Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

28
Out16

I'm back!

Maria

Na passada terça-feira, quando disse que era um dia não e que nunca é um bom dia quando não se ouve música, de facto não foi. E quando disse que com certeza no dia seguinte seria melhor... não foi. Aliás foi um dia bem pior.

hospital.jpg

 

Graç'à Deus está tudo normal, já estou melhor e quero agradecer àqueles que mandaram mensagens, emails, deixaram comentários.

De facto, mesmo não ter estado com cabeça para vir cá, vi sempre as vossas palavras e sabem sempre bem.

Hoje é sexta está um dia lindo lá fora e diz que o fim-de-semana vai ser mais do mesmo, por isso aproveitem. E se for prolongado, minhas bestinhas, aproveitem ainda mais.

Eu vou fazer o mesmo.

Cá beijinho.

Ultrapassamos as 240.000 visitas. Oh yeah!

25
Out16

Dos dias não.

Maria

Nunca é um bom dia quando não te apetece sequer ouvir música. Quando não te apetece falar. Com ninguém. Quando o silêncio é companhia boa. Quando muita claridade não faz bem. Quando estás de camisa e casaco e o colega do lado de t-shirt. Nunca é um bom dia quando logo pela manhã já só pensas na hora de voltar a casa do trabalho, quando os olhos teimam em fechar e quando a cabeça quer encosto. Quando o estômago está embrulhado. Quando os cheiros são incomodativos. Quando as redes sociais te chateiam e não cuscas um único blog. Quando não atendes o telefone porque não estás para ninguém e quando aquele sorriso não sai. Quando no trabalho te dizem "vai embora". Quando queres somente o teu cantinho e ser invisível.

Nunca é um bom dia quando não se ouve música. Hoje não consigo.

31
Mar16

Não é fácil.

Maria

tudo menos ciscos nos olhos. não tens tempo para isso. e à frente dos outros nem pensar. respiras trezentas e noventa e oito vezes, piscando os olhos enquanto intercalas com um arregalar dos mesmos. não há cá hipóteses para choradeiras. não podes. ou melhor, não queres.

nunca achei que nada fosse fácil. mas há momentos que são particularmente difíceis, principalmente aqueles mais complicados de serem aceites. não gosto que tirem pedaços de mim. e tu negas até te confrontares com a realidade. até as pernas estremecerem e o impacto passar de fininho. mas ninguém te pode ajudar. só tu mesma. e tu sabes que vais chegar lá. mesmo que a passos pequenos. vais chegar. interiorizas.

houve um suspiro. bastou. tudo foi muito mais que ciscos nos olhos. às vezes uma pessoa não aguenta. não pode. mesmo sendo forte.

04
Mar16

Entre-os-Rios. 15 anos. 59 pessoas morreram!

Maria

Sabem a pergunta que sempre se faz "onde estavas no 11 de Setembro?". Eu sempre me lembro neste dia todos os anos - onde estavas quando caiu a ponte Hintze Ribeiro, Maria?

Foi um domingo. Tinha ido à sessão das nove ao cinema com um namorado e no intervalo que aproveitamos para dar um salto cá fora e fumar um cigarro colei na televisão ao dar em directo a notícia. Não mais esqueço. Ali mesmo à porta do cinema, todos petreificados com a notícia e as imagens. Por tanto, por tudo, pela tragédia, pelas mortes, por tantas e tantas vezes que lá passei. Que nós os dois lá passamos.

15 anos! 15 anos em que não há uma única vez que lá passe e não olhe ali para o [meu] Douro com um olhar diferente. Não há uma única vez que lá passe que não lembre.

Paz à alma de todos, principalmente aos que não chegaram a aparecer. E paz às famílias. 15 anos é muito tempo para tanta pergunta sem resposta.

Não há ponte nova que reponha nada.

Tal como a Marinha Portuguesa afirma hoje: "Nunca esqueceremos!"

[Imagem daqui]

Há coisas que não se esquecem! ♥

07
Jan16

Pessoas que sorriem são mais bonitas!

Maria

" Começou a cair.
Como se estivesse colado com a cola que usava na escola, aquela amarela. Passei a escova e caiu.
Foi um segundo. Tremi toda! Um arrepio que veio da cabeça até à barriga... Nem sei explicar bem. Senti algo a descolar mas não queria olhar! Eu sabia que, a sensação estranha quando passei a escova, não era só uma sensação. Baixei os olhos, não queria ver-me no espelho não estava com coragem...e bato os olhos no tapete. Caiu.
A primeira mecha cai, como a confirmação mais que confirmada, de tudo o que já sabes mas que até este dia parece uma meia verdade... ou uma meia mentira.
É um soco. É tudo de uma agressão tamanha para o que é ser Mulher... Há muitos segundos como este, que apetece tanto, com todas as forças, apetece desabar. Tanto!Descolar, deixar cair...
Muitos segundos. Segundos depois, dizem, o mais importante é não me cortar por dentro, não nos deixar cortar na alma.
É o tempo de munir-me dos meus, de amor e agir. Seguir, levantar a cabeça com ou sem cabelo e, por mais que doa, seguir em frente.
Ele a seu tempo volta a crescer. Ali, onde as ondas do mar ganham força e renascem todos os dias.

Que possamos juntas enfrentar com força, paz, esperança e amor todos os passos deste caminho.
Sou cada uma de vocês

Confia. "

Não há como não partilhar, daqui.

 

 [ Obrigatório ver o vídeo ]

 

Fica-se sem palavras, ciscos nos olhos, um murro no estômago. Silêncio. Transmites perfeitamente a agressão tamanha para o que é ser Mulher. No entanto a tua força é ao mesmo tempo transmitida. Talvez seja isso que me faz achar que este vídeo nos abalroa. Não dá como não sentir, como não passar a palavra, como não partilhar. Por todos, por todas as mulheres, por todos aqueles que estejam a passar pelo mesmo. Quando alguém inspira força há que partilhar. Força a todos.

A beleza é tão subjectiva. Digo sempre que pessoas que sorriem são mais bonitas. E como já aqui tinha dito, tu és uma delas. Que a vida te sorria também!

Muita Força Sofia Ribeiro!

 

04
Nov15

É nas horas mais silenciosas que o ruído faz eco e dói!

Maria

Frases blog7.jpg

Já chorei tanto do tanto que tinha para chorar. Lavei a alma. De tal maneira que hoje, faltam-me as lágrimas. Mesmo quando agarras nos joelhos e apertas junto ao peito agachando a cabeça. Aquela linguagem corporal de tristeza que te está a consumir. E tu não sabes, mas as lágrimas seriam a leveza do corpo e tão só por isso, dói. Já chorei tanto do tanto que tinha para chorar. Hoje sinto-as, mas as lágrimas não caiem.

06
Mar15

Das más experiências.

Maria

Faz hoje uma semana que da parte da manhã tive que ir fazer umas análises. Aconteceu-me o que nunca me tinha acontecido mas já tinha ouvido bastante falar. Principalmente quando falo por aqui de doarem sangue. Muitas das razões que me dão recaem sobre a vez que foram e a coisa não correu lá muito bem porque a analista/enfermeira não era do melhor e a experiência ficou para não repetir. A verdade é que sendo eu até uma pessoa que gosta de ver a agulha a entrar na veia sem desviar as vistinhas a ver se tudo corre bem nunca achei isso um problema assim tão grande, ou melhor não achei eu que houvesse alguém a trabalhar aí que percebesse o mesmo que eu, ou seja nada, de tirar sangue. Aliás depois do que vi, quando tal faço mestrado há quantidade de vezes que tiro sangue entre doar e análises.

Pois bem encontrei uma senhora que enquanto me lembrar da cara dela é melhor ela manter distância. Ela olhava para os meus braços como quando eu olho para alguém que vai plantar batatas e eu não faço a mínima como fazer sequer os carreiros. Apertou-me o braço ali rés-bés Campo de Ourique com o estrangalhar-me o dito e pegou no algodão e passou no braço ali nas veias uma vez. Duas vezes. Cinco ou seis vezes. Pensei, ou é de mim e eu tenho o braço sujo ou ela não vê um chavo de veias à frente. Se quiser tirar do braço direito as veias são mais salientes, digo-lhe eu. E ela fez aquela cara de quem vê a luz ao fundo do túnel. Arregaça o direito aperta de tal maneira o braço e vê ali uma veia toda catita. Essa mesma, digo eu, ainda há uma semana saiu daí meio litro de sangue. Ela sem dó nem piedade especta a agulha. O sangue começou a sair a medo, aquilo a doer-me e ela não parava de mexer na agulha, às pinguinhas ia caindo qualquer coisa. Tira o primeiro frasco, nem um quarto de sangue tinha, olhando-o disse “este chega”. Saca de outro frasco e nem gota. Não saía pinta de sangue. A desgraçada mexe no frasco para aqui, para ali, para acolá. Torce para um lado, torce para o outro. E eu ali mesmo a desfalecer e a ver a minha vidinha a andar ó para trás. “O frasco deve ter um problema é que não sai nada” disse. Deitou fora novo frasco e nada. Nem pinta de sangue. Aquilo estava nitidamente no sítio errado, como é possível? Eis que teve uma brilhante ideia retira um bocadinho da agulha e vai de a enfiar como se não houvesse amanhã no braço, quase a sair do lado oposto e eis que nos entretantos saiu alguma coisa. Faz pressão na agulha coisa que nem dói (o tanas é que não!) e saíram umas míseras gotas de sangue. Já chega.

Houve ali uns segundos que ao olhar para a dita senhora lembrei-me de uma professora de matemática do secundário que uma vez em plena aula disse que o que gostava mesmo de fazer era a massa e “acartar” os baldes de massa na empresa de construção civil do pai. Nesse ano a minha turma chumbou toda a matemática. Tava explicado. Nem toda a gente é vocacionada para aquilo que segue e há alguns que falham redondamente nisso.

A sério só de me lembrar daquela bestinha a tirar-me sangue até se me contorce o estômago.

11
Set14

11 de Setembro

Maria

“- Então podemos marcar o parto para 11 de Setembro?

-Não Doutora, 11 de Setembro não, caíram as torres.”

Foi assim que uma amiga declinou a hipótese da filha nascer a 11 de Setembro. Os argumentos? Fácil. Dia de lembranças más. Caíram as torres nos EUA. Foi um acontecimento mundial em mau. É um dia pesado. É um dia negro. Um dia de imagens chocantes. Há coisas que não se esquecem, não são para se esquecerem, marcam dias, ficam datas. Eu posso quase não me lembrar no dia, mas se tenho que dizer ou alguém diz “Hoje é dia 11 de Setembro” automaticamente me lembro dessa tragédia e as imagens das torres abalroam-me num ápice. Ontem fez um ano a piolha cuja mãe não quis que nascesse a 11 de Setembro. E hoje, 13 anos dessa tragédia que foi o 11 de Setembro de 2001. Foi há 13 anos que o coração da América sofreu e o Mundo mudou.

Sobre mim

foto do autor

Espreitem Como eu Blog

Sigam-me

<>

INSTAGRAM

<>

<>

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Sorriso desde 11/02/09

<>

<>

Twita-me

<>

<>

Pesquisar

Arquivo

    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2013
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2012
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2011
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2010
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2009
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D