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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

10
Mai22

365 Dias: Naquele dia!

Maria

Após ter visto o primeiro filme 365 DNI em 2020 e ter comentado aqui, voltou a estar nas bocas do Mundo e não pelas melhores razões.

Vejamos, chegou ao número 1 dos mais vistos em PT na Netflix e tal como o primeiro, não pela sua qualidade, mas por tantas criticas à sua volta.

 

Fui ver. Assim como o anterior. E além do actor principal, Maximo interpretado por Michele Morrone, jeitoso, bad boy em bom para alegrar as vistinhas, eis que o melhor deste filme é... é mesmo o "jardineiro" Nacho interpretado por Simone Susinna, outro pedaço de mau caminho, lindão e que consegue virar todas as atenções para ele e esquecer o mau do filme.

Escrevi assim no primeiro: "Nem sei bem por onde começar,  não querendo fazer spoilers mas dar dicas, aquilo só vale a pena pelo jeitoso do protagonista, e mesmo assim... É um drama erótico, diz. Mas... há umas cenas calientes um bocadinho forçadas por um enredo que não me cativou lá grande coisa. " Acrescem agora que, é tudo um bocado forçado, a personagem principal Laura, passa a maior parte das cenas com cara de enjoada e sortuda de um raio que só lhe caiem aos pés jeitosos daqueles, mas que faz as cenas de um jeito em nada cativante, com pouco glamour para um filme que quer parecer sexy, intimo, caliente e fica à margem.

Estão a ver um 50 sombras de Grey ao que o queriam "colar"? Nada a ver. É fracote.

Mas gajas que me lêem, os homens dão nas vistas, ai isso dão! Só. 

07
Abr22

Não sou nem nunca serei uma fashion blogger, muito menos em... #23

[Moda]

Maria

IMG_20220407_204824_643.jpg

 

Portugal.

Inverno.

Sandálias.

Eu sei que acabamos de aterrar na primavera e também tenho bem presente que sou do Norte mas... Não consigo entender o uso de sandálias no Inverno. Não consigo.

Às vezes parece que habito num outro planeta dentro do meu país, quando vejo tantas fotografias por essas redes sociais e internet de mulheres com sandálias. Até pode estar sol, mas hoje saí de casa com 3ºC só por acaso. Sandálias? Bahh

É por estas e por outras que, como vocês sabem, não sou e nunca serei uma Fashion Blogger.

08
Fev22

Sangue precisa-se.

Maria

Eu sou aquela pessoa que ainda acredita na condição humana. Parva que sou, tantas vezes. Desculpem-me os mais sensíveis. Mas... eu gostaria de acreditar que podia ser feito algo para combater a estupidez, mas também sei, que na maioria dos casos, haveria negação de quem teria mesmo que se disponibilizar ao tratamento. Vidas...

Isto para desabafar um pouco sobre tamanha estupidez que se lê por essa internet fora e confesso, tem muitas vezes que preferia voltar ao "tempo dos Afonsinhos" e não ter acesso à internet para não chegar à conclusão que certos seres existem e têm também eles acesso à internet. Uma pena.

Ora, há notícias que suscitam a minha curiosidade e ao ir ler, também tenho uma tendência (parva eu sei) de ler comentários à mesma, principalmente quando acho que as notícias são importantes. E deparo-me imensas vezes com pessoas que só podem ser umas frustradas e sem sentido de vida que vão aos comentários deixar a sua raiva pessoal.

Ora, um dia destes deparei-me mais uma vez com uma notícia sobre a escassez de dadores de sangue nesta altura e de como o sangue da reserva nacional está a ficar escasso e a atingir níveis demasiado baixos... e a mesma dizia que "pessoas que são vacinadas só precisam esperar sete dias após a toma para poderem doar sangue". Ora por acaso interessei-me pela mesma, porque quero dar sangue, como dadora que sou, e tomei há poucos dias a dose de reforço então fui ler o artigo/notícia. Qual não foi o meu espanto que a maior parte dos comentários são sobre pessoas que não quiseram ser vacinadas e não querem receber sangue de pessoas vacinadas.

Atenção isto não tem nada a ver com eu concordar ou não em quem quer ou não ser vacinado. Nada disso. Acho que cada um é legítimo de ter a sua escolha. Mas...

Não sei se me senti parva eu quando procurei ler algo que me esclarecesse sobre quando é que posso voltar a dar sangue, se são as pessoas que não se importam sequer como estão os níveis de doações e reservas, mas importam-se em querer clarificar se é possível esclarecer de quem recebem. Fiquei incrédula com aqueles comentários.

Esto tipo de gente acredito são pessoas que não sabem o que é o acto de doar sangue. E espero que nunca precisem de o receber. É bom sinal. Caso contrário, vai ser só parvo eu sentir que há pessoas estúpidas ao ponto de não saberem o que é este acto, e que se se interessassem e se o fizessem, ponderavam em ser pessoas mais abertas, mais dadas ao próximo, com valores, com gratidão por ajudar sem saber a quem, por dar sem esperar receber. Mas o acto de doar não está, de facto, ao alcance de muitas pessoas.

Saibam mais sobre doar sangue em www.ipst.pt

22
Out21

Separados à nascença? #8

Maria

png_20211022_103821_0000.png

Assim que vi o Peter Gadiot (o meu mais recente crush famoso) na série que vi nos últimos tempos e que adorei "Rainha do Sul" fez-me lembrar alguém. Aquela sensação de "esta cara não me é estranha" mas não estava a ver logo com quem o achava parecido. João Paulo Sousa. Tem algumas parecenças. Alguns ângulos ainda mais. Algumas expressões. Lá está agora faz-me sentido. Pelo menos a mim faz.

Da rúbrica - Separados à nascença

13
Set21

Maria, o que trouxeste das férias?

Maria

[ A mochila com mais bagagem ]

Já estou a trabalhar há duas semanas e parece que as férias já nem lembram. Queremos voltar com as energias renovadas e em alta mas confesso, mais uma vez até porque tenho a sensação que é muitas vezes assim, voltei cansada e com o ritmo tão acelerado que este ano o trabalho está, nem tenho tido tempo parar respirar em condições. Tanto que um dia destes na minha hora de almoço adormeci. Quando isso me aconteceu? Nunca que me lembre.

IMG-20210829-WA0002.jpg

 

Voltar cansada no meu caso é porque aproveitei ao máximo o que tinha para aproveitar naqueles quinze dias. E o melhor? Aproveitei os meus. Voltamos a estar juntos. No verão, coisa que não acontecia há imenso tempo e foi só óptimo. Passeamos todos juntos. Juntamos ainda mais família. Houve reencontros que há anos e anos não aconteciam. Fomos a sítios que nunca fomos juntos. Rimos muito, abraçamos, visitamos. Comemos melhor. Ficamos até tarde a conversar. Fizemos zero em alguns dias. Mas estivemos juntos. Nada, mesmo nada mais importa. E só por isso foi maravilhoso. 

Estivemos em sítios prometidos (Fátima). Fomos a lugares que não visitávamos há muitos anos mesmo, como São Leonardo da Galafura. Voltamos a lugares de infância como as Pias!

Consegui antes disso, tirar uns dias com amigos. O melhor também? Consegui juntar duas das minhas melhores amigas de infância/escola em férias. Partilhamos casa, rotinas, gargalhadas, jantaradas e conversas. Continuo a dizer que, melhor que fazer novas amizades é conseguir juntar as antigas. Conseguimos. Correu bem. E foram uns dias bem passados.

Conseguir ter amigos que façam parte da nossa bagagem em tantos anos que vamos escrevendo história é raro e muito bom mesmo. Traz-nos a sensação que estamos a fazer alguma coisa bem. Que o que transmitimos tem eco sentido.

Como acho que sempre dei a entender, se tiver os meus perto, sejam família ou amigos que viram família está tudo bem. É o que realmente importa. É o que levamos desta vida. É o melhor que podemos ter, pessoas do bem connosco. No matter what. Eu tenho sorte. Eu sei. E agradeço.

Claro está, também trouxe quilos a mais. Sim dois quilos e meio a mais das férias que vão agora demorar tempos infinitos a desaparecerem, se d-e-s-a-p-a-r-e-c-e-r-e-m!

E não comi a bola de berlim na praia. Juro. E fiz praia, pouca é certo, mas fiz. Mas comi muita coisa boa a compensar! Nem falo da melhor comida do mundo, esmerada por estarmos todos juntos, mas foi cabidela, muito arroz do forno, batatas assadas e carne, muita carne. Postas de bacalhau de nos atirar pro lado. Assados na brasa. Vinho caseiro. Vinho maduro tinto, vinho rosé. Francesinhas. Pizza da boa. Cavacas. Bolo do alto amarelo. Doces (fatias) do Freixo. Ovos moles. Bolos variados. E foi muito isto. Há falta de bola de berlim na praia uma pessoa não fez por menos (que o diga a balança!).

Valeu pelo passeio que foi tão bom quanto os momentos em que estivemos sentados todos na varanda a não fazer nenhum na conversa. Não se esqueçam - o melhor da vida é estar junto. Junto dos que se amam. E está tudo bem e certo ❤🍀

E as vossas férias foram boas?

 

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28
Jul21

Maior e vacinada

Maria

Passamos toda uma vida a usar a expressão e só agora faz sentido.

Tomei hoje a segunda dose da vacina à COVID-19. E sim já sei que ainda não tenho certificado vacinação válido, só daqui a 14 dias (mesmo sem partilha de fotografia da toma nas redes sociais). E é isto que muitas pessoas ainda não assimilaram. Mas é preciso porque senão continuam a ser "travadas" ao apresentar o certificado em qualquer sítio que o solicite, antes do tempo.

Na primeira dose tive zero sintomas (não conta o ter o braço dorido no dia e na primeira noite pós toma) e espero sinceramente que esta dose seja igual. A não ser que seja certo fazer crescer os seios e isso já são outros quinhentos :)

Se me perguntarem se estive sempre certa do que queria, não. Mas as dúvidas são apenas as normais e não lhes dei muita margem.

Se eu não acreditar na saúde, vou acreditar em quê? Se tiver um acidente ou se entrar de emergência num hospital, não vou estar a perguntar o que me vão dar como medicação, quero é que me ponham boa e é neles que vou confiar a vida logo - aqui não podia ser diferente.

Aqueles trinta minutos na zona de recobro é sinceramente a "pior" parte. Só porque estás ali e trinta minutos servem para pensares em muita coisa. Ou fazes "scroll" com o telemóvel, regra quase geral, ou senão ainda começas a panicar que já estás a sentir aquela dor de barriga, ou aquela fisgada na cabeça,  a ficar com os calores, ou como no meu caso a ter fome. É o meu efeito secundário para quase tudo - fome! Saí de lá com uma larica tanto da primeira vez como desta e a sorte é que fui recebida no trabalho com um croissant para reestabelecer energias. Cá rico!

IMG_20210728_115027_265.jpg

 

Há muitos "mi mi mi", diz que disse, fez que fez, aconteceu que não aconteceu. Há sintomas adversos, óbvio. Há efeitos secundários? Claro. Há quem os tenha há quem não os tenha? Como acontece com qualquer outro medicamento.

E desse lado, medos? Tomaram a vacinada ou não querem? Efeitos secundários?

É claro que o uso de máscara continua a ter que ser um acessório importante e diário, distância social, lavar bem as mãos, álcool gel sempre seguido. Tudo igual a "ontem", ok?

Partilhem coisas com esta mais recente "produto Pfizer" e mantenham-se saudáveis e protegidos!

Ah e usem a aplicação "SNS24" para facilitar coisas e além de ser prática e terem logo lá acesso ao certificado, ainda conseguem ter acesso ao vosso boletim de vacinas (o que para distraídos como eu é um achado) verem qual foi a primeira vacina que tomaram, a próxima e terem acesso às ultimas receitas. Espectáculo!

23
Jun21

A vida é um lugar estranho e bom. Mesmo com dias de merda.

Maria

A Douro

 

É impossível não partilhar isto. Não escrever sobre isto. Não dizer duas ou três coisas que preciso.

Ainda que, não saiba o que dizer. Como o dizer. Ou se quero sentir o que vou sentir ao escrever. Mas partilhar em palavras aquilo que sinto sempre foi a minha melhor versão.

Perdi há duas semanas, uma das melhores pessoas da minha vida.

Do meu crescimento. Do meu sangue. Daquelas que partilhavam o mesmo lema de sorrir, todos os dias "no matter what". Daqueles que me ensinou que a criança dentro de nós é preciso mantê-la para bem da nossa [in]sanidade. Daqueles que me faziam sorrir quase todos os dias, ainda que há distância com as parvoíces que me enviava e que era constante no seu estado de boa disposição. Sempre pronto a ajudar. Sentido de família. Cheio de vida e onde estivesse não deixava ninguém indiferente. Com uma facilidade em fazer amigos em qualquer lado. Sempre na tanga a dar-nos aquela dificuldade em perceber se era "agora" que estava a falar a sério. A ver o copo sempre a transbordar.

[ Dá saudade. Dos encontros que já tínhamos meio definidos para juntar os estarolas. Dá saudade a cada fotografia. Dá saudade a cada canto da vossa casa. Dá saudade ao olhar para os miúdos. Para os teus pais. Dá aquele aperto, daquela mistura de saudade e de ainda estarMOS a tentar acreditar que aconteceu.

Há uma semana vi-te a ultima vez na despedida e por entre as lágrimas só me apeteceu dizer-te "vá deixa-te de tangas levanta-te daí". Porque tu eras assim. Os encontros de família não vão ser mais os mesmos. De todo.

Porque há dias de merda. e o dia em que partiste foi definitivamente um dia de merda. Sem tentar perceber o que pode explicar o inexplicável é tentar aceitar. 

Cada um sente a perda de alguém de diferentes formas. Nem todos nos tocam da mesma maneira e isso nunca se impõe. É simplesmente  sentido e verdadeiro o que cada um é na nossa vida.

O fugaz e inesperado, o que surge sem aviso prévio é ainda mais difícil. Os dias passam a dor não tem diminuído e o facto de muitas vezes não se conseguir exteriorizar coisas é ainda mais difícil. Dizemos sempre que o tempo ajuda. Mas o tempo aumenta a dor, as perguntas e o difícil que é não há nada a fazer. 

Entre o luto, os silêncios, as noites, as lágrimas, as recordações faz eco a tua gargalhada, a tua sempre grande e efusiva gargalhada. "Oh prima Oh prima" fica-me para sempre cá dentro. Muito mais nestes dias de merda que as tuas mensagens já não entram para me fazer soltar aquela gargalhada enquanto dizia "só tu!" ]

Há dias em que a Vida nos prova que é uma grande filha da puta. Que é injusta. Que leva os melhores de entre nós demasiado cedo.

 dia 9 foi um desses dias.

E eu só quero que estejas em paz ❤

 

 

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05
Mar21

Pensei não aguentar uma semana. Passaram catorze anos!

Maria

Sim, hoje agradeço não pertencer aos "quadros" do desemprego há 14 anos... como costumo dizer já faço parte da mobília! E isto é uma típica relação normal. Altos e baixos. Quase desistências. E dias muito bons. Luta dia após dia. Dias com menos fé e dias que só se olha para o futuro. Juntos.

IMG_20210305_105643_748.jpg

 

Continuo a dizer que não me acreditava neste dia se mo tivessem dito lá no início. Mesmo após as primeiras semanas. Que foram bem difíceis e onde fui, literalmente deitada aos lobos. Assim mesmo sem ninguém ali com paninhos para enxaguar tanta lágrima que deitei e acalmar os nervos que aquilo me deu. Foi ali que comecei a ganhar cabelos brancos. Acreditem. Não foi nada fácil. Não é. Por muito que eu faça parte da mobília e isto seja já muito "Eu" há dias não. Mas depois tenho a melhor equipa e ambiente de trabalho.

Afirmo novamente:

Atentem numa coisa, isto é um abre olhos para aqueles que começam num trabalho novo e é difícil, às vezes as coisas depois descomplicam um pouco. Às vezes vale a pena não ir pelo caminho mais fácil - desistir. 

Continuo a lembrar-me como se fosse hoje a primeira vez que pisei esta empresa. Lembro-me tanto das primeiras peripécias. Lembro-me de cá chegar e chorar a dizer que não aguentava uma semana. Uma semana que passei quase sempre a panicar com os nervos, o stress e as peripécias. Quem diria. Aqui estou Eu!

Continuo a ter mil e duas peripécias para contar desta empresa que já me trouxe tanta coisa boa e algumas menos boas, o que é perfeitamente natural. Quem me segue há mais tempo conhece bem algumas peripécias que vos conto porque na sua maioria são mesmo de arrancar risadas.  Isto realmente, tem dias que é de loucos.

Já chorei, mas já dei tanta risada boa, tanto com os funcionários, como com o boss, com os clientes (esta foi óptima), com os fornecedores ou mesmo com outros indivíduos que me aparecem à frente. Estou mais que atrofiada é certo. Fazer o quê?!

Mas isto é família.

E eu continuo a agradecer por nos dias que correm, nestas crises que fui ultrapassando, ter trabalho. Este ano de pandemia não foi diferente e fui uma privilegiada. Continuo a agradecer as oportunidades que me vão sendo dadas. Continuo a resmungar todos os dias para sair da cama pela manhã, queixo-me pela cabeça massacrada com que chego muitas vezes ao fim do dia, bato o pé pelas vezes que ganho um cabelo branco por aturar gente que me tira do sério, dias há em que me revolto por ter tanta coisa nos meus ombros que às vezes me tira o sono, mas caramba, se ficasse em casa, se não tivesse trabalho, se fizesse parte da enorme lista de desempregados do país, aí sim o atrofio seria muito maior.

São 14 anos de trabalho na mesma empresa. Como isto passa tão rápido, tão rápido mesmo, como isto é tão importante! Mas a empresa também está de Parabéns por me ter porque sempre tento ser uma funcionária exemplar. Sei que me tratam como parte importante, como sendo da família e sei que sou mimada também, porque me respeitam e sabem o quanto dou de mim a esta empresa - e aqueles croissants ou donnuts que muitas vezes me trazem pela manhã são um exemplo. Hoje fui eu que trouxe!

Pensei não aguentar uma semana. Passaram catorze anos!

É um exemplo de superar expectativas. De não desistir. De não ir pela primeira impressão. De superação.  É realmente, um abre olhos.

Hoje é mais um dia cá. Para a semana oxalá também.

 

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 ▪ Texto em destaque no SapoBlogs e na página do @SAPO

22
Fev21

Coisas que aprendi com relações falhadas

Maria

Todos temos relações falhadas. Uns mais que outros. Mas há sempre uma que falhou. De mais ou menos tempo, mas que em algum momento nos foi importante. Aprendemos com elas? Sempre! Mas nem sempre nos apercebemos logo da lição a tirar dali. Seja quem for que tenha falhado e seja quem for que a tenha dado como terminada.

[imagem retirada da internet]

 

  •  Vamos amar sempre muito aquela pessoa até todo o sempre - só que não.

na verdade quando estamos apaixonados, quando estamos numa relação e quando já amamos aquela pessoa, achamos que é para sempre. Às vezes não é, outras tantas mesmo deixando de se estar juntos o amor fica (pelo menos até alguém preencher um cantinho do que ficou).

  •  vai haver um momento, com outro alguém, que nos vai remeter a um outro momento passado no que falhou.

Pode não fazer mossa, mas vai lembrar.

  • Há um som de alerta que tem que estar pronto a tocar a qualquer momento e tu foge!

Sim. Na verdade se esse som soar foge, mas foge mesmo e nem tentes arranjar desculpas para o que quer que seja. Há coisas que não têm desculpa. E se aceitas que te agridam verbalmente, emocionalmente, psicologicamente ou fisicamente estás a cair num fosso que ficará para sempre aberto. Por muito entulho que lhe queiras pôr de forma a esquecer... não dá! Foge.

  • devemos ser minimalistas nesse sentido e deslargar tudo o que nos leva aquela relação.

Ou então arrumar numa "gaveta" em que só tenhamos acesso se realmente quisermos ter acesso e não uma que se anda a esbarrar dia sim, dia sim. Isso não vale. É jogo sujo com nós mesmos.

  • as redes sociais são um dano colateral irreversível.

Isto do irreversível é como quem diz, uma vez na internet para sempre na internet. Há pessoas que partilham tudo e mais alguma coisa que na volta há gente que muda mais vezes de fotografias com alguém que eu a mudar a roupa do armário na troca de estação. E isso não é bonito. É assim, cada qual faz o que quiser com quem quiser, é a minha opinião. Mas.. andar cá a pôr fotos e a tirar é aquela base... mais vale pensar duas vezes antes de partilhar.

  • "Vou-te excluir do meu orkut" já dizia a música e na verdade é o melhor.

vamos sempre espreitar, "ficar à espera" de novidades, vamos reagir internamente ao que vamos dar de caras e isso, isso é passado e passado é lá trás. Ninguém quer ler palavras soltas ao vento para outro alguém que antes eram para nós, certo? Mas se a amizade boa ficou, onde se consegue separar as águas... isso são outros quinhentos.

  • acreditamos que não vamos voltar a ser felizes no Amor.

na verdade pode muito bem acontecer, é a vida. Mas as probabilidades de voltar a acontecer são do tamanho do nosso optimismo e no "deixa andar" estando abertos a... por isso o luto é necessário. E vamos andar a chafurdar na lama... Mas nada de encarnar a escuridão nos dias. Longe disso porque energias negativas atraem energias negativas (xô xô).

  • nunca voltar aos sítios onde já fomos felizes - o tanas.

devemos voltar sim onde quisermos se o lugar for mesmo importante para nós. Porque podemos voltar a ser felizes ali, sozinhos ou acompanhados. Há lugares que podem fazer-nos lembrar alguém, mas.. isso é só um pormenor, que não deve ser maior que a vontade de ir algum lugar que gostamos mesmo.

  • aprendemos com os erros.

e isso quer dizer que não voltamos a errar? Não, muito pelo contrário. Mas de certeza que alguma coisa aprendemos com aquela cabeçada.

  • dois olhares sobre a mesma coisa não vão sentir o mesmo nem tampouco tirar a mesma conclusão.

é a vida, se até no futebol conseguimos olhar para o mesmo lance e interpreta-lo cada um à sua maneira, muitas vezes claro está, puxando a brasa para a sua sardinha, num relacionamento a coisa não é assim tão diferente quando são duas pessoas, com diferentes pontos de vista, diferentes emoções, valores e atitudes. O bom é encontrar alguém que te ajude a suportar essa diferença e a contorná-la. Mas é por isso que às vezes as coisas falham ali mesmo em frente a um qualquer obstáculo.

  • O problema não és tu, sou eu!

Balebas. Balelas.

 

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 ▪ Texto em destaque no SapoBlogs e na página do @SAPO

11
Fev21

O Blog faz 12 anos!

Maria

Sim, 12 ANOS DE BLOG!

(toda eu ciscos nos olhos)

 

3966 posts. 12562 comentários.  visitas. 1560 reacções.

4161likes no Facebook, 1562 Seguidores no Instagram

Muitos destaques no blogs do sapo que continua a ser uma equipa fantástica 

12 anos de existência 

 

12 anos

 

 

De mim, de vocês, de muitas partilhas, de muitos sorrisos incógnitos, de NÓS! 

 

Quando comecei a fazer contas, a sério 12? É o que mais me ocorre dizer.

Continuo a sentir-me surpreendida pelo blog continuar a fazer parte da minha vida a cada ano que passa. Umas alturas mais presente que outras é certo, mas aqui continua. Há doze anos não imaginei isso nem que lhe sentisse a falta. Deste constante desafio. Deste apego. Desta partilha. De tantos que vieram, dos que ficam. Dos que passam. Deste gosto por escrever. Por partilhar e claro, por ter reacções, partilhas e trocas de opinião.

Lembro-me dos que me fizeram criar este espaço e tenho saudades de muitos que desapareceram, que já não existem mas que me deixaram uma marca. Numa altura em que poucos eram ainda os blogs e que eram muito mais "nós". 

Tenho saudades de pessoas que me seguiam, eu não conhecia pessoalmente e que infelizmente já partiram. Um blog também é isto.

Já conheci gente que veio do blog. Já fui convidada para um programa de televisão. Já fiz desafios para quem me segue, já entrei noutros. Já aprendi muita coisa com o blog nomeadamente que há gente que tem um blog que nem sabe o que isso deveria ser, assim como há gente que vive mesmo isto de ter um blog. Já partilhei imensas histórias e conheço imensas histórias.  Há gente que continuo a seguir do início e não tem como não conhecer tanta coisa.

Não sou a Maria de há 12 anos, mas inevitavelmente quando vou reler alguns pots vejo-me ali tal e qual o momento que partilhei. Isto é tão bom, porque este cantinho sou mesmo eu. E levei sempre em frente as minhas convicções, o intuito para o qual o criei e a tentativa de partilhar o meu lema de ver sempre o melhor lado das coisas, sorrindo.

Há doze anos atrás criei o blog para partilhar sorrisos de tudo e de nada, para falar do que me apetece, quando me apetece. O propósito continua o mesmo. Deixar-me partilhar a minha inspiração na escrita. E continuo a ter partilhas boas disto. Continuo a conhecer outras tantas partilhas que gosto. Continua a trazer-me gente de sorrisos que me ajuda. Energia positiva. Sempre. Já espalhei muitos sorrisos, já recebi muitos sorrisos. Já partilhei lágrimas, e recebi ainda mais sorrisos. Já escrevi coisas tão minhas que me vão na alma. Já foi completamente anónimo. Já serviu tanta vez de diário, de um ombro para desabafar. Trouxe-me pessoas novas. Trouxe-me histórias partilhadas. Trouxe-me PPC’s e continua a trazer-me Pais Natal secretos. Trouxe-me miminhos de blogs com gente dentro. Trouxe-me partilhas que não mais vou esquecer... isto é uma aventura. Todos os dias. OBRIGADA a todos os que fazem parte dela e que continuam desse lado.

Enquanto continuar a fazer sentido, cá estamos. E eu gosto de cá estar (incluindo com a equipa blogs do sapo). Acreditem. E agradeço a quem está também. Muito! Porque isto faz sentido também com vocês desse lado.

(12 anos carago!)

E ao pessoal do Facebook e do Instagram 

OBRIGADA ♥

Cá beijinho  e sorrisos mil!

[ Para quem fica, o que vos faz ficar? ]

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