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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

09
Jul19

Não é algo fácil de se dizer. E entender.

Maria

Não apetece

Às vezes não apetece.

Se calhar anteriormente já disse, que o "não apetece" é desculpa mal amanhada. Mas não é.

Às vezes é só mesmo isso. Não há outra explicação. Ou há tantas que se resumem a essa mesma. Às vezes não há vontade. Não há pachorra. Não estás para aí virada. Às vezes não fazes, não queres ninguém, não queres falar, não queres ouvir. Às vezes não apetece mesmo.

Às vezes tudo parece que te aborrece e tão só por isso não apetece.

Não é sempre. Mas tem dias que não é mais nada além disso. E por isso é tudo

14
Jun19

Descomplica!

Maria

89.  Descomplica.png

 

Isto são uns segundos de vida da qual  segundos gastamos a complicar o desnecessário. Passamos demasiado tempo em busca de algo quando não aproveitamos o que temos nem lhe damos o devido valor. Moemos a cabeça com imensas perguntas e depois nem damos valor às respostas. Que por vezes estão tão ali à nossa frente. Se tudo parece fácil é porque algo está mal e isto tem que ter outro reverso da moeda.

Passamos tempo a acreditar que as coisas melhores estão por vir. Que isto chega a uma altura que descomplica e deixa de estar tão cinzento. Quando fomos nós, na maior parte das vezes a complicar o simples.

As pessoas queixam-se mais, que o tempo que perdem a agradecer. Pedem muito e continuam sempre a agradecer pouco.

Continuamos a gastar tempo com aquilo que não nos acrescenta mesmo nas vezes que dizemos que não vamos perder esse tempo. Já foi.

Passamos o dia a correr, sem ter tempo para tanta coisa e no fim desperdiçamos o dia. Não paramos para olhar mais à nossa volta. Atendemos telefonemas no corre corre, não paramos para desfrutar da conversa. E não devolvemos chamadas porque nos esquecemos que alguém ligou. Talvez três dias depois e aí já nos penalizamos por nos termos esquecido e volta a passar. Mandamos as mensagens mais directas possíveis e até com os amigos esquecemos de relembrar o quanto gostamos daquela amizade. E precisamos.

Complicamos com a resposta "havemos de combinar".

A verdade é essa, precisamos de qualidade de tempo, e desperdiçamos o pouco tempo que temos a complicar.

Teremos nós, sempre, tempo de descomplicar?

23
Mai19

Há pessoas para ficar, há pessoas para ir!

Maria

87.  amizades.png

Sabemos sempre que com outras pessoas somos mais felizes. Somos ainda mais felizes que sozinhos. E dessas pessoas, as que nos acrescentam, somos parte. E fazem-nos mais felizes assim como nós também fazemos parte da felicidade deles. São aqueles a quem chamamos "os nossos". A quem queremos perto. Com quem partilhamos os melhores sorrisos e a quem socorremos para nos segurarem as lágrimas.

São essas pessoas que nunca podemos esquecer. E da mesma proporção que há pessoas que nos fazem ainda mais felizes. Há também aquelas que nos sugam a felicidade e muitas vezes nem damos conta disso.

Pessoas que já só estão "ali", sabe-se lá onde, mas que nunca estão mesmo "aqui". E que nem chegam a estar. Não se chegam a dar. Logo não chegam a ser das que acrescentam. Que dizem que são amigas mas que na realidade, ao olhares, não vês nada que o demonstre. Só estão ali a insistir que o são. Às vezes já podem ter sido muito, mas depois simplesmente deixam de o ser. 

[ Às vezes podemos ter uma peça que seja muito importante numa altura da nossa vida ficamos com ela porque na verdade faz parte. O tempo passa. E ela apenas fez parte naquela altura. Lá trás. Ficar com ela, dar-lhe um lugar de destaque só para lembrar que um dia foi importante é não dar valor a todos as outras que fazem o dia de hoje mais bonito. ]

Há pessoas que devemos deixar ir. Que o deixar ficar só estão a ocupar ideais falsos. Quando menos esperas vai haver uma atitude que te vai fazer perceber isso tão bem que te vai magoar.

Pessoas que magoam não fazem parte dos teus que estão lá para te fazer feliz. Se não estão, é deixar ir. Há tanta coisa que ao deixares ir te faz feliz que vais perceber que há pessoas que também são assim.

Não vão deixar de existir. Só não podes contar que estejam lá. Porque na verdade elas também não contam. Quanto mais cedo te libertares, mais cedo vais perceber o que te faz falta, o que realmente interessa e o que não! E que ninguém vive de metades de pessoas que querem estar em todo o lado mas na verdade não estão, principalmente do teu lado. ♡

01
Mai19

Quando apontamos um dedo temos os outros apontados a nós!

Maria

Acho que esta é uma daquelas lutas que há partida estão perdidas.

Mas que eu não desisto e que continuo a passar a palavra.

No ano passado quando estive em Fátima, cheguei nos meus "pedidos" a mencionar isto mesmo, julgar menos. Ser uma pessoa melhor. Porque estou a aprender todos os dias a fazê-lo.

Não é um processo fácil. Há sempre tendências e hábitos que ficam enraizados. Não que andasse por aí a julgar quem quer que seja. Que nunca fui muito disso. Sempre me ensianaram a não o fazer. E eu acho que tenho dado bem conta do recado. Mas já houve situações que o fiz sim. E aprendi com esses erros. Julgar o outro é fazer de nós pessoas de menos quando o julgamento é um dado adquirido sem factos e sem motivos mais que óbvios. Baseados numa primeira impressão. Num "diz que disse". Numa base de "concordar com a onda". Que grande erro!

Devemos julgar menos e perceber mais que cada um tem a sua história que nunca vamos saber razões e não encontramos todas as respostas. Julgar menos quem tem uma opinião diferente da nossa. Julgar menos a vida de outra pessoa porque desconhecemos o que a move.

Todos nós erramos na vida. Vezes sem conta. E o erro de uma pessoa hoje, pode ser o teu amanhã ou já o teres cometido. E qual a nossa moral para julgar?

O julgamento traz energias negativas. Fecha relacionamentos. Não te acrescenta. De cada vez que estiveres a um passo de o fazer lembra-te:

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Que este seja um mês sem julgamentos.  De energias positivas.  E de esperança! 🙏❤

29
Mar19

Porque estar sozinho também tem esse lado

Maria

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É claro que, se eu estou sozinha por opção, por força das circunstâncias, por razões que só o coração realmente conhece, é porque gosto de estar sozinha, gosto do meu espaço, não tenho o meu coração ocupado, não quero alguém comigo só porque sim, só porque ali há um lugar para ocupar. Só para não sentir o "estigma" de estar sozinha. Não. Não quero isso. Depois da minha última relação quis um espaço. Porque uma pessoa acaba mas nem sempre acaba o amor, pode acabar a relação, a união mas o amor não acaba só porque se termina. No meu caso terminou apenas a relação o amor ficou e precisou de tempo para deixar de ter vida. As desilusões ajudam. Diz-se que o melhor “antibiótico” é outro amor, tentei, no meu caso não foi. O melhor mesmo foi ficar sozinha, divertir-me e aproveitar…
O gostar de mim é ter um passo mais fácil no caminho. Acredito naquilo que sou. Nos desastres que tive, nas opções que podem não ter sido as melhores, nas falhas, nos erros que se cometem. Mas que nunca haja o erro de estar com alguém só porque não se quer estar sozinha. Precisamos que esteja ao nosso lado alguém que acrescenta e não que seja só alguém para estar ali. Não chega. Nem é justo.
Depois há também aqueles dias em que estar sozinha não chega, falta ali quelque chose. Aqueles dias em que apetece ter alguém à espera. Aqueles dias em que apetece um abraço intenso, em que apetece ter uma mão na nossa e um coração partilhado. Aqueles dias em que apetece ter conversas de almofada (por sms não conta). Em que apetece alguém com quem desabafar e que nos ajude com os nossos medos. Alguém que nos faça sempre sorrir mais. Que nos divirta e que nos ajude a ser um ser ainda melhor.
E que não me venham dizer que quem está sozinha não sente. Ah e tal e coisa não sinto falta de nada… Ah e tal e coisa nem me lembra de semelhante… 
Porque eu não acredito.
14
Nov18

Sem filtros

Maria

Sem filtros

 

Chega uma hora que pouco importa. Pouco importa se tens isto ou aquilo.

Pouco importa se não ligares ao que tens mesmo ao lado quando tudo falta. Que és tu e pouco mais

Um facebook com tantos "amigos" que já não te conseguem enviar convites de amizade, um instagram com "k" de seguidores, Esses que marcam presença no mesmo sítio e nem se conhecem. Mas "são" amigos nas redes sociais.

Quando na realidade, contas pelos dedos de uma mão, aqueles que vão lá estar quando precisares. Ou mesmo quando não precisares.

Na verdade estamos numa era em que construimos imagens para os outros e esquecemo-nos de a construir à nossa imagem (muitas vezes!).

Nem sempre está sol. Nem sempre sorrimos. Nem sempre todos os pensamentos são positivos. Nem sempre a nossa juba é bonita e ao acordar, valha-nos deus, na maior parte das vezes não queremos que ninguém nos veja.

Mas há sempre uma foto anterior que está top e é essa que nós vamos partilhar.

Nem sempre estamos boa onda e nem sempre nos rodeamos de pessoas boa onda. Nem sempre à nossa volta há filtros para nos proteger das coisas menos boas e podermos absorver só o melhor. Às vezes não há planos. Para que as coisas sigam um caminho melhor, quando na maior parte das vezes só arriscamos sem antever qual será mesmo o melhor caminho. Nem sempre lidamos bem com os erros. Não encontramos todas as respostas. Não conseguimos ultrapassar todas as linhas travessas que nos abalroam. Mas não somos os únicos. Acontece a todos.

Esquecemo-nos tantas vezes de nós. Não é por partilhar muito ou pouco, mas por partilhar a pensar se vão gostar ou não do que se partilha. Esquecemo-nos de partilhar o que realmente gostamos. Ninguém partilha um franguinho de churrasco quando um prato de sushi está nas visualizações mais chamativas. Mesmo que «ah gostas de sushi? Mais ou menos...» "tá beeem!".

E nós gajas, em "TPM alerta" pouco publicamos e em modo muito, muito selectivo, porque se fossemos a publicar sentindo a verdadeira essência da coisa, 1/3 "desamigava-nos", porque nós sabemos que somos um pouco insuportáveis nesse estado de alerta. Hormonas.

Na verdade devemos olhar mesmo mais para o nosso umbigo. E não é pensar que o mundo gira à volta dele, mas que a nossa vida gira e só isso importa. No final, é mesmo o que importa - o nós - eu, o meu corpo e a minha mente. Aquela sintonia. O estar bem connosco mesmo. Com as nossas vibrações, a nossa energia. Os nossos sorrisos e as nossas cicatrizes. Aceitar-nos. Muito mais que tentar que nos aceitem. Termos a iniciativa de não ir pelo que os outros dizem, pelas modas só porque sim, pelos grupos, pelas tendências. Não apostarmos em ser aquilo que não somos. Querer o nosso bem. Vingar a nossa vontade. Lutar por ser feliz. Seguir a diferença se assim foi o que S-E-N-T-I-M-O-S.

Ahh e os outros não importam? Claro que sim. Depois de mim tudo importa, e esse tudo corresponde a tudo o resto que me acrescenta. A família, os amigos, os bons amigos, as minhas pessoas, as que me vão chegando. Tudo o que acrescenta. Inteiros. Mas esses que estão lá quando realmente o resto falha conhecem-nos. Há mesmo aqueles que nos conhecem tão bem quanto nós e há ainda aqueles que parece que nos conhecem melhor que nós mesmos. Esses gostam do nosso humor assim como das nossas birras, gostam dos nossos sorrisos porque já nos viram as lágrimas, gostam da nossa companhia porque quando não estamos, sentem-nos a falta.

Esses que nos conhecem até de pijama com o cabelo despenteado, o verniz descascado e a cara por lavar. Com as meias polares por cima das calças. Com o cheiro a fumo depois de estarmos à lareira. Com cara de zombie quando estamos adoentados. Sem filtros. Mas com aquele sorriso nosso. Que sempre é bom para partilhar.

Sem filtros. Viver sem filtros é bom. É só experimentar.

11
Out18

O amor é um lugar estranho. E fodido.

Maria

o amor

 

Se eu fechar os olhos com o intuito de te lembrar. É fácil demais.

É assim que se diz de quando se fala de algo que se ama. Ou amou.

Lembramo-nos de cada traço. Dos cheiros. Das sensações que sentimos. E até, se mantermos os olhos fechados conseguimos lembrar daquele sussurrar de respiração comum a toda a gente, mas que conseguimos diferenciar "daquela".

O amor faz-nos ver pormenores tantas vezes esquecidos. Banais até. Comuns a tantos. Mas particularmente diferentes a todos.

Lembrar faz parte. Não da dor do passado. Mas da história que cada um tem. Da sua história e de quem dela faz parte.

Se eu fechar os olhos com o intuito de lembrar. É mesmo fácil.

Assim como foi fácil apaixonar-me. E assim como as rugas ganham espaço. Assim como os traços das mãos ficam mais evidentes. Assim como as feridas ficam por mais curadas e resolvidas que estejam. Lembrar é fácil quando foi realmente importante fazer parte.

Um coração divide momentos. Mas não esquece amor. Quem ama fica lá. Mesmo que num dos imensos compartimentos que o nosso coração consegue ter. Mesmo que numa gaveta bem fechada da qual a chave já nem reza história. Mas a nossa lembrança não nos escapa a esse amor guardado. Talvez um dia mais tarde. Talvez um dia já não consiga diferenciar tanto quando fechar os olhos, aquele cheiro, aqueles traços outrora vincados, mas o amor... o amor estará lá. Porque somos feitos de amor e se nos falha o amor. Mesmo aqueles guardados naquela cabaninha chamada memória falta-nos vida. E por mais que seja já quase de outra vida, é da nossa história. Mais ou menos boa de se lembrar. Mais ou menos sofrida. Mas da nossa história. Que cada um tem a sua. E nos nossos olhos consegue ver-se essa história. E se nos falta história, nada somos. E eu sei, que se quiser e fechar os olhos. Lembro-me.

Foi amor. É amor.  [ ❤ ]

25
Ago18

O silêncio.

Maria

Apetecia-me escrever e falar tanto. Mas opto pelo que faço sempre, o silêncio. 

Mas há uma mágoa.  

Sempre fui positiva. E sempre sorri nos piores momentos. Um escape ou uma forma de "aligeirar" a coisa, sei lá. Não sou de bater na mesma tecla, nem de bater no ceguinho. Mas tenho um coração que me trama tantas vezes. Tantas vezes.

Às vezes estou naquele mundo só meu e rodeada de gente. É como uma cúpula que mais que me proteja que proteja os outros. Dos meus dias não. Dos meus pensamentos negativos. Das minhas cicatrizes. Do meu coração apertado. Da minha vontade de deitar a toalha ao chão. 

Há uma mágoa.  Que me faz respirar mais devagar como se custasse cada sopro.

De cada vez que acho resolvida e que na verdade mói. Belisca. Incomoda.

Por muitos dias que se diga que não,  mas que na verdade sabemos que sim. Por muitos mais dias que acredito e foco - eu sou mais que isto.

Sou das experiências, dos obstáculos, das vitórias, das dificuldades, das conquistas. Sou das pessoas que me são mais, me acrescentam, das que vão ficando e sou também das que passaram. Sou feita de pedaços. Uns com mais aprendizagem que outros. Uns com mais efeitos positivos que outros.

Apetecia-ME falar, mas opto pelo que faço sempre - e quanto a isto, arrisco em dizer - e para sempre.

[ pelo menos até evito a pergunta clichê]

No fim, o importante é apanhar a toalha, enxaguar as lágrimas, respirar fundo e por a toalha para lavar 《 até porque a vida sempre me ensina 》 Respira fundo as vezes que forem necessárias para recomeçar. E recomeça ♡

 

10
Ago18

Amigos

Maria

72. Amigos.png

 

Daqueles que há à vontade para que os silêncios não incomodem. Daqueles que nos ligam sejam nove da manhã, cinco da tarde ou três da manhã já animados e que ainda nos arrancam gargalhadas ensonadas. Daqueles que viram família de tão bons que são. Daqueles que nos convidam que insistem, persistem e nos arrancam de casa em dias menos bons. Daqueles que querem que façamos parte das experiências. Daqueles que nos deixam com ciscos nos olhos, nos apertam o coração e nos fazem pensar que há amizades que valem a pena.

Daqueles que nós fazemos parte da história deles, nas páginas mais importantes. Daqueles que nos conhecem as vitórias, os sorrisos, as conquistas mas também as derrotas, as falhas, as cicatrizes. Daqueles que uma cerveja sempre é bem-vinda. Daqueles que conhecemos a porta de entrada da casa. Daqueles que o sofá já quase tem a nossa marca ou que já há uma peça de roupa por lá esquecida. Daqueles que nos sabem a dor por detrás do sorriso. Daqueles que sabem que o copo é sempre cheio. Assim como a mesa. Daqueles que não há "um dia destes marcamos isso" mas sim um "é já". Daqueles que sabem que nem sempre os dias são azuis, mas tu serás sempre azul "no matter what" literalmente. Daqueles que fizeram parte de algum "what happens in Vegas stay in Vegas", que é o mesmo que dizer algum momento que não se relata em lado nenhum. Daqueles que estão lá. 

Daqueles que nos dizem que não devíamos ter feito isto ou aquilo mas que se fod@ estão lá do nosso lado para as consequências.

Eu sou feliz por os ter. Assim mesmo. Destes malucos que nos entendem a loucura, a parvoíce, as gargalhadas e nos permitem o sorriso. Sentir. Sentir amizade é do melhor que a vida nos pode trazer.

 

Podem sempre acompanhar todas as novidades pelo Facebook. Ou pelo Instagram - @sorrisoincognito 》

 ▪Texto em destaque na página do @Sapo

03
Ago18

Seja qual for o plano...

Maria

71. Plano.png

 

Chega uma hora que pouco importa. Pouco importa se tens isto ou aquilo. 

Pouco importa se não ligares ao que tens mesmo ao lado quando tudo falta. Que és tu e pouco mais.

Nem sempre está sol. Nem sempre sorrimos. Nem sempre todos os pensamentos são positivos. Nem sempre a nossa juba é bonita e ao acordar, valha-nos deus, na maior parte das vezes não queremos que ninguém nos veja. Nem sempre nos rodeamos de pessoas boa onda. Nem sempre à nossa volta há filtros para nos proteger das coisas menos boas e podermos absorver só o melhor. Às vezes não há planos. Para que as coisas sigam um caminho melhor, quando na maior parte das vezes só arriscamos sem antever qual será mesmo o melhor caminho. Nem sempre lidamos bem com os erros. Não encontramos todas as respostas. Não conseguimos ultrapassar todas as linhas travessas que nos abalroam. 

Temos que ser gratos por tanta coisa boa que temos. Nós sabemos que temos. E chega uma hora que pouco mais importa. 

» Às vezes só é preciso mesmo que tudo dê certo! Seja qual for o plano «

[ ♥ ]

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