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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

25
Abr19

25 de Abril

Maria

Obrigada a quem conquistou esta minha/nossa liberdade.

Obrigada a quem lutou pelo fim da ditadura. A quem lutou pela democracia. Obrigada por, sendo eu ainda para mais mulher, ter a liberdade de ser quem eu quero. Obrigada pelos direitos humanos e individuais conquistados. Nunca é demais agradecer pela coragem que nos trouxeram aos dias de hoje.

 

"Foram dias foram anos a esperar por um só dia.
Alegrias. Desenganos.
Foi o tempo que doía com seus risos e seus danos.
Foi a noite e foi o dia na esperança de um só dia"

Manuel Alegre

18
Dez18

A obrigatoriedade das férias

Maria

Estou cansada.

Estamos a poucas semanas do fim do ano e posso dizer que estou mesmo cansada. Sinto que foi um ano cheio de altos e baixos no trabalho, mas muito bom para a empresa. Com a consequência de muito trabalho para mim. Muita papelada. Muitas burocracias. Muitos números. Muitos. Muitas dores de cabeça muitas horas perdidas em excel com fórmulas e mais fórmulas para ajustar números e reconcilia-los.

Cada um terá as suas dores de cabeça. E em todos os trabalhos as há. Mais ou menos. E tão por isso acho que esta é das melhores alturas do ano para se tirar férias. Para descansar mesmo. Para acalmar os cavalos e tentar desacelerar a mente. Para respirar fundo e para fazer nenhum. Que às vezes também é preciso. É em Janeiro que o ano me recomeça, ao contrário de todos aqueles que tiram férias durante o ano e sempre que voltam é recomeços. Setembro nunca me foi um mês de recomeço. Janeiro é. 

Estou na última semana de trabalho do ano. E ansiosa pelas férias. Não tenho nada de maior programado. Nem sequer vou ter cá os meus para poder gozar ainda melhor mas vou estar de férias. De inverno com as temperaturas baixinhas que começam a chegar e eu não vou ter horários. Vou descansar.

E acho que todos deviam ter férias. Continuo a saber de histórias de vida que realmente chocam qualquer um. Histórias que as greves a saber teriam vergonha do que provocam. E é triste. É triste que os direitos dos trabalhadores fiquem na consciência de quem não a tem e por isso não as dá. No privado pois claro.

As férias ajudam-nos a trabalhar melhor. A ser mais produtivos. A ser mais empenhados. A gostar de como nos compensam. Ajudam-nos a ser mais positivos, a restabelecer energias, foco e vontade de continuar.

Sempre que prejudicam um trabalhador. Que deixam esse trabalhador não se sentir capaz e  legitimo dos seus direitos. Sempre que o humilham, que não lhe dão valor. Que o ambiente de trabalho fica pesado. Ele não será o melhor trabalhador. Ninguém quer dar mais a quem é injusto. Só vão fazer com que não se anime no trabalho, não procure ser melhor, deixe andar no tanto faz até ao tanto fez. Não vos recompensará com o melhor que pode ser. POrque na verdade, ninguém gosta de trabalhar onde se sente injustiçado e se trabalha é porque na maior parte das vezes, a necessidade assim o obriga.

18
Set18

Sexismo. Machismo. Feminismo.

Maria

Hoje em dia por conta da luta de igualdade de direitos há muito deturpar de situações e de expressões que não fazem as pessoas olhar com olhos de ver para a situação em si.

A descriminação existe. Existe o machismo. Existe o feminismo. Existe o racismo.

Assim como existe a má educação. A falta de civismo. A falta de respeito pelo próximo. A frustração.

Tudo isto são bombas em constante manuseamento e prestes a dar o booom literalmente.

São pontos de vistas completamente diferentes que chocam.

Muitas vezes tiram a razão a quem a tem. Porque lá está, quando estamos convictos da nossa opinião e confrontados com algo que não acreditamos, por todos os astros alinhados ou não, somos contra.

E já vi guerras começarem por menos.

Vamos lá atinar numa coisa. Deixemos-nos de levar tudo ao exagero e tentemos analisar as questões sem nos envolvermos pelo que acreditamos.

A mais recente polémica, do texto também ele polémico de alguém na Capazes que escreveu "Se és mulher mantém-te Serena!".

Eu gosto da plataforma da Capazes. Já escrevi lá. O que não quer dizer que concorde com todas as crónicas que lá vão parar. De longe. 

Esta então foi, a meu ver, um autêntico disparate.

Por muito feministas que sejamos, por muita luta que queiramos ter em busca da IGUALDADE de direitos. Não podemos, em caso algum, fazer-nos rever desses direitos em atitudes de má educação, mau perder, frustração, desrespeito para com o outro. Que foi nitidamente o caso da Serena para com o jogo, para com o adversário, nomeadamente para com o árbitro, que pelo pouco que percebo de Ténis, fez o que lhe competia. O texto sim é que foi triste. Começando logo pela opinião de que o árbitro quis ser o protagonista do jogo...

Não consigo ainda mais perceber, como uma plataforma como a Capazes, em cada comentário que foi sendo feito não concordando com o texto, respondeu com um excerto do mesmo texto que em nada, nada tinha a ver com o que realmente ali aconteceu.

Não foi uma situação de racismo nem de machismo nem de sexismo. Foi uma pessoa que está habituada a vencer que errou, foi punida e respondeu da pior maneira possível. Resmungou, levantou o dedo ao árbitro, foi mal educada e ainda deitou a raquete ao chão numa de o mandar para lá de Bagdá (bem sabemos).

Se o texto fosse sobre parabenizar a adversária da Serena, que levou com uma menina mimada a não querer descer do trono e a levar um "espectáculo" todo para ela ofuscando injustamente a verdadeira campeã, quando a outra tenista merecia todo o brilho do espectáculo para si. Serena também lhe faltou ao respeito com toda aquela atitude espalhafatosa, lamentável e injusta.

Não consigo perceber como, ao querer lutar contra a desigualdade de género se deixem deturpar com outro tipo de situações que nada tem a ver.

Neste caso. Eu nunca me "manterei Serena". A sê-lo, cortem-me os pulsos, não quero que me ponham num pedestal porque sou gaja, mal educada, frustrada, má perdedora e a fazer birras como se tivesse quatro anos e não me deram aquela boneca que eu tanto queria.

Poupem-me. Eu sou feminista no querer que a igualdade se dê. E não no querer acima do que quer que seja, dizer que sou feminista e apoiar atitudes de mulheres que também erram. Em grande.

Antes que venham as chibatadas do lado de quem concordou com o texto, tenho a explicar que, a Serena pode ser uma activista feminista, mas associarem aquele acto, daquela situação, a sermos todas Serenas é descabido. D-e-s-c-a-b-i-d-o.

25
Abr14

25 de Abril

Maria

Não sou a mulher ideal de hoje muito menos a mulher ideal de há 40 anos atrás. Agradeço por não ter vivido no antes 25 de Abril de 1974 e agradeço a tudo aquilo que foi conquistado, a todos principalmente a nós mulheres. A liberdade está nas coisas tão simples do hoje no nosso dia-a-dia, desde o podermos opinar; o dizermos «não quero»; o poder de trabalhar; o poder decidir sobre o casar ou não, com que idade e com quem; o poder de não ser apenas e só um produto/objecto do homem; usar isqueiro sem ter que tirar licença; poder falar de política. Tantas e mais coisas que, por mais que nos dias que correm estejamos perante um governo que insiste em apertar um cinto de maneira até que a respiração nos seja restrita, segundo o que me foi ensinado do antes 25 de Abril, temos que comemorar uma liberdade que se conquistou. Sempre, Viva a Liberdade!

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