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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

06
Jul19

O dia que disse - Maria Texuga tem lá calma!

Maria

Comida

 

Foi mais ao menos há um mês que resolvi que isto não dá para estar sempre a alargar. Coincidiu com a mudança de guarda roupa e o aperceber-me que muita roupa do ano passado não me serve. Grande merd@ até porque gosto sempre da minha roupa e tenho calções tão giros que não passam a coxa. E aquilo além daquele murro no estômago deu-me um click. Eu já sabia dos quilos a mais. Aliás já aqui referi que desde o fim de 2017 engordei quase dez quilos. Coisa pouco o tanas! Mas o ano passado, depois de ir ao médico e contar este aumento, andei em "teste" (e a fazer medicação) a ver se é da tiróide que anda a fazer estragos. Passado meio ano vou fazer os exames a ver se já se encontra controlada para parar de ocupar cada vez mais espaço. Engraçado, fui esta semana à consulta e a primeira coisa que o médico me perguntou foi mesmo o "continuas a engordar?" olhando para mim "é que não parece nada". A ver vamos. Mas adiante que vim trazer novidades. Boas. Na esperança de ajudar com a partilha. E para me dar força a continuar.

Quem me conhece e me segue sabe que, nas veias corre-me este gosto e prazer pela comida. Por enfardar este mundo e aquele por estar sempre aparentemente larpada de fome. Nada mudou. Mas sempre fui daquelas que comia tudo e mais alguma coisa e o prato dos outros e não engordava nada. Nada. Mas depois que essa tiróide apareceu já não é bem assim. Quando anda controlada tudo muito bem, quando se descontrola é o Deus me acuda. E fecha a matraca.

Dietas nunca foi algo que procurei. Nunca fui a um nutricionista mas também nunca fiz uma busca desenfreada pela net à procura do milagre de atacar em três tempos aqueles quilos a mais.

No dia um de Junho, pesei-me e não gostei mesmo nada do que vi. Nesse mesmo dia que nada me servia e tive que pôr de lado as peças que tanto queria usar este verão (e vou usar!). 

Pesei-me e lá estavam os dez quilos a mais. O chegar aquele peso que nunca na vida lá estive perto sequer. E aquilo mói. Não deixei de dormir por causa disso (já por não comer não digo o mesmo), mas ficou-me atravessado. Tinha começado as minhas caminhadas, mas a falhar como as notas de quinhentos.

Então foi o basta.

Pensei em ir ao nutricionista. Mas eu sou daquele tipo que, se me dizem para não fazer isto eu não paro de pensar nisso. E em termos de comida devo ser o alvo mais fraco à face da terra.

Resolvi que tinha que fazer o meu caminho. Pois bem, comer menos claro. Mas não seguindo uma dieta específica, fiz a minha própria. Não abusar de um prato. Não repetir, coisa que fazia quase sempre. Comer mais saladas. Não me empanturrar até cair ao sofá a dizer ai Maria que estou que nem me sinto. Reduzir às doses de arroz que adoro, reduzir às doses de massa que comia até se fosse preciso ao pequeno almoço porque gosto mesmo muito. Reduzir às batatas. Reduzir aos fritos e até tenho sonhado com rissóis de camarão. Reduzir ao jantar. Sim o meu mal sempre foi o jantar. Ao almoço nem como exagerado (se não for a casa) mas ao jantar abusava mesmo. Parar com o hábito de comer antes de me deitar. Bolachas de chocolate continuam ali abertas e tenho evitado tocar numa. Há um mês que ando nisto.

Tenho treino às quartas-feiras e tenho tentado não faltar. Mas já falhei.

Resolvi caminhar quase todos os dias na semana (esquece fim-de-semana). Faço um passo acelerado entre os dois quilómetros e meio três. A um ritmo que já estou habituada. E tenho a preciosa ajuda da aplicação do telemóvel "Samsung Health" que  me grava o quanto ando e isso ajuda. É motivadora, porque para além de te dar a noção do que andaste a fazer, dá-te aquele "beliscão" de querer fazer mais.

Em trinta minutos tenho uma média de 2.7km. Não é muito, mas é o querer fazer sempre igual ou mais. Isto em caminhada porque correr não posso. E passa rápido e faz bem. Sinto-me mais leve à noite. Todos os dias um bocadinho ajuda.

Dizer com isto que, num mês emagreci dois quilos e meio. Não é muito, mas emagreci. E já sinto as pernas a ganhar firmeza. Sinto-me menos inchada. E acho que foi a parte mais difícil - o começar.

Num mês que tive semanas de ir na mesma semana ao Mac duas vezes, há pizza hut e aos cachorros com molho de francesinha. Às jantaradas de cabidela e aos bolos que me trazem para o trabalho. Todos os dias como pelo menos um pão. Continuo a comprar iogurtes gregos. E quase todos os dias me oferecem croissants quentinhos pela manhã e nem sempre consigo resistir. Sim, ainda não consegui controlar não comer porcarias. Nem acho que vá chegar a esse ponto porque adoro-as (e agradeço todos os dias morar bem longe de uma pizza hut). Mas é motivador. E o importante é manter o foco. 

Eu passo todo o dia sentada. Mais uma coisa que não ajuda. Mas se uma #MariaTexuga consegue, todos conseguem.

Comer menos quantidade. Aplicações de telemóvel para motivarem a fazer exercício. E exercício físico umas vezes por semana (e rezar aos santinhos que a tiróide dê tréguas).

Partilham dicas?

28
Mar19

Voltei ao zumba e mesmo não sendo só zumba sobrevivi.

Maria

Dizer "o tempo passa e nem damos conta" não é apenas um cliché.

Na verdade ele corre e estamos tão embrulhadas com o dia-a-dia que parece que nem damos conta. Já não fazia exercício físico em aula há mais de um ano e por este post reparo que sim, há bem mais de um ano.

Foram as lesões. Depois os problemas de saúde. Depois os desaconselhamentos médicos. Depois a professora, minha amiga, que bazou. Depois a vontade zero e por fim deixei tudo. Nem zumba, nem aulas específicas de treino. Nada. Até que algumas vezes consegui seguir planos em casa mas acabou tudo por ir água abaixo. No início do mês de Março voltei a programar exercícios diários com aplicações. Fiz no primeiro dia e em todos os outros ignorei completamente a notificação de "mexe essa bunda e vai treinar". Esta é a verdade nua e crua.

Convidaram-me para ontem voltar. Ao mesmo sítio. Com outra professora. 

Confesso, prontamente disse "vou tentar", mas à medida que o dia se aproximava, já estava a arranjar mil e duas desculpas a mim mesma. Ontem durante o dia, achei-me estúpida. Ando cansada, as coisas não andam a correr muito bem em todo o lado e cheia de trabalho. O meu psicológico também anda desnorteado. Problemas. Saúde dos meus. Medos. Desconcentração. E achei que não haveria lugar melhor para ir desanuviar. Afinal de contas. Preciso muito. Mesmo. E nem vou falar que seja pelo bem que o exercício faz a estes quilos que acumulei. Mas precisava de uma hora sem pensar no mundo cá fora.

Ontem voltei. Disseram-me que a aula seria de zumba. E foi, mas também foi de localizada e uma amostra de Pilates.

Nos primeiros dez minutos já me apetecia desistir. O coração a querer saltar do peito e eu a querer mandar-me para o chão. Parece que nunca tinha feito aquilo na vida. O meu corpo não acompanhava a minha cabeça e muito menos os movimentos tão rápidos e ofegantes da professora. Mas a aula foi passando e tentei conseguir conjugar a minha respiração com a vontade de correr ali para fora. Não foi fácil. Nada. Os movimentos não saíram como eu queria. Doeu a puxar as pernas. A fazer abdominais. A fazer flexões e a prancha. Se doeu. Doeu querer acompanhar coreografias novas e rápidas quase sem pausas e em modo aceleração máxima. E Pilates. Que dizer? Se aquilo foi uma amostra não vai ser fácil querer arrastar-me para uma aula. Esticar braços, esticar pernas, esticar pontas do pés. Balançar para aqui balançar para ali. Sempre esticada. Só com uma perna, só com a outra tentar equilibrar e eu a aterrar quase de cabeça. Não vai ser fácil. Mas gostei de voltar. Mesmo. Tentei concentrar-me em estar só ali. Coisa que não tem sido fácil. Mas ali foi. E melhor, soube bem!

14
Jun18

Aplicações. Exercício. Foco.

Maria

Já aqui falei que gosto de conhecer, ver e experimentar aplicações de telemóvel que acho podem ser úteis. E tenho alguma facilidade em experimentar gostar e apagar caso ache que aquilo me desiludiu e não serve para rigorosamente nada. E já aconteceu com muitas que não sejam só de exercício mas de outra treta qualquer.

Gosto de conjugar aplicações e treinos. Porque acho que temos que ter uma fonte de motivação e uma aplicação pode ser esse ponto de partida. O ano passado contei a experiência que tinha com aplicações que me ajudam nas caminhadas. Foram sem dúvida motivantes e deram-me aquele beliscão que sempre andava à procura para querer fazer mais. Este ano, e porque o tempo não tem sido convidativo muito menos à noite que é quando consigo arranjar algum tempo para isso, ainda não lhes dei muito uso, mas espero começar agora as minhas caminhadas. Mas como não têm tido sucesso. E não voltei aos treinos porque a nossa PT foi embora e porque estive a fazer um tratamento que me era desaconselhado treinar...

Desde o início do mês que pensei aliar à dieta à medida da #MariaTexuga (que está longe de ser um sucesso) treinos. Daqueles que se pode fazer num cantinho lá em casa.

Vai na volta. Fui buscar o tapete que estava em casa de uma amiga para ganhar coragem e saquei uma aplicação de telemóvel qualquer que é de treinos diários.

Ora parece que a coisa está a resultar (menos na balança claro!). Mas a motivação está mesmo lá. Aquilo lembra-me todos os dias que tenho treino a fazer. E só tenho duas opções. Ou acato a ordem, ou fico com o peso na consciência de desligar o "alarme" e ligar o modo preguicite (que também acontece). Não tenho treinado todos os dias. Mas lá me vou arranjando. 

Ontem por exemplo às dez da noite sem vontade de ir para a cama, puxei o tapete liguei a aplicação e "bota e vira". É a parte mais fácil de tudo, porque está à mão de semear sempre que se queira.

A aplicação que uso tem planos de treino diários que dá para repetir as vezes que quiseres. E tem outros planos mais específicos para quem queira fazer, e as repetições de cada plano fica à vontade de cada um.

 

Tens planos de treino de seis minutos. Quinze. Vinte... Para repetir como quiseres e para juntares exercícios que tu própria conheces para dinamizar e fazer mais.

É muito simples. A ver vamos. Mas que incentiva, incentiva. Fica a dica. 

Mas gostava de experimentar mais aplicações do género. Partilham alguma?

10
Abr17

Queres ver que vou virar fashion blogger?

Maria

There's one Skyr in the house!

20170410_134151.jpg

 

Não sei se isso é bom se é mau. Ainda não provei nenhum. Mas depois de todo um xururu em volta dos esgotadíssimos quaseimpossiveisdeencontrar Skyr vou provar um. Eu juro que não fiz fila num qualquer Lidl perto de mim. Não espezinhei ninguém e muito menos andei à batatada com alguém por um só que seja. Na verdade, depois de eu, #MariaTexuga ser a ultima pessoa a saber do que se travavam os tão falados Skyr, alguém ofereceu-me um para provar.

Até estou excitada só de pensar na hora do lanche!

07
Abr17

Aplicações de telemóvel

Maria

Eu gosto de conhecer, ver, experimentar e desinstalar se não me interessar. Não gosto de ter o telemóvel cheio de aplicações que não interessam nem ao menino Jesus. Gosto das que são práticas, das que fazem jeito. Que servem para alguma coisa e não para enfeitar ou só porque alguém me disse que é xpto.

Das conversas das caminhadas, ouvi aqui e ali, que há "n" de aplicações que são úteis. Ajudam a teres uma ideia do que andas a fazer. No entanto não pedi nenhuma a ninguém mesmo quando de vez em quando me lembrava logo me esqueci.

Ontem, farta de andar em modo preguicite e de os treinos não estarem a ser compatíveis (fora à segunda feira ser zumba e raramente faltar), à noite apeteceu ir dar uma volta a pé. O facto de não ter perto de casa sítios próprios para se andar a pé. A falta de passeios, as estradas com pouca iluminação etc.. (coisas de aldeia) nem sempre dá para longos passeios à noite. Uma pena. No entanto quero ser mais activa nisso. Já depois de sair de casa, lembrei-me de pegar no telemóvel e instalar uma qualquer aplicação só para ver "números" daquela do "vou ali e já venho" que fui fazer.

Descobri portanto que este tipo de aplicações são motivadoras. porque para além de te darem a noção do que andaste a fazer, dão-te aquele "beliscão" de querer fazer mais.

 

Como podem ver, em cerca de 40 minutos, percorri 3km num total de 4644 passos. As 144 calorias é que não deram nem para as azeitonas que serviram de aperitivo ao jantar. Mas pronto. Ficou aquele bichinho de querer fazer mais. De que para começar já é alguma coisa (mesmo sendo uma miséria para muitos bem sei), mas do que se precisa é ATITUDE (como disse um amigo meu) e que se o fizesse todos os dias era um bom progresso. A ver vamos. Mas que incentiva, incentiva. Fica a dica. Aplicação - Pacer.

Partilham alguma?

08
Abr16

#MariaTexuga

Maria

 

Numa era em que o exercício físico está em voga. E numa altura em que tudo quer preparar-se para o verão, o que não falta por essa internet fora são vídeos com demonstrações de exercícios que podem muito bem ser feitos em casa. E sim, são bem elucidativos do que podemos fazer em casa sem termos que nos deslocar a um ginásio, perfeitamente normais de quem vai a uma aula e daqueles que se forem bem feitos e programarmos um tempo para o fazer (uma hora por exemplo) darão os seus resultados. Porque a importância não é o ginásio, mas sim o exercício em si que se faz.

Posto isto, os vídeos são todos muito mimimis mas a verdade é que, mesmo eu, que à cerca de um ano (já?) ando com regra no exercício físico e a tentar, três vezes por semana dar o ar da minha graça por lá, confesso que, só mesmo indo à aula faço exercício, pois se estiver em casa, sem ninguém a acompanhar eu não mexo uma palha e quase peço ajuda para mexer as duas patas. Acreditem, se for às aulas tudo bem, tento fazer tudo direitinho mesmo que diga quinhentos e trinta e três palavrões e ande toda partida o resto dos dias, mas em casa, sozinha, praticar algum exercício, nepias.

Sou só eu, que nem com vídeos, vou lá das pernas?

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