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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

09
Fev17

Desafio 52 semanas | Semana 45/52

Maria

Semana 45: Lembra-me a minha adolescência.

 

O meu primeiro namorado - Cantor - O meu primeiro namorado, é cantor, já o era na altura. E sempre que o ouço cantar é impossível não me remeter a essa idade. Idade de acharmos que já temos pêlo na benta e já sabemos muito bem o que queremos, idade que já pensamos no amor ser para toda a vida. E sofremos como se a vida acabasse já ali quando as coisas já não o são, mesmo quando somos nós a já não querer sem ter noção do que realmente queremos (confuso? sim a adolescência é por si só confusa). Aquelas primeiras músicas cantadas ao telefone para "aprovação". Há coisas que não se esquecem e há pessoas que nos levam imediatamente para fases da nossa vida.

Os amigos do meu irmão - Comecei a sair cedo. Comecei a sair cedo com os amigos do meu irmão e sempre fui, apesar de ser sempre novita à beira deles bem tratada, sempre me levaram para todos lado sem problemas, até para as férias. Hoje sempre que os encontro chamam-me "Mariazinha" sempre. Quando muitos podem não achar piada, eu amo, sei que é com o maior carinho que o fazem. Eu fui sempre a mana mais nova de todos. Há um carinho que ficou sempre. Hoje é isso que me lembro. Que tenho. Que guardo.

Cartas - Tenho tantas ainda guardadas naquela gaveta das memórias. Cartas dos namorados, dos admiradores, da melhor amiga enquanto estava emigrada. Da família que estava longe. De pessoas que já cá não estão. Coisas que já não se usam e que deixam tanta saudade. E que confesso gosto de abrir lá de longe a longe. Só para sentir um pouco daquilo bom que senti na altura.

Nazaré - Preciso, por falar nisso de lá voltar novamente. Na adolescência todos os verões passava lá férias, primeiro com os amigos do meu irmão, depois juntando os meus amigos. Também com o namorado. Foram alguns anos seguidos a voltar sempre lá. Já fui muito feliz em Nazaré. Tenho imensas recordações, muitos risos e choros. Aquela "idade boba". Muitas aventuras. Cheiros bons. Comida do melhor. Gente simpática. O mar. Pela manhã, pelo dia, pelas noites, os amanheceres, o pôr do sol. O falar a cantar. O bláblá bar. O jogar bilhar num café ao lado do Bláblá que não me recordo o nome. A D. Maria que alugava quartos e chegamos a ficar lá algumas vezes. Daquele picadinho de madrugada naquele restaurante que batíamos à porta e alguém abria um postigo para ver quem era e nos deixava entrar. O Guilherme que trabalhava num bar por quem tive uma "paixoneta de verão" e ainda guardo uma pulseira que me deu antes de vir embora (mas nem me lembro da cara). A carne de porco à alentejana servida no melhor restaurante com as melhores pessoas que conheci n'"A tasquinha" que fazia valer todo o tempo de espera mesmo reservando sempre. Do paredão e das conversas que tive lá deitada. Tanta coisa que me lembra que só de falar apetece seguir viagem já!

Revista Super Pop e Ragazza - Tinha uma maluqueira qualquer por essas revistas na altura. Ainda hoje não percebo, porque raramente compro uma revista sobre o que quer que seja. Mas na altura contava os dias para ver quando elas chegavam à banca. Eram os testes que tinham para se responder, os brindes. Os posters. Os cromos. Os autocolantes. Uma loucura só vista.

#52semanas

E desse lado, o que vos lembra a adolescência?

29
Abr16

Eu até sou boa pessoa...

Maria

Mas quando vou a conduzir e me deparo com canalhada no meio da estrada e eles nem se arrumam cinquenta centímetros que seja e ainda olham com aquela cara de "arruma-te lá oh besta"... eu chego a pensar "e se não me arrumasse/travasse/ou fizesse uma manobra perigosa (quando muitas vezes o fazem à beira de curvas)?". Chego a pensar. Depois passa.

24
Set15

Do Meco a Faro, passando na casa partida e num outro sem fim de lugares universitários - Quilómetros de estupidez.

Maria

 [Fotografia - Marisa Rodrigues/JN ]

 

Hoje bem cedo, ainda estava eu deitada na cama, meia a dormir meia acordada, com a porta do quarto entreaberta, ouço as notícias da rádio que a minha mãe tem sintonizado na cozinha. O alerta para uma caloira que esta noite, depois de uma praxe mal sucedida na praia em faro deu entrada no hospital. Falava-se de álcool e pessoas enterradas na areia. Levantei a cabeça porque aquilo evacuou logo qualquer tipo de morrinhice que se apodera de mim antes mesmo de me levantar. A minha mãe chega ao quarto e diz “ouviste esta? Mais uma caloira que foi parar ao hospital porque uma praxe correu mal na praia. Eles não têm já maus exemplos para fazerem estas merd@s na praia à noite?” gente estúpida mãe, saiu-me.

Agora pensando melhor… há gente muito estúpida mesmo, ainda não consegui perceber bem se mais são quem manda praxar se quem tem a dignidade de se deixar enterrar na praia, à noite e enxofrar álcool como se não houvesse amanhã.

Esperem, esta caloira num amanhã será uma “doutora” com um curriculum pessoal/social muito mais abonatório com o facto de ter feito esta praxe. 5 valores a mais. Digo eu, mas isto é atirar para o ar, não sei bem porque não estou a par da diferença de qualificação dada à estupidez e à verdadeira importância de ser-se bom no curso que se faz.

“Ahh mas tu não percebes Maria, faz parte. As praxes fazem parte da caminhada universitária.” Pois diz que sim. Mas desde quando é que uma praxe tem que passar por pôr em risco a saúde, o bem-estar, o respeito por nós, a nossa dignidade?

" A praxe consistia em enterrar os jovens na areia próximo da água de forma a que pudessem estar imobilizados enquanto lhe eram dadas, à boca, bebidas alcoólicas.

A jovem sentiu-se indisposta e teve de ser transportada de ambulância para o Centro Hospitalar do Algarve. À hora de fecho desta edição, estava na urgências a ser avaliada.

(...)

"A preocupação deles era tapar os buracos que fizeram na areia antes da chegada da GNR e da Polícia Marítima. A maré entretanto subiu e levou parte do vestígios", garantiu. Nas imediações, nos caixotes do lixo, eram visíveis dezenas de garrafas de bebidas alcoólicas."

daqui

Depois trazem-nos memórias do ainda não tão longínquo e trágico acontecimento do Meco. As pessoas morrem, ninguém é culpado e a estupidez humana aumenta a milhas.

14
Mai15

Se não respeitares o outro, quem te vai respeitar a ti?

Maria

No dia em que o meu sobrinho com cerca de 4/5 anos chegou a casa do infantário a dizer o “António” deu-me um murro. Perguntamos e tu que lhe fizeste? E ele com um ar que a coisa tinha corrido bem disse “Apertei-lhe o pescoço”.

Da nossa parte teve um estiveste bem. Foi um chega pra lá. Único e pontual. O restante blábláblá nem foi preciso porque já se lhe tinha ensinado que nada justifica a violência, mas há sempre um “mas” (porra se há!). Com certeza outros concordam outros tantos vão discordar. Mas o que eu sei é que esse menino “António” andava-lhe sempre a importunar, a ser chato, a espicaçar até ao dia que o meu sobrinho se cansou de deixar andar e “respondeu”. Falamos aqui de crianças, miúdos no infantário, sabemos que nada com agressividade mas são idades em que a nossa personalidade está a desenvolver-se.

Foi-me ensinado (e ensino) que nós somos todos diferentes. Há sim pessoas com instintos bons outras menos bons e há pessoas, quer se aceite ou não más, ponto final. Há coisas em nós que já vêm programadas mas as demais vão-se delineando. Pois então foi-me ensinado que “quanto mais te abaixares, mais te vêem o rabo”. E a verdade é que se deixarmos ser um saco de pancada iremos ser sempre um saco de pancada – passo a expressão.

Não estou com isto a dizer que vamos agora andar aqui todos a responder na mesma moeda e se vem um com violência partimos também para a violência. Claro que não e longe disso. Mas em todos os casos, e todos os casos são diferentes, há excepções.

No todo de todas estas histórias que vão aparecendo, de miúdos cada vez mais mal educados, violentos, babujeiros, badalhocos, inoportunos, sem respeito pelos outros e sem se darem ao respeito (e atentem miúdas que infelizmente estão a crescer piores que os rapazes). De filhos que não obedecem, que se fazem até para os pais, que ninguém lhes exerce autoridade, que andam na vidinha deles sem que alguém se lhes ponha rédeas e limites…

Atentem, eu já fui miúda. E travessa. Tinha opiniões muito minhas, raramente pedia, gostava mais de afirmar. Batia o pé e rodava a baiana. O recreio da escola era a minha perdição para ficar a jogar futebol e chegar tarde a casa. O meu pai nunca me deu uma sapatada que fosse. Já a minha mãe todas as que me acertou foram bem dadas. E algumas recordo-me bem. Os meus longos cabelos até lhe davam jeito e nem por isso fiquei traumatizada a ponto de o usar agora curto. Mas fui bem a tempo de sair cedo e ganhar-lhes a confiança. De ter educação para com os outros, sempre, mas ter-me respeito por mim mesma, faz de mim a pessoa que sou hoje. Hoje não se pode dar um estalo num filho ou puxar-lhe a orelha porque fazem queixa. Hoje as pessoas não têm tempo, logo menos paciência e não chegam a acompanhar nada. Quando vão a ver “ai não pode ser, o meu filho/a era incapaz de tal coisa”.

Depois é isto. É o que se vê. É o que se tem visto. Mas isto que vai parar às redes sociais é uma percentagem mínima do que vai por aí. Já experimentaram sair à noite e ver a educação dos miúdos que andam por lá? A postura deles? Já experimentaram perguntar a adolescentes do porquê de certas situações a acontecerem na escola? Como eu já ouvi “aquela faz não sei o quê para se manter no grupo”; “aquele fez isto porque aquele mandou”. Right. Cada cabeça sua sentença. Mas tenho pouca fé em muitos jovens que andam por aí para o nosso amanhã. Para se ser homem e mulher não basta sê-lo apenas pelo sexo com que se nasceu. E acreditem que um dia mais cedo ou mais tarde vão perceber que o ser bonito por fora estará longe de vos fazer ser uma boa pessoa, ou menos boa, ou má. E geralmente acabam por descobrir da pior forma.

Acreditem que o ter piercings e tatuagens porque sim. O andar com a barriga à mostra e com etiquetas de marcas caras. O ser a miúda mais gira do bairro ou o bad boy que todas idolatram, o terem iphones, ipads e afins de i’coisas com 4987 amigos no facebook, o terem twitter, flickr, instagram não farão de vocês amanhã alguém na vida. O ser o mister do grupo também não, porque amanhã esse grupo vai na volta e deixa de o ser. É preciso um bocadinho mais. A começar por valores. Educação e respeito. E nem precisa de ser para com os outros, para com os velhinhos ou com as crianças. Basta começar por vocês mesmos. Dar-se ao respeito isso sim é bonito. E está sempre na moda. Eu sei que há idades em que a visão é turva e não deixa ver isso, mas acreditem que é melhor usarem óculos mais cedo e mais tarde não precisarem deles que vice-versa.

15
Abr15

Aumento da idade mínima para o consumo de bebidas alcoólicas.

Maria

Quer o governo agora alterar a lei e proibir o álcool (sem distinção para a cerveja e o vinho) a menores de 18. Eu acho muito bem mas (e porque há sempre um “mas” e quando falamos de leis portuguesas na sua maioria valem mais os “mas” que as leis)… do concordar, ao estar correcto e à prática… a distância é tão grande que lá se vai a eficácia.

Façam-me um favor poupem os papeis e as burocracias e o dinheiro gasto em mais uma lei que não interessa nem ao menino Jesus. Isto em termos práticos. É mesmo assim. Falando por experiencia própria, eu comecei a sair cedo, com o mano, ele mais velho mas na hora de pedir uma bebida ele não fazia o obséquio de me acompanhar ao bar para tal e nunca me negaram nada, muito menos me pediram a identificação e tenho a dizer que antes de chegar à maioridade, eu era uma trinca espinhas que nem sequer disfarçava a idade que tinha, na volta parecia sempre mais nova. Falando do que vejo… melhor nem falar. Nos bares, hoje em dia e já aqui falei do assunto cada vez se vê o pessoal mais novo a beber. E em exagero. Sim. A minha opinião passa por aí. Hoje em dia a canalha bebe para se divertir, o que chega a ser bastante preocupante e vergonhoso as figuras que se vê, já não falando do sentido pior da saúde. Claro que no meu tempo de juventude também se bebia, mas era diferente, nós divertíamo-nos e bebíamos. Mas nunca com o exagero que é hoje. Em pessoal cada vez mais novo. Não esquecendo que hoje em dia as mulheres chegam a ser mais exageradas que os homens. Foi há pouco tempo a primeira vez que vi alguém pedir a identificação a menores porque queriam comprar umas garrafas de bebidas brancas. E foi num hipermercado. Porque nos cafés, bares e discotecas (locais onde mais álcool se vende) dificilmente acredito nesse controlo. A lei do dinheiro e do vender ainda é mais aliciante do que andar na lei.

27
Mai14

After sex Selfie!

Maria

Isto das Selfies já belisca um bocadinho apenas pelo nome, selfie, selfie, selfie. Como já tinha dito, isto das Selfies já fazem parte da minha mobília, porque desde que me lembro que adoro fotos e quando estou sozinha que remédio tirar eu própria a mim mesma a fotografia, como todos presumo, mas agora é que é. Selfie parece outra coisa. Eu acho que o mundo está de uma obscenidade tal e falta de bom senso que perdeu-se tudo por entre as novas tecnologias, mais concretamente devido às redes sociais. Também já aqui frisei o quanto tudo vai dar ao Instagram (faço eu uma pequena ideia porque nem tenho). Também já conclui demasiadas vezes que em situações perigosas e estranhas primeira tira-se a foto para postar e depois é que se actua. Ainda este fim-de-semana, deu-me uma urticária tamanha ver as redes sociais a encherem-se de fotos ao boletim de voto em plena mesa eleitoral. Que falta de noção minha gente. Aqui há uns dias foi notícia uma mulher que se lembrou das selfies a conduzir, a coisa correu para o torto e imediatamente após ele ter postado no facebook sofre um acidente o qual foi fatal. Nada muito mais a dizer. Mas este mundo anda mesmo assim um bocadinho de cabeça perdida. Agora a moda é outra. Agora não, já há uns tempos, mas a tendência tem sido baixar cada vez mais o nível. Dentro disto das Selfies. #aftersex. Isso mesmo uma selfie depois do sexo.

A sério que há quem acabe de fazer “o Amor” ou “just sex” e a primeira coisa que se lembra é tirar uma selfie para postar online? Really?

29
Abr14

Ninguém mais que os que vão gostavam de ficar...

Maria

Ontem mais um amigo comunicou que já já no próximo fim-de-semana vai para fora. Suíça, mais concretamente. Isto está vazio de tudo e a cada dia mais. Nada muito pensado, mais uma decisão em cima do joelho de quem está um bocadinho (grande) farto disto aqui, deste país que tinha tanto para nos dar ao invés de nos tirar. Hoje de madrugada partiram mais três primos meus rumo a Inglaterra, onde trabalham, vieram cá aproveitar uns diazinhos de férias, todos na casa dos vinte e poucos. Ontem um amigo voou para Berlim com 27 anos a ver se a coisa corre melhor que o que corria cá, com pouco mais do ordenado mínimo ao fim do mês e um curso superior na estante de casa. O meu irmão que os meus pais não vêem há uns bons meses tenta vir cá, mas depois quando se vive fora e já não se é sozinho, já tem que se administrar tudo, férias ao mesmo tempo, escola do miúdo, despesas… um amigo voltou para os Açores depois de vir cá passar o fim-de-semana. A minha madrinha não pôde abrir a sua casa na Páscoa como tanto gosta, porque aos quarenta e tal anos teve que se mandar à vida, também está lá em Inglaterra. No interior é pior. Troquei palavras com outro amigo que conta os dias para voltar a casa só lá para Agosto, também ele na Suíça. Falei com a minha cabeleireira de quem tenho saudades que também ela, de um momento para o outro com o homem e três filhos rumou à Suíça, “este país não é para quem quer ter três filhos e uma boa infância” disse-me ela antes de partir, agora diz ela que está lá bem, bem melhor que aqui e aqui agora só para férias e para ver os seus. Outro amigo actualizou à pouco o seu facebook com um "de viagem Lisboa - Cabo Verde até já familia e amigos". Um colega veio da Bélgica porque o trabalho acabou mas não vê a hora de voltar, diz que a partir de que pôs os pés fora, viu que cá não fazia falta nenhuma, só aos seus, mas isso é como todos. E tantos tantos mais que o fazem (já nem vou falar da minha ultima relação). Todos os dias. Todos os dias o café fica sem mais um. Nota-se tanto aí que tudo está tão diferente que acaba por muitas vezes nem apetecer sair de casa para encontrar tudo vazio. A maior parte foi-se. E tudo vai ficando tão vazio. É tanta coisa que se perde. É vazios que se criam nas páginas do nosso livro e que nada vai fazer com que se possa mais tarde escrever. Mas a verdade é que da maneira que isto está, Portugal vai acabar a escrever sozinho o livro da sua história, porque não é o querer abandona-lo é o ter oportunidades melhores fora e muitas vezes não é para melhorar apenas a qualidade de vida, é para ter vida e poder dar-lhe qualidade. Ninguém mais que os que vão gostavam de ficar, mas o dia-a-dia tira-lhes isso. E isto dói-me porque não só fico escassa dos meus cá, como tenho a consciência que eu posso ser a próxima. E isso dói-me caramba. Porque não quero.

24
Mar14

Em dia do estudante

Maria

Um dia destes, aqui no escritório falava-se sobre os jovens de hoje em dia, sobre a educação que têm, sobre o desmazelo e “deixa andar” de muitos pais, sobre os professores terem a culpa de tudo, sobre as meninas que engravidam por obra do espírito santo e os meninos que se metem na má vida pelas más companhias. Falava-se de, cada um com conhecimentos de causa sobre conhecidos, que hoje em dia podem quase não ter o que comer em casa e viverem uma vida com dificuldades mas estão sempre agarrados a telemóveis cada vez melhores e sempre com saldo, até que, o filho de uma colega que chegara a meio da conversa nos interrompe e diz: “pudera, hoje em dia, elas tiram fotos nuas, enviam para eles e em troca têm saldo no telemóvel”!

Apraz-me dizer que fiquei sem palavras. Realmente há uma juventude a crescer apenas em centímetros.

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