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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

01
Mai19

Quando apontamos um dedo temos os outros apontados a nós!

Maria

Acho que esta é uma daquelas lutas que há partida estão perdidas.

Mas que eu não desisto e que continuo a passar a palavra.

No ano passado quando estive em Fátima, cheguei nos meus "pedidos" a mencionar isto mesmo, julgar menos. Ser uma pessoa melhor. Porque estou a aprender todos os dias a fazê-lo.

Não é um processo fácil. Há sempre tendências e hábitos que ficam enraizados. Não que andasse por aí a julgar quem quer que seja. Que nunca fui muito disso. Sempre me ensianaram a não o fazer. E eu acho que tenho dado bem conta do recado. Mas já houve situações que o fiz sim. E aprendi com esses erros. Julgar o outro é fazer de nós pessoas de menos quando o julgamento é um dado adquirido sem factos e sem motivos mais que óbvios. Baseados numa primeira impressão. Num "diz que disse". Numa base de "concordar com a onda". Que grande erro!

Devemos julgar menos e perceber mais que cada um tem a sua história que nunca vamos saber razões e não encontramos todas as respostas. Julgar menos quem tem uma opinião diferente da nossa. Julgar menos a vida de outra pessoa porque desconhecemos o que a move.

Todos nós erramos na vida. Vezes sem conta. E o erro de uma pessoa hoje, pode ser o teu amanhã ou já o teres cometido. E qual a nossa moral para julgar?

O julgamento traz energias negativas. Fecha relacionamentos. Não te acrescenta. De cada vez que estiveres a um passo de o fazer lembra-te:

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Que este seja um mês sem julgamentos.  De energias positivas.  E de esperança! 🙏❤

29
Mar19

Porque estar sozinho também tem esse lado

Maria

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É claro que, se eu estou sozinha por opção, por força das circunstâncias, por razões que só o coração realmente conhece, é porque gosto de estar sozinha, gosto do meu espaço, não tenho o meu coração ocupado, não quero alguém comigo só porque sim, só porque ali há um lugar para ocupar. Só para não sentir o "estigma" de estar sozinha. Não. Não quero isso. Depois da minha última relação quis um espaço. Porque uma pessoa acaba mas nem sempre acaba o amor, pode acabar a relação, a união mas o amor não acaba só porque se termina. No meu caso terminou apenas a relação o amor ficou e precisou de tempo para deixar de ter vida. As desilusões ajudam. Diz-se que o melhor “antibiótico” é outro amor, tentei, no meu caso não foi. O melhor mesmo foi ficar sozinha, divertir-me e aproveitar…
O gostar de mim é ter um passo mais fácil no caminho. Acredito naquilo que sou. Nos desastres que tive, nas opções que podem não ter sido as melhores, nas falhas, nos erros que se cometem. Mas que nunca haja o erro de estar com alguém só porque não se quer estar sozinha. Precisamos que esteja ao nosso lado alguém que acrescenta e não que seja só alguém para estar ali. Não chega. Nem é justo.
Depois há também aqueles dias em que estar sozinha não chega, falta ali quelque chose. Aqueles dias em que apetece ter alguém à espera. Aqueles dias em que apetece um abraço intenso, em que apetece ter uma mão na nossa e um coração partilhado. Aqueles dias em que apetece ter conversas de almofada (por sms não conta). Em que apetece alguém com quem desabafar e que nos ajude com os nossos medos. Alguém que nos faça sempre sorrir mais. Que nos divirta e que nos ajude a ser um ser ainda melhor.
E que não me venham dizer que quem está sozinha não sente. Ah e tal e coisa não sinto falta de nada… Ah e tal e coisa nem me lembra de semelhante… 
Porque eu não acredito.
14
Nov18

Sem filtros

Maria

Sem filtros

 

Chega uma hora que pouco importa. Pouco importa se tens isto ou aquilo.

Pouco importa se não ligares ao que tens mesmo ao lado quando tudo falta. Que és tu e pouco mais

Um facebook com tantos "amigos" que já não te conseguem enviar convites de amizade, um instagram com "k" de seguidores, Esses que marcam presença no mesmo sítio e nem se conhecem. Mas "são" amigos nas redes sociais.

Quando na realidade, contas pelos dedos de uma mão, aqueles que vão lá estar quando precisares. Ou mesmo quando não precisares.

Na verdade estamos numa era em que construimos imagens para os outros e esquecemo-nos de a construir à nossa imagem (muitas vezes!).

Nem sempre está sol. Nem sempre sorrimos. Nem sempre todos os pensamentos são positivos. Nem sempre a nossa juba é bonita e ao acordar, valha-nos deus, na maior parte das vezes não queremos que ninguém nos veja.

Mas há sempre uma foto anterior que está top e é essa que nós vamos partilhar.

Nem sempre estamos boa onda e nem sempre nos rodeamos de pessoas boa onda. Nem sempre à nossa volta há filtros para nos proteger das coisas menos boas e podermos absorver só o melhor. Às vezes não há planos. Para que as coisas sigam um caminho melhor, quando na maior parte das vezes só arriscamos sem antever qual será mesmo o melhor caminho. Nem sempre lidamos bem com os erros. Não encontramos todas as respostas. Não conseguimos ultrapassar todas as linhas travessas que nos abalroam. Mas não somos os únicos. Acontece a todos.

Esquecemo-nos tantas vezes de nós. Não é por partilhar muito ou pouco, mas por partilhar a pensar se vão gostar ou não do que se partilha. Esquecemo-nos de partilhar o que realmente gostamos. Ninguém partilha um franguinho de churrasco quando um prato de sushi está nas visualizações mais chamativas. Mesmo que «ah gostas de sushi? Mais ou menos...» "tá beeem!".

E nós gajas, em "TPM alerta" pouco publicamos e em modo muito, muito selectivo, porque se fossemos a publicar sentindo a verdadeira essência da coisa, 1/3 "desamigava-nos", porque nós sabemos que somos um pouco insuportáveis nesse estado de alerta. Hormonas.

Na verdade devemos olhar mesmo mais para o nosso umbigo. E não é pensar que o mundo gira à volta dele, mas que a nossa vida gira e só isso importa. No final, é mesmo o que importa - o nós - eu, o meu corpo e a minha mente. Aquela sintonia. O estar bem connosco mesmo. Com as nossas vibrações, a nossa energia. Os nossos sorrisos e as nossas cicatrizes. Aceitar-nos. Muito mais que tentar que nos aceitem. Termos a iniciativa de não ir pelo que os outros dizem, pelas modas só porque sim, pelos grupos, pelas tendências. Não apostarmos em ser aquilo que não somos. Querer o nosso bem. Vingar a nossa vontade. Lutar por ser feliz. Seguir a diferença se assim foi o que S-E-N-T-I-M-O-S.

Ahh e os outros não importam? Claro que sim. Depois de mim tudo importa, e esse tudo corresponde a tudo o resto que me acrescenta. A família, os amigos, os bons amigos, as minhas pessoas, as que me vão chegando. Tudo o que acrescenta. Inteiros. Mas esses que estão lá quando realmente o resto falha conhecem-nos. Há mesmo aqueles que nos conhecem tão bem quanto nós e há ainda aqueles que parece que nos conhecem melhor que nós mesmos. Esses gostam do nosso humor assim como das nossas birras, gostam dos nossos sorrisos porque já nos viram as lágrimas, gostam da nossa companhia porque quando não estamos, sentem-nos a falta.

Esses que nos conhecem até de pijama com o cabelo despenteado, o verniz descascado e a cara por lavar. Com as meias polares por cima das calças. Com o cheiro a fumo depois de estarmos à lareira. Com cara de zombie quando estamos adoentados. Sem filtros. Mas com aquele sorriso nosso. Que sempre é bom para partilhar.

Sem filtros. Viver sem filtros é bom. É só experimentar.

11
Out18

O amor é um lugar estranho. E fodido.

Maria

o amor

 

Se eu fechar os olhos com o intuito de te lembrar. É fácil demais.

É assim que se diz de quando se fala de algo que se ama. Ou amou.

Lembramo-nos de cada traço. Dos cheiros. Das sensações que sentimos. E até, se mantermos os olhos fechados conseguimos lembrar daquele sussurrar de respiração comum a toda a gente, mas que conseguimos diferenciar "daquela".

O amor faz-nos ver pormenores tantas vezes esquecidos. Banais até. Comuns a tantos. Mas particularmente diferentes a todos.

Lembrar faz parte. Não da dor do passado. Mas da história que cada um tem. Da sua história e de quem dela faz parte.

Se eu fechar os olhos com o intuito de lembrar. É mesmo fácil.

Assim como foi fácil apaixonar-me. E assim como as rugas ganham espaço. Assim como os traços das mãos ficam mais evidentes. Assim como as feridas ficam por mais curadas e resolvidas que estejam. Lembrar é fácil quando foi realmente importante fazer parte.

Um coração divide momentos. Mas não esquece amor. Quem ama fica lá. Mesmo que num dos imensos compartimentos que o nosso coração consegue ter. Mesmo que numa gaveta bem fechada da qual a chave já nem reza história. Mas a nossa lembrança não nos escapa a esse amor guardado. Talvez um dia mais tarde. Talvez um dia já não consiga diferenciar tanto quando fechar os olhos, aquele cheiro, aqueles traços outrora vincados, mas o amor... o amor estará lá. Porque somos feitos de amor e se nos falha o amor. Mesmo aqueles guardados naquela cabaninha chamada memória falta-nos vida. E por mais que seja já quase de outra vida, é da nossa história. Mais ou menos boa de se lembrar. Mais ou menos sofrida. Mas da nossa história. Que cada um tem a sua. E nos nossos olhos consegue ver-se essa história. E se nos falta história, nada somos. E eu sei, que se quiser e fechar os olhos. Lembro-me.

Foi amor. É amor.  [ ❤ ]

25
Ago18

O silêncio.

Maria

Apetecia-me escrever e falar tanto. Mas opto pelo que faço sempre, o silêncio. 

Mas há uma mágoa.  

Sempre fui positiva. E sempre sorri nos piores momentos. Um escape ou uma forma de "aligeirar" a coisa, sei lá. Não sou de bater na mesma tecla, nem de bater no ceguinho. Mas tenho um coração que me trama tantas vezes. Tantas vezes.

Às vezes estou naquele mundo só meu e rodeada de gente. É como uma cúpula que mais que me proteja que proteja os outros. Dos meus dias não. Dos meus pensamentos negativos. Das minhas cicatrizes. Do meu coração apertado. Da minha vontade de deitar a toalha ao chão. 

Há uma mágoa.  Que me faz respirar mais devagar como se custasse cada sopro.

De cada vez que acho resolvida e que na verdade mói. Belisca. Incomoda.

Por muitos dias que se diga que não,  mas que na verdade sabemos que sim. Por muitos mais dias que acredito e foco - eu sou mais que isto.

Sou das experiências, dos obstáculos, das vitórias, das dificuldades, das conquistas. Sou das pessoas que me são mais, me acrescentam, das que vão ficando e sou também das que passaram. Sou feita de pedaços. Uns com mais aprendizagem que outros. Uns com mais efeitos positivos que outros.

Apetecia-ME falar, mas opto pelo que faço sempre - e quanto a isto, arrisco em dizer - e para sempre.

[ pelo menos até evito a pergunta clichê]

No fim, o importante é apanhar a toalha, enxaguar as lágrimas, respirar fundo e por a toalha para lavar 《 até porque a vida sempre me ensina 》 Respira fundo as vezes que forem necessárias para recomeçar. E recomeça ♡

 

10
Ago18

Amigos

Maria

72. Amigos.png

 

Daqueles que há à vontade para que os silêncios não incomodem. Daqueles que nos ligam sejam nove da manhã, cinco da tarde ou três da manhã já animados e que ainda nos arrancam gargalhadas ensonadas. Daqueles que viram família de tão bons que são. Daqueles que nos convidam que insistem, persistem e nos arrancam de casa em dias menos bons. Daqueles que querem que façamos parte das experiências. Daqueles que nos deixam com ciscos nos olhos, nos apertam o coração e nos fazem pensar que há amizades que valem a pena.

Daqueles que nós fazemos parte da história deles, nas páginas mais importantes. Daqueles que nos conhecem as vitórias, os sorrisos, as conquistas mas também as derrotas, as falhas, as cicatrizes. Daqueles que uma cerveja sempre é bem-vinda. Daqueles que conhecemos a porta de entrada da casa. Daqueles que o sofá já quase tem a nossa marca ou que já há uma peça de roupa por lá esquecida. Daqueles que nos sabem a dor por detrás do sorriso. Daqueles que sabem que o copo é sempre cheio. Assim como a mesa. Daqueles que não há "um dia destes marcamos isso" mas sim um "é já". Daqueles que sabem que nem sempre os dias são azuis, mas tu serás sempre azul "no matter what" literalmente. Daqueles que fizeram parte de algum "what happens in Vegas stay in Vegas", que é o mesmo que dizer algum momento que não se relata em lado nenhum. Daqueles que estão lá. 

Daqueles que nos dizem que não devíamos ter feito isto ou aquilo mas que se fod@ estão lá do nosso lado para as consequências.

Eu sou feliz por os ter. Assim mesmo. Destes malucos que nos entendem a loucura, a parvoíce, as gargalhadas e nos permitem o sorriso. Sentir. Sentir amizade é do melhor que a vida nos pode trazer.

 

Podem sempre acompanhar todas as novidades pelo Facebook. Ou pelo Instagram - @sorrisoincognito 》

 ▪Texto em destaque na página do @Sapo

03
Ago18

Seja qual for o plano...

Maria

71. Plano.png

 

Chega uma hora que pouco importa. Pouco importa se tens isto ou aquilo. 

Pouco importa se não ligares ao que tens mesmo ao lado quando tudo falta. Que és tu e pouco mais.

Nem sempre está sol. Nem sempre sorrimos. Nem sempre todos os pensamentos são positivos. Nem sempre a nossa juba é bonita e ao acordar, valha-nos deus, na maior parte das vezes não queremos que ninguém nos veja. Nem sempre nos rodeamos de pessoas boa onda. Nem sempre à nossa volta há filtros para nos proteger das coisas menos boas e podermos absorver só o melhor. Às vezes não há planos. Para que as coisas sigam um caminho melhor, quando na maior parte das vezes só arriscamos sem antever qual será mesmo o melhor caminho. Nem sempre lidamos bem com os erros. Não encontramos todas as respostas. Não conseguimos ultrapassar todas as linhas travessas que nos abalroam. 

Temos que ser gratos por tanta coisa boa que temos. Nós sabemos que temos. E chega uma hora que pouco mais importa. 

» Às vezes só é preciso mesmo que tudo dê certo! Seja qual for o plano «

[ ♥ ]

26
Jul18

Daqueles amores maiores...

Maria

avó.jpg

 

Das saudades de quem não consegui acompanhar. Trazer na vida. Crescer. Das saudades de quem me foi tanto mesmo quase sem saber. 

Tenho falta de quem nem sequer cheguei a conhecer. Do que me podiam ter sido. Do que me eram. Do que são, mesmo não estando presentes fisicamente.

Saudades de chamar. De ter nos momentos bons. Curiosidade em ouvir histórias. De me encantar. 

E tuas. Tão tuas. Tantos dias.

Nunca conseguimos escolher quem ter perto quando é a vida que dita. Que impõe. E tu não podes saltar barreiras e correr até ao fim do mundo, porque é apenas aí que é inevitavelmente impossível ter-te.

És uma mulher incrível.

Eu procuro ter-te o sorriso, a leveza do ser, a generosidade do coração bom, o amor em todas as direcções e a serenidade no olhar. Mas tenho-te garantida a dureza de não preocupar os outros, de tentar sempre ser forte, de não preocupar, de ter muito minhas as coisas más. A emoção nos silêncios.

Tenho-te esse coração enorme pelos nossos, esse amor pela família que nos cuida, essa  tentativa de sempre esconder todos os nossos problemas como se sempre estivesse tudo bem. Tu nunca gostaste de dar preocupação a ninguém. És lá mulher disso. E eu acho que fiquei com isso teu. E nós sabemos que nem sempre é bom.

Perguntei-te imensas vezes como estás? Sempre sorriste afirmando estar tudo bem, mesmo quando provavelmente tu que sentias tudo, sentiste a nossa despedida, naquele aperto de mãos que tanto gostavas de dar, no dia antes a eu ter sido operada e me disseste "talvez eu não te consiga ir ver depois da operação, subir escadas já não é fácil, mas isso vai correr bem"... E eu não mais te vi.

Correu-me bem, mas foi aí que te perdi. Naquele último abraço e nem me consegui ir despedir de ti. Mas isso não me esqueço. Está guardado aqui dentro naquele pedaço que abalroaste e fizeste teu há muitos anos. Somos feitos de pedaços. Tu és um dos [meus] bons.

Sempre foste uma teimosa do pior e fazias de tudo para que eu te acompanhasse no café com leite que até hoje não consigo tomar. Mas, lembras-te do porquê do meu chocolate preferido ser o After Eight que maravilhosamente partilhavas comigo quando eram também eles os teus preferidos? Continuam a ser os preferidos...

Não és de beijos mas pegares nas mãos sempre foi um hábito. Sempre. Sempre que me pedias para me sentar bem do teu lado. Fosse no sofá, na beira da cama ou mesmo naquelas pedras do teu jardim. A tua tinha que vingar, teimosa, oh feitiozinho que herdei mas depois o coração sempre nos trama. Sempre, não é? Até ao fim...
Cá beijinho no coração e um abraço daqueles fortes que só tu davas, eh mulher forte. Sempre foste. Fazes falta. Sempre fizeste. Tu e os que não cheguei a conhecer
 
 
[Quem tem a sorte de ainda ter avós, cuidem deles enquanto podem
Com coração.]
23
Mar18

Repara na melhor maneira do Mundo não te virar as costas...

Maria

66. Virar as costas.png

 

Acredita em ti. Encontra o melhor lugar para ficares. E sente. Olha nos olhos. Vê aquilo que à primeira não conseguiste enxergar. Estás lá. Às vezes é só uma maneira de perceberes a mensagem. Por muito que haja um dia em que aches que os astros se alinharam contra ti. Tu és a força do teu caminho. Respira fundo o suficiente para seguir. Em frente. Com o coração leve, carregado de esperança. E fé. Na tentativa de seres mais. Sem deixares de ser exactamente aquilo que te orgulhas de ser.

E sê - sempre - tu.

É a melhor maneira que o mundo tem de não te conseguir virar as costas.

11
Jan18

O amor é um lugar estranho. E fodido.

Maria

Querer

 

Quando queres uma coisa não há desculpas.

Quando não queres? Arranjas as desculpas mais esfarrapadas do mundo. Não podes por isto e aquilo. Inventas cenas marcadas, atrasos, jantares fantasmas, reuniões. Dizes indirectamente que não podes, raramente não queres. Enrolas. Não tens tempo. Adias. Respondes mentalmente e muitas vezes até nem chegas a responder. Esqueces por ali, nem fez mossa. Passou.

Quando queres? Fazes o impensável, vais ao fim do mundo. A noite vira dia. Não há impossíveis. Quebras as regras. A palavra é ir.

Não há nada mais forte que o querer. O ir com vontade. Sem desculpas ou com todas as desculpas do mundo SÓ porque sim!

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Expressões à moda das “tripas” do Porto!

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