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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

26
Mai14

Curtas do fim-de-semana.

Maria

Em fim-de-semana de Final da Liga dos Campeões e Rock in Rio Lisboa houve eleições.

Uma final da Liga dos Campeões é um jogo que para quem gosta de assistir a futebol não pode perder. Muitas vezes o nervosismos das equipas é tanto que perde-se ali muito do essencial, do futebol em si mas também dá muita adrenalina principalmente na segunda parte que tudo tem que ser arriscado porque ninguém quer ficar pelo caminho. Comecei a ver o jogo aparentemente sem nenhum preferido. Queria ver bom futebol. Do Real já sabemos que tem jogos que nos fazem vibrar como autênticos adeptos ferrenhos, do Atlético posso dizer que vi alguns jogos e que mereciam estar ali como uma das melhores equipas do mundo. A coisa começou equilibrada talvez a pender até para o Atlético, não pelo frango do Casillas mas pela gestão de bola que estavam a conseguir fazer. Houve o tal golo e entre um “És mesmo nabo Casillas, isto nem parece teu” e um “Boa Atlético” lá festejei o golo. Mas depois.. Bem, depois comecei a ver o Real a crescer, o Bale a falhar grande mas a tentar. Um Marcelo em todo o lado. Um Di Maria com pernas até ao pescoço. Um Xabi Alonso (giro que dói btw) nas bancadas a quem só apetecia dar miminhos tal era o desespero dele. E foi então que a um minuto do final, o Sérgio Ramos resolveu tirar o chupa-chupa da boca do Atlético de Madrid e pôr o Simeone em órbita com aquele golo. Eu vibrei. Vibrei pelo golo, vibrei pela energia do estádio. Vibrei pelo Real e entendi os beijos dados ao Sergio Ramos pelo Casillas afinal de contas até aquele minuto o Real perdia a taça por um erro muito mau do Casillas. E apetecia mesmo ficar ali para mais 30 minutos de jogo. E aí o Real demonstrou ter mais porte e vi-me a vibrar com toda aquela capacidade do Real de crescer ainda que o Atlético estava nitidamente muito mais afectado fisicamente e isso foi crucial. E o Marcelo a chorar depois do golo? É mesmo uma emoção. Ronaldo fechou o jogo com um golo de pénalti. Merecido. O Real teve-o como uma peça muito importante esta temporada, a ele, ao melhor do Mundo.

Parabéns Real pela conquista e Parabéns Atlético pela luta. Sem dúvida.

No domingo em dia de eleições em que em larga proporção ganhou a abstenção a única coisa que tenho a dizer é que, há muitos anos atrás houve alguém que lutou pelo direito de voto, por termos essa possibilidade, por termos na mão o poder de decidir por nós mesmos o que queremos. Bem ou mal, com uma cruz num boletim há alguns anos alguém lutou por esse direito e já nem falo de nós mulheres que tivemos mais esse direito com a revolução do 25 de Abril. E acho, na minha humilde opinião, sendo de uma geração dos 30, daqueles à rasca, uma falta de bom senso e falta de respeito por quem sempre lutou pra que no dia de hoje o voto seja um direito. Tenho pena sinceramente, ainda mais de ter a consciência que a abstenção passa em larga escala pelos mais novos, por aquele que no hoje deviam ter mais que todos uma voz activa na sociedade. “Ah vou agora votar é tudo a mesma merd@”, é, não penso diferente, mas o voto é dado por nós e temos um leque deles para escolher, ou então votar em branco, nulo ou o raio que os parta, whatever mas votar, exercer esse direito.

Ontem abriram as portas do Rock in Rio. 10 anos de Rock in Rio Lisboa. E aquilo é um espectáculo que no todo não deve ser mesmo perdido. Como não tive a oportunidade de ir até lá, agradeço à SIC Radical por fazer a emissão dos concertos de ontem que sinceramente mesmo entre as minhas quatro paredes do meu quarto me fizeram empolgar.

O palco Mundo abriu com Áurea e Boss AC e gostei de ver aquelas duas vozes juntas. Mas não consegui acompanhar todo o concerto.

O cabeça de cartaz era o Robbie Williams e deu um show do início ao fim num todo. Adorei. Ele veio para rebentar e gostei do que fez. Arriscou em muitas músicas conhecidas que não são dele e conseguiu mesmo assim ter um concerto brutal. Acabando com a “Angels” que certamente foi das mais aguardadas por aquele público.

Mas depois o palco do Mundo abriu para a ultima convidada da noite fechar o palco em grande e que tem estado presente desde o início do Rock in Rio Lisboa. Ivete Sangalo. E diga-se a Ivete é o show em pessoa. Gostando-se mais ou menos de música brasileira, ou dela, tem que se reconhecer que ela sabe muito bem o que faz. Nitidamente em óptima forma com um corpaço de fazer inveja a muita menina de vinte anos, ela preencheu o palco de uma ponta à outra. Ela canta como se não houvesse amanhã, ela dança, pula, tira sapatos. Ela comunica imenso com o público, faz as suas graças e canta muito. Já quase a acabar o espectáculo tive a noção que ela deve ter cantando quase todas as suas músicas, porque ela não parava. Cantou muitos êxitos que por muito que se ouçam nestes festivais fazem-nos vibrar como da primeira vez. Dei por mim a querer dar um passinho de dança mesmo ali sozinha no sossego do meu quarto. Parabéns Ivete. Parabéns por essa mulher força que é, por essa mulher de palco. Por essa força que transmite e paixão pela música. E também pelos 20 anos de carreira.

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