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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

16
Mai18

Quando se banaliza uma paixão.

Maria

 

Eu era sempre das últimas a sair daquele recreio já ao fim da tarde depois de me sujar toda a jogar futebol e cheia de arranhões. Eu, a Maria rapaz de sempre que só estava bem era a jogar futebol naquele campo de terra em que com quatro pedras maiores fazias as duas balizas medidas pelos nossos próprios passos aldrabados. Quando fui para o ciclo a coisa não foi diferente e já eu tinha uma paixão desmedida por jogar. Queria fazer parte de todos os torneios e não foi fácil me integrar em equipas porque não havia equipas femininas, mas já no liceu tive a sorte de ter um professor que curiosamente se tornou treinador de futebol, que me compreendia a paixão e ajudou-me a integrar equipas masculinas em torneios de escola. Até que fora da escola consegui mais tarde integrar numa equipa amadora e começar a "competir". Tudo me apaixonava desde o nervoso miudinho antes de entrar em campo, ao público, à emoção te ter a bola, de fazer golos, de tentar uma vitória. Até ao dia que tive que deixar. Deixei o futebol mas não deixei a paixão por ele. E clubes à parte. Gosto mesmo de ver grandes jogos de futebol. E continuo a ser aquela mulher, Maria rapaz que troca muitas saídas para ficar a "sofazar" e a assistir a um bom jogo de futebol. Claro que os da minha equipa são para se ver sempre!

Aprendi com tudo isto, que o futebol é um desporto de emoções mistas. E infelizmente não falo apenas de quando se ganha ou quando se perde. Falo de casos de violência. Aquilo que nunca, NUNCA, devia haver em torno de um desporto, em torno de jogos de futebol que é para ser vivido dentro de campo e sentido fora dele com o impacto de melhorar e apoiar o espírito jogado dentro das quatro linhas. Impensável então é aquilo que aconteceu em Alvalade. Umas criaturas em grupo que ao que tudo indica são "adeptos" do Sporting conseguirem entrar dentro do balneário dos jogadores e a torto e a direito despacharem a brutalidade de uma força sem inteligência envolta em cobardia sobre os jogadores, o treinador, a equipa técnica e as próprias instalações..

Aprendi também com isto, que naquela altura em que chegava a casa com os joelhos esfolados de ter caído enquanto jogava estava longe de imaginar que fosse possível os grandes jogadores pudessem chegar a casa, agredidos por gente que não podem ser adeptos. Adeptos não é isto. Não é. E aqui percebo porque é que o meus pais enquanto puderam não me deixavam ir ao futebol e incutiram-me até que aquilo não é para crianças. «Quando dá para o torto... é a torto e a direito.» Agora pensa.

A instituição também não é isto. Clubes à parte, porque sou adepta do Porto, sempre fui, sempre serei, mas com dois dedos de testa nego-me a compactuar com atitudes medonhas que merecem toda a minha repugnância perante tal acontecimento. Qualquer pessoa que goste de futebol não poderá entender o que ali se passou. Por isso, quem o fez, não pode ser adepto do desporto que é o futebol. Não se trata de ser quem são, trata-se de repudiar qualquer acto de violência, de monstruosidade, de agressão para com o outro ou outros. Sejam eles quem forem. Nada, mas NADA mesmo justifica violência e destruição. E isto tira qualquer brilho do futebol por muito que se goste. E quem gosta disto, não me venha com tretas, não gosta de futebol.

É de lmentar tudo o que isto envolve. Estou triste e estupefacta. E a preferir que ouvesse mais joelhos esfolados pelos tombos em campo. Há valores dos quais nunca se deve abdicar. 

Nós, que temos em ombros o título de Campeões Europeus não merecemos isto. O futebol Português não merece isto. O Sporting instituição também não. Devolvam o Sporting aos Sportinguistas. Eles merecem. O futebol Português merece. Nós merecemos não assistir a situações destas.

07
Mai18

O que nos move são as paixões!

Maria

Querem saber como vim vestida hoje para o trabalho?

Espreitem no instagram ou no facebook ;)

Esta é uma das minhas paixões.

Que me arrebata o coração. Que me faz querer muito mais. Que me faz vibrar. Que me emociona. Que me faz ter orgulho. Força. Garra. Luta. Acreditar. Sentir. Muito. Quem me conhece sabe o quanto isto me faz sorrir ainda mais.

Eu entendo que cada um tenha a sua, por isso só peço respeito.

Assim como sempre respeito as paixões dos outros.

E agora aguentem, eu também já aguentei muito! ;)

(e o novo template?)

07
Nov16

Nos Super o espírito é outro

Maria

 

Gosto mesmo é de pessoas que se escondem atrás de uma máquina qualquer a mandar bitaites do que quer que seja porque acham-se esperts de futebol e que o clube que carregam ao peito é o melhor de todos os tempos e nunca, mas nunca vêem um jogo com olhos de ver mas com o que sentem. É tão fácil para todos, incluindo eu, ver com o coração! Gosto dessas pessoas que quando ouvem alguém ou lêem algo de alguém de outro clube não lhes interessa as palavras no final o que expressam apenas e só é insultos. Gosto ou muito provavelmente não. Gostar de futebol é gostar um bocadinho mais acima disso. É eu ser portista de coração e saber que muitas vezes não jogamos nada e tudo o que escrevem a nosso respeito é a mais pura das verdades. Eu serei sempre Porto. Isso não se discute. Jogue melhor ou pior. Mas para o ser e sentir não preciso de insultar, ofender e não ver outro futebol. À parte do jogo dentro das quatro linhas, existe o maior jogador, os adeptos e ir ver um jogo de futebol é uma experiência que deve ser vivida por gregos e troianos. O estar ali ao vivo é toda uma nova visão das coisas e acabamos por nos afectar por todos os diversos factores inerentes ao jogo. Mas ir ver um jogo nos Super? O espírito é outro (e aqui vale para as claques de outros clubes, que o que interessa falar é a emoção que lá se vive). Há uma adrenalina totalmente diferente e depois não se explica, aquilo sente-se. Mesmo! Já não é a primeira vez que vou para o meio dos Super Dragões ver um jogo, mas nunca num clássico. Ontem tinha a oportunidade de ir para a central, mas com todos os prós e contras num jogo destes, a vontade recaiu em ir para os Super. Ali sente-se a paixão pelo futebol. Nós sabemos que uma ou outra vez podemos não concordar com atitudes das classes, das outras e da nossa, mas que ali há um amor pelo emblema que carregam não se discute. Há garra, lealdade, amor, paixão, canta-se, grita-se Porto sempre, salta-se porque não se é lampião. Vibramos, discutimos, batemos palmas. Não sossegamos. Não somos politicamente correctos, não estamos sentadinhos e não omitimos palavrões. Somos humanos, ali mesmo a ver o nosso maior a jogar. Ali eu vivi um Porto-Benfica como não tenho memória. Com um coração sempre em êxtase com o que acontecia dentro e fora das quatro linhas. Sem infiltrados e com um tom único, a perder ou a vencer, eu SOU PORTO até morrer.

 

Num jogo em que fomos literalmente melhores e maiores, não merecíamos o empate com o golo deles já em descontos. O mérito não é deles. Atribuo antes as culpas não só a Herrera, porque falhas todos cometemos, mas não consigo concordar com a substituição.

Eu quero um treinador que entre para campo sempre com a mesma convicção que eu entrei ontem para o meio dos super, com determinação, com garra, sem medos e arriscar. O Porto tem a mágica dele. Não a queiram tirar.

Porto sempre.

 

Porto - Benfica.jpg

FCPorto 1 x Benfica 1

10
Jul16

A grande Final - Euro 2016!

Maria

FB_IMG_1467331971945.jpg

 

Durante um mês, vesti mais que a camisola deste Euro 2016. Vesti a emoção de cada jogo, dos empates das vitórias. Sofri agarrada às minis e aos petiscos como não há memória. A bandeira sempre esteve na varanda desde o primeiro minuto, até o vento a levar, mas já lá está outra ainda maior. Emocionei-me com atitudes de quem veste a camisola mais bonita dentro de campo. Portugal. Portugal. Gritei vezes sem conta a cada passagem.

No dia de início do Euro deixei aqui a mensagem de apoio incondicional desde o primeiro minuto de jogo que jogássemos. Até onde desse e assim o fiz. Escrevi sobre este Europeu, sempre que jogamos e sempre que a emoção queria tomar conta de mim e converter em palavras e o que vai cá dentro. Mostrei que as mulheres também podem gostar de futebol, falar de futebol e trocar programas mais femininos por um programa que inclui futebol. Sem desculpas, puderam começar a saber os nomes de quem joga pela selecção sem ser o Ronaldo ou o [meu ciganito] Quaresma. O que é um fora de jogo, ou mesmo as tentativas de nos roubarem o sonho de chegar onde chegamos. Podemos não ter jogado bonito em todos os jogos. Podemos não ter ganho os jogos por goleadas, ou podemos ter passado a fase de grupos à rasquinha. Mas passamos sem ser levados ao colo e com penaltis roubados em três deles. Não precisamos que nos passem a mãozinha nas costas. Desde que toda a gente veja o que merecemos, está ganho. O que é preciso é estar do lado deles. Basta de treinadores de bancada, porque ninguém vai lá dentro e faz melhor. Aqueles são os escolhidos. Aqueles são o que podem fazer com que a gente sonhe. Sonhe muito. Isto é um sonho. De momentos. De momentos que vão ficando. Sem clubismos que tornam tudo tantas vezes difícil no futebol. Mas aqui é de braços todos numa só cor. PORTUGAL.

E se alguém viu o vídeo que publiquei no início do Euro, vejam este e tentem não se emocionarem como na Marcha inicial de uma Nação:

 

É a hora. Chegou a nossa hora. Estamos na final.  Eu acredito.

Confiança. Atitude.

Estamos juntos. Às 20h.

Força PORTUGAL

Euro 2016 (França) 10/07/2016 - PORTUGAL x  França (FINAL)

28
Jun16

Euro 2016

Maria

Sim tem dado para reparar que ando a escrever muito sobre futebol. Mas as paixões são assim. Inevitável não falar. Não me deixar envolver. E o típico tuga deixa tudo para a ultima, sofre até ao fim. Mas, quando aquilo corre bem, arrebata cá dentro e tu gritas, saltas, emocionas-te e colas ali na tv com o coração aos saltos e uma alegria que te extravasa a alma. Não se explica mesmo, sente-se. Bebes cerveja como se não houvesse amanhã porque nem notas e o melhor mesmo é não ter petiscos perto, senão é juntar a fome de golos com a vontade de comer e arruma-se com tudo.

Antes mesmo de começar este Europeu, vi dos melhores vídeos sobre a nossa selecção, dos vídeos mais emocionantes e daqueles que "batem forte cá dentro" o qual partilhei aqui. O vídeo foi-nos chegado pela mão do Guilherme Cabral, que sinceramente desconhecia até à data e que acredito esse tenha sido um vídeo que fez o seu nome ficar no nosso ouvido. Cusquei outros mas como não jogamos na mesma praia (adeptos de diferentes clubes) os outros vídeos não me surpreenderam. No entanto tenho seguido algumas das suas palavras sobre futebol e nisto da selecção jogar, os clubes são postos de parte.

No jogo contra a Croácia, Renato Sanches foi eleito o melhor jogador em campo. Mais uma vez, não concordo com a Uefa. Para mim Pepe esteve extraordinário em campo, admito, mesmo eu antes do jogo, ao saber que Ricardo Carvalho não ia jogar, temi o pior. Mas Pepe esteve em grande. No geral, acho que a equipa sentiu a diferença com duas entradas, a de Renato e a de Quaresma. Renato é aquele puto a querer conquistar o mundo quando lhe dão a oportunidade. Falhou imensos passes, mas mexeu com aquele campo, deu dores de cabeça aos croatas e ajudou-nos a impulsionar o jogo lá para a frente, vê-se na jogada do golo. Quaresma tem nos pés a experiência e no corpo a garra e a paixão. Tudo aliado faz dele um jogador que marca a diferença. Gosto de o chamar de um jogador de raça. Porque assim que entra em campo mostra do que é feito dando o corpo às balas. Sempre fui uma "apaixonada" pelo Quaresma de outros carnavais e de termos em comum o amor ao mesmo clube, acredito. Mas gosto imenso de o ver sentir jogar na nossa selecção.

No dia a seguir, quando a emoção ainda estava meia acumulada lá dentro tropecei numa partilha do Guilherme Cabral no facebook sobre o Renato Sanches.

Acho que, para quem sente e gosta do futebol não deve perder as suas palavras. Sinto paixão nelas e isso é de partilhar. Porque quem gosta de futebol, é junto da selecção que conseguimos olhar todos do mesmo lado para o mesmo sentido.

"Olá Renato, (...) Ainda estás longe de ser aquele jogador que acerta 10 passes em 10.
Todos reconhecemos que a tua vontade de resolver por vezes é tanta que se vira contra ti.
Às vezes chegas a falhar passes que nem tu depois te reconheces mas tem calma... A experiência vai-te melhorar nisso. Estranho seria ver Zidane aos 30 anos falhar passes. Com 18 ele também os falhava. (...) Mas tu, puto? Tu tens mesmo qualquer coisa de especial aí dentro... Porque essa coisa que fez o terreiro do paço aplaudir-te quando te viu entrar, também foi aquela coisa que sentimos cá dentro quando pegaste naquela bola à entrada da área e arrancaste por ali fora...a respiração parou.."é agora".."vai puto".. Tu não viste, mas durante a tua corrida a nação sentiu qualquer coisa que fazia uns levantarem-se do chão, outros agarrar no braço do colega do lado... A alegria aumentava a cada passo teu, e no nosso olhar só pedíamos a Deus que desta vez não falhasses um passe tão decisivo...ninguém queria ir a pênaltis... Mas não falhaste. Meteste-a redondinha no Nani que, já sem forças, mandou uma bica na bola para Cristiano Ronaldo (que te a passou junto ao Rui Patrício e que naquele momento já ali estava pronto para finalizar!), até que na recarga Quaresma deu o golo que o povo merecia festejar...
Este golo, puto, foi daqueles que levou alguns as lágrimas...
"

Mais aqui.

E não Guilherme Cabral, não foste o único a sentir isso!

17
Mai16

Época 2015/2016

Maria

Quem por aqui passa sabe que eu sou uma apaixonada por futebol. No entanto nos últimos tempos nem tenho falado sobre isso. Percebe-se, sou Portista. Com um orgulho enorme e um coração azul gigante. Tenho alma de portista, fé e esperança que aquilo mude e que se sinta lá dentro o bater de um coração à Dragão como se sente tanto cá fora em cada adepto. Foi (mais um) ano mau. Haveria tanto para dizer que sinceramente não me apetece. Há muito que me resignei a pôr o "coração ao largo" nesta época. Mas custa pra carago. Tivesse este Porto jogado à Porto jogo sim, jogo sim. As coisas teriam sido tão diferentes. Não foram. O que eu quero é que este tenha sido um ponto final parágrafo. É mais que necessário. Há tanta coisa para rever. Há tanta coisa para mudar aquando da pergunta "mas onde andas tu [meu] Porto?!".

Resumindo. Cada um com as suas coisas, com as suas vitórias, com as suas derrotas. O que é dos outros, dos outros é.

Ontem um amigo meu apareceu cá no estaminé para dar o ar da sua graça em modo vermelho.

- Tricampeão Maria. Isto deveria ser feriado. Fazerem ainda mais festa. Não tens vontade de mudar para um clube como o Benfica? O Porto já foi Porto. Agora Adeus.

(pois que vibro muito mais com as minhas vitórias, do que com as vitórias de outros devido às nossas derrotas mas...)

- Serei sempre Porto. Não querendo entrar por aí, a vossa sorte foi o Porto não dar luta. Só assim ganharam. Antes do teu clube ser tri, o meu também o foi e penta já agora.

E é isto. Cada um com a sua paixão. Falamos de futebol. A bola é redonda e as possibilidades estão à mão de cada um. Mas vibremos sempre mais com as nossas vitórias do que com as derrotas dos outros, a isso chamo, ser Porto.

Meu Porto, que mostres na próxima época aquilo que sempre me apaixonou. A mística, a garra, a confiança, a luta, o empenho, a atitude, a alma, o dar tudo por tudo de mão ao peito de orgulho. Ser Porto. É isto.

fcp3.jpg

Classificação 2015/2016:

1º Benfica

2º Sporting

3º Porto

23
Mar16

Um dia apaixonei-me por uma figura pública!

Maria

Sim há muitos e longos anos, estava eu numa discoteca da zona e havia um desfile de roupa com a presença de algumas figuras públicas. Lembro-me ainda hoje de ver a Merche, alta e magríssima, o Francisco Garcia que era um puto ainda e estavam outros que não me lembro, mas a música (para mim) parou assim que o Ricardo Pereira entrou na sala. Nem foi no desfile, bem antes disso, ele dirigiu-se ao bar onde eu estava, ali mesmo ao meu lado aqueles olhos verdes tiraram-me o chão. E aquele sorriso encostou-me à box. Giro que só ele. Todo o tempo quase não tirava os olhos dele. E fosse eu alguém que gosta de ir pedir uma fotografia, um autógrafo… mas não, ali meia encavacada olhei para ele vezes sem contas e depois disso era querer vê-lo em todo o lado, seguir o seu trabalho. Nem me lembro bem. Mas aquela imagem dele a entrar naquela sala até hoje não me saiu da cabeça.

Depois Ricardo arranja uma namorada ou outra. Lembro-me dele com a Daniele Suzuki que foi mais ou menos passado pouco tempo de o ver acho.

Mais tarde, aparece Francisca. Bolas que a miúda é gira. E assim fez-se um casal giro e eu não quis mais saber dele. Mas sempre o admiro. Gosto de o ouvir falar. Gosto da família dele. Não só tem uma mulher bonita como dois filhos maravilhosos. Adoro ver a vontade deles sorrir.

A Francisca tem instagram e eu perco-me nas fotografias por terras brasileiras daquela família tão bonita. E é vê-los a trocar mimos com fotografias um para o outro. Gosto de famílias felizes, ali salta-me à vista isso mesmo.

ricardo pereira.jpg

Passou, mas um dia apaixonei-me pelo Ricardo Pereira.

Que atire a primeira pedra quem nunca teve uma paixoneta por uma figura pública!

14
Fev16

O Amor é um lugar estranho.

Maria

insta.jpg

 

Eu quero falar de Amor.

Não deste estampado em boxers aos corações e em lingeries sexys. Não deste em jantares certinhos perdidos no meio de tantos outros igualmente programados. Não deste que é muito hoje. Tudo hoje e pouco amanhã. Não.

Quero falar de Amor mas deste que nos abalroou algures por aí. Que nos tirou os sentidos dando um sentido. Deste que nos corre nas veias e faz o coração palpitar a cada segundo. Quero falar de Amor. Deste que nos transborda a alma. Que nos rouba o corpo. Deste que nos faz sentir como se tudo fosse a primeira vez. Mágico. Surpreendente. Falar de Amor… deste que nos faz ser mais, que nos soma, que nos acrescenta. Deste que nos faz ganhar um brilhozinho nos olhos, uma cor no rosto e um aperto no peito. Deste que negamos mas que sentimos. Deste que nos leva para a frente como se deixássemos de conseguir guiar os nossos próprios passos. Queria tanto falar de Amor. Deste que nos consome as horas e nos faz perder no tempo. Deste que faz com que não tenhamos idade para as loucuras por amor. Deste que nos faz sorrir dia sim, dia sim. Deste que nos faz querer ter força para ultrapassar tudo. Quero falar de Amor... Deste que primeiro negamos, fingimos não sentir e depois admitimos que nem queremos acreditar mas está lá. Deste de pôr a mão no rosto e ficar a ouvir embevecida quem amamos. Deste que nos faz ficar com um sorriso parvo que todos notam menos nós. Queria tanto falar de Amor. Deste de um Eu e um Tu e um Nós. Deste de palavras partilhadas. Deste que nos faz querer sair por aí de mão dada e de olhares cúmplices. De carinhos tão nossos e de lamechices que jurávamos não ter.

Deste Amor que nos faz aprender todos os dias como a vida é - também - isto!

Mesmo que ao nosso lado não esteja um amor, podemos falar de Amor?

[ ♥ ]

Partilhado em primeira mão no Ansiedades.

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