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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

26
Jul19

Vamos tirar (quarenta e)uma fotografia?!

Maria

[imagem aqui]

Sinto-me bombardeada quase todos os dias por aplicações e afins sobre fotografias. Sobre redes sociais. Sobre a mais badalada - Instagram.

Que seca.

Tudo bonitinho. Filtro para aqui e para acolá.

Nada a ver com o meu instagram. Primeira devo ter sido das ultimas pessoas a abrir um instagram, resisti bastante mas depois lá abri, mas é exclusivamente para partilhar como já fazia no facebook, sem grandes elaborações. Fácil de ver. As minhas fotografias são as mais simples, sem filtros xpto utilizando apenas de quando em vez os básicos já pré-definidos, mas não mais além disso. Só uma iluminação aqui ou um contraste maior ali. Aplicações para escolher todas as fotos que publico? Mudar todas as fotos para o mesmo filtro só porque fica mais bonitinho? Ter uma aplicação para melhoramentos de cor, outra de sombras, outra que estica ou elimina não sei o quê. E depois no final o que resta?

Pode não ser bonitinho o meu instagram que não é. Mas também não vivo daquilo. Ainda não arranjei quem patrocinasse os meus snaks, mas já tenho quem me patrocina os pequenos almoços na empresa e é o que temos e é bem bom. Posto isto. Está cada vez mais seca isto do tudo perfeitinho tudo direitinho tudo mexido tudo rectificado.

Não quero com isto criticar quem pense trezentas e cinquenta e sete vezes como publicar uma fotografia com todas as alterações que tem que se lhe fazer, mas depois penso que aquilo é uma seca só de pensar que por exemplo estão de férias mas em vez de aproveitar a piscina perdem tempo a tirar oitenta e sete fotografias com o melhor ângulo só para apanhar a piscina. Depois enquadrar a paisagem, depois o melhor ângulo do sumo a apanhar as panquecas e um pouco do copo da companhia e no meio disto tudo muitas vezes quem apanha por tabela são mesmo as companhias. Ah por isso percebe-se porque tiro tão poucas fotografias ao fim-de-semana. Aquela coisa de aproveitar o momento ainda é o que me move, mais do que fazer os outros ver o momento que eu podia ter aproveitado mas fui desperdiçando em pedaços.

Uma que me acontece muito é no comer, mas só me lemro do final quase sempre que podia ter partilhado, mas já foi e o prato estava vazio. E depois também qual é o interesse de partilhar uma sandes de moelas? Uma bifana? Um arroz malandro? Um pão branco pela manhã com queijo?

Yeah mas a minha vida é assim, meio para o básica em fotos. Quem quer perfeitinho corre atrás dessa perfeição que não existe. Quando existe é trabalho. E a piada não é a mesma.

Continua a ser um bom trabalho. A gostar de ver. E a apaixonar-me por tantas fotografias com filtros, mas depois sem a lente aquilo que lá há é diferente. E não é deixarem de gostar disso e deixarem-se influenciar por isso. Mas é o deixarem de gostar do normal e do real que aborrece.

Aqui há uns tempos vi uma fotografia que falava sobre essa diferença, salvo erro do Manzarra em que a primeira era de um grupo de amigos a tirar uma fotografia todos certinhos e direitinhos e a outra fotografia era deles na boa como provavelmente estavam antes de alguém dizer "vamos tirar uma fotografia"?! Porque essa simples frase muda tudo. O sorriso, a pose, a expressão, o sentimento, a postura, a originalidade e a surpresa.

Quantas pessoas arriscam a tirar uma fotografia e a postar sem ver "defeitos" que tenha?

Longe vão os tempos dos rolos fotográficos...

(e eu fico sempre sem jeito de como tirar fotos, nunca sei onde pôr as mãos e quase sempre vão parar ao mesmo sítio, já pedir a alguém para me tirar fotografias está ainda a séculos de ser algo que me faça sentir à vontade)

De qualquer maneira, é notório. É por estas e por outras que, como vocês sabem, não sou e nunca serei uma Fashion Blogger.

14
Dez18

Quem pode, pode tudo, quem não pode, não pode nada?

Maria

Vejam só que estou na moda e não sei, afinal, eu que tantas vezes digo, não sou nem nunca serei uma fashionblogger, se calhar sou mas não tenho aquela estrelinha de renome ou de lá sei o quê. Porque cá ideias do que fazem agora já eu faço há muito.

Ora vejamos.

Detesto o meu cabelo quando fica oleoso, mas a ver pelas modas é coisa que dá perfeitamente para usar visto que há figuras públicas a usar penteados à moda "lambidela de vaca" em eventos da alta.

Isto AGORA é tudo numa constante luta contra o plástico e desperdício. Ora eu não me lembro de comprar um saco de plástico, tenho sempre um saco reutilizável na carteira e alguns no carro para quando preciso de ir às compras. E tenho praí desde há muito! Uso marmita há pelo menos uns dez anos. Coisa que na altura era antiquada e agora é fashion. Uso garrafa de água da tupperware há uns anos, visto que sou uma agarrada a água e não vencia no plástico a deitar fora.

Tenho problemas com o meu modo "descabelada" diário. Raramente vou a uma cabeleireira, só se tiver algum acontecimento que o "peça". No entanto há quem vá para as luzes da ribalta com penteados tipo eu quando me levanto. Juba destravada. Modas hein?!

Sair à rua de pijama. Faço isso desde mil novecentos e troca o passo. Os meus vizinhos já conhecem os meus pijamas, porque venho cá fora assim vestida imensas vezes, para estender roupa, para lavar o carro, para me sentar nas escadas a tomar café, para dar duas de letra com as vizinhas, para ir a casa dos vizinhos à noite é quase o prato do dia. E pasmem-se, já vim de pantufas para o trabalho. A ver pelo que vi hoje nas redes sociais e televisão eu tinha muito sucesso em ideias para programas.

A minha avó se estivesse viva reviraria os olhos a este "eu já vi de tudo, ou não".

08
Nov18

Não sou nem nunca serei uma fashion blogger, muito menos em...

Maria

Roupa de "inverno".

Acho que dá  para perceberem porque friso tantas vezes que vivo ali um bocadinho abaixo do Pólo Norte. E nem é porque me considere uma pessoa muito friorenta, mas ao ver as fotografias que vejo por aí, sinto-me a mais friorenta e a viver num país diferente.

Eu nestes dias malucos de frio, chuva e vento, saio de casa a sentir-me um autentico saco de batatas com tanta camisola, cachecol, casacos, três pares de calça, cinco meias, principalmente depois de ver certas "influencers" em fotografias de rua até com a barriga ligeiramente à mostra.

Assim como ver fotografias de lojas e as camisolas serem de gola alta e manga curta, ou ombros à mostra, ou curtas de maneira a ver o umbigo. Ou tão fininhas que mesmo que uses uma camisola por baixo aquilo não vai ficar bem e depois dois casacos não chegam.

Assim como ver fotografias de lojas para crianças e ver camisolas com mangas 3/4 ou camisas ou vestidos que depois mesmo lhe pondo uma camisola por dentro muda logo o aspecto da coisa.

Mas tipo se calhar sou eu que tenho uma noção diferente do que usar com o frio.

Mas de certeza que se saíssem de casa de manhã com 4ºC como já saí aqui e ainda nem estamos no inverno pensavam duas vezes antes de usar umas camisas de 3/4 ou uns ombros à mostra, ou na loucura, sandálias(?!). Como é possível nesta altura neste país alguém sair à rua de sandálias? E sem um casaquinho? É que aqui ainda de manhã esteve tudo muito bonito e em dez minutos inundou tudo aqui à volta com tamanha chuvada que caiu. Moramos mesmo no mesmo país, ou definitivamente moro mesmo um bocadinho abaixo do Pólo Norte?

De qualquer maneira, é notório. É por estas e por outras que, como vocês sabem, não sou e nunca serei uma Fashion Blogger.

18
Out18

Não sou nem nunca serei uma fashion blogger, muito menos em...

Maria

Maquilhagem (como é óbvio)!

Eu posso ter mais alguns batons que há uns tempos tinha, pois que não usava simplesmente. E posso ir do oito ao oitenta adorando usar vermelho, mas... o que continuo a usar mais, que uso quase todos os dias e que continuo a adorar é mesmo o meu batom da Labello rosinha.

Pois é isto. E é por estas e por outras que, como vocês sabem, não sou e nunca serei uma Fashion Blogger.

28
Ago18

Não sou nem nunca serei uma fashion blogger, muito menos em...

Maria

[Estar a par de tendências e novidades da moda]

https://www.google.pt/search?rlz=1C1CAFA_enPT754PT754&ei=ZyuFW6OgN8TewQL6x7j4BA&q=colar+b%C3%BAzios&oq=colar+b%C3%BAzios&gs_l=psy-ab.3..0i7i30k1l6j0i7i5i30k1j0i7i30k1l3.9341.9517.0.10075.2.2.0.0.0.0.109.210.0j2.2.0....0...1c.1.64.psy-ab..0.2.209...0i13i5i30k1j0i8i13i30k1j0i13i30k1.0.62P2dGxOQmA

 [imagem internet]

 

Estou eu de férias e recebo uma mensagem ligada ao blog:

«Então Maria, já tens o teu colar de búzios?»

Eu, sorri e disse «a fazer». Pensei na minha inocência que era devido a estar de férias na praia que me falavam de búzios e colares, principalmente depois do meu post.

Quando vai na volta e sou a última a saber que virou tendência e é a "última moda do pedaço" colares de búzios e afins associados. BTW não gosto, não é a minha onda (podem vir de lá as chibatadas).

Maria, não sou e nunca serei uma Fashion Blogger. E percebe-se porquê!

16
Ago18

Não sou nem nunca serei uma fashion blogger, muito menos em...

Maria

20180816_143216.jpg

 

Eu. Colares e outros acessórios. Praia. Nada a ver.

Por esquecimento fui com uns colares que uso diariamente para a praia.

Os colares e o chegar o protector.  Os colares e o apertar o biquíni. Os colares e o limpar o corpo. Os colares e a areia. Arre.

Não teve piada nenhuma.

É por estas e por outras que, como vocês sabem, não sou e nunca serei uma Fashion Blogger.

29
Mar18

Eu e a maquilhagem

Maria

Ultimamente têm me perguntado "começaste a usar maquilhagem?", "namorado novo?" (WTF?!), "já sabes usar maquilhagem?".

Para terem a noção de como grande parte da minha vida a maquilhagem me passou ao lado. Completamente. E quando não passou, sempre foi um desastre. Que continua a ser.

Não percebo nada de maquilhagem. E sou capaz de perceber mais de nomes técnicos de futebol que propriamente acessórios de maquilhagem. Nunca tive problema com isso porque nunca me senti menos mulher por não adorar maquilhagem e nem perceber patavina.

Comecei nos últimos tempos a usar mais maquilhagem e como já tinha dito vou explicar porquê. Eu não ganho muita cor na cara. Uma cena marada de infância... mas na verdade não sou muito de ganhar cor na cara, mesmo quando fico morena a cara está sempre muito mais branca. E a minha cor normal é pálida. Ou melhor como costumo dizer cor lula deslavada. Sim é mesmo. Agora imaginam quando ando adoentada?! Não queiram. Até me costumam dizer "parece que não tens pinta de sangue rapariga" e inclusive já me sugeriram algumas vezes umas pancadinhas na cara a ver se a mesma reage... adiante. Os últimos tempos a coisa não tem facilitado quanto a andar adoentada. E tudo começou no fim do ano passado. E foi exactamente nessa altura, semanas depois de  dias inteiros fechados em casa a definhar e a bajular esta cor de lula deslavada que surgiu a ideia. Da minha mãe "Oh rapariga põe lá uma corzinha nessa cara que ainda te fazem o funeral antes de morreres". Sim confesso, eu sou daquelas pessoas que ficando adoentada a minha cara é notoriamente o meu cartão de visita. E não engana. A não ser que lhe ponhas uns pozinhos é de bradar aos céus a palidez.

Ora que começou por aí. Mesmo quase sem pachorra. Comecei a pôr uma base, mais uma cor. A voltar a pôr rimel, o risco preto nos olhos e basta. Começou por aí, algo que já fazia muito de quando em vez. Batons nada. Até que, comecei a olhar para os mate como aqueles que eram capazes de me encher as medidas. Vai daí a experimentar. Passei da que não gostava de batom para a que talvez gosto mais dos vermelhos. Tal e qual. Não houve melhor altura para experimentar. Porque aquilo foi quase um acto necessário para não me atirar para a cama cada vez que me via ao espelho pela manhã e uma tentativa de não me fugirem a sete pés.

Nem todos os dias o fiz claro, mas confesso que houve dias complicados enquanto estava adoentada e que a maquilhagem disfarçou - houve dias seguidos de quase directas - não era bonito de se ver. Eu não me sentia bem. Confesso. E posso dizer que isso foi uma ajuda.

Fiquei-lhe com um gosto. No entanto não me senti melhor por o fazer. Mas marcou diferença. O que não quer dizer que não continue um desastre, porque continuo. E continuo a não saber usar mil e dois produtos, a não querer saber porque existe trezentos e quarenta e dois pincéis para pintar um rosto. E continuo a usar vermelho quando me apetece. Continuo a sair sem maquilhagem um dia e no outro quero tudo. Não quero exageros. Mas não quero regras. Quero maquilhar-me no dia a dia e não o fazer quando vou sair. Se assim for o meu apetite assim será. Ou vice-versa. Quero usar dois dias seguidos maquilhagem assim como uma semana esqueço que ela existe. Essa sou eu. Continuo a ser.

Não sou uma fashionblogger muito menos em maquilhagem.  E continuo a dizer - Darem-me uma caixa de maquilhagem é como darem uma caixa de marcadores a um puto. Um autêntico desastre portanto... E mesmo que se faça acompanhar de manual de instruções não melhora a coisa...

 

PS1.: Eu até já vi vídeos. Tipo "passo a passo" e mesmo assim, é como eu dizer que vou ao Porto e afinal chego a Lisboa. Completamente o oposto.

PS2.: Por falar em maquilhagem hoje estou a fazer uma experiência com um batom vermelho mate da Maybelline que comprei para  ver o quanto dura e se marca. Sigam nas stories do instagram.

16
Mar18

Não sou uma fashion blogger, nem de longe nem de perto, muito menos em...Tendências!

Maria

Um dia destes falava com uma conhecida sobre cabelos. Ela perguntou-me o que eu achava do seu novo corte de cabelo. Curto. Eu gostei mas disse logo que não tinha coragem para o fazer, mais que isso a minha juba gigante é das [minhas] coisas preferidas. Dá trabalho. Dá. Muito. Mas gosto imenso.

Ela disse-me que este ano não é tendência. Fria. Directa. E como se o que é tendência é que faz girar o mundo.

cabelo

 

Ok. Foi ali mesmo que percebi que eu sou muito #queselixemastendências. E, como vocês sabem, não sou e nunca serei uma Fashion Blogger.

29
Jan18

Eu tenho muito a mania

Maria

De ser muito eu.

É algo que realmente me define, eu acho. Muitas vezes disse tenho as costas largas. Se quiserem falar de mim falem, a minha consciência na minha almofada não pesa. Vou pelo que quero. Uso o que me apetece. Isso não define o meu eu. Quanto a isso tenho os meus valores e considero-me uma pessoa íntegra. Vejo o que quero ver. E muitas vezes finjo que nem vi só para não arranjar ali um mote para problemas. Não gosto que ninguém se meta na minha vida e por isso mesmo tento não me meter na vida de ninguém. Fujo de confusões. Já deixei de responder por isso mesmo, não me agradam as pessoas que à nossa beira "sim sim" e depois inventam todo um circo da qual não quero fazer parte. Eu sou palhaça apenas na hora que me apetecer e para quem eu bem entender.

Não queiram fazer de mim aquilo que não sou. Mais cedo ou mais tarde, eu vou desistir. Não de mim, mas sempre da outra pessoa. Sou muito fácil a deixar ir quem me quer fazer uma pessoa diferente daquilo que sou.

Gosto de não seguir a corrente, ou seguir se for essa a minha vontade. Não gosto de intrigas, do diz que disse.

Não gosto que me digam que não devo sair de casa sem maquilhagem. Ou que o meu cabelo está demasiado comprido devia fazer um corte radical. Que as sapatilhas deviam ser proibidas. E que um salto se usa toda a noite numa festa. Não gosto que se acham no direito de me quererem ver sempre num "modelo". Eu não sou assim. Eu não consigo escolher a roupa de véspera porque não sei o que me vai apetecer vestir amanhã e quase, quase de certeza se escolher no dia antes de manhã não vou querer vestir nada do que deixei pronto.

Eu não sou assim. Não tenho um género. Não gosto de sair de casa sempre de uma maneira. Não tenho um estilo para ir trabalhar, outro para os fins de semana, ou outro para ir às compras. Podem ver-me num dia a sair de casa com uns leggings e pantufas como no outro um salto de 12 cm, e uma saia justa e blazer. Qual o mal? Eu posso andar uma semana a acordar todos os dias e ter vontade de me maquilhar, de pôr base, o risco preto nos olhos, o rimel, batom... como ando semanas que nem sei o que isso é. Que nem uso brincos. Não ponho um relógio, uma pulseira ou um anel...

Eu não tenho que ter uma família formada, ser casada e tudo muito politicamente correcto, porque "assim é que é" com a minha idade, ou porque sou mulher, só porque as outras pessoas acham. Ou porque é o "normal". Eu também acho que o Mariano Di Vaio seria um maravilhoso pai para os meus filhos mas não sei se ele é da mesma opinião e se acha bem isso.

Poupem-me e poupem-se. Não queiram fazer dos outros aquilo que eles não são. Dêem a vossa opinião mas não massacrem. Não insistam em algo quando naturalmente do outro lado essa não é a tendência. 

Deixem-me usar o cabelo da cor que me apetece. Deixem-me usar roupas da Primark misturadas com as da Salsa, da Massimo Dutti, ou da feira da barraca dos três euros.

Poupem-me a serem para os olhos dos outros.

Deixem-me não seguir um padrão.

Eu sou assim. Tenho muito a mania de não ir em modas só porque é moda. E de usar aquilo que realmente gosto de usar. Esteja out ou in até porque nesse tópico continuo a não ser nem nunca serei uma fashion blogger.

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