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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

14
Abr17

Overbooking - Sim já passei por isso.

Maria

O caso mais recente que circula na internet sobre um passageiro que foi retirado à força de um avião por overbooking veio despoletar um assunto que muitos não conheciam - overbooking.

Eu não só já conhecia como já passei por isso. E agora que esta notícia circula pelas redes sociais, já me dizem "olha se te faziam o mesmo!".

Pois que não.

Nunca me tinha acontecido nada do género, atrasos em voo, cancelamento etc.. nada. Tudo tinha corrido muito normal nas viagens que tinha feito até então (também não muitas diga-se de passagem). Mas ficou, acho que me lembro de cada palavra trocada. E depois de ter acontecido ria-me a contar aos meus amigos (ainda hoje quando me lembro rio), mas na altura não achei piada nenhuma, muito pelo contrário.

Isto passou-se em pleno Agosto no aeroporto da Madeira em 2008. Na altura tinha ido lá passar quinze dias de férias e tinha viagem de volta uma sexta-feira à noite, mas como começava a trabalhar só na segunda-feira, dia 1 de Setembro, já depois de lá estar e aquilo estava a ser tão bom, resolvi alterar o voo, com o pagamento da devida taxa de alteração, para domingo à tarde, 31 de Agosto - o caus.

No domingo quando cheguei ao aeroporto a primeira coisa a fazer foi ir a um guiché específico para fazer o pagamento da taxa de ter mudado o voo, depois dirigi-me ao outro balcão para fazer o check-in, eis que a senhora que me atendeu, nitidamente depois de lhe dar o meu CC, o cartão vitória e despachar as malas, ficou assim meio que "encavacada" e pediu-me para aguardar uns minutos, ligou para alguém e depois para mais alguém e após uns minutos de conversa, ao que não percebi nada, desligou o telefone e comunicou-me algo como "olhe lamento informar mas não temos lugar para si no avião". Nesta altura já não via as minhas malas. Quem me conhece sabe que eu, sou a paz de alma até que pimenta me passe pelo nariz. Primeiro ri. Parecia brincadeira mesmo, aquela frase do "não temos lugar para si no avião". Ainda cheguei a pensar que fosse para os apanhados... Mas depois de rir apenas questionei "como?". A senhora: "sabe, hoje é um dia complicado, o último de Agosto, os turistas estão todos a ir embora, aconteceu, como chegou muito em cima do check-in já não temos lugar para si". Aqui baixou-me tudo, porque entendi que não era brincadeira nenhuma e as minhas malas já tinham ido sei lá bem para onde e eu estava ali em vias de não ir.

Olhe desculpe, digo-lhe eu, eu não sei o que se passa, agradecia que me explicasse muito bem o que se está a passar porque eu só sei que, tenho um check in para fazer para apanhar um avião pelo qual paguei o lugar e ainda mais a taxa porque foram vocês que me disseram qual o voo que podia alterar e agora não tenho lugar? Devem estar a brincar! Só via o meu irmão ao longe a acenar  por estar a demorar e ele sem saber o que se passava.

Diz-me a senhora, "realmente lamento, mas não tem lugar. Isto é o overbooking" e eu com aquela cara a olhar para ela como um burro a olhar para um palácio, sabia lá eu que raio era o "overbooking". E continua a senhora "isto pode realmente acontecer nestas épocas. Há muitos voos e os voos estão lotados, no entanto há muita gente que não aparece ao voo, ou o cancela à ultima da hora, daí a acontecer isto, vendem-se mais bilhetes que realmente os lugares que há. E claro se as pessoas decidem vir todas, isto pode acontecer. Lamentamos, como chegou em ultimo, não tem lugar".

Descambou. Por muito pés na terra que tu queres ser, ao seres confrontada numa situação destas, que a meu ver é intolerável porque nunca sabem o quão importante pode ser para nós aquele voo, a minha indignação disparou.

Eu quero lá saber minha senhora. Eu tenho um lugar pago num voo que está de partida para o Porto. E é o que eu quero fazer. Amanhã trabalho, tenho que voltar sem falta (nem me lembrei mais das minhas malas!). Veja lá a sua vida e fale com quem quiser, mas eu quero aquilo a que tenho direito, ir à minha vidinha.

A senhora lá pegou outra vez no telefone e falou com alguém. Os minutos foram passando e tive a perfeita noção que aquilo me estava a acontecer (sim duvidei) e que já não conseguia mesmo entrar naquele avião.

Nesta altura já eu devia estar com os olhos arregalados para a senhora, a bater o pé e a rodar a baiana, porque rapidamente o meu irmão aproximou-se para me perguntar o que se passava.

A senhora lá continuou ao telefone e eu fiz a minha cara de poucos amigos até que... numa voz ainda encavacada me disse: "D. Maria, vamos fazer os possíveis para recompensar e remediar esta situação, lamentavelmente não estamos a conseguir arranjar um lugar nos voos de hoje porque também se encontram todos lotados. Faremos os possíveis para viajar amanhã".

Eu já com os azeites (e a pensar que à noite tinha a família reunida como em todos os 31 de Agosto em casa do grande primo para lhe festejar mais um aniversário), disse-lhe "isso não pode acontecer, amanhã trabalho às nove da manhã, quem me compensa isso? Tenho que viajar hoje".

Mais um telefonema. E outro. E mais outro. Perdi-lhes a conta.

...

"D.Maria estive a falar com superiores e as ordens que tenho é que vamos indemniza-la (ahh pensei, isto já é vinho de outra pipa que é como quem diz, isto já é outra conversa), primeiro vamos fazer de tudo para lhe conseguir um voo o mais rápido possível, não lhe garantindo que se consiga hoje, depois vamos oferecer-lhe um outro bilhete gratuito - não consigo agora precisar o que senti na altura mas acredito que em linguagem de hoje em dia, emoji, daria aquele dos olhos em forma de coração . Peço que aguarde mais um pouco".

...

A senhora com um "envelope" na mão - "aqui está, isto dá para trocar por uma outra viagem, tem a validade de um ano, é só ligar para a TAP e programar, aviso desde já que não dá para reservar em época alta, considerando os meses de verão e também não dá no final do ano. Ou se quiser pode optar por trocar por 250 euros".

Menos mal, mas e voo? Eu quero é ir para o Porto, tenho compromissos profissionais e não posso adiá-los.

"Nestes voos a seguir para já estão lotados, vamos ver se se consegue algum voo à noite, mas por favor fique contactável, assim que haja novidades entraremos em contacto. Já almoçou? Vai jantar  aqui? Temos aqui umas senhas para ir ao restaurante aqui do aeroporto".

Não, não obrigada disse-lhe eu e foi aí que me lembrei, olhe e as minhas malas?

- "Pois... essas já foram despachadas no voo. Mas não se preocupe estão identificadas e quando lá chegar já estão à sua espera".

Que bonito... e lá fui eu à minha vidinha contar aos meus o que me tinha acontecido e já com o "bilhete novo" na mão quando me lembrei "Pera aí, eu para este voo tinha pago uma taxa extra (lembra-me que na altura foi cerca de quarenta euros) para a alteração e que paguei esse mesmo dinheiro assim que cheguei ao aeroporto noutro guiché antes mesmo do check in e... volto para trás, dirigi-me novamente à senhora e perguntei "eu tinha pago uma taxa extra para ir neste voo, como não fui, onde reclamo esse dinheiro?" ao que me respondeu "Dirija-se ao guiché onde efectuou o pagamento e será reembolsada". Assim foi.

Resumindo, não me fizeram entrar no avião para depois ser retirada por "overbooking". Dentro do mau que é isto, chegar ao cúmulo de deixarem entrar no avião para depois então retirar a pessoa é mau demais, como o recente caso do passageiro da United Airlines que chega a ser escandaloso.

Consegui viajar nesse dia com um voo à meia-noite, lembra-me que vinha apenas uma equipa de futebol e um casal que lhe tinha acontecido o mesmo que eu (mas que não reclamou e não lhe deram nada pelo overbooking). Consegui chegar ao Porto e reaver as minhas malas e chegar a casa por volta das três da manhã para às nove estar a trabalhar.

Foi tudo muito cansativo. Mas na verdade acho que eles, a TAP, até se portaram bem para minimizar danos por algo que o passageiro não tem culpa.

Ainda vos consigo adiantar que nesse mesmo ano, 2008 aproveitei o bilhete dado para voltar à Madeira, onde fui passar o Natal e a Passagem de ano. Como eles não me trocavam o bilhete para essa época, dirigi-me à Groundforce no aeroporto do Porto e pedi a troca por dinheiro, assim consegui comprar eu a viagem e fui à Madeira no final do ano por cerca de dez euros que foi a viagem que arranjei.

O que aconteceu comigo não foi assim tão mau, tirando as poucas horas que consegui descansar para voltar ao trabalho, porque não estava em solo desconhecido e apesar de estar a viajar sozinha, tinha os meus também lá. Seria bem pior se estivesse sozinha em outras condições.

O importante disto é manterem a calma e reclamarem sempre pelos vossos direitos. As coisas acontecem, mas o erro é deles.

29
Nov16

Força Chapecoense!

Maria

Nunca há muito a dizer sobre tragédias. Ficamos boquiabertos, não queremos acreditar e rezamos a todos os santinhos pensando como é possível?

Na verdade, há um destino daqui a uns segundos que nos é completamente desconhecido. A todos. Mas há tragédias que ceifam vidas desta maneira que nos deixam assim sem muitas palavras.

E depois surgem os vídeos, os sorrisos, as palavras e o sonho. O sonho que era estarem ali....

O pensamento é um só, que a força esteja com a família de todos os que perderam a vida neste trágico acidente de avião, com a família, mas também com os amigos, com os adeptos que viviam também o sonho, com todos os outros que pertenciam à equipa. Não perdem um amigo, perdem vários de uma vez só. Muita força para os sobreviventes, que consigam recuperar e que tenham paz no coração. Porque não lhes imagino a dor. Só a sorte. Independentemente de tudo, sobreviver a um acidente de avião é quase um milagre.

"Avião despenha-se na Colômbia, seguiam 22 futebolistas da Chapecoense, 28 dirigentes, membros da equipa técnica e convidados, 22 jornalistas e nove tripulantes.

Na aeronave estavam 81 pessoas, das quais terão sobrevivido seis, três jogadores, dois tripulantes e um jornalista."

 

12
Nov15

A inveja prejudica a própria vida. E não a vida dos outros.

Maria

Ainda só agora se soube que o Ronaldo comprou um jato privado e já tanta tinta corre por aí.

Se até eu com a merd@ que ganho comprei o meu carro, porque é que ele com a fortuna que ganha não pode comprar um "jatinho"?

Como se pode ler hoje no @Radar_do_Sapo, Salvador  Martinha diz:

"O sucesso dos outros não impede o vosso. Mentalizem-se disso e deixem de ser mesquinhos."

É mesmo isto. Mai'nada!

24
Jul15

Das férias. Trago um coração cheio de vida. E muito sono na mala. ♥

Maria

As minhas férias correram bem, quando tinham tudo para correr mal. Antes de ir até que falei nisso, às vezes ainda acho que prevejo coisas. As pragazinhas são uma cena que me assiste, felizmente também me assiste uma força maior que elas. Começando por dizer que o meu carro que tinha estado na oficina nesse dia, avariou a caminho do aeroporto. E que faltavam 40 minutos para a porta fechar estava eu ainda a cerca 60 quilómetros. Não foi fácil, mas não me deixei ir abaixo com a cena do “vou perder o avião”. Preferi insistir no “vou apanhar aquele avião” e sim consegui chegar à porta do aeroporto cinco minutos antes da porta fechar. Aquilo foi sempre a correr e quase só respirei quando desci as escadas e vi a porta de embarque ainda aberta com cerca de meia dúzia de pessoas à minha frente. As minhas férias começavam ali. Depois de um quase ataque de coração estava pronta para o que viesse. Do outro lado estava a minha melhor amiga à espera que eu aterrasse em terras algarvias para começar uma semana de férias (depois da minha quase perda de avião até ela ficou meia à nora que me deixou lá especada à espera).

Quando chegou e já a caminho de casa parou no Macdrive para eu emborcar um double cheeseburger e foi aí que percebi que além de estar a “chegar” a uma semana de dolce far niente seria também uma semana de comer à la #MariaTexuga (e não me enganei nadinha!).

al1.jpg

Para já ficam algumas imagens da praia. Andei mais pela praia de Monte Gordo e na praia do Cabeço - Castro Marim. Tenho a dizer que a água estava óptima e quando não parecia era porque a temperatura do corpo é que estava demasiado alta. Apanhei muito bom tempo, temperaturas bem altas logo as idas à praia durante o dia foram seleccionadas para o fim da tarde, quase sempre chegava à praia depois das cinco e ficávamos até bem tarde. De manhã como nunca consegui ir muito cedo ficávamos pouco tempo, porque a hora do almoço era insuportável lá parar. Houve um dia que almoçamos ali mesmo na praia porque estava o tempo farrusco e deu para aguentar mais qualquer coisa, até que quando estávamos a almoçar começaram umas pingas e assim se manteve o dia (e único sem sol) mas que nos fez andar ali pela praia mais um pouco. Comi a minha parte nas bolas de berlim com creme (tãooo boas) e também houve cerveja e tremoço na praia. Uma pessoa não deixa ficar por menos. Na praia de Monte Gordo na zona onde estão os barcos de pescadores há um restaurante/tasquinha (não me lembro do nome) que sem dúvida aconselho. Peixe bem fresquinho e a preços simpáticos. Apanhei também das melhores noites no Algarve, temperaturas espectaculares para se curtir a noite.

Isso ficará para outro post. As borgas, as jantaradas, os sorrisos... Coisas que me encheram o coração e o estômago.

27
Mar15

Suicídio?

Maria

Não me fodam e desculpem a expressão (mas esta minha veia nortenha nestes casos não me deixa dizer três frases sem um palavrão). Adiante. Suicídio? Não. Se o tal Andreas Lubitz, copiloto do voo da Germanwings que fez, segundo investigação e na base do que vão para já divulgando, embater o A320 contra as montanhas dos Alpes Franceses se quisesse suicidar há mil e uma maneiras para o fazer sem pôr em causa terceiros. Ao pôr para mim já não se trata de suicídio. E já aqui falei uma vez, e entendo que muitas vezes até para cometerem suicídio é preciso ter coragem, para chegar à hora H e seguirem em frente no que estava ou não planeado, mas no caso deste não. Foi um cobarde. Não quis morrer sozinho. Não se interessou por matar outras 149 pessoas e fazer sofrer cada família e amigos de cada um. E quis estandartes para a sua morte. Porque vamos lembrar sempre desta tragédia, mas não mais que por um acto de cobardice, estupidez, e sei lá mais o quê para não abusar das palavras que se me atravessam na garganta.

Sim tudo na base da especulação, por isso mesmo, posto isto que disse, digo-o apenas baseando-me no pouco que ainda há do que aconteceu ali. Mas a ser verdade, oh Deus, que se a mim que não conheço ninguém que lá ia naquele voo me revolta, me dá uma raiva que chega a tirar ar, não imagino a família, aqueles que perderam alguém que ia naquele voo.

Suicídio? É tirar a própria vida. Tirar a de mais 149 pessoas é um assassino sem escrúpulos, cobarde. Frio.

Depressões? E quando é que é possível não avaliarem uma pessoa que leva "nas suas mãos" tantas outras vidas? Se alguma vez tivesse já sofrido de qualquer situação  que lhe mexesse com o psicológico deveria ter sido afastado. Não se brinca com a vida das pessoas e isto põe muito em causa.

E depois lá vem o 8º pecado mortal. E as regras imediatas para a obrigação da presença de dois membros da tripulação em qualquer momento em qualquer voo. E já agora, minha opinião, teste psicológicos mais vezes, é que uma pessoa sabe o que não faltam por aí são maluquinhos.

24 de Março de 2015 ficará marcado por mais esta tragédia no mundo da aviação com a morte de 150 pessoas.

30
Out14

Como um avião de papel do ar.

Maria

Quem já aterrou no aeroporto da Madeira sabe que não é fácil. Não é para todos. Os pilotos são verdadeiros homens da máquina. Fazem aquilo parecer fácil. O estômago aperta muitas vezes e sabes que cada aterragem será uma incógnita e por isso única. Mesmo quando o sol brilha e tudo parece de sonho. Ventos cruzados na pista já ouviram falar? Pois vejam o vídeo que está a correr mundo publicado no passado 20 de Outubro no youtube. Este piloto merece uma grande salva de palmas, de pé.

 Inspira e expira. Sim eu tive um déjà vu.

24
Out14

Momento shame on me*

Maria

Todos temos episódios de rir, um dia destes lembrei-me de um.

No início do ano quando fui à Madeira, lembrei-me no dia antes que ia levar uma saia na viagem e fui comprar uma meia-calça nova, preta opaca.

Tive avião às sete da matina, no máximo às 6 tinha que estar no aeroporto, o que fez com que saísse bem cedinho de casa. E mais cedo tivesse que acordar. Depois de pouco ter dormido e quando me preparava para vestir vou buscar a meia opaca preta, imaculada dentro da caixa. Arranjo-me até que, quando me vou a calçar, reparo que no fundo da perna atrás está um buraco. Não percebi bem se fui eu que sem querer fiz aquilo se já vinha com defeito, não era propriamente um buraco grande, pelo contrário, a coisa quase mal se via, mas sabemos o efeito de um buraco numa meia opaca. Pensei cá para mim “So_riso Maria, como vais levar as botas de cano alto isso fica por dentro não se nota e agora para não perderes mais tempo, esquece lá isso que ninguém vai-te espreitar o buraco na viagem, salvo seja”. Assim foi. Estava pronta e está andar de mota pro aeroporto. A coisa esqueceu. O sono também ajudou. O tico e o teco lá dentro estavam adormecidos.

Check-in feito, sozinha àquela hora da matina sem nada para fazer lá vou eu entrar à espera da hora de embarque. Fila para passar no controlo de segurança. E lá vou eu a bocejar mais um pouco até à minha vez.

- A senhora por favor!

Lá pus o que tinha a pôr na passadeira rolante. Dirigi-me ao segurança para passar no detector de metais e …

- Olhe desculpe mas tem que tirar as botas.

Oi?

- Sim desculpe, são botas de cano alto tem que as tirar e pôr na passadeira também.

Ah ok. E foi exactamente neste preciso momento que estou a abrir o fecho das botas, que me lembro do buraco na meia opaca preta ali em frente a toda a gente e penso para mim mesma “omfg shame on me” isto tudo com aquela voz em modo lento e distorcida.

Perdi todo o sono.

* ou de como podem rir da minha cara!

25
Jul14

Caso do meco foi arquivado!

Maria

Diz-se que estamos num mundo tão desenvolvido. O trabalho humano está cada vez mais a ser trocado por novas tecnologias que dizem, são muito mais à frente e o futuro de um mundo desenvolvido e em crescimento. Desaparecem aviões, assim de um momento para o outro e ninguém sabe onde estão, que lhes aconteceu, a quem procurar para entender o que passou. Assim de um momento para o outro puff como se nada daquilo tivesse sequer existido, um bicharoco de um avião e as pessoas, sejam elas 10, 100 ou 200, as vidas, as histórias, as famílias e amigos desaparecem para todo o sempre, porquê, como? Há mulheres que sofrem nos dias de hoje a violência, a escravatura, a perda dos direitos humanos. Muitas num cantinho da terra que está "protegido" pela cultura interna. Nos dias de hoje custa acreditar que isto seja possível, certo? Uma praia, uma noite, capas académicas, seis jovens morrem. Para morrer basta estar vivo certo? Mas custa acreditar que as coisas sejam assim tão simples. Em cada tragédia que acaba em arquivo, assim tal e qual, numas folhas perdidas no meio de milhares de outras, há um bocadinho de esperança que se perde no viver neste mundo.

12
Mar14

Desaparecer do ar

Maria

O voo MH370 da Malaysia Airlines continua desaparecido. Há cinco dias que o avião desapareceu sem deixar rasto. No dia 7 de Março o avião que saiu de Kuala Lumpur (Malásia) com destino a Pequim (China), um Boeing 777 com 239 pessoas a bordo, puff desapareceu, assim de repente como se nunca tivesse existido. Nos dias de hoje, num mundo tão avançado, como é possível? Assim sem nenhum sinal, sem nenhum alerta, sem nenhum pedido de ajuda, sem nenhum radar o detectar, sem qualquer meio de socorro o conseguir encontrar. Num mundo tão avançado, onde tens um Google earth que quase em tempo real te consegue mostrar que carro está estacionado à porta de tua casa, ou quem está a passar na rua x, ou o raio do homem que se lembrou de parar na estrada para fazer as suas necessidades, mas… Um avião desaparece sem deixar rasto. Como pode? Isto dá-me urticária, só de pensar que já quando pomos um pé dentro de um avião seja o que Deus quiser, saber que, podemos para um sempre desaparecer tipo magia é qualquer coisa que me assusta ainda mais.

E parte de alguns telemóveis de passageiros ainda chamarem? Nem quero imaginar a situação dos familiares...

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