu faço parte destes últimos, oh pá a coisa mói. E bem.

Tenho saudades de pessoas que já cá não estão. Mas muitas saudades das pessoas que estão cá, mas não vão estar para aquele abraço, aquelas gargalhadas, aquelas conversas. E pronto, basta falar que tudo se atropela. Tenho saudades das minhas pessoas. Da família e amigos. Tenho saudades de abraçar pessoas às quais a vida nos separou mas que me deixam saudade. Daquelas que davam abraços tão bons e silêncios necessários. Tenho saudades do meu melhor amigo. Saudades de ter à mesa os meus todos juntos. De fazer sentido. Não querer voltar lá trás. Mas saudades de continuar a fazer sentido, agora, com eles, cá.

Nesta altura não há como não ter saudades da avó. Da casa cheia que sempre nos trouxe. daqueles abraços gostosos, reconfortantes, cheios de tudo. Daqueles olhos emocionados de tanto amor no coração. Tenho saudades do que conseguia juntar à mesa. Dos tios, dos primos. Do barulho.

Não há como não ter saudades de amigos que já não vêm. Que as vidas afastaram. Que a distância é grande. Mas que levaram os melhores dos abraços também. E tenho saudades. De não falar e entenderem. De não pedir e saberem o que se precisa.

Nesta altura provavelmente não entenderão o quão desinteressada sou em procurar presentes. Ou em receber. Há muito mais que me move que me faz falta. E isso ninguém sente por mim. Ninguém entenderá por mim.

E eu não deixo de ficar contente, mesmo estando triste. Com a época. Com as saudades.

E eu gosto sempre um bocadinho menos do Natal quando não tenho os meus comigo. É legítimo. É sentido. É o meu.

31
Jul18

Dias especiais ❤

Maria

Lomogram_2013-08-23_06-17-48-.jpg

 

Há dez anos que me és mais um pedaço também de mim, que te olho como sendo meu. Que te amo com todo o coração e mais algum, que te sinto saudade a cada dia. Que me orgulho do sorriso lindo que tens. Que me fazes apaixonar mais um bocadinho cada vez que me contas as tuas traquinices. Que me babo de orgulho a olhar para ti pelo menino amigo, educado, encantador, simpático e amoroso que te tornaste.

Estás um crescido. Eu uma tia babada. Queria dar-te o maior abraço até dizeres "isso é um bocadinho chato" ou "já chega, não achas que estás a exagerar?". Continuo a acreditar que pode ser que um dia, os astros se cruzem e a gente comemore junto. Até lá, é como se estivesse aí do teu lado, cantei os Parabéns com o mesmo entusiasmo e os olhos ficaram cheios de ciscos. Tudo porque te quero o melhor do mundo.

Amo-te meu pequeno. Dez anos de ti. Como eu te Amo. Como te tenho saudade todos os dias.

Parabéns meu bem ♥ sê feliz meu {sempre} pequeno!

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