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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

10
Jun19

Viva PORTUGAL!

Maria

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Portugal faz vibrar toda uma nação.  E é tão bonito quando vibramos todos do mesmo lado!

Ontem voltei a ter a bandeira na varanda e a esperança no coração. E foi lindo de ver, ainda para mais no Dragão cheio. 

A equipa foi bem escolhida a meu ver e gostei do jogo. Jogaram bem. Passes assertivos, bom desempenho e ocupação dos espaços.  Uma defesa bem consistente. Um jogo bem mais fluído da parte de Portugal que no jogo anterior. O Guedes, não só por ter feito o golo fantástico que nos deu a vitória, mas esteve sempre bem, na segurança de jogo e na rapidez de levar o jogo para a frente. Rúben Dias muito bem, grande jogo. Danilo e William no melhor. Bernardo Silva a dar tudo. Ronaldo apesar se não ter feito nenhum golo esteve bem mesmo a vir buscar jogo que o faz cada vez mais. 

Parabéns miúdos e Obrigada.

Parabéns PORTUGAL  é a primeira taça da primeira Liga das Nações e esta é  NOSSA ❤🇵🇹

Foi ontem mas podia muito bem ser hoje que é dia de PORTUGAL.  O futebol é das coisas que mais alegria traz aos portugueses que gostam. Onde esquecemos todos os outros problemas  de amarmos o nosso país mas não gostarmos de tanto que o estragam, que não o respeitam.

Estes jogadores levam o nome de Portugal fronteira fora  com orgulho que sempre demonstram.

Viva PORTUGAL. 

Parabéns PORTUGAL

Portugal 1 x 0 Holanda Final da Liga das Nações CAMPEÕES 

20
Mai19

[meu sempre] Porto ♥

Maria

"Quem não se sente não é filho de boa gente". Tal e qual. Não poderia dizer melhor para começar este post.

Antes de começar a descambar, tivemos uma época boa. Nada fazia prever que as coisas chegassem a este ponto. Só quando começamos a perder pontos e a lidar com as imensas lesões é que tudo deu para o torto. Em contra partida foi nessa mesma altura, em que o nosso adversário mais directo ganhou força. E aproveitou.

Digo sempre que demos este campeonato porque não o soubemos segurar. Perdemos nove pontos quase seguidos quando estávamos numa fase de glória em primeiro lugar. E nem vou falar dos últimos pontos perdidos, depois de um jogo em que ganhávamos a dois e nos últimos dez minutos deixamos empatar numa fase crucial do campeonato que não se pode perder. Mas o problema esteve antes. Muito antes. Aquilo que não se conseguiu segurar.

Falar de arbitragens (quando vejo gente que comemora o campeonato orgulhosamente a envergar "colinho"!!) é dar valor aquilo que, pelos vistos não tem valor no futebol português e por isso não vou alongar a discussão. Todos já foram favorecidos, todos já foram prejudicados, houve escândalos demasiado óbvios para passar. Houve VAR que não serviu para nada. Mas eu continuo a crer acreditar no futebol. Nessa paixão que também a mim me move. Sem paralelismos. Más arbitragens. Emails. Frutas. Amigos do peito. Dinheiros... A ver.

Com o fim da época e campeonato, vem depois outra das minhas tristezas. A saída de jogadores. Se há alguns que não mexem tanto, outros há que fizeram parte desta família de corpo e alma e que os sinto tão Porto como eu. Herrera é nosso. Titular inquestionável. Bate a mão no peito com a convicção de que somos Porto. Abraça os nossos como família. Enfrenta os obstáculos com garra e foi um fiel capitão. Errou como todos erram. Mas é das saídas que mais me custa neste grupo. Neste grupo que vai ser abalado por diversas saídas e isso vai fazer (ainda mais) mossa.

Militão já está vendido algum tempo e acredito que agora valeria bem mais. Jogador espectacular. Duro. Sempre a dar tudo. Eficaz.

Telles. Como gosto quando ele corre de mão a estrafagar o emblema ao peito. Com aquela mística que abraçou, sendo ele um jogador à Porto, forte, convicto, preciso e bastante capaz. Titular inquestionável que deu, mesmo quando em dificuldade, tudo em campo. E que me trouxe lágrimas quando se lesionou e tentou mesmo assim estar lá. Grande Alex Telles. Que falta farás nas alas!

Felipe e aquele sorrisão que defendeu tantas vezes a fúria dos adversários. Que dava vontade de estrafagar num abraço de cada vez que falava e dava vontade de bater sempre que sorria até mesmo nos maus momentos. Carismático. Duro de roer. Raçudo. Vai fazer muita falta na defesa.

Marega é bicho duro de roer. Mas nunca foi o meu sonho quanto a finalização.

Brahimi e as suas loucuras com a bola. Foi um jogador que me dividiu tantas vezes entre o "és o maior" e o "apetece-me bater-te até te doer mesmo" de cada vez que pegava na bola e queria fazer tudo sozinho. Na verdade quando fazia em bom, era espectacular.

Casillas. Não falei dele aqui aquando do grande susto que defendeu com alma e garra na sua vida. O enfarte de miocárdio atirou-o para fora da sempre sua baliza. Todos, nós Porto, e não só, estremecemos naquele dia. Casillas entrou no Porto para ficar. Dedicou-se a elevar o Porto. Vem de outro patamar e demonstrou-o diversas vezes. No auge dos seus, hoje 38 anos (Parabéns Casillas!) foi sempre capaz. Foi lutador. Foi responsável. Foi líder. Foi "pai". Mística. Garra. Convicção. Paixão. Coisa que não lhe falta. A meu ver não voltará a defender as redes da baliza do nosso Porto. Em prol da sua saúde. Essa será também uma das grandes perdas deste grupo. Principalmente pela sua presença em campo. Experiência. Ensino. E sem dúvida, capacidade de gerir emoções. Vou aguardar pelas próximas notícias mas acredito que possa ficar na estrutura do Porto.

Sérgio Conceição. Um jogador do FCP vir a ser seu treinador é obra. Principalmente quando esse ex-jogador tem alma de dragão. Tem mística a correr-lhe nas veias. Tem sangue quente de um homem do Norte. Tem garra, peso, dureza e respeito pelo Porto. Por muito que digam que ele sai, eu não estou a acreditar e continuo a acreditar que permanece. Não foi um ano bom. De todo. E acredito que tenha dado bastante nas orelhas dos jogadores quando as coisas correram mal. Mas esteve lá sempre a dar a cara. Foi fiel aos seus princípios. E não me venham dizer que ele desrespeitou os adeptos, nomeadamente os "Super Dragões" porque discordo de todo. Aquela tensão deveu-se aos exageros que deveriam ficar de parte no futebol. No que é o Fair play, no que é o respeito pelo próximo. No que é o respeito pelo homem acima do posto de trabalho que ocupa. Não é por ser Portista de alma e coração que defendo todos os actos cometidos pelos mesmos. De todo. Repudio qualquer acto de violência, de desrespeito. Compreendo a cabeça quente em momentos complicados, mas não compreendo que se esqueçam que isto é só futebol e que deve ser um desporto saudável gerido por emoções passíveis e respeitosas para todos. Tudo o que ultrapassa essa linha, ultrapassa a minha paixão pelo futebol. Pelo jogo jogado. Pelas quatro linhas. Pelos jogadores que dão o litro. Pela emoção de ver os nossos conquistarem vitórias.

Continuo sempre a pedir que demonstrem aquilo que sempre me apaixonou. A mística, a garra, a confiança, a luta, o empenho, a atitude, a alma, o dar tudo por tudo de mão ao peito de orgulho. Ser Porto. É isto. Mas não foi. Falhou. Falharam. Em alguns momentos falharam todos. Logo falhou a equipa.

Não deixem.

Assim como eu não deixarei de amar de alma e coração o [meu] Porto, não o matem.

20190410_002906.jpg

 

Classificação época 2018/2019:

1º Benfica

2º Porto

12
Mar18

Não. Não vale tudo.

Maria

O Paços de Ferreira passou mais de metade do jogo no chão, mas quem escorregou foi o FCPorto. Mas escorregou com dignidade. Já o Paços...

Eu, que gosto de ver um bom jogo de futebol e que não tem que ter apenas o meu Porto, ontem foi dos piores que tenho memória de ter assistido. E não foi por ver o meu Porto sair com uma derrota. Não foi a primeira. Não há-de ser a última. Foi por ver um jogo de mete nojo do Paços ao mais alto nível.

O Paços de Ferreira não jogou a seguir ao golo. Fez um anti-jogo. Não teve respeito pelo jogar futebol. Não honraram quem estava em campo. Não tiveram fair play. Ética.

Foi tão mau quanto as palavras do guarda redes na primeira reacção pós fim do jogo. "Respeitamos todas as equipas com quem jogamos, mas têm que entender nós estávamos cansados".

Sinceramente, car@lhinho. Foi vergonhoso.

E quem gosta de futebol não pode ter gostado disto.

O árbitro deu sete minutos de compensação dos quais se jogou um minuto e pico e aos sete apitou. Foi o correcto, quanto mais deixasse jogar, mais tempo e mais jogadores do Paços se atiravam para o chão.

(Não estou com isto a desculpar o FCP de perder o jogo, falhou.

Mas falo apenas do jogar futebol, que era disso o jogo.)

24
Abr17

Maria, fala lá de futebol que essa tua tiróide não aguenta.

Maria

Já há muito que tento não ficar com as coisas engasgadas cá dentro porque este problema da tiróide sofre. E não estou cá para sofrer. Vai na volta o que tenho a dizer digo. Mas e do futebol que não tenho falado? Do futebol que não tenho discutido? Do futebol que tanto nervo me tem dado?

Só Deus sabe e os meus amigos também como sofro com um jogo do [meu] FCP

Fica tudo ali durante o jogo. Ontem no fim do jogo quem olhasse para mim não via, mas por dentro estava como o Felipe aquando o fim do jogo, ou mesmo como o Danilo a escorrer sangue. Senti que eles deram quase tudo dentro do campo, assim como eu, fora. Gritei, zanguei-me, disse milhentos palavrões. Sentei-me, levantei-me. Virei a cara e tentei roer unhas. Bati demasiadas vezes com a mão na perna porque a mesa não estava ao alcance. Desejei não ter jantado antes e pedi um chá no final. Aquilo para quem gosta de futebol enerva mesmo. Eu não posso. A tiróide não gosta e convenhamos o raio do herpes está sempre há espera de uma desculpa esfarrapada para voltar a aparecer. Grande merd@.

Que jogo nhec. Primeiro resmunguei porque achei que não estavam a jogar para ganhar e não estavam. Primeiro achei que aquilo estava a engonhar demais e engonhou. Primeiro os meus olhos enevoaram ao pensar que não íamos aproveitar o que havia para aproveitar. Rais parta que não aproveitamos mesmo! Depois achei que a estrelinha não estava lá, em vez disso estava um Vaná com o diabo a quatro que defendia bolas como eu como gelados.

Não me quero resumir a falar de arbitragens, porque isso resumia(-me) este campeonato. Mas o Porto ontem poderia ter feito mais, a estrelinha também se finta. Tem que se fintar. Em noventa minutos há muita finta para se fazer, em vez de se lamentar a falta que um Brahimi ou um Corona nos possa estar a fazer. E a entrada do Rui Pedro só comprovou que há sangue azul para se aproveitar.

E embora não possamos também nós Porto, "dar tudo" como referiu o Vítor Bruno do Feirense que deu (oh se deu), visto que até as nossas palavras valem mais (expulsões/castigos) que a agressividade física em campo, temos que tentar dar sempre o melhor futebol que temos para dar. Sem medo. E com vontade.

Sou Porto. Continuo a ser. Serei sempre. De corpo, coração, alma e vontade. Vontade de rasgar a toalha antes mesmo de a deitar ao chão...

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