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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

18
Fev22

Dos [meus] actos de Amor

Maria

Na sexta-feira passada, faz hoje uma semana fui doar sangue ❣

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Depois daquele texto que aqui partilhei sobre esse acto, a única coisa que tenho a dizer é que, além de me deixar orgulhosa por ser um acto de amor para com o próximo é amor pelos meus valores.

 

Não me interessa minimamente para quem ele possa servir para salvar, seja de que raça for, religião, estatuto social, hetero ou homossexual, homem, mulher, branco, negro, amarelo, vacinado ou não, com covid ou sem - who cares - interessa-me que fiz a minha parte.

E vice-versa assim como se algum dia precisar não estou nem aí. Preocupa-me sim é se não o tiver de alguém. ❣

 

Não importa dizer que o são, mas sejam mesmo solidários e tenham actos de amor para com o outro. O resto que se corrija!

 

08
Fev22

Sangue precisa-se.

Maria

Eu sou aquela pessoa que ainda acredita na condição humana. Parva que sou, tantas vezes. Desculpem-me os mais sensíveis. Mas... eu gostaria de acreditar que podia ser feito algo para combater a estupidez, mas também sei, que na maioria dos casos, haveria negação de quem teria mesmo que se disponibilizar ao tratamento. Vidas...

Isto para desabafar um pouco sobre tamanha estupidez que se lê por essa internet fora e confesso, tem muitas vezes que preferia voltar ao "tempo dos Afonsinhos" e não ter acesso à internet para não chegar à conclusão que certos seres existem e têm também eles acesso à internet. Uma pena.

Ora, há notícias que suscitam a minha curiosidade e ao ir ler, também tenho uma tendência (parva eu sei) de ler comentários à mesma, principalmente quando acho que as notícias são importantes. E deparo-me imensas vezes com pessoas que só podem ser umas frustradas e sem sentido de vida que vão aos comentários deixar a sua raiva pessoal.

Ora, um dia destes deparei-me mais uma vez com uma notícia sobre a escassez de dadores de sangue nesta altura e de como o sangue da reserva nacional está a ficar escasso e a atingir níveis demasiado baixos... e a mesma dizia que "pessoas que são vacinadas só precisam esperar sete dias após a toma para poderem doar sangue". Ora por acaso interessei-me pela mesma, porque quero dar sangue, como dadora que sou, e tomei há poucos dias a dose de reforço então fui ler o artigo/notícia. Qual não foi o meu espanto que a maior parte dos comentários são sobre pessoas que não quiseram ser vacinadas e não querem receber sangue de pessoas vacinadas.

Atenção isto não tem nada a ver com eu concordar ou não em quem quer ou não ser vacinado. Nada disso. Acho que cada um é legítimo de ter a sua escolha. Mas...

Não sei se me senti parva eu quando procurei ler algo que me esclarecesse sobre quando é que posso voltar a dar sangue, se são as pessoas que não se importam sequer como estão os níveis de doações e reservas, mas importam-se em querer clarificar se é possível esclarecer de quem recebem. Fiquei incrédula com aqueles comentários.

Esto tipo de gente acredito são pessoas que não sabem o que é o acto de doar sangue. E espero que nunca precisem de o receber. É bom sinal. Caso contrário, vai ser só parvo eu sentir que há pessoas estúpidas ao ponto de não saberem o que é este acto, e que se se interessassem e se o fizessem, ponderavam em ser pessoas mais abertas, mais dadas ao próximo, com valores, com gratidão por ajudar sem saber a quem, por dar sem esperar receber. Mas o acto de doar não está, de facto, ao alcance de muitas pessoas.

Saibam mais sobre doar sangue em www.ipst.pt

14
Jun16

Mais que gostar de dizer-se que se é solidário, é sê-lo!

Maria

Esta é a frase que digo vezes sem conta. Não basta dizer que se é, tem que se fazer por ser. E ser dador é tão fácil e tão importante. Um gesto que salva vidas. E só depois de doarem do vosso sangue percebem que há coisas que quando damos recebemos em dobro.

Hoje é também o meu dia. Com muito orgulho. E de todos que têm orgulho em ser dadores.

Sejam, também vocês, dadores.

17
Fev16

Faceweek*

Maria

A semana passada foi para esquecer em termos do tempo. Toda a semana choveu, culminando no fim da semana com imenso mau tempo, muita chuva, nevoeiro, frio e vento.

IMG_20160217_133808.jpg

O dia do sorrisoincognito com os seus sete anos. As noites quentinhas de pantufas eu e a piolha mai'nova. Os olhares à chuva que não nos largou. A manicure da semana. O gesto que me enche de orgulho, fui doar sangue uma vez mais. Encontrei pimentos padron à venda e eu adoro, não encontrei nenhum picante, uma decepção mas estavam óptimos (salteados). Jantar em casa de uns amigos no fim de semana com a massa (muito boa) receita de um amigo, com o que calhou, no caso cogumelos, camarão, mexilhão, amêijoa, pimento, queijo, chourição. E a sobremesa que é sempre uma delícia, crepes de chocolate com bola de gelado stracciatella.

Mais pelo Facebook. Ou pelo Instagram - @sorrisoincognito

10
Abr15

Dia dos Irmãos!

Maria

Manos <3

Eu até podia contar as vezes que me escondia debaixo da mesa da sala na hora que o mano estava para chegar da escola, só para o ouvir perguntar “Onde está a Maria?” era o momento “querido” antes de voltarmos ao cão e gato. Eu até podia contar como ele me levantou o dedo a avisar que ai de mim lhe pegasse na bicicleta vermelha que tanto estimava, visto que eu nem sequer sabia andar e já se sabia o desfecho. Não só peguei às escondidas como rua abaixo aprendi, o problema é que só parei no meio das silvas e cheguei a casa sem bicicleta. Anos mais tarde teve a sua nova bicicleta de montanha parece que ainda estou a vê-lo a lançar-me aquele olhar de “se lhe pegas levas uma malha”. E aqui a Maria teimosinha que chegue foi logo na primeira oportunidade, era quase maior que eu, quase que nem chegava com os pés aos pedais quanto mais pôr os pés no chão mas os muros ajudavam a subir, já quando tive que parar sem muro à beira ou passeio, catrapum lá fomos as duas ao chão. Até podia contar como lhe dava cabo dos carrinhos enquanto ele me tirava as cabeças aos nenucos. Até podia contar como ele gostava do seu saco de boxe e eu não o deixava de melgar até ao dia que pegou em mim e disse que fazia de mim como ao saco de boxe. Até podia contar como puxei a toalha da mesa num aniversário dele só porque também queria uma festa para mim. Até podia contar como levávamos a minha mãe ao limite até apanharmos os dois de tão pestinhas que éramos.

Mas… também podia contar como ele me defendia de tudo e de todos. Podia contar como o meu irmão cedo me levou a sair com ele. Podia contar como fui falar com um brutamontes um dia na discoteca porque lhe queria bater e estava a confundir o meu irmão com outra pessoa. Podia contar inclusive que um dia ele ia passar 15 dias de férias a Nazaré com um amigo, só os dois e eu claro também queria ir. Mas que raio iam agora os dois (na casa dos vinte e picos) para irem às gajas e iam levar a irmãzinha mai’nova atrás, era o que faltava. No dia antes de irem perguntou-me “tens a tua mala feita?” (isto não é para todos não) e posso adiantar que foram umas férias fantásticas. Podia contar as quantas vezes eu me chateava com um namorado meu quando andávamos todos na night ou não queria ir embora tão cedo e vinha ter com ele a dizer arranjas-me boleia? Nunca me falhou. Podia contar como os amigos dele é que foram os meus amigos porque independentemente da idade que nos separa levavam-me para todo o lado, jantaradas, nights, férias… Podia contar como chorei baba e ranho dias a fio quando ele foi trabalhar para fora…

Até hoje. Oh pá podia contar tanta coisa destes dois. Tanta coisa sobre o que é isto de ser irmão. Falar de como o sangue que nos corre nas veias foi-me feliz ao dar-me o irmão que tenho hoje… mas faltam palavras. É um amor maior. Assim mesmo nestes milhões de centímetros que nos separam fisicamente mas que nos unem lá dentro.

Eu sou a melhor irmã do mundo, eu sei, mas só porque ele é o melhor irmão do mundo.

* diz a Rádio Comercial

06
Mar15

Das más experiências.

Maria

Faz hoje uma semana que da parte da manhã tive que ir fazer umas análises. Aconteceu-me o que nunca me tinha acontecido mas já tinha ouvido bastante falar. Principalmente quando falo por aqui de doarem sangue. Muitas das razões que me dão recaem sobre a vez que foram e a coisa não correu lá muito bem porque a analista/enfermeira não era do melhor e a experiência ficou para não repetir. A verdade é que sendo eu até uma pessoa que gosta de ver a agulha a entrar na veia sem desviar as vistinhas a ver se tudo corre bem nunca achei isso um problema assim tão grande, ou melhor não achei eu que houvesse alguém a trabalhar aí que percebesse o mesmo que eu, ou seja nada, de tirar sangue. Aliás depois do que vi, quando tal faço mestrado há quantidade de vezes que tiro sangue entre doar e análises.

Pois bem encontrei uma senhora que enquanto me lembrar da cara dela é melhor ela manter distância. Ela olhava para os meus braços como quando eu olho para alguém que vai plantar batatas e eu não faço a mínima como fazer sequer os carreiros. Apertou-me o braço ali rés-bés Campo de Ourique com o estrangalhar-me o dito e pegou no algodão e passou no braço ali nas veias uma vez. Duas vezes. Cinco ou seis vezes. Pensei, ou é de mim e eu tenho o braço sujo ou ela não vê um chavo de veias à frente. Se quiser tirar do braço direito as veias são mais salientes, digo-lhe eu. E ela fez aquela cara de quem vê a luz ao fundo do túnel. Arregaça o direito aperta de tal maneira o braço e vê ali uma veia toda catita. Essa mesma, digo eu, ainda há uma semana saiu daí meio litro de sangue. Ela sem dó nem piedade especta a agulha. O sangue começou a sair a medo, aquilo a doer-me e ela não parava de mexer na agulha, às pinguinhas ia caindo qualquer coisa. Tira o primeiro frasco, nem um quarto de sangue tinha, olhando-o disse “este chega”. Saca de outro frasco e nem gota. Não saía pinta de sangue. A desgraçada mexe no frasco para aqui, para ali, para acolá. Torce para um lado, torce para o outro. E eu ali mesmo a desfalecer e a ver a minha vidinha a andar ó para trás. “O frasco deve ter um problema é que não sai nada” disse. Deitou fora novo frasco e nada. Nem pinta de sangue. Aquilo estava nitidamente no sítio errado, como é possível? Eis que teve uma brilhante ideia retira um bocadinho da agulha e vai de a enfiar como se não houvesse amanhã no braço, quase a sair do lado oposto e eis que nos entretantos saiu alguma coisa. Faz pressão na agulha coisa que nem dói (o tanas é que não!) e saíram umas míseras gotas de sangue. Já chega.

Houve ali uns segundos que ao olhar para a dita senhora lembrei-me de uma professora de matemática do secundário que uma vez em plena aula disse que o que gostava mesmo de fazer era a massa e “acartar” os baldes de massa na empresa de construção civil do pai. Nesse ano a minha turma chumbou toda a matemática. Tava explicado. Nem toda a gente é vocacionada para aquilo que segue e há alguns que falham redondamente nisso.

A sério só de me lembrar daquela bestinha a tirar-me sangue até se me contorce o estômago.

13
Fev15

O sapo pergunta a quem vou dar o meu ♥ no dia dos namorados?

Maria

Eu antecipo-me e não amanhã, mas hoje vou dar o meu coração, mais que isso, o meu sangue. A quem precisa. Sem rostos, sem ligações. Sem arranjar desculpas. Sem olhar a quem. Sem segundas intenções. Mas com amor, orgulho e de coração. E acredito que para quem o receba seja dos melhores presentes. Na última vez que o fiz tive uma experiência do caraças e há coisas que valem a pena. E só passando por elas se percebe o sentido disto. Da vida. Do amor que temos por ela. Do ter coração para dar a alguém. Amem muito. E ajudem. Há sempre alguém que precisa. De um coração ou de sangue para bombear. E depois de doarem do vosso sangue percebem que há coisas que quando damos recebemos em dobro.

Sejam dadores!

____________________________________________________________________________________

Adenda às 20:00h:

WP_002607.jpg

 

06
Set14

Do dar e receber, sangue

Maria

Esta madrugada, cerca das três da manhã, na sala de espera das urgências de um hospital perto de mim:

Senhora: Estou aqui à espera que a minha filha me venha buscar. Estive a levar uma transfusão de sangue, estou com uma anemia. E você?

Eu: Eu estou à espera de familiares, estão lá dentro em observação.

Senhora: E o seu braço?

Eu: Ah hoje fui doar sangue...

...

Há coisas do caraças. A vida é isto. E isto encheu-me o coração ♥.

11
Abr14

De um simples telefonema às arritmias cardíacas.

Maria

Ligaram-me do IPST, uma senhora muito simpática, pela primeira vez em alguns anos de dadora.

IPST: Boa tarde! Daqui fala do IPST é a D. Maria Pinto?

Eu: (Antes mesmo de responder, mal ouvi IPST aquele pensamento - Sou compatível :) ) Sim sou.

IPST: A senhora fez uma dádiva de sangue agora no fim do mês de Fevereiro…

Eu: (Antes mesmo de responder, aquele pensamento – Pronto tenho alguma coisa grave para me estarem a ligar sobre a dádiva) Sim pois fiz.

IPST: Em nome do IPST gostava de lhe agradecer e dizer que estava tudo normal e já agora gostava de lhe fazer umas perguntinhas é possível?

Ufa!

27
Mar14

Eu sou um Super-Herói e tu, és um ovo podre?

Maria

Hoje é o Dia Nacional do Dador de Sangue.

Como já aqui tinha dito, transcrevo no todo:

"Acho mesmo que já chega de adiarem, de arranjarem desculpas, do hoje não posso, hoje não me dá jeito, ah não sei se eu e agulhas somos compatíveis, do não vale nada sou só mais um e lembrem-se que cada um pode e faz a diferença. Todos temos tempo para o que queremos, se realmente quisermos. E não é história o ajudar hoje por este ou aquele amanhã por nós talvez, não é história porque as coisas acontecem e ninguém, mas ninguém mesmo está livre, não pensem que acontece só aos outros, basta estar vivo e podemos ser nós mesmos a precisar, ou um filho, um irmão, um pai ou uma mãe, um amigo, o nosso amor… tenham a consciência que ao serem dadores podem contribuir para finais felizes, para sorrisos, para lutas com vitórias, para vidas! Está nas nossas mãos ajudar o próximo sem olhar a quem. Eu sou dadora de sangue e de medula óssea e fico sempre triste quando com orgulho o digo e me olham com aquele olhar “Calma, não vais salvar o Mundo”, porque a verdade é que não vou, mas posso salvar o mundo de alguém e haverá algo mais gratificante? Por um Rodrigo que tanto lutou mas infelizmente não conseguiu e por todos os outros que estão a travar essa luta, por todos aqueles que irão travar, sejam dadores. Sejam dadores e passem a mensagem, não fiquem só por passar a mensagem sem sentirem que o devem também fazer.

E como já aqui o disse e volto a repetir, mais que dizer que quem pudesse deveria dar. Mais que dizer que é bom ajudar quem precise. Mais que gostar de dizer-se que se é solidário. Mais que fazer um like no facebook ou partilhar uma mensagem de ser-se solidário é sê-lo. Mais que tudo é ser-se realmente solidário. É fazer o gesto e não enaltecer apenas quem o faz. É ajudar.

Terão sempre uma equipa pronta a tirar todas as dúvidas que possam surgir e a mimar-vos um bocadinho se precisarem. Esta é uma causa não minha, nem tua, mas de todos nós.

Ajudem! Sejam dadores!"

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