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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

22
Mar20

Não há agasalho que nos proteja de pessoas frias. O resto dá-se um jeito

Maria

Às vezes ainda me surpreendo com as pessoas. Não devia.

Enquanto há todo um esforço para não se sair de casa.

Enquanto uns fazem tele-trabalho. E empresas fecham.

Enquanto uns têm que fechar os seus próprios projectos, lojas, empreendimentos, o pão de cada dia.

Enquanto uns fazem isolamento/quarentena voluntária.

Enquanto uns não visitam a família.

Enquanto uns adiam casamentos, batizados, festas comemorativas...

Enquanto uns não festejam o aniversário com a família e amigos. 

Enquanto uns ficam isolados e completamente sozinhos em casa.

Enquanto as escolas fecham e todas as crianças vão para casa.

Enquanto pára o futebol.

Enquanto uns dão concertos a partir de casa para animar a malta.

Enquanto uns dão aulas de fitness, exercício físico, zumba, o que seja - de casa - para nos manter activos de casa.

Enquanto há pessoas que gostavam de ficar com os seus em casa e arriscam todos os dias a ir trabalhar para os restante de nós termos o necessário.

Enquanto uns arriscam a vida para agarrarem a vida de outros - Obrigada!.

Enquanto uns não conseguem fazer a ultima cerimónia merecida a um ente querido.

Enquanto há pessoas que têm família internadas que já não visitam alguns dias...

Enquanto há pessoas que se disponibilizam a ajudarem os mais necessitados e os mais idosos.

Há outros que num dia de sol, vão passear para as marginais, para as praias, para o calçadão, para o raio que as parta porque isso não vale e pode ser evitado sem custo. Sim sem custo, poupem-me - a mim e a todos aqueles que adotaram o #ficaemcasa.

IMG_20200322_223836_770.jpg

 

Em tempos escrevi - Não há agasalho que nos possa proteger de pessoas frias. Distantes. Amargas. De pessoas que não olham para o lado, que não sentem os outros, que não se dão. Pessoas que não sabem sorrir. Ajudar. Ver além do seu mundo.

E é tão isto. Enquadra-se. Não se entende essas pessoas. Não se entende como fazem isto. Não percebo pessoas - destas. Não consigo.

17
Mar20

Aqui, um bocadinho abaixo do Pólo Norte

Maria

Acho que nunca pensei na vida escrever um post assim. Acho que nunca me passou pela cabeça algum dia o fazer. Mas como a mim, acho que a muito de vocês. Isto era mesmo coisa para nos passar ao lado e não chegar cá. Até que chegou, está para ficar e a nossa melhor arma para o enfrentar é tentar ficar saudáveis em casa.

Ontem, depois de dois dias em casa, fui trabalhar. E não vi lógica nenhuma nisso (eu e a cagufa que tenho, e quem me segue algum tempo sabe, das minhas crises de garganta e neste momento não pode haver a hipótese de ter que ir a correr para um hospital fazer nebulizações com corticoides) de ter que me deslocar para o trabalho e expôr-me. Mas isso acho que devia ser para quase todos possível. Porque as empresas de hoje ou amanhã terão mesmo que fechar e é melhor fechar com pessoas saudáveis que com pessoas já doentes. Mas somos o país do "logo se vê".

É verdade, peguei literalmente nas minhas trouxas e montei o escritório cá em casa. Não é fácil. Não tenho o espaço que preciso, mas uma pessoa dá o jeito para que as coisas se façam. Há muito skype e messenger para o trabalho e para as outras empresas com quem trabalho.

20200317_094733.jpg

 

Eu, que trabalho maioritariamente com o estrangeiro e estou a ver os próximos tempos bem difíceis, vou tentar manter as coisas alerta desde casa. Aqui, com esta vista, perdida nas montanhas, no rio, com ar puro (espero) e a fazer figas "vai ficar tudo bem".

Espero que desse lado se mantenham também seguros. Se possível em casa. E se andarem na rua para o essencial tenham cuidado.

Aos profissionais de saúde continuo a agradecer, após estes dias , o incrível trabalho que estão a fazer e os riscos que estão a correr do trabalho em excesso e das poucas horas a descansar. OBRIGADA!

Coragem Maria, coragem. Tu sabes, a vida não é fácil para quem mora ali um bocadinho abaixo do Pólo Norte - mas desta vez - acredito que não seja muito mais fácil para quem vive nos grandes centros!

12
Mar20

Tenho medo de pessoas.

No dia em que o coronavírus foi declarado pandemia pela OMS

Maria

 

Ontem partilhei no facebook o que me aconteceu, assim que saí do trabalho e passei por um dos hipermercados que passo todos os dias e que, muito na minha, aproveitei para ir fazer umas compras normais para a semana, como sempre faço.

Sim, Eu sou aquele tipo de pessoa que faz compras uma vez por semana. Razão: passo todos os dias por hipermercados logo não preciso de passar lá só uma vez por mês e atolhar a casa com tudo e mais alguma coisa. Pois que já tinha ouvido falar das "prateleiras vazias". Mas pensei eu que não devia ser bem assim até que, sai do trabalho e como qualquer normal semana e depois de não ter estado no fim-de-semana e não ter feito compras, lá fui eu.
Pois que...não havia verduras, alface, repolho, alho francês, cenouras... nada. Não encontrei massa, nem arroz. Também não tinha óleo. Salsichas tinha uma lata com certeza esquecida. Água minha gente. Nada. Nem garrafões nem garrafas. E óbvio, papel higiénico nem vê-lo. Ora eu ia fazer umas compras porque não costumo abastecer assim até ao teto mas... compreendo que a epidemia da estupidez é qualquer coisa que assiste a quem não sabe viver em sociedade. Em comunidade. Em tentar perceber que o alarmismo e o pânico deixa-nos ainda pior. É inconsciente. Tão inconsciente é quem vai limpar prateleiras como aquele que está em quarentena mas sai para os seus afazeres que engloba terceiros. Adoro pessoas. #sqn

E quando me dizem se tenho medo do vírus, tenho os meus receios, mas tenho medo das pessoas. E acredito cada vez mais naqueles que matam pela ultima lata em países de guerra e acredito que haja gente que tire o comer da boca de outros para comer e acredito, que num país que não está em guerra, num país que está apenas em cautela e de olhos abertos a tentar perceber que temos que ter cuidados e que cada um pode e deve fazê-los para bem de todos, haja gente a correr para o supermercado para atolhar a casa de papel higiénico?! É que eu por exemplo até estava a precisar porque quando compro, compro apenas o essencial até voltar às compras, assim dá para todos. Percebem o - dá para todos?

E já agora, metam lá o rabinho em casa quem está de quarentena ou quem pode evitar não sair à rua. E com isso quero dizer não vão para a padaria tomar o pequeno almoço e façam lá sala de duas horas, nem vão para as esplanadas todas atolhadas em típica época de verão, não precisam apanhar já o sol nas praias onde já quase não têm um espacinho para pôr a toalha. ah e irem todos a correr para o supermercado também não é boa ideia, como para as farmácias tentarem comprar três frascos de álcool quando na verdade até costumam deixar o frasco lá de casa passar a validade porque não usam. E se não têm sintomas, deixem lá as máscaras em paz. Lavem bem as mãos. Muitas vezes. 

Minha gente, menos. Porque a não ser que a estupidez dê caganeira, o vírus - dizem - não dá.

11
Dez19

Murro no estômago

Maria

Quando penso que, para concorreres a um concurso público tens que dar registo criminal... e neste país podes ser preso por roubares uma merda insignificante num supermercado... podes estar em prisão preventiva vários dias/meses sem na verdade terem provas concretas para te condenarem...

...e depois há médicos que não detectam más formações GRAVES em bebés.

E eu fico com o coração pequenino e o estômago apertado por achar que em pleno 2019 isto continua a acontecer e pior que isso, os responsáveis não são responsabilizados.

Nem após uma queixa, nem duas, nem três, nem várias queixas de erros MUITO GRAVES na saúde e vida de terceiras pessoas. Mais, pessoas que depois levam toda uma vida de anos e anos atrás de uma justiça cuja a nossa justiça não dá. Que país, que respeito, que sensibilidade e que sentido é este?!

Das reportagens que tenho acompanhado por exemplo na Tvi é com cada murro no estômago que não sei o que pensar disto. Do que fazem. E do que é a vida. Do que é a nossa vida nas mãos de outras pessoas. Do que nos podem fazer na vida.

29
Ago19

O querer ser ainda mais que aquilo que se é, tolda-nos...

Maria

Só ontem à noite é que vi a notícia do Ângelo Rodrigues 

 


Primeiro apetece-me reagir como se de um amigo se tratasse. Tipo "meu estupor de merda como te foste meter nessas cenas pá!". Era exactamente isto que eu diria a quem quero bem.

Não condenando totalmente porque todos cometemos erros na vida com as nossas escolhas. E as consequências seremos nós a ter que lidar com elas. Mas ter como consequência o estar ali na corda bamba é do car@lho! Porra. E custa-me, saber que estamos numa era em que a beleza, a perfeição o ser ainda mais que aquilo que se é, tolda-nos e leva-nos a querer sempre um bocadinho mais. Seja para outros ver, seja para nós. Espero que seja só um GRANDE susto. Que este miúdo (que já era bonito antes daquela armadura toda) tem muito para dar ainda.

Mas que seja um abre olhos.

Vai na fé e que te safes dessa! 

26
Jul19

Vamos tirar (quarenta e)uma fotografia?!

Maria

[imagem aqui]

Sinto-me bombardeada quase todos os dias por aplicações e afins sobre fotografias. Sobre redes sociais. Sobre a mais badalada - Instagram.

Que seca.

Tudo bonitinho. Filtro para aqui e para acolá.

Nada a ver com o meu instagram. Primeira devo ter sido das ultimas pessoas a abrir um instagram, resisti bastante mas depois lá abri, mas é exclusivamente para partilhar como já fazia no facebook, sem grandes elaborações. Fácil de ver. As minhas fotografias são as mais simples, sem filtros xpto utilizando apenas de quando em vez os básicos já pré-definidos, mas não mais além disso. Só uma iluminação aqui ou um contraste maior ali. Aplicações para escolher todas as fotos que publico? Mudar todas as fotos para o mesmo filtro só porque fica mais bonitinho? Ter uma aplicação para melhoramentos de cor, outra de sombras, outra que estica ou elimina não sei o quê. E depois no final o que resta?

Pode não ser bonitinho o meu instagram que não é. Mas também não vivo daquilo. Ainda não arranjei quem patrocinasse os meus snaks, mas já tenho quem me patrocina os pequenos almoços na empresa e é o que temos e é bem bom. Posto isto. Está cada vez mais seca isto do tudo perfeitinho tudo direitinho tudo mexido tudo rectificado.

Não quero com isto criticar quem pense trezentas e cinquenta e sete vezes como publicar uma fotografia com todas as alterações que tem que se lhe fazer, mas depois penso que aquilo é uma seca só de pensar que por exemplo estão de férias mas em vez de aproveitar a piscina perdem tempo a tirar oitenta e sete fotografias com o melhor ângulo só para apanhar a piscina. Depois enquadrar a paisagem, depois o melhor ângulo do sumo a apanhar as panquecas e um pouco do copo da companhia e no meio disto tudo muitas vezes quem apanha por tabela são mesmo as companhias. Ah por isso percebe-se porque tiro tão poucas fotografias ao fim-de-semana. Aquela coisa de aproveitar o momento ainda é o que me move, mais do que fazer os outros ver o momento que eu podia ter aproveitado mas fui desperdiçando em pedaços.

Uma que me acontece muito é no comer, mas só me lemro do final quase sempre que podia ter partilhado, mas já foi e o prato estava vazio. E depois também qual é o interesse de partilhar uma sandes de moelas? Uma bifana? Um arroz malandro? Um pão branco pela manhã com queijo?

Yeah mas a minha vida é assim, meio para o básica em fotos. Quem quer perfeitinho corre atrás dessa perfeição que não existe. Quando existe é trabalho. E a piada não é a mesma.

Continua a ser um bom trabalho. A gostar de ver. E a apaixonar-me por tantas fotografias com filtros, mas depois sem a lente aquilo que lá há é diferente. E não é deixarem de gostar disso e deixarem-se influenciar por isso. Mas é o deixarem de gostar do normal e do real que aborrece.

Aqui há uns tempos vi uma fotografia que falava sobre essa diferença, salvo erro do Manzarra em que a primeira era de um grupo de amigos a tirar uma fotografia todos certinhos e direitinhos e a outra fotografia era deles na boa como provavelmente estavam antes de alguém dizer "vamos tirar uma fotografia"?! Porque essa simples frase muda tudo. O sorriso, a pose, a expressão, o sentimento, a postura, a originalidade e a surpresa.

Quantas pessoas arriscam a tirar uma fotografia e a postar sem ver "defeitos" que tenha?

Longe vão os tempos dos rolos fotográficos...

(e eu fico sempre sem jeito de como tirar fotos, nunca sei onde pôr as mãos e quase sempre vão parar ao mesmo sítio, já pedir a alguém para me tirar fotografias está ainda a séculos de ser algo que me faça sentir à vontade)

De qualquer maneira, é notório. É por estas e por outras que, como vocês sabem, não sou e nunca serei uma Fashion Blogger.

08
Mai19

Venham de lá as chibatadas! # 15

Maria

 

Aqui me confesso... eu nunca vi a "Guerra dos Tronos"!

A propósito ontem de uma publicação que fiz no facebook fiquei a saber que há mais bichos raros como eu por aí. Mas poucos.

Ontem falava-se por essa Internet fora de um copo e eu de início não percebi tal reboliço, só depois dei conta que afinal tratava-se nada mais nada menos que da "Guerra dos Tronos" e um dos seus episódios.

Pasmem-se, eu faço parte daquelas, não dez mas pouco mais, pessoas que não seguem, nunca viram e pouco sei do que se trata.

Mais algum bicho raro  por aí?

14
Nov18

Sem filtros

Maria

Sem filtros

 

Chega uma hora que pouco importa. Pouco importa se tens isto ou aquilo.

Pouco importa se não ligares ao que tens mesmo ao lado quando tudo falta. Que és tu e pouco mais

Um facebook com tantos "amigos" que já não te conseguem enviar convites de amizade, um instagram com "k" de seguidores, Esses que marcam presença no mesmo sítio e nem se conhecem. Mas "são" amigos nas redes sociais.

Quando na realidade, contas pelos dedos de uma mão, aqueles que vão lá estar quando precisares. Ou mesmo quando não precisares.

Na verdade estamos numa era em que construimos imagens para os outros e esquecemo-nos de a construir à nossa imagem (muitas vezes!).

Nem sempre está sol. Nem sempre sorrimos. Nem sempre todos os pensamentos são positivos. Nem sempre a nossa juba é bonita e ao acordar, valha-nos deus, na maior parte das vezes não queremos que ninguém nos veja.

Mas há sempre uma foto anterior que está top e é essa que nós vamos partilhar.

Nem sempre estamos boa onda e nem sempre nos rodeamos de pessoas boa onda. Nem sempre à nossa volta há filtros para nos proteger das coisas menos boas e podermos absorver só o melhor. Às vezes não há planos. Para que as coisas sigam um caminho melhor, quando na maior parte das vezes só arriscamos sem antever qual será mesmo o melhor caminho. Nem sempre lidamos bem com os erros. Não encontramos todas as respostas. Não conseguimos ultrapassar todas as linhas travessas que nos abalroam. Mas não somos os únicos. Acontece a todos.

Esquecemo-nos tantas vezes de nós. Não é por partilhar muito ou pouco, mas por partilhar a pensar se vão gostar ou não do que se partilha. Esquecemo-nos de partilhar o que realmente gostamos. Ninguém partilha um franguinho de churrasco quando um prato de sushi está nas visualizações mais chamativas. Mesmo que «ah gostas de sushi? Mais ou menos...» "tá beeem!".

E nós gajas, em "TPM alerta" pouco publicamos e em modo muito, muito selectivo, porque se fossemos a publicar sentindo a verdadeira essência da coisa, 1/3 "desamigava-nos", porque nós sabemos que somos um pouco insuportáveis nesse estado de alerta. Hormonas.

Na verdade devemos olhar mesmo mais para o nosso umbigo. E não é pensar que o mundo gira à volta dele, mas que a nossa vida gira e só isso importa. No final, é mesmo o que importa - o nós - eu, o meu corpo e a minha mente. Aquela sintonia. O estar bem connosco mesmo. Com as nossas vibrações, a nossa energia. Os nossos sorrisos e as nossas cicatrizes. Aceitar-nos. Muito mais que tentar que nos aceitem. Termos a iniciativa de não ir pelo que os outros dizem, pelas modas só porque sim, pelos grupos, pelas tendências. Não apostarmos em ser aquilo que não somos. Querer o nosso bem. Vingar a nossa vontade. Lutar por ser feliz. Seguir a diferença se assim foi o que S-E-N-T-I-M-O-S.

Ahh e os outros não importam? Claro que sim. Depois de mim tudo importa, e esse tudo corresponde a tudo o resto que me acrescenta. A família, os amigos, os bons amigos, as minhas pessoas, as que me vão chegando. Tudo o que acrescenta. Inteiros. Mas esses que estão lá quando realmente o resto falha conhecem-nos. Há mesmo aqueles que nos conhecem tão bem quanto nós e há ainda aqueles que parece que nos conhecem melhor que nós mesmos. Esses gostam do nosso humor assim como das nossas birras, gostam dos nossos sorrisos porque já nos viram as lágrimas, gostam da nossa companhia porque quando não estamos, sentem-nos a falta.

Esses que nos conhecem até de pijama com o cabelo despenteado, o verniz descascado e a cara por lavar. Com as meias polares por cima das calças. Com o cheiro a fumo depois de estarmos à lareira. Com cara de zombie quando estamos adoentados. Sem filtros. Mas com aquele sorriso nosso. Que sempre é bom para partilhar.

Sem filtros. Viver sem filtros é bom. É só experimentar.

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