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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

27
Out20

Dois suspiros bem fundos por dia, não sabe o bem que lhe fazia...

Maria

Suspiros

 

Não tenho escrito como gostaria.

Não me lembra escrever tão pouco.

Não gosto de dizer que não tenho tempo. Que até falta mas, na verdade a inspiração anda pela rua da amargura.

Acho que quem me segue por aqui já se apercebeu disso há muito. Muitos deixaram de vir e eu percebo - está tudo certo.

Como já disse anteriormente vou actualizando mais as redes sociais por uma questão de ser mais prático. Mas espero sinceramente mudar isso e começar a partilhar mais por aqui como tanto gosto.

Eu sabia que Outubro seria assim. Um mês de correria. De força coragem e luta diária. Mas às vezes sinto que não pensei que seria tanto. Mas está tudo certo.

Há duas semanas vi-me acordar todos os dias às sete da manhã para antes de ir para um dia de trabalho deixar tudo feito em casa. Incluindo máquinas de roupa lavada e estendida. Eu. Quem diria. Não que não fizesse nada em casa, mas levantar-me cedo para o fazer nunca o tinha feito. De há duas semanas para cá nunca me dediquei tanto também à cozinha, mas continua tudo na mesma, gosto bem mais de comer que de cozinhar.

Na semana passada trabalhei em part-time porque não deu para mais e mesmo assim desdobrei-me o mais que pude. Sinto-me com vontade de fazer muito mais, mas cansada. 

No dia em que vos pedi energias positivas a minha Mãe estava a ser operada. Obrigada, está tudo a ficar certo, espero.

E então tudo ficou para segundo plano. Incluindo a escrita. Porque ora estou bem ocupada, ora estou cansada com sono e com vontade de dormir até 2021.

Acho que nunca tive os meus níveis de stress tão desorientados. Não me lembra de me desligar tanto de tanto. Não me lembra de psicologicamente me sentir tão cansada.

E depois ainda temos o mundo lá fora. Em plena pandemia. E ainda custa mais ver o meu norte com pouco norte. E claro nesta altura da pandemia todos conhecemos alguém que já foi apanhado pelo bicho.

Quero acreditar que tudo vai mesmo ficar bem. Mesmo sendo a expressão mais usada em 2020 quero continuar a acreditar nela com a mesma convicção que a pronunciei pela primeira vez.

Tenho cada vez mais saudades de certos abraços. De certos colos. De certos ombros. De chorar para acalmar. E está tudo certo.

Há alturas que tudo só vem para te fazer perceber ainda mais o que interessa. E quem.

Espero que desse lado esteja tudo bem, dentro do "bem normal" destes dias.

Sorrisos  

29
Set20

Faceweek*

Maria

Há muito tempo mesmo que não sai esta rubrica. E quando escrevi o ultimo post estava longe de pensar que haveria uma pausa de tanto tempo pelo motivo que foi.

Primeiro todo o tempo de teletrabalho que não inspirou. Depois voltei ao trabalho mas ao fim de duas semanas recebi o tal telefonema e fui fazer uma cirurgia.

Mais uns dias sem pôr os pés na empresa [mas sem inspiração para  blog também] por ter ficado de baixa e quando voltei à carga a inspiração continuou a não chegar e levei com todo o trabalho que desde Março andava a ser feito aos "remendos". Mais todo o trabalho que está a acontecer, quando meio mundo parece parado e ainda assim Graç'à Deus isto não pára. Mas calma. Para isto não dar o "tilt", alguma coisa foi ficando para trás. Infelizmente entre as redes sociais e o blog ficou o blog. Não por não ser a prioridade, que o é, mas por actualizar as redes ser outra facilidade. E facilidade é a palavra chave que tenho procurado todos os dias.

Adiante.

Vou partilhar aqui alguns looks usados nos últimos tempos e que gostei mais.

Quase nada de novidades, visto que fiz algumas compras online mas poucas e pouco fui a lojas. E vocês, o que compraram mais durante estes tempos e optaram mais pelo online?

Uns looks ainda de fim de verão e de seguida uns mais à Outono.

IMG_20200928_155312.jpg

Coisas novas: o top verde e amarelo da @H&M comprado nos fins dos saldos. Os calções de ganga básicos da @Primark. O vestido das riscas oferecido. E o vestido verde que adoro, comprado na minha última ida à @Primark.

IMG_20200928_155651.jpg

Os calções brancos são muito parecidos, mas não são os mesmos. Uns são bem antigos e os outros comprei-os na @Lefties por serem parecidos com os outros e eu adorar o modelo.

IMG_20200928_160027.jpg

IMG_20200928_164345.jpg

Nestas últimas fotografias como podem ver a minha juba está a gritar para ir ao corte, visto que o faço normalmente no fim do verão mas ainda não deu.

Um dia destes no instagram falava sobre eu não ter um estilo único. Como podem ver nas fotografias depende do dia. Uso cada vez mais sapatilhas, mas isso não quer dizer que tanto dê para uns jeans, como para calças de tecido ou blazer.

E falou-se também por lá sobre pessoas como eu que não escolhem previamente o outfit do dia seguinte e os outros que, eu admiro, conseguem deixar do dia anterior a roupa pronta para vestir na manhã seguinte e que devem poupar imenso tempo com isso. Vocês a que "grupo" pertencem?

 

Podem sempre acompanhar todas as novidades pelo Facebook. Ou pelo Instagram - @sorrisoincognito 》

01
Jun20

Efeitos colaterais de uma quarentena

Maria

Não sei se será o melhor título.

Poderia ser "efeitos secundários de uma quarentena", no entanto, sinto que estes efeitos a que me refiro nem sempre estão em segundo plano. Adiante.

Vivi 67 dias de quarentena. Confinamento. O que quiserem. Saindo à rua por raras excepções e pelo menor tempo possível. Isso, ficarão histórias para contar.

Primeiro estranhei, depois entranhei. Como quase tudo na vida. Novo. 

Na verdade a minha quarentena não foi assim tão má e não deprimi, foi o que mais temia sempre. Porque uma pessoa sabe que um pé, neste tipo de confinamento está sempre ali na corda bamba entre o vai ficar tudo bem e o isto vai descambar e eu vou atrofiar e vamos lá rezar a todos os santinhos a ver se a sanidade mental não se vai pelas costuras. Foi mais ou menos assim. Graç'à Deus nunca senti isso e a coisa fez-se mais ou menos bem.

Vir trabalhar fez-me super bem. Mas... há sempre um "mas". Primeiro tive medos até os partilhei por aqui. Muitas vezes por saber exactamente que, não ficará tudo bem para todos e isto está, longe de "acabar".

E nós vamos/estamos bem diferentes. Não necessariamente para aquilo que de início idealizamos. O desconfinar é um processo e tanto. Mas desconfinar da pessoa que éramos é outro processo. O sermos melhores, mais resilientes. Mais solidários, mais próximo do próximo (não necessariamente fisicamente)... não é algo que de repente quem não costumava ser, passará a ser.

IMG_20200601_141215_734.jpg

 

Mas quero aqui começar uma nova fase na minha vida.

Queria muito que Junho fosse um mês que me fizesse um bocadinho mais feliz.

Entendedores entenderão.

Acordo super bem disposta, ando super bem disposta. Rio imenso. Apetece-me ser feliz. Ser mesmo melhor pessoa, mas depois há alturas do dia que sou tipo invadida por um mal estar pessoal (não de saúde), mas que não me sinto bem, que não me acredito no - tudo vai ficar bem - que me dá medo, que me deixa frustrada por estar desiludida com algumas pessoas, por continuar às vezes a ter esperança em que sejam comigo como sou com eles. Por ter alguma coisa mal resolvida e que de quando em vez "assombra-me". Por ter o calcanhar de Aquiles a jeito de me magoar. E não quero. Por ter coisas menos boas que não me largam e eu estou cada vez a deixar que me irritem.

Queria muito que Junho fosse uma motivação. A minha continuação num foco que me desliguei e que abandonei o barco não à deriva mas ali a uma rocha perto. Queria muito voltar a ter esperança em pessoas. E estou ansiosa por abraçar pessoas que estou a sentir demasiado a falta de as sentir, que me fazem super bem e que são necessárias para o meu bem estar. E para naturalmente não deixarem a minha sanidade mental pela hora da morte. Estou a precisar de rir com essas pessoas. De desabafar. De olhar só nos olhos porque elas saberão o que eu preciso. E estou aqui de corpo e alma para os meus, para lhes passar esta energia e boa disposição que ainda se sobrepõe aos dias menos bons. E às horas que amolecem.

Junho acredito em ti. E em mim ♥

14
Jun19

Descomplica!

Maria

89.  Descomplica.png

 

Isto são uns segundos de vida da qual  segundos gastamos a complicar o desnecessário. Passamos demasiado tempo em busca de algo quando não aproveitamos o que temos nem lhe damos o devido valor. Moemos a cabeça com imensas perguntas e depois nem damos valor às respostas. Que por vezes estão tão ali à nossa frente. Se tudo parece fácil é porque algo está mal e isto tem que ter outro reverso da moeda.

Passamos tempo a acreditar que as coisas melhores estão por vir. Que isto chega a uma altura que descomplica e deixa de estar tão cinzento. Quando fomos nós, na maior parte das vezes a complicar o simples.

As pessoas queixam-se mais, que o tempo que perdem a agradecer. Pedem muito e continuam sempre a agradecer pouco.

Continuamos a gastar tempo com aquilo que não nos acrescenta mesmo nas vezes que dizemos que não vamos perder esse tempo. Já foi.

Passamos o dia a correr, sem ter tempo para tanta coisa e no fim desperdiçamos o dia. Não paramos para olhar mais à nossa volta. Atendemos telefonemas no corre corre, não paramos para desfrutar da conversa. E não devolvemos chamadas porque nos esquecemos que alguém ligou. Talvez três dias depois e aí já nos penalizamos por nos termos esquecido e volta a passar. Mandamos as mensagens mais directas possíveis e até com os amigos esquecemos de relembrar o quanto gostamos daquela amizade. E precisamos.

Complicamos com a resposta "havemos de combinar".

A verdade é essa, precisamos de qualidade de tempo, e desperdiçamos o pouco tempo que temos a complicar.

Teremos nós, sempre, tempo de descomplicar?

17
Out18

O que reconforta dias menos bons no trabalho?

Maria

Dou um exemplo.

Trabalho com uma equipa de Lisboa que é muita simpática. Já há uns anos. Não conheço pessoalmente ninguém, mas falamos muito ao telefone. E quase todos os dias por email.

Aqui na empresa também ninguém conhece a equipa. No ano passado, no Natal mandaram-nos uma caixa de chocolates com a mensagem "para a equipa mais simpática do norte".

E uma pessoa fica babada. Primeiro porque nunca fomos apresentados, mas já com tanto tempo de trabalho "juntos" e através de chamadas, emails conseguem ver que somos essa equipa simpática.

Cada dia que abro um email da empresa e que começa por "Olá Olá equipa mais simpática do Norte" , "Olá boa tarde gente Boa do Norte" seguida SEMPRE de um sorriso aquilo faz o dia. Porque é sinal que o trabalho que estamos a fazer está a ser feito da melhor maneira, daquela que é a nossa maneira de trabalhar e de estar na vida. Na verdade a nossa equipa é mesmo simpática, somos todos boa onda, e gostamos de resolver tudo sempre em bem (até as nossas divergências clubísticas!). E isto é reconfortante. "Oferecemos sempre cafés e sorrisos". É o que dizemos todos aqui. E na verdade é mesmo bom quando alguém nos diz que gosta de trabalhar connosco. Felizmente há muita gente que vem cá e nos diz. Mas dizerem-nos quando nem nos conhecem o rosto, quando nunca nos apertaram a mão, quando nunca nos olharam nos olhos é mesmo muito bom!

Assim como outro exemplo que tenho um senhor de outra empresa que também não conheço e que normalmente manda emails como "Bom dia cara linda" "cumprimentos menina simpática"... e uma vez, visto que nunca nos vimos pessoalmente em tom de brincadeira disse-lhe ao telefone "olhe a minha sorte de não me conhecer pessoalmente, os seus bons dias são sempre diferentes" ao que me respondeu "uma pessoa tão simpática como você, que o é sempre, só pode ser uma cara linda". Eu agradeço até porque este é um dos senhores que sempre me manda umas garrafinhas de maduro tinto no Natal (ahah).

E é isto.

 

E isto bate muitos pontos no que diz a satisfação no trabalho.

Se é que me entendem...

28
Nov17

"Abriguem-se"

Maria

Gosto de acordar bem disposta. Do café da manhã. Não gosto de acordar já sem pachorra. Daqueles dias chatos. De nevoeiro e chuva miudinha, também não gosto de muita chuva e nem de trovoada, mas os de chuva miudinha - aquela "molha tolos" tipo a de hoje - não me agrada.

Não gosto destes modos inexplicáveis que nos fazem marionetas de um corpo. Tanto me apetece tudo como não me apetece nada. Ora quero não comer mais hoje, como me apetece comer todo um mundo (se calhar isto não é só na tpm). Ora quero acabar trabalhos, mas não me apetece mexer uma palha. Fico com ciscos nos olhos por tudo e por nada. Enervo-me até com o pão que traz farinha a mais. Quero-me concentrar numa coisa, mas estou a pensar em mil e duas ao mesmo tempo. E lágrimas nos olhos. E apetece-me estar sempre a falar com os meus. Ligo a todas as horas para ouvir mais um pouco. E depois ouço o pequeno e lá vem ciscos.

Este é todo um modo lamentável que dias há não dá para contornar. É vivê-lo, mas posso estrebuchar um pouco? É que não dá para aceitar sempre só porque sim. Raio de cena de gaja mais marada que nos havia de acontecer. E depois somos insuportáveis. Pois somos. Eu aceito. Como não?! Eu própria tem dias que é do caneco aturar-me. Mas qual a outra opção?!

Cortar os pulsos está fora de questão, em alturas de chorar por tudo e por nada a coisa não ia dar certo. Pareço as grávidas em fim de linha que ficam muito sensíveis. Ou aquelas pessoas que são demasiado lamechas. Sei lá. Isto é esquisito. Mas sinto mesmo que tudo me cutica. Talvez porque vem aí Dezembro... E eu ontem dei início à caça do pai natal de chocolate. Aquele chocolate dos pais natais são mesmo bons ou é só um fetiche meu?

Adiante. É oficial, “abriguem-se” de mim! Não sei se isto se apega ou se dá três dias antes de partir. Mas é um aviso. "Abriguem-se" de mim - ele há dias...

01
Jun17

Há quanto tempo não brinca?

Maria

Se há coisa que eu gosto é de publicidades com lições dentro. Esta é mais uma. Simples. Directa. E verdadeira.

 

Há quanto tempo não brinco?

Sei lá, desde hoje de manhã, quando o meu chefe deixou cair uma parte da maquina de café, sujou tudo e eu não resisti a "já fez o seu contributo para o dia da criança"!

Sim, eu por norma sou uma pessoa que brinca sempre. Nunca me esqueci disso. Mas acho que é uma das essências da minha vida. Do meu sorriso. Da minha genuinidade.

Quem me conhece sabe isso.

Estamos perdidos num mundo que cada vez mais se fecha no mundo de cada um, no mundo da internet e dos smartphones (essencialmente). E a cada dia que passa matamos mais um pouco a criança que há dentro de nós e alimentamos mais um pouco as crianças que hoje crescem nas tecnologias.

 

Eu continuo a querer brincar todos os dias.

Se há coisa que agradeço é puder sair do escritório, e puder brincar com as "minhas" crianças. Sou a palhaça de serviço dos meus sobrinhos/as. Faço caretas piores que a deles e deito a língua de fora. Sento-me no chão para brincar na casa das bonecas. E continuo a fazer de conta que como o bolo de plástico que me preparam nas cozinhas de meio metro. Sou a primeira a calçar as sapatilhas para ir jogar à bola. E já joguei à macaca num bar para manter o sobrinho acordado! Dou a cara para fazerem maquilhagens maravilhosamente estranhas. Ajudo sempre a fazerem bolas de sabão. A mudar as roupas das bonecas. Ou a desenhar mesmo que seja péssima em fazer uma única linha. Nunca digo que não às escondidas, continuo a fingir não as ver e escondo-me sempre com o "rabo de fora" só para ouvir aquelas gargalhadas maravilhosas.

Mesmo em casa, continuo a entrar em bicos de pés e a "assustar" com um "buuu" os meus pais quando me lembro só para rirmos juntos da parva que continuo a ser.

Acreditam que há coisa melhor que isso?

Eu não.

 

Permitam-se a isso. Brinquem. Não deixam de ser quem são. Continuo a querer fazer todos os dias o meu trabalho melhor. Continuo a ter uma empresa em que todos os dias tenho que me empenhar. Continuo a ter que lidar com fornecedores, clientes e a ter reuniões chatas. Continuo a ter que fazer contas. Gerir contas. Saber o que é o Iva, pagar à segurança Social e lidar com prazos da AT. Continuo a ter que "ler" medidas de projectos. Mas não abdico de trabalhar para que a criança que existe dentro de mim não me morra.

(Sabem aquele momento em casa que as crianças dizem "anda brincar comigo" e vocês respondem que estão cansados porque se querem sentar no sofá pegar no telemóvel e ir para as redes sociais? Esqueçam isso)

Fica a dica :)

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