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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

30
Mai19

Desde pequenina a cruzar os dedos e a pedir às estrelas ☆

Maria

IMG_20190530_083451_548.jpg

 

Quando estamos à espera de notícias tão importantes, podemos ser as pessoas mais positivas do mundo, que dias há temos todos os medos e mais alguns. Os dias parece que nunca mais passam. As horas na cama são uma eternidade. Desabafamos com quem conseguimos, mas sempre pouco do que deveríamos fazer. E parece que mesmo não querendo, a nossa vida fica ali meio que em suspenso. Numa corda bamba em que a possibilidade em te conseguires equilibrar está em pé de igualdade com a possibilidade de te destrambelhares toda por ali abaixo. Eu não sou das que pensa que as coisas só acontecem aos outros, mas na verdade, enquanto nada nos toca (ou aos nossos) tudo é um mar de rosas e a gente nem dá conta, às vezes. Já quando chega um safanão, ficamos ali rés-bés campo de Ourique com a certeza que vai ali existir um ponto de viragem, que (esperamos) seja para o bem. Por nós, ou pelos nossos!

Nunca fui muito negativa. Tento sempre ver o lado bom das coisas e protejo-me com o melhor que sei que tenho, a fé na pessoa que procuro ser e no que acredito que se Deus quiser é o que terá que ser. Para mim e para os meus. Acho que já aqui o disse que o que mais peço é sempre para me tornar uma pessoa melhor. E acredito que é daí que me vem o ser positiva, o ter esperança, o tentar encontrar sempre um sorrio por muito que ele não esteja lá, nem perto.

Hoje foi um dia de viragem importante. E positivo. Com notícias boas. Que me deixou quase sem respirar (e eu que já estive no hospital esta semana porque estou com mais uma infecção na garganta, quem me segue no facebook sabe que fiquei afónica uns dias) até ouvir "as notícias são boas" e tudo voltou ao sítio até o pipi que andava em incontinência por causa do nervoso miudinho. Não é só a nossa história, mas a história dos nossos que faz parte da nossa.

Obrigada a todos que enviaram energias positivas e que foram no meu pedido de "fingers crossed". Valeu bem a pena (e que me volte a inspiração para este cantinho que tenho andado afastada).

Graç'à Deus está tudo bem. ☆ 

30
Nov18

O que tem em comum carneirinhos, cosméticos e candy crush?

Maria

Insonias claro. E já ca faltava uma crise de insónias.

Quando eu penso que elas realmente se foram, elas acenam e dão o beijo no ombro das invejosas - no meu claro - que só queria que elas fossem para o raio que as parta.

Quem dorme bem provavelmente não entende isto. E não sabe, também provavelmente, a sorte que tem.

Eu não sou a melhor amante do sono, mas assim como toda a gente preciso. Para o bem da minha sanidade mental, do meu bem estar, da minha capacidade no trabalho, para a minha pele, para bem dos que me rodeiam e para não me apetecer a cada cinco minutos me atirar para o chão só naquela de deixar estar quietinha. Preciso de dormir bem. Mesmo no pouco que acho que durmo na maioria das vezes. Mas quando esse pouco é bom, basta. Depois vêm as insónias e baralham esta merda toda cá dentro.

Acordei por volta das quatro e fiquei durante alguns minutos a fechar bem os olhinhos a ver se a coisa se dava de voltar a adormecer mas nada. Fiz todos os malabarismos possíveis,  virei-me para o lado esquerdo para o lado direito, barriga para cima, barriga para baixo e nada. Tudo na mesma linha já que o quarto estava completamente escuro devido a ter fechado muito bem a persiana. Foram uns longos minutos até decidir ir ao wc, não fosse o corpo ter despertado para ir fazer um chichizinho mas o cérebro não ter associado as coisas. Deitei-me e após mais uns longos minutos comecei logo a ver que estava fresca demais para quem vai deitar pro lado e adormecer. Peguei no telemóvel vi novidades ou apenas constatei que estava tudo normalmente a dormir aquela hora. Joguei candy crush, mas aquilo só tem cinco vidas e elas foram-se num instante até que tive que contar carneirinhos. E quando recuperei vidas no candy crush voltei à carga. Voltei a desligar tudo e a olhar pro tecto. E comecei a ouvir a chuva a cair cá fora. E eu sem dormir. E de repente eram cinco e tal e voltei a repetir os processos e nada. Até que, pelas seis e meia da manhã olhei para as horas a última vez antes de aterrar. Às oito estava acordada. Mas em modo lento lentinho. O que me fez sair de casa quase à hora que devia estar a entrar no trabalho (valha-me as horas extras servirem para alguma coisa).

Não estou mal disposta, mas esta noite dormi cerca de quatro horas. E isso explica este modo bem disposto zombie que me encontro. Na verdade não me sinto fresca como uma alface do Lidl, mas sinto que estando na prateleira dos frescos as aparências enganavam. Na verdade por fora a coisa até se dá, a maravilha dos cosméticos, no caso a base ajudou, mas por dentro sinto que estou em cacos, com os astros desalinhados e com o tico e o teco a falar línguas diferentes. Uma balbúrdia portanto.

Ora eis que hoje foi dia de Sr. Doutor e acabei de sair de lá e constatar que ele tomou consciência do meu eu interior, em cacos claro e depois de uns puxões de orelhas devido aos resultados das minhas análises, verificamos que a máquina  está em modo a precisar do fim-de-semana e não só. 

Ainda lhe perguntei: Sr. Doutor explique-me lá os valores completamente disparados a que se deve?

-isso quer dizer que está (a tiroide) muito acelerada lá dentro.

Portanto se calhar percebe-se as insónias. E o aumento de peso, mas tu não estás gorda, diz ele.

27
Out17

A jornada de uma amigdalite, qual a novidade?

Maria

Passei seis dias de cama.

Repouso absoluto (onde é que eu já ouvi isto há cerca de 3 meses) foi o que me disseram e como boa menina que sou (porque sei bem o quanto me custa a passar), tentei cumprir.

No sábado passado acordei por volta das cinco da manhã com a garganta completamente inchada, cheia de dores, febre e dificuldade na respiração. Onde é que eu já senti isto. Pois mais uma crise. Assim do nada, tinha-me deitado com uma ligeira sensação estranha na garganta apenas. E em cinco horas fiquei assim. Sei, infelizmente por experiência que quando assim é, nada de comprimidos vai ajudar o melhor mesmo é correr para o hospital, assim o fiz. 

O médico da urgência assim que me viu a garganta disse "penicilina hoje e amanhã e estás boa, a sorte foi teres vindo cedo".

Tomei logo ali a primeira e vim embora. Passei um sábado horrível, no domingo estava pior, mas pensei que tinha que dar mais tempo às injecções. No domingo à noite nada de melhorias na garganta, muito pelo contrário, mais inchada com mais pus só a febre baixou. Na segunda acordei e não estava bem. Aliás sentia-me pior e fui novamente ao médico. Quando me viu e lhe contei do fim-de-semana disse logo "duas não chegam, tens que tomar mais quatro e isso está feio mesmo". Descanso, nada de correntes de ar, não andes cá fora, não apanhes sol. Sim eu fiquei doente numa semana em que as temperaturas em Outubro rondam os 25-30ºC!

Nunca tive calor, aliás isso foi o mais estranho esta semana. Apesar da febre ter baixado, sempre tive frio. Falei o menos possível. Tomei muitos chás (assim que pude). E deixei-me estar quietinha.

Na quarta ainda vim ao trabalho, vinham cá fazer os exames médicos da medicina no trabalho e claro mandaram-me imediatamente para casa.

E assim passei estes dias em casa, estou com seis penicilinas na bunda e fiquei com um rabo de fazer inveja a qualquer das Kardashians.

Nunca perdi o apetite apesar de nos primeiros dias nem o chá conseguir quase beber. Mas tentei comer sempre, tudo muito passado quase líquidos no início mas depois a #MariaTexuga que há em mim passava os dias entre a cama, o sofá e a cozinha. Torradinhas? Mimei-me bem. Também estar tanto tempo fechada em casa é bem chato, mas até a Internet me chateava, raramente vim blog. Entretive-me entre petiscos, chás e Criminal Minds...

Fiquei avisada, muito provavelmente da próxima que me dê vou ter que ir tirar...

Hoje vim trabalhar.

Andei uma semana a drogar-me e hoje estou de ressaca!

Não me apetece falar. Passei estes dias a falar o mínimo possível porque tinha bastantes dores que até hoje não me apetece falar.

Não me sinto a 100%, longe disso, mas o importante é que vou ter mais dois dias para descansar porque vem aí o fim-de-semana. Apesar de ser aquele fim-de-semana em que muda a hora para o horário de inverno e não gosto nada, mas preciso mesmo deste fim-de-semana.

Bom fim-de-semana!

11
Mai16

As pessoas nunca entendem os teus medos até que..

Maria

Tenham um medo.

Essa é que é essa. Nós dizermos que temos uma fobia, pavor a qualquer coisa, nunca é entendido muito bem aos olhos de outros a não ser que seja alguém que padeça do mesmo mal, não necessariamente do mesmo medo, mas de um qualquer medo, pavor, fobia, pânico.

Eu já aqui falei do meu, mesmo que me custa admitir. Mas é qualquer coisa que me tira do normal. Dentistas. Sim, nunca soube bem explicar de tantas explicações que poderia dar. Mas só de falar até se me revira o estômago. Não é fácil. Mas não suporto muito bem uma simples ida ao dentista. Para mim tirem a parte do simples, sempre é complicado. Começa por ter que decidir ir. É o ter que ser. Depois começam as dores de barriga. O medo, a volta ao estômago, os nervos, os suores. Uma dica essencial, não esperar na sala de espera, ir em cima da hora e não ficar muito tempo à espera. Certezinha absoluta que se isso calha de acontecer não tenho paciência, e bazo dali sem deixar rasto. Aliás já aconteceu. Uma vez lá... são os cheiros, o barulho das brocas, o material... só de falar já estou em pele de galinha. E sim por muitas vezes que o diga, por mais que tente explicar, há quem não perceba, who cares?!

Ontem foi o lá tem que ser. E o ter que ser tem muita força. Consulta marcada e teve que ser com um dentista novo. Isso ainda piora a figura, porque a anterior já sabia do estado depré em que eu ficava. E parecendo que não a coisa ajudava até porque ela era a melhor dentista do mundo. Pelo menos do meu. Como estava a dizer, ontem fui a um novo e tudo se complica. Mais depois daquele fim de tarde de chuva intensa e trovoada que nada ajudou à minha "dor de barriga". Segui caminho e o chegar em cima da hora foi essencial. Nada de tempo na sala de espera.

A auxiliar bem simpática e à qual prontamente expus a minha coragem de ali estar, tranquilizou-me, olhou-me com aquele olhar de quem compreende o meu pânico. Confidenciou-me que tem medo de agulhas, ora para mim, uma dadora de sangue é quase impensável alguém o ter, mas foi assim que se entendeu logo ali, que só compreenderemos os medos dos outros ao olhar para os nossos. Sem julgamentos.

Btw o médico alem de atencioso e um querido que foi, é giro.

13
Jan16

O SNS nos Centros de Saúde.

Maria

Este assunto por aqui não é novo e é só mais do mesmo. No entanto é sempre uma urticária que se me pega de todo o tamanho. Hoje não foi diferente. O Serviço Nacional de Saúde está do jeito que está, toda a gente sabe e nem vale a pena bater no ceguinho que não vai ver mais por isso. Mas há coisas que me tiram do sério. Continuam a tirar, vão sempre tirar e apenas fazem com que não me admire assim tanto as tragédias que se vêem por aí e que sim, muitas vezes poderiam ser evitadas. Sim também poderíamos falar de médicos que não ganham para aquilo que fazem mas isso são outros quinhentos e não é o assunto que me traz aqui a desabafar. Como ia a dizer... há coisas que me tiram do sério, a tal da urticária. E primeiro tenho a dizer que pelo que já ouvi estou muito bem servida, porque por esses caminhos fora, a nível de centros de saúde, há muita gente a quilómetros de um e sem médico de família. Pessoas que continuam a fazer fila às 2/3 horas da manhã para arranjarem uma vaga e pessoas que andam nisto tempos infinitos até conseguirem.

"Ah mas tu tens um dos melhores médicos que há, logo de família, é bom". Já ouvi isto algumas vezes. Pois tenho. Assim como tenho a dizer que ele é tão bom, tão bom, que falta-lhe tempo para as consultas(são demasiadas). Hoje foi só mais um caso. Fui consultada em dois minutos. Se tanto. Mal tive tempo de me sentar na cadeira. As análises estavam óptimas, disse-me. Assim como também me repetiu mais que uma vez, tu és nova está tudo bem (desde quando a idade é passaporte para tudo estar bem a nível da saúde?).

Podia suspirar de alivio certo? Não. Cá fora pude constatar que os valores para os quais eram mesmo necessárias as analises estão acima do recomendado. Um alivio hein? E depois temos que ir ao particular, claro que temos.

Eu não queria ter o melhor médico do posto de saúde. Eu queria apenas ter o de melhor qualidade para a minha saúde.

21
Nov14

O SNS nos Centros de Saúde.

Maria

A Serviço Nacional de Saúde está do jeito que está e nem vale a pena bater no ceguinho que não vai ver mais por isso. Mas há coisas que me tiram do sério. E primeiro tenho a dizer que pelo que já ouvi estou muito bem servida, porque por esses caminhos fora, a nível de centros de saúde, há muita gente a quilómetros de um e sem médico de família. Pessoas que vão fazer fila às 2/3 horas da manhã para arranjarem uma vaga e pessoas que andam nisto tempos infinitos até conseguirem.

Em que medida é que estou bem servida?

Ora já não é a primeira vez que tendo consulta marcada para as 9:30/10 horas o senhor Doutor só me atende por volta do meio-dia a passar e quem se lixa? Eu. Eu que perco meio-dia de trabalho, perco tempo, paciência e ganho cabelos brancos pela espera. Mas ainda ouço “olha que podia ser pior”.

Hoje, que também não foi a primeira vez, tinha consulta marcada para as 11:45h. Consulta que tem vindo a ser adiada por um sem número de coisas que me são alheias e puff calhou hoje. Calhou não, calhava. Porque passavam dez minutos das onze recebo um telefonema do centro de saúde:

- Já está a chegar?

- Não. Ainda estou no trabalho, mas vou já sair. A consulta é às 11:45h certo?

- Certo. Quer dizer não. O senhor Doutor adiantou-se e já não vem a tempo.

- Não vou a tempo? Sim sim chego aí ainda a horas.

- Não é isso, não vem a tempo porque ele como se adiantou tem que sair.

Caraças pá, como me dá urticária pessoas que acham que podem tudo. E pessoas que se habituam ao “podia ser pior”.

11
Out11

Pill Food

Maria

Como já tinha falado aqui, ontem procurei ajuda médica e este foi o medicamento que me aconselhou. Corri para a farmácia e comecei de imediato o tratamento. Já estava a usar o champô da Vichy Dercos para a queda que já usei anteriormente e até resultou, mas agora não era o suficiente. Este Pill food são umas cápsulas, um suplemento alimentar para prevenir e evitar a queda do cabelo, fortalecendo-o, dá-lhe vida e brilho e ainda fortalece as unhas, o que achei o máximo. Agora vou começar este e espero bons resultados, para já ainda não posso falar mas alguém conhece ou já tomou?

13
Set10

Como me fazer sentir pequenina

Maria

Não gosto de médicos e coisas que se lhe pareçam. Faz-me comichão. É o cabo dos trabalhos ter que visitar um. Seja qual for. Tenho a mania do Eu é que sei e estou até às ultimas para me deslocar até aos ditos cujos. Não, não tenho trauma de criança. É porque é. E se há coisa que me faz mesmo comichão (literalmente) são os oftalmologistas. Oh riquezas aí tudo se me custa. Aquela sensação de ele andar lá a mexer, põe isto e tira aquilo, oh god. São as minhas vistinhas. São elas que dão quase todo o sentido da vida. Dá-me medo. Muito medo. Por pensar naqueles que não as têm em perfeitas condições.

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