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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

28
Fev19

Coisas a não fazer num primeiro date!

Maria

[imagem retirada da internet]

 

  • Chegar atrasado

É assim, depois são favas contadas. Mas logo no primeiro encontro atrasos, é aquela primeira cena que cai logo mal.

  • Dar mais atenção ao telemóvel

Convenhamos, se estamos ali numa primeira impressão e se a pessoa que está connosco não para de olhar para o telemóvel, mexer no telemóvel ou na loucura ver redes sociais enquanto falamos, aquilo não tem pernas para andar. Juntos.

  • Mexer nas miudezas

Nada a dizer, que o já dito fala por si, mas não mexam sff.

  • Falar na/o ex.

Seja a mal ou a bem. Não é preciso falar nos falecidos que já devem estar enterrados. Porque se ainda há aí alguma coisa em relação ao falecido pode vir à tona. Se for bem, vamos falar bem demais. Se for mal. A nossa raiva vai vir ao de cima e isso não é bonito. 

  • Olhar insistentemente para o relógio

Estar sempre a olhar para o relógio é a prova de que, a cabeça está noutro lugar. E num primeiro encontro queremos é que se esteja ali, de corpo e alma. E até podem nem estar. Mas se não querem realmente fugir dali a correr. Não estejam sempre a olhar para o relógio porque é assim coiso.

  • Sou o bicho papão

Yap. Não comecem logo no primeiro encontro a falar que papam tudo o que mexe. Inclusive não demonstrem que não estão à espera de outra coisa, nesse mesmo encontro.

  • Comer de boca aberta

Fica esquisito sempre. Mas num primeiro encontro, comer de boca aberta e falar sempre com a boca cheia, além de não ficar bonito de se ver, não se vai perceber patavina.

  • Exagerar no perfume

Não ponho em causa o banho, porque já se sabe que o banho deixa qualquer pessoa fresca (e fofa) e deve-se tomar banho claro, mas não de perfume. Tudo o que é exagero é demais o e o que é demais vai sobrar.

  • Estar sempre à procura do espelho mais perto

É que não vai com nada estar ali na conversa com alguém que está sempre a tentar olhar para o espelho naquela de tentar perceber o melhor ângulo.

  • Ser forçado

a serem quem não são só para agradar. A mentir só porque querem que a outra pessoa goste do que está a ouvir. Isso não vai funcionar.

13
Fev19

Ao [ meu] Porto!

Maria

(Photo by Kirill KUDRYAVTSEV / AFP) SAPO Desporto

 

Fizemos uma fase de grupos fantástica. Passamos em primeiro lugar do grupo com 16 pontos.

E aquilo além de saber bem, claro, foi do c@ralho!

Ontem quis muito ver aquele Porto da primeira fase, sabendo à partida que estávamos noutra forma e infelizmente não a melhor. Não estava com total confiança, mas há sempre esperança. Quando confrontada que Corona também não jogava, a esperança esmoreceu mais um pouco.

O problema não é não acreditar só nos jogadores que estavam lá, mas passa muito pela falta que os que não jogam nos fazem. E o Marega faz muita falta. Ao jogo que o Porto se habituou a fazer. Muita falta mesmo e isso tem-se visto. A lesão de Marega abriu uma ferida ali na frente que já era o nosso calcanhar de Aquiles e não melhorou. O nosso jogo passa muito e durante muito tempo andou à volta do procurar o Marega lá à frente e os seus sprints para a finalização. Sem Marega, sem alguém com aquele caparro e os sprints fica difícil jogar da mesma maneira. E estava-se mesmo a ver que mais dia menos dia ia acontecer isso ao Marega, as queixas já iam andando a olho nu. Por consequência o Porto ia sofrer.

Ontem faltou-nos muito a finalização. Conseguimos aguentar bem o jogo na defesa, Iker muito bem, e meio campo, com um Felipe meio atordoado, mas com um Danilo impecável e um Militão a dar tudo, mas depois finalização longe de ser eficaz. Não culpo necessariamente Fernando. Foi lá posto para um lugar que pedia mais, e boa corrida coisa que não tem. E depois era a sua estreia naquela grande competição e sabemos, não é fácil. Há um grande nervosismo à volta.

No final da segunda parte com a mexida que estava a gritar para ser feita, Adrien, André Pereira (que esteva quase vendido!) e Hernâni entraram bem. Puxaram pela equipa e conseguiram alienar mais a bola perto da baliza adversária.

Infelizmente há mais um "senão". Brahimi. Brahimi saiu lesionado e junta-se assim a outras dores de cabeça. Brahimi é quase indispensável. E vai com certeza fazer mossa se a lesão levar demasiado tempo e não conseguir recuperar para grandes disputas que se avizinham.

Não foi o suficiente. E o suficiente nem sequer nos chega.

Visto que somos  a única equipa portuguesa a jogar na Liga dos Campeões deviam ser mais a torcer pelo Porto. Mas eles até fazem rezinhas e eu agradeço a honestidade de quem admite que nem por ser Tuga torce pelo clube rival. Mas sendo assim, quem ainda está lá somos nós. E porque eu continuo a acreditar na passagem, Força PORTO💙

ROMA 2 x 1 F.C. PORTO (1ª mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões)

04
Fev19

A fava do aniversário da maior rede social

Maria

Estou assim que muito chateada com o Facebook pois claro.

Festejando hoje 15 anos e eu fazendo parte dele há dez anos. E o meu blog quase quase a fazer dez anos (10! sim 10anos), eis que me presenteou com um bloqueio (depois da página estar em destaque no @Sapo na passada sexta-feira) no que diz que o meu endereço de blog (sorrisoincognito.blogs.sapo.pt) não respeita as regras da comunidade. Vá lá saber-se porquê (sim já perguntei mas ainda não obtive resposta) não sei se foi alguém melindrado com o que quer que seja que se queixou do estado do tempo e o facebook acedeu se não. Mas a verdade é que, não consigo partilhar o que quer que seja no facebook (ah e no instagram tive que retirar o endereço do blog da biografia!!!) que mencione o link do meu blog. E vai por isso eliminaram todas as publicações direccionadas daqui do blog, mais fotos, imagens minhas e o diabo a quatro.

Alguém tenha passado pelo mesmo?!

Por isso, vai à fava Facebook enquanto equaciono o que hei-de fazer à página onde tenho quase quatro mil seguidores...

30
Jan19

Coisas que aprendi a trabalhar só com homens!

Maria

work.jpeg

 

- Os homens são mesmo uns criqueiros no que toca a estar doentes.

- a tampa da sanita (aquela saga) é um objecto no qual eles não tocam e a tocar nunca será para baixar.

- eles também ficam parados a olhar para o espelho da casa de banho.

- A caixa das bolachas tem sempre bolachas, mas nunca sabem como elas vão lá parar.

- Também são cuscos e também falam de bisbilhotices.

- As conversas deles juntos é mesmo isso que pensam, carros, futebol, mulheres, muito futebol e mulheres, vá e trabalho.

- Não são todos farinha do mesmo saco, naturalmente há os que cantam de galo e são provavelmente os que menos fazem. Os caladinhos às vezes enganam mesmo.

- Há os "pau para toda a colher". Fazem de tudo, são desenrascados, deitam a mão a tudo. Querem aprender de tudo. Fazem mais que o trabalho deles. Dão opinião. São confiantes. Põem a mão na massa. 

- Também há o que critica tudo do outro, o que opina sempre sobre o trabalho do outro. O que cusca sobre o outro e o que faz "queixinhas" - naturalmente - dos outros.

- Os homens percebem quando está sujo, mas nem sempre percebem quando está limpo.

- Há os que reparam quando cortas o cabelo, nem que seja só as pontinhas, e há os que não reparam de todo, mesmo quando mudas de morena para loira e em que percebem que alguma coisa está diferente mas não sabem bem o quê!

- Se há um rabo de saia na área que eles dêem conta percebe-se o "slow emotion" dos mesmos (e das máquinas)!

 

Podem sempre acompanhar todas as novidades pelo Facebook. Ou pelo Instagram - @sorrisoincognito 》

 ▪Texto em destaque na página do @SAPO

18
Dez18

A obrigatoriedade das férias

Maria

Estou cansada.

Estamos a poucas semanas do fim do ano e posso dizer que estou mesmo cansada. Sinto que foi um ano cheio de altos e baixos no trabalho, mas muito bom para a empresa. Com a consequência de muito trabalho para mim. Muita papelada. Muitas burocracias. Muitos números. Muitos. Muitas dores de cabeça muitas horas perdidas em excel com fórmulas e mais fórmulas para ajustar números e reconcilia-los.

Cada um terá as suas dores de cabeça. E em todos os trabalhos as há. Mais ou menos. E tão por isso acho que esta é das melhores alturas do ano para se tirar férias. Para descansar mesmo. Para acalmar os cavalos e tentar desacelerar a mente. Para respirar fundo e para fazer nenhum. Que às vezes também é preciso. É em Janeiro que o ano me recomeça, ao contrário de todos aqueles que tiram férias durante o ano e sempre que voltam é recomeços. Setembro nunca me foi um mês de recomeço. Janeiro é. 

Estou na última semana de trabalho do ano. E ansiosa pelas férias. Não tenho nada de maior programado. Nem sequer vou ter cá os meus para poder gozar ainda melhor mas vou estar de férias. De inverno com as temperaturas baixinhas que começam a chegar e eu não vou ter horários. Vou descansar.

E acho que todos deviam ter férias. Continuo a saber de histórias de vida que realmente chocam qualquer um. Histórias que as greves a saber teriam vergonha do que provocam. E é triste. É triste que os direitos dos trabalhadores fiquem na consciência de quem não a tem e por isso não as dá. No privado pois claro.

As férias ajudam-nos a trabalhar melhor. A ser mais produtivos. A ser mais empenhados. A gostar de como nos compensam. Ajudam-nos a ser mais positivos, a restabelecer energias, foco e vontade de continuar.

Sempre que prejudicam um trabalhador. Que deixam esse trabalhador não se sentir capaz e  legitimo dos seus direitos. Sempre que o humilham, que não lhe dão valor. Que o ambiente de trabalho fica pesado. Ele não será o melhor trabalhador. Ninguém quer dar mais a quem é injusto. Só vão fazer com que não se anime no trabalho, não procure ser melhor, deixe andar no tanto faz até ao tanto fez. Não vos recompensará com o melhor que pode ser. POrque na verdade, ninguém gosta de trabalhar onde se sente injustiçado e se trabalha é porque na maior parte das vezes, a necessidade assim o obriga.

14
Dez18

Quem pode, pode tudo, quem não pode, não pode nada?

Maria

Vejam só que estou na moda e não sei, afinal, eu que tantas vezes digo, não sou nem nunca serei uma fashionblogger, se calhar sou mas não tenho aquela estrelinha de renome ou de lá sei o quê. Porque cá ideias do que fazem agora já eu faço há muito.

Ora vejamos.

Detesto o meu cabelo quando fica oleoso, mas a ver pelas modas é coisa que dá perfeitamente para usar visto que há figuras públicas a usar penteados à moda "lambidela de vaca" em eventos da alta.

Isto AGORA é tudo numa constante luta contra o plástico e desperdício. Ora eu não me lembro de comprar um saco de plástico, tenho sempre um saco reutilizável na carteira e alguns no carro para quando preciso de ir às compras. E tenho praí desde há muito! Uso marmita há pelo menos uns dez anos. Coisa que na altura era antiquada e agora é fashion. Uso garrafa de água da tupperware há uns anos, visto que sou uma agarrada a água e não vencia no plástico a deitar fora.

Tenho problemas com o meu modo "descabelada" diário. Raramente vou a uma cabeleireira, só se tiver algum acontecimento que o "peça". No entanto há quem vá para as luzes da ribalta com penteados tipo eu quando me levanto. Juba destravada. Modas hein?!

Sair à rua de pijama. Faço isso desde mil novecentos e troca o passo. Os meus vizinhos já conhecem os meus pijamas, porque venho cá fora assim vestida imensas vezes, para estender roupa, para lavar o carro, para me sentar nas escadas a tomar café, para dar duas de letra com as vizinhas, para ir a casa dos vizinhos à noite é quase o prato do dia. E pasmem-se, já vim de pantufas para o trabalho. A ver pelo que vi hoje nas redes sociais e televisão eu tinha muito sucesso em ideias para programas.

A minha avó se estivesse viva reviraria os olhos a este "eu já vi de tudo, ou não".

05
Dez18

Love on top

Maria

Um dia destes à noite, estava eu quase mais para lá que para cá, e numa de zapping ao passar na tvi em que dava um directo ou um diário não sei bem, apanhai uma imagem de um quarto, em que três camas estavam a ter umas rotações em movimento de edredões. Quase em simultâneo. Sendo que quem estava numa parou, aproximou-se de outra das duas que estavam em altas rotações, (altas mesmo percebem?) e perguntou: Onde está o teu tabaco?

QTF?

refostedos que eu digo, envergonham qualquer jovem de hoje em dia. Mas acho que só eu é que achei aquilo de tão baixo nível que não percebo como ainda há programas desta categoria capazes de demonstrar as personagens que se estão a formar por aí fora.

Aplausos para eles que se acham os maiores perante tais actos. Esses maiores que se assim são em frente às câmaras eu nem imagino o que são atrás, ou sem elas.

20
Nov18

Quando todos vêem o que ninguém quer ver!

Maria

Foto: A Terceira Dimensão

[Foto: A Terceira Dimensão]

Não era a estrada que devia estar cortada. Quer dizer neste ponto de partida também. Mas, na verdade as pedreiras é que nunca deveriam ter escavado até deixarem a estrada naquele estado. Uma ponte desgovernada.

Como é possível alguém dizer que já se estava à espera mas mesmo assim não fazerem nada?

Que Portugal continua a ser este , bonito para Inglês ver (e agora morar) mas tão lento e feio no fazer acontecer em vez de esperar para ver?

Como é possível haver licenças para este tipo de estruturas que escavam tudo até não poder mais conscientes que estas coisas podem mesmo acontecer mais dia menos dia?

Como é possível dizerem que a estrada devia estar cortada (e chegando ao ponto que chegou, devia), minimizando assim a segurança dos trabalhadores daquelas pedreiras na iminência de desabarem?

É possível porque tal aconteceu. Alguém deixou acontecer. E agora?

A culpa não é de ninguém. As consequências vão morrer lá longe onde ninguém as sofre. E mal de quem lá foi. Outros dirão mal de quem sofre pelos que foram. 

Verdade nua e crua, tretas.

Cambada de incompetentes que deixam andar.

Sejam eles empresários, engenheiros, forças policiais, autoridade das condições de trabalho ou autarquias. Porque se tu não usas capacete na obra estás sujeito à multa do ACT mas depois podes escavar uma pedreira até ao limite de uma estrada numa altura como o que se vê e no problem!

Agora é mandar para lá a protecção civil para fazerem o "trabalho" deles a correr riscos porque se deixou chegar a este ponto.

Dois mortos confirmados e desconhecem número de desaparecidos.

Está certo.

(estas coisas dão-me cá uma urticária!)

07
Nov18

Ainda do Halloween e das criancinhas endiabradas

Maria

Esta loucura de querer copiar tudo. De querer festas e mais festas. De deixar ir as criancinhas fazer o que lhes apetece. Do incentivar. Do perdoem-me, não educar.

Não sou de halloween. Não gosto dessas americanices ou do raio que os valha.

Mas mais que isso, não gosto do que esconde o dia das Bruxas e das crianças que podem ser autênticos diabretes sem mão dos pais.

No meu tempo não era nada disto, quando muito havia uns bailes de máscaras e uma pessoa mascarava-se se quisesse ia para esses lugares reservados a isso e fazia-se a festa. Quanto a farinhas só se fosse esconder doces, dentro de bacias com farinha e haver jogos de ir lá com a boca amarfanhar até encontrar um doce e ficarmos besuntados de farinha. 

Agora nada disso. Diz a tradição do outro lado do mundo que as crianças vão a casa das pessoas tocam à campainha soltam um "doce ou travessura" e a coisa rende-lhes uns rebuçados, uns chocolates, um docinho vá. Caso contrário a travessura passa por deitar farinha, ovos ou sei lá bem, mais o quê.

Cenas parvas.

Então Maria, lá por estares velhota não tens sentido de "humor"?!

No caso não. Podem vir lá com as chibatadas mas é uma brincadeira de muito mau gosto quando levada a sério e sem mão consciente de alguém.

Este ano, também me vieram tocar à campainha, e já por causa disso, no fim do trabalho tinha corrido os supermercados à procura de doces e notava-se bem o desbaste que tinham levado à pala da "tradição".

E eu dei, ofereci rebuçados e chocolates, aos meus vizinhos e pequenos conhecidos que lá vieram, vigiados por um adulto. Os pequenos bem diziam "doce ou travessura" mas pasmem-se nem farinha traziam para uma travessura que fosse.

Tudo na paz portanto e no doce.

Até que, já perto da meia noite, na minha rua, começaram a aparecer uns grupos maiores de crianças. Um basqueiro descomunal, nada de adultos com eles. Com pacotes de farinha em punho e o diabo no corpo. Tal e qual.

E é precisamente aqui que mora e começa a estupidez.

Tenho um vizinho (casal na casa dos setenta anos) que já no ano anterior, não estando em casa neste dia, levou com um ovo na fachada da casa. Fachada que devido ao seu pico grosso ficou manchada, nunca saiu a mancha do ovo. Este ano, voltaram à carga, sem tocarem na campainha, mandaram-lhe outro ovo à casa e com o basqueiro vieram cá fora ver o que se passava e as crianças fugiram todas rua fora. Por muito que limpassem logo, o amarelado do ovo não sai da fachada. Mas que brincadeira mais estúpida é esta?

Na minha rua há uma casas cujos habitantes são emigrantes e imaginam o que aconteceu? Ovo na fachada.

Outra vizinha que jura que não lhe tocaram à campainha levou com uma camada de farinha num cromado da porta que o estragou. Ficou completamente manchada.

Fora fazerem isso a velhinhos que a essa hora já iam no terceiro sono.

Ovos em relva que no dia a seguir fica um cheiro terrível.

Em minha casa não fizeram nada este ano, no ano passado deitaram-me farinha no carro, mesmo depois da minha mãe ter dado doces. Se este ano o fizessem juro que corria atrás e lhes enfiava a cabeça em farinha até casa. Mesmo.

Mas há tantas histórias... Só pensam na parte "engraçada"(?!) mas não pensam nas consequências.

Na freguesia vizinha, acharam por bem evoluírem das farinhas e ovos, e com tintas deixaram marcas...

É claro que nessa situação acredito que já sejam jovens que infelizmente têm a cabeça oca.

 

Não consigo contudo perceber, como é que primeiro àquela hora deixam aquelas crianças andarem por aí sozinhas a fazer o que lhes apetece. Não consigo perceber a graça que é encherem os carros de farinha, principalmente em dias de chuva que aquilo fica uma autentica bosta. Não consigo perceber como crianças de dez anos, mais coisa menos coisa, andam à meia noite a fazer este tipo diversão parva com consentimento dos referidos pais. Não consigo perceber como não há quem lhes chame à razão, para que, a coisa podia-se fazer só por bem e deixarem as travessuras para as suas próprias casas. Aquela cena do não estragar o que é do outro se não queres que estraguem o que é teu é muito fixe. E na loucura devia ser regra a partilhar!

Abençoadas sejam as excepçoes (ou a regra oxalá). Aqueles que vão naquela de não incomodar ninguém e trazer doces. Aqueles cujos pais vão ou pelo menos lhes incentivam a não serem um incomodo. Aqueles que sabem quais as horas decentes para as crianças andarem na rua ou para tocarem a campainhas. E pessoas idosas não se incomodam, muito menos a horas tardias.

[ Ah e quem nunca tocou numa campaninha a saiu correndo? Eu já, mas não sei se estão a perceber, não é a mesma coisa. ]

Se querem importar tradições. Importem a boa onda O respeito e a educação.

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