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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

18
Jun19

É por estas e por outras que o meu blog vale a pena.

Maria

 

Apesar de continuar a não ser dada a essas coisas, mesmo depois de já ter tido experiências positivas. Conheci este fim-se-semana, muito por acaso, uma pessoa que contactei pela primeira vez através do blog. A Marta. Já falo com ela há imenso tempo, do tempo que também ela não dava a cara nem o nome. E nem consigo dizer há quanto tempo a sigo, como sei que já me segue também há muito.

A vantagem de quem dá a cara é que pode ser reconhecida. Aqui ou ali. Quem não dá, como no meu caso, ninguém te vai reconhecer quase de certeza. Eu podia ter passado por ela e ela nem ficava a saber que no dia anterior era comigo que estava a trocar mensagens. Mas assim que a vi, com aquelas primeiras dúvidas passageiras "será ou não será" fui ter com ela e disse eu sou a Maria. Foi giro. Eu, meia tímida, não é fácil aproximar-me assim, mas neste caso é como se já a conhecesse há muito, porque não o fazer?

Já me aconteceu ver ao longe a S* num shopping e não conseguir naquela altura ir ter com ela para a conhecer pessoalmente. Nunca sei se as pessoas gostam disso ou não. Eu não me importaria que me reconhecessem em algum lado e me dissessem "olha eu gosto de te ler" "já te sigo algum tempo"... mas nunca se sabe do outro lado.

E um blog é também isto, apesar de não ter dado para grandes conversas, gostei de te conhecer Marta!

**

E vocês? Já conheceram ao vivo e a cores pessoas que o primeiro contacto tenha sido pela internet? Em blogs, em sites, nas redes sociais, em chats? Experiência boa ou má?

28
Fev19

Coisas a não fazer num primeiro date!

Maria

[imagem retirada da internet]

 

  • Chegar atrasado

É assim, depois são favas contadas. Mas logo no primeiro encontro atrasos, é aquela primeira cena que cai logo mal.

  • Dar mais atenção ao telemóvel

Convenhamos, se estamos ali numa primeira impressão e se a pessoa que está connosco não para de olhar para o telemóvel, mexer no telemóvel ou na loucura ver redes sociais enquanto falamos, aquilo não tem pernas para andar. Juntos.

  • Mexer nas miudezas

Nada a dizer, que o já dito fala por si, mas não mexam sff.

  • Falar na/o ex.

Seja a mal ou a bem. Não é preciso falar nos falecidos que já devem estar enterrados. Porque se ainda há aí alguma coisa em relação ao falecido pode vir à tona. Se for bem, vamos falar bem demais. Se for mal. A nossa raiva vai vir ao de cima e isso não é bonito. 

  • Olhar insistentemente para o relógio

Estar sempre a olhar para o relógio é a prova de que, a cabeça está noutro lugar. E num primeiro encontro queremos é que se esteja ali, de corpo e alma. E até podem nem estar. Mas se não querem realmente fugir dali a correr. Não estejam sempre a olhar para o relógio porque é assim coiso.

  • Sou o bicho papão

Yap. Não comecem logo no primeiro encontro a falar que papam tudo o que mexe. Inclusive não demonstrem que não estão à espera de outra coisa, nesse mesmo encontro.

  • Comer de boca aberta

Fica esquisito sempre. Mas num primeiro encontro, comer de boca aberta e falar sempre com a boca cheia, além de não ficar bonito de se ver, não se vai perceber patavina.

  • Exagerar no perfume

Não ponho em causa o banho, porque já se sabe que o banho deixa qualquer pessoa fresca (e fofa) e deve-se tomar banho claro, mas não de perfume. Tudo o que é exagero é demais o e o que é demais vai sobrar.

  • Estar sempre à procura do espelho mais perto

É que não vai com nada estar ali na conversa com alguém que está sempre a tentar olhar para o espelho naquela de tentar perceber o melhor ângulo.

  • Ser forçado

a serem quem não são só para agradar. A mentir só porque querem que a outra pessoa goste do que está a ouvir. Isso não vai funcionar.

15
Abr16

Das amizades...

Maria

Um dia destes por entre a secção dos legumes do Lidl avistei uma cara conhecida. Não, não é daquelas que se foge a sete pés para não gastar tempo em conversas de caca. Era uma amiga que não via há imenso tempo, olhamos uma para a outra e a risota foi mutua, "há tanto tempo que não nos vemos e tinha que ser logo no supermercado entre os verdes, cá bestas"! Dois beijinhos e dois dedos de conversa. Bem, ficamos ali paradas no meio do corredor quase uma hora. Nem demos conta. O tempo voou. E com certeza devem ter reparado naquelas duas inocentes ali na letra todas entusiasmadas. Verdade seja dita, nem reparei quem passou por nós. A conversa foi óptima. Disparamos a dar novidades uma à outra, coisas que não interessam a ninguém e algumas confidências. Rimos muito a combinamos aquele café que está para ser há tanto tempo e nunca o é. Ela é uma amiga do tempo de escola. Daquelas que muito raramente nos temos encontrado. Vidas completamente diferentes. Mas muitas histórias juntas. Muitas lembranças. E sempre muitos sorrisos. A mesma idade, ambas solteiras e ambas a contar peripécias que nos juntaram no passado. "Falamos tanto nos 30 tudo ser tão diferente e afinal parece tudo tão igual". Mesmo. Conseguimos rir do passado e voltar à mesma conversa de sempre "se contas isso mato-te". É bom, saber que no fundo, há pessoas que não se dão por meios trocos, que é como quem diz, estão sempre lá, mesmo que a vida siga caminhos diferentes, vire do avesso e o tempo passe com uma facilidade que nem se dê conta. Tenho mesmo a sorte de, por entre os pingos de algumas desilusões conhecer pessoas que valem a pena.

02
Nov15

Dos 1 de Novembro*

Maria

IMG_20150531_193332.jpg

Sempre é dia de família. Sempre. Sempre é dia de sorrisos. De abraços. De agradecer. De muito norte. De Douro. De sorrisos, gargalhadas. De anho assado no forno. De vinho bom. Das inevitáveis e sempre tão surpreendentes (not!!) perguntas “quando é que casas?”. Isto de estar nos trintas. Solteira. É um assunto tipo desbloqueador de conversa para um dia em família. Todos falam, todos opinam. Todos querem falar...Dia de encontro com as amigas da mãe. De encontrar aquelas pessoas que vêm à aldeia uma vez no ano e acham-se as maiores. Porque nós na aldeia somos uns parolos. Esquecem-se é que muitos deles saíram daqui parolos e há coisas que nem com lixivia lhes sai da pele. Dia de ouvir que tenho o mesmo sorriso que a minha mãe (fico toda babada). De ver família que só vimos quase nestes dias. De sentir aquele ar puro da aldeia perdida nas montanhas. De sentir a paisagem. De descer ao rio.

Ontem foi dia de folhas secas no chão. De sol quente. De cheiro a infância. De um bom dia de Outono. De chegar a casa tirar as botas e cair redonda no sofá cansada de tanto tempo de pé.

Mas há dias que valem a pena. E dias em família preenchem-me. E eu preciso de entrar em Novembro preenchida de emoções boas. Novembro não é um mês fácil. Não me é fácil. Não tem sido. Continua a não ser. E como eu preciso que deixe de ser tão difícil...

Be good, please!

*e a sorte de ter calhado ao domingo para manter a tradição

14
Out13

É ter o coração espalhado além fronteiras.

Maria

Tive conhecimento deste vídeo através de alguém lá do grupo. O meu grupo de pessoas que foram e são (e elas sabem quem são) um ombro dos melhores nestes dias de tempestade. Onde todos sabemos a mensagem que este vídeo transmite como a palma das nossas mãos. Onde as despedidas são facas que nos espetam de quando em vez e onde os reencontros são como rebuçados que se dão às crianças e que num ápice vão-se (e nem vou dar o meu exemplo que acabou por ter o fim menos desejado nas distâncias).



Para aqueles que me foram, que transportam o meu coração numa troca de deixarem um pouco do deles, que o nosso reencontro seja breve.

Mano e pequeno sempre no meu

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