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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

27
Set19

Desafio de escrita dos pássaros #3

Maria

» Uma aventura/momento que te tenha marcado «

desafio passaros.JPG

 

Fazia vinte anos. Jantarada com amigos. Encontro num bar para beber um copo com outros. A noite já ia longa. A minha boleia ia embora. Mas eu, ainda na ideia "a noite é uma criança", vontade de ir, zero. Até que, apareceu ele. O meu ex namorado. Por entre conversa, o namorado da minha amiga diz-lhe que íamos embora apesar de eu preferir ficar. 

- Mas se queres ficar eu dou-te boleia. Vou estar ali com uns amigos. Se quiseres é na boa! Depois quando quiseres ir embora só dizer - disse-me o meu ex.

- Boa! Pode ser! - respondi com certo entusiasmo.

As coisas tinham acabado entre nós, mas nem tudo acabou... Andávamos na fase do larga, não larga, deslarga, agarra. Acho que era mais ou menos isso. Muitos anos de amizade e ele era das melhores pessoas que conheci na vida. Foi confuso.

Ali ficamos nós. Perdidos na noite com amigos. Comuns. De tantos anos.

Lembro-me, dancei muito. E no bar onde tinha amigos bebi uns copos. A mais.

Mas sentia-me a pessoa mais segura do mundo. Ele estava ali comigo. E apesar de já não ser meu namorado, continuava a ser dos melhores amigos. Daqueles que confiava até de olhos fechados.

Continuei na pista até sentir que já não dava mais. A festa fora grande. Estava ali a pisar o risco. Já tinha bebido além da conta.  Era hora de pensar em ir embora. De braço dado, saímos dali.

Antes de seguir caminho, paramos ali nas bombas e ele foi buscar-me uma água com gás. Saí cá fora para apanhar ar, beber um pouco de água e fumar um cigarro enquanto conversávamos. Eu continuava a rir muito e ele a segurar na minha mão. Juntava ali o tentar segurar-me para eu não cair ao querer dar-me literalmente a mão.

Por entre conversa da treta e daquele nervoso de não querer tocar no assunto "nós"... lembro-me de lhe ter pedido, à parva, "deixa-me fumar um charro". Ele (que mais que ninguém sabia que eu nunca o tinha feito) prontíssimo respondeu, "tudo bem mas pede-me quando estiveres sóbria!".

Não me lembro bem se naquele momento senti a maior vergonha do mundo, mas sei que, ali a partir daquele momento o amei ainda mais.

Dei-lhe um beijo sentido, abracei-o e sussurrou-me ao ouvido "vamos embora".

Vejam outros textos meus para este desafio aqui.

09
Set19

Carta de amor #3

Maria

Hoje é o teu dia. Dois aninhos.

O meu coração desde que fui madrinha, nunca mais foi o mesmo.

E tu, sem dúvida que dás muito mais cor aos meus dias.  Sou muito mais feliz por fazeres parte da minha vida e babo-me a cada dia que passa por saber em ti que também gostas de mim.

Ouvir-te chamar "Maiinha" cutica-me. Gostares de passar tempo comigo. Quereres o meu colo. Dares-me miminhos, beijos e um xi. É tão bom.

Ver-te crescer. Acompanhar cada passo e crescer contigo.

Ver-te sorrir. Ser marota, brincar muito e querer estar em minha casa. Brincares com o Nenuco que foi meu. E gostar de estar com os meus pais. Não sendo família, mas fazendo parte.

Tudo é tão diferente contigo cá. E já nem imagino de outra maneira.

Grata.

Parabéns minha pequena.

Amo-te muito ♥

08
Ago19

Como aguentar 12 anos numa empresa?

Maria

Muitas vezes fazem-me essa pergunta quando  se fala da minha empresa. Tantos anos na mesma empresa não é fácil. E acredito que, visto de fora, algumas sejam as dúvidas e as suposições. 

Já aqui falei. E tenho sempre o prazer de o dizer. O que me faz ficar cá tanto tempo são as pessoas. E num emprego, num trabalho diário, numa casa onde passas tanto tempo como na tua, ou mais (pelo menos acordada) são as pessoas que te fazem o ser e o querer estar. Quando pensam que é o dinheiro que move. Não, não é. São "bolos" diferentes. É importante. Mas para o nosso bem estar não é só o dinheiro que conta...

Percebam porquê.

Faleceu ontem o "Manuel". Que sempre apelidei carinhosamente de "meu Manelzinho" aqui na empresa. Quando cá cheguei, ele já cá estava. E foi sempre um querido comigo. Um amigo mais velho trinta anos. Que me aconselhou. Me deu dicas. Que muito desabafou. Que amava a família e babava pelas filhas... 

Trabalhamos juntos cerca de três, quatro anos não sei precisar e acabou por sair. Por seguir outro caminho.

Ás vezes ali aparecia ele no meio da produção a levantar a mão. Vinha cá ver como estávamos, dar um Oi. Contar que estava bem. Do que andava a fazer. Sempre que passava por ele na rua, aquele sorriso e aquele levantar a mão era certo.

Aqui na empresa não somos muitos. Somos família. Desde o início. Fui recebida assim há mais de doze anos. E continua-se a receber assim quem vem por bem.

O "Manelzinho" já cá não trabalhava há alguns anos. Mas foi da família. E ficou.

Hoje a empresa encerra para nos irmos despedir dele pela ultima vez. Todos. 

Mesmo que já não trabalhasse cá na empresa. Foi família. Esta empresa é isto.

Até sempre "Manelzinho"! <3

18
Jul19

Dia de mimar os colegas de trabalho

Maria

A Rádio Comercial diz que hoje é dia de mimar os colegas de trabalho.

Nem de propósito. Quem me segue nas redes sociais sabe que sou mimada muitas vezes no trabalho por croissants frescos e fofos logo pela manhã, mesmo dizendo que estou a tentar fazer "dieta". Nem de propósito, hoje trouxeram-me, não um, mas dois maravilhosos e fofos

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donuts!

Um café sem açucar tão pequeno e os donnuts tão grandes!

Fazer o quê?

Eu não me queixo dos meus colegas de trabalho por boicotarem a minha dieta e vocês?

23
Mai19

Há pessoas para ficar, há pessoas para ir!

Maria

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Sabemos sempre que com outras pessoas somos mais felizes. Somos ainda mais felizes que sozinhos. E dessas pessoas, as que nos acrescentam, somos parte. E fazem-nos mais felizes assim como nós também fazemos parte da felicidade deles. São aqueles a quem chamamos "os nossos". A quem queremos perto. Com quem partilhamos os melhores sorrisos e a quem socorremos para nos segurarem as lágrimas.

São essas pessoas que nunca podemos esquecer. E da mesma proporção que há pessoas que nos fazem ainda mais felizes. Há também aquelas que nos sugam a felicidade e muitas vezes nem damos conta disso.

Pessoas que já só estão "ali", sabe-se lá onde, mas que nunca estão mesmo "aqui". E que nem chegam a estar. Não se chegam a dar. Logo não chegam a ser das que acrescentam. Que dizem que são amigas mas que na realidade, ao olhares, não vês nada que o demonstre. Só estão ali a insistir que o são. Às vezes já podem ter sido muito, mas depois simplesmente deixam de o ser. 

[ Às vezes podemos ter uma peça que seja muito importante numa altura da nossa vida ficamos com ela porque na verdade faz parte. O tempo passa. E ela apenas fez parte naquela altura. Lá trás. Ficar com ela, dar-lhe um lugar de destaque só para lembrar que um dia foi importante é não dar valor a todos as outras que fazem o dia de hoje mais bonito. ]

Há pessoas que devemos deixar ir. Que o deixar ficar só estão a ocupar ideais falsos. Quando menos esperas vai haver uma atitude que te vai fazer perceber isso tão bem que te vai magoar.

Pessoas que magoam não fazem parte dos teus que estão lá para te fazer feliz. Se não estão, é deixar ir. Há tanta coisa que ao deixares ir te faz feliz que vais perceber que há pessoas que também são assim.

Não vão deixar de existir. Só não podes contar que estejam lá. Porque na verdade elas também não contam. Quanto mais cedo te libertares, mais cedo vais perceber o que te faz falta, o que realmente interessa e o que não! E que ninguém vive de metades de pessoas que querem estar em todo o lado mas na verdade não estão, principalmente do teu lado. ♡

22
Mai19

Faceweek*

Maria

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Aqui ficam alguns looks que usei na semana passada. Uma semana em que as temperaturas já estiveram mais elevadas. Já deu para abusar das t-shirts e andar mais à fresca. Optei sempre por peças brancas para cima, coisa que me lembra logo verão e que acontece imensas vezes.

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Este foi o outfit escolhido para o casamento que tive no sábado passado de dois amigos. Perfeito para o dia que esteve. A contrariar a semana. Estava sol, mas estava fresco. E à noite ficou bem frio, mas um blazer em vermelho ajudou. O vestido não dá para ver bem nas fotografias (coisa que poucas tirei como já habitual). As sandálias já as tinha, tinha-as comprado para o baptizado da minha afilhada e são apesar de bem altas super confortáveis. Só isso explica o ter aguentado com elas mais de quinze horas! Para completar o look a make up estava bem gira, feita pela minha comadre a parte dos olhos e lábios. Usei batom vermelho para fazer pandam com as unhas e contrastar com o vestido. O meu cabelo estava cheio de caracóis, coisa que também não da para ver nas fotografias. A pochete já a tinha há muito e apesar de não me lembrar muito bem, acho que é da Blanco (que já nem existe, com muitaaaa pena minha).

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Foi um dia muito bonito. O casamento de dois amigos que correu muito bem. Que estavam sempre com um sorriso no rosto, alegres, divertidos e em sintonia naquele amor. Bem giros. Um lugar bonito. Cheio de recantos. Mas que, como sabem, eu sempre me esqueço de fotografar tudo.

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O pormenor da manicure usada na semana anterior!

Podem sempre acompanhar todas as novidades: 

14
Mar19

Os solteiros têm que estar mais disponíveis?

Maria

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Cada vez acho que sou mais pão pão queijo queijo. Dou com a mesma moeda. Interesso só por quem se interessa. Fecho-me e quero que o mundo de quem não se interessa exploda se não se preocupam se o meu está com fumo.

Sempre achei que fui muito Amiga. Muito prestável. Muito estar lá sempre. Muito poço para afogar mágoas. Sempre fui muito ombro. 

Não deixei de ser. Mas deixei de dizer que estou cá (até precisarem mesmo e eu sei que vou lá estar no que puder mas pronto).

Pelo menos para quem se afastou e vem só de vês em quando.

Perdi a paciência. O interesse. O querer que isso me acrescente quando à partida tem um destino traçado infeliz.

Deixei de querer estar lá sempre. Deixei de ter que ser eu a dizer alguma coisa. Deixei de ter que ligar para saber se está tudo bem e se lembrarem que eu existo. Deixo cada vez mais esta preocupação nos outros.

Deixar de estar disponível só para as festas. Só para as jantaradas.

Deixar de querer estar lá só quando tudo é bonito e coisa e tal, mesmo que isso me tenha valido afastar de algumas pessoas e ficar com poucos "perto".

Tudo começou quando ouvi "tu estás solteira, é mais fácil, aparece".

Isso nunca é um convite, é um passar de testemunho para que sejas tu a fazer-te à vidinha. Para que sejas tu a aparecer para todo o sempre. Para que tu te tenhas que deslocar aqui e ali para ver para falar.

Do género, Tu que estás solteira, combina as coisas e aparece. Eu morri para a vida,  só que não. WTF?!

Porque de tudo o resto continua-se a fazer. Mas a solteira é que tem que aparecer. Poupem-me. Se eu só por ser solteira tenho tempo para ir a casa das outras pessoas, a minha casa também pode ser visitada. Ou um qualquer café ou um qualquer restaurante. O meu número também é contactável, não tem a opção só de ligar ou só de enviar mensagens.

Não é por eu ser solteira que estou mais disponível. A disponibilidade não tem nada a ver com o se usas aliança no dedo ou não. Mas tem a ver com a tua predisposição para algo.

"ah nunca mais apareceste lá em casa!!" yap e as pessoas não saem? ah nunca mais me ligaste e eu olha, pasma-te solteira mas com o mesmo número. Perdi um pouco a paciência para desculpas mal amanhadas.

Cansei de ter que ser eu a perguntar se está tudo bem. Como as coisas rolam. Se o casamento vai bem. Se o trabalho dá para sobreviver. Mimimi e o diabo a quatro.

Por ser solteira, basta eu aparecer? Não precisam de se interessar por mais nada?

Cansei. Oh pá deslarguem-me.

Retribuo na mesma moeda. Nós solteiros não temos que estar mais disponíveis. Há dias que estamos demasiado ocupados assim como os que não são solteiros dias têm que estão mais disponíveis. 

As pessoas têm que parar de olhar tanto para o seu umbigo e não fazer dos outros disponíveis.

Ah tu tens tempo!

Todos temos. Quando estamos disponíveis. Uns para os outros. Todos temos tempo.

PS.: Vi a imagem no perfil do Homem sem Blogue ontem quando estava a escrever o texto e ao partilha-la pensei "olha, na mouche!".

23
Jan19

35 ❤

Maria

Ontem foi um dia especial. É sempre. O dia do nosso aniversário. E é daqueles dias que não há margem para chatices, para energias más, para pensamentos negativos. Nada disso. Ontem foi tudo "up". E com aquele sorriso que partilhei aqui estampado no rosto. Foi o meu dia. Como não ficar feliz com isso?

Não trabalhei da parte da tarde, como é hábito e aproveitei só para ficar sentada ao almoço até tarde, na conversa com quem me fez companhia. E dar um giro. Ri muito até ouvir de quem estava comigo "porque sempre te ris ao telefone?". Eu sou assim. Principalmente se todas as chamadas que recebi foram para me dar ainda mais sorrisos! O jantar foi com pessoas que me são importantes além dos meus pais. Foi tão agradável, uma surpresa a ver o meu FCP e a sua vitória, na conversa e na gargalhada com os amigos.

Quando me deitei, antes mesmo de me preparar para ver todas as mensagens que recebi (e ainda não consegui ver porque são imensas - mas já li algumas deliciosas) procurei uma fotografia da festa para partilhar. Não tinha. Não tenho fotografias da minha pequena festa de aniversário ontem (vá tenho uma do bolo e não tenho uma única fotografia com eles todos para recordar).

Só tive tempo de dar conta que não tinha fotografias como quase sempre acontece quando estou tão de coração com as companhias e nem sequer consegui ler mais mensagens - Aterrei. Adormeci de coração carregado, cansada, mas com aquela sensação que aproveitei muito bem o que me deram.

Consegui juntar dos meus amigos mais importantes com os meus pais, infelizmente e também por ser durante a semana não deu para juntar mais, e não tenho uma fotografia que seja. Nem com a minha afilhada. Nenhuma do jantar. Nem de cantar os Parabéns, nem dos brindes. Nem das gargalhadas. Das partilhas.

A única explicação que tenho é que, tudo foi tão preenchido e "saboreado" por mim, por nós, que os telemóveis foram secundários. A minha comadre deve ter uma ou outra foto minha com as pequenas a apagar as velas e só.

Às vezes parece impossível, mas o facto de acontecer é que estamos a viver o momento. Ontem era o meu e eu vivi. Aproveitei-o. E apesar de atender as chamadas, as mensagens já não consegui tomar conta. Não fui egoísta, mas tinha que aproveitar a festa e os meus, caso contrário não conseguiria aproveitar nada.

E hoje não tenho fotografias mas tenho uma memória fotográfica recheada. Cheia de emoções, um coração a transbordar e ainda parece que ouço o grito dos golos na minha cabeça.  Tenho uma felicidade em mim de ter momentos como este que me fazem ver o que vale realmente a pena. Aproveitar o momento com quem nos acrescenta é sem dúvida um mote para este novo ano meu.

Vocês que por aqui passam e ficam. Uns mais que outros vão fazendo parte.

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Obrigada. OBRIGADA de coração às muitas mensagens que recebi. Às palavras que me deixaram, tanto aqui no blog como no mail, facebook e instagram. Obrigada por esses sorrisoincognitos e acima de tudo obrigada por me ajudarem a continuar a sorrir. Beijinho e mil sorrisos!

Venham mais. Sim são 35 anos de sorrisos.  Estou feliz! Muito ❤

17
Jan19

O desafio é voltar, no meu caso, mais de vinte e cinco anos atrás...

Maria

Hoje quando acordei olhei para o telemóvel e vi que era 17 de Janeiro lembrei-me imediatamente de uma pessoa. Um amigo do tempo de escola. Da primária.

Não sei se aconteceu convosco, mas eu lembro-me ainda hoje, das datas de aniversário, ou pelo menos o mês dos meus amigos da primária e infância que fizeram durante alguns anos, mais ou menos parte da minha vida. Os que fazem anos no mesmo mês que eu, este, lembro-me do dia perfeitamente. O interessante é que ainda mantemos contacto. E o facto de hoje lhe ter mandado uma mensagem a desejar-lhe um feliz dia de aniversário e ele ter-me acabado de responder, mesmo estando do outro lado do mundo e mesmo não estando fisicamente com ele há anos continua a ser engraçado.

Crescemos juntos, fizemos a primária juntos, o ciclo e separamos-nos no liceu. Mas lembro-me de tanta coisa, passamos tanta coisa. eram tão bons tempos que poder mais de vinte e cinco anos depois manter contacto é óptimo. Mesmo não fazendo parte do grupo de amigos visto que milhares de quilómetros nos separam.

Isto sim é um desafio. Mantêm contacto com alguém que andou com vocês na primária? Ou lembram-se de alguma data importante de alguém que faça parte da vossa infância?

10
Set18

Carta de amor #2

Maria

20180910_162237.jpg

 

Fizeste ontem um ano princesa linda da madrinha!.

O que mais amo em ti é esse teu sorriso, não gostasse tanto eu de sorrisos.

Essa tua facilidade em rir. Esse teu à vontade. Sorriso fácil e esses olhinhos que fazes à madrinha e que me deixam babada. Essas marotices. Essas asneiras tão tuas com gargalhada marota. Essas bochechas que só apetece dar mimos.

Eu sou uma sortuda.  Vens de amizades boas. Daquelas poucas e raras mas que nos acrescentam. Muito. E eu sou feliz em poder ser-te quem sou. Em poder gostar de ti. Cuidar de ti. Fazer parte deste nosso crescimento juntas. Desta família em que nos tornamos neste sangue que não é o mesmo mas que se cruza no coração.

Grata.

Parabéns minha pequena.

Amo-te muito ♥

 

PS.: A carta começou a ser escrita ontem depois da tua festa, mas acho que fiquei tão cansada quanto tu, que aterrei.

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