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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

28
Nov17

"Abriguem-se"

Maria

Gosto de acordar bem disposta. Do café da manhã. Não gosto de acordar já sem pachorra. Daqueles dias chatos. De nevoeiro e chuva miudinha, também não gosto de muita chuva e nem de trovoada, mas os de chuva miudinha - aquela "molha tolos" tipo a de hoje - não me agrada.

Não gosto destes modos inexplicáveis que nos fazem marionetas de um corpo. Tanto me apetece tudo como não me apetece nada. Ora quero não comer mais hoje, como me apetece comer todo um mundo (se calhar isto não é só na tpm). Ora quero acabar trabalhos, mas não me apetece mexer uma palha. Fico com ciscos nos olhos por tudo e por nada. Enervo-me até com o pão que traz farinha a mais. Quero-me concentrar numa coisa, mas estou a pensar em mil e duas ao mesmo tempo. E lágrimas nos olhos. E apetece-me estar sempre a falar com os meus. Ligo a todas as horas para ouvir mais um pouco. E depois ouço o pequeno e lá vem ciscos.

Este é todo um modo lamentável que dias há não dá para contornar. É vivê-lo, mas posso estrebuchar um pouco? É que não dá para aceitar sempre só porque sim. Raio de cena de gaja mais marada que nos havia de acontecer. E depois somos insuportáveis. Pois somos. Eu aceito. Como não?! Eu própria tem dias que é do caneco aturar-me. Mas qual a outra opção?!

Cortar os pulsos está fora de questão, em alturas de chorar por tudo e por nada a coisa não ia dar certo. Pareço as grávidas em fim de linha que ficam muito sensíveis. Ou aquelas pessoas que são demasiado lamechas. Sei lá. Isto é esquisito. Mas sinto mesmo que tudo me cutica. Talvez porque vem aí Dezembro... E eu ontem dei início à caça do pai natal de chocolate. Aquele chocolate dos pais natais são mesmo bons ou é só um fetiche meu?

Adiante. É oficial, “abriguem-se” de mim! Não sei se isto se apega ou se dá três dias antes de partir. Mas é um aviso. "Abriguem-se" de mim - ele há dias...

01
Jan16

Querida revista Maria,

Maria

Começar o ano a ver o "Velocidade Furiosa 5" e no momento em que a Mia, irmã do Dom (Vin Diesel) e namorada do Brian (Paul Walker) diz que está grávida por isso não se podem separar, eu ganho ciscos nos olhos.

Estarei grávida?!

É que já não se suporta esta sensibilidade toda. E tinha logo que ter passado para o novo ano.

03
Dez15

É oficial!

Maria

modo lamechas.jpg

Desde que entramos em Dezembro (relembro só vamos a 3) activou-se em mim um modo de TPM inexplicável. Acho que já chorei mais que todo o santo ano. Ele é vídeos que me fazem sentir pequenina, elas são mensagens que me trazem ciscos aos olhos. Eles são palavras que me tocam. São lembranças de coisas que quase já nem lembrava mais. São partilhas de pequenos gestos propícios a esta época envolvente do natal que me deixam num pranto. É a minha família… Foi aquele abraço que me desmanchou. Foi aquele “estás bem” que me fez arregalar os olhos para não ser ali mesmo um mar de “senhor nos acuda”. São aquelas notícias boas. E também as menos boas. É oficial. Pareço as grávidas em fim de linha que ficam muito sensíveis. Ou aquelas pessoas que são demasiado lamechas. Sei lá. Isto é esquisito. Mas sinto mesmo que tudo me emociona. Até as luzes que puseram na terrinha me cuticam cá dentro.

E não. Não é coração mole, é mesmo TPM, porque ontem quando fiz o buço também me vieram as lágrimas aos olhos!! É oficial, “abriguem-se” de mim! Não sei se isto se apega ou se dá três dias antes de partir. Mas é um aviso. "Abriguem-se" de mim!

________________________________________________________________________________________________

AVISO

 

Não se esqueçam dentro de dias o endereço do blog vai mudar para: sorrisoincognito.blogs.sapo.pt

 

04
Nov15

É nas horas mais silenciosas que o ruído faz eco e dói!

Maria

Frases blog7.jpg

Já chorei tanto do tanto que tinha para chorar. Lavei a alma. De tal maneira que hoje, faltam-me as lágrimas. Mesmo quando agarras nos joelhos e apertas junto ao peito agachando a cabeça. Aquela linguagem corporal de tristeza que te está a consumir. E tu não sabes, mas as lágrimas seriam a leveza do corpo e tão só por isso, dói. Já chorei tanto do tanto que tinha para chorar. Hoje sinto-as, mas as lágrimas não caiem.

20
Out14

Posso chorar?

Maria

Passas imenso tempo a não o fazer porque achas que não mereces. Sim tu. Mais ninguém. Faz-se por nós mesmos. Não pelos outros. Chegas sempre com um sorriso, por mais que tenhas que suspirar 349 vezes para não desatares ali mesmo num pranto de uma margem de rio. Das o teu sorriso, porque ainda que triste, o sorriso passa muito e ninguém tem nada a ver porque brilham os teus olhos. Dizes que não mais, que não o voltas a fazer, que serás forte. Sabemos que sempre vem um dia que isso não acontece. Que as forças baixam os braços e que sentes o chão mais perto. Tens calma, isto passa. Respiras só mais um pouco antes que alguém te veja e segues caminho. Queres parar de pensar e aquele assunto não sai da cabeça. Os olhos começam a enevoar e lá tens tu que arregalar um pouco os olhos, abrandar o passo, inspirar e piscar ao de leve para que nem uma lágrima tenha a oportunidade de cair. Lá dentro começa um sufoco. Piscas os olhos. São ciscos, interiorizas. Inspiras, expiras e segues caminho.

Posso chorar? Podes. Mas sorri.

:)

13
Mai14

Da inspiração...

Maria

Não lembra chorar. Não como antes. Não como quando chegava a casa e tudo magoava, não como quando agarrava a almofada até ela me incomodar de tão molhada que ficava. Não como quando me deitava e as lágrimas não paravam e de manhã mal acordava eram elas que me davam o bom dia. Não. Não me lembra de procurar as lembranças materiais que me magoam. Não me lembra olhar as fotografias até não puder mais. Não me lembra de acordar de um sonho a querer mais. Não choro pelo passado, pelo nosso passado. Não como antes. Não como quando aquela música tocava e eu não conseguia parar. Não como quando me falavam de um lugar que já foi o nosso. Não como quando queria ir aos mesmos lugares e a sensação já não era boa. Não como quando via os teus. Não como quando me falavam de ti. Não. Não como antes. Elas secaram. Mas agora doem.

[ ♥ ]

21
Set10

Há um ano

Maria

Escrevi assim:

"Não há reacção. Não sou eu de certeza, um outro alguém se apoderou do meu corpo. O simples respirar hoje acordou diferente. Ofegante. Há um coração desconhecido, que bate contrariando o sossego em que se quer encontrar. Sinto um calor arrepiante, ou um frio caloroso que me percorre a espinha que me arrepia os pensamentos e me distrai as células que ainda vivem… Há um formigueiro em meus lábios que me desperta, que me faz desejar o improvável. Há uma dor que envolve meus olhos, que personifica o brilho reluzente das lágrimas. Há um gritar dentro do meu corpo que é adverso ao silêncio que ele transmite. Há uma procura do meu olhar fugaz. Insaciado. Sinto um vazio repleto. Hoje as lágrimas são doces, a tristeza é esperança. Uma austeridade que desmoronou o que resta de um sorriso. Há uma dor que o meu corpo aprova, infame."

Tanto passou e hoje acordei a sentir estas palavras de outrora.

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