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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

18
Abr17

Faceweek*

Maria

Um dos looks que mais gostei que usei na semana passada:

[ Body - Pull and Bear / Calças - Stradivarius / Alpercatas - Primark]

Gosto muito de bodys e juntar com calças de cinta alta é perfeito.

 [ Macacão/Jumpsuit - Stradivarius / T-Shirt e Alpercatas - Primark]

O macacão continua a ser dos melhores looks e que mais gosto de usar. Prático. Confortável. 

IMG_20170418_131317.jpg

Dois looks que também usei confortáveis para o trabalho. A camisola do segundo tem umas costas muito giras em renda. O primeiro Skyr que experimentei e sinceramente não gabo a experiência. A camisola que veio directamente de NY como lembrança do melhor primo.

aplicação de telemóvel continua activa e na semana passada o melhor resultado foi este. Convém manter o foco.

 

Da Páscoa. Família. Douro. Convívio. Risos. Passeio. Rio. Boa comida. Bom vinho. Ahh como eu gosto disso. E daquele lugar mágico que tem um lugar especial no meu coração. Como eu gosto!

Esta foi a manicure usada da semana. Verniz Gondenrose 253.

 

Podem sempre acompanhar todas as novidades pelo Facebook. Ou pelo Instagram - @sorrisoincognito

14
Abr17

Overbooking - Sim já passei por isso.

Maria

O caso mais recente que circula na internet sobre um passageiro que foi retirado à força de um avião por overbooking veio despoletar um assunto que muitos não conheciam - overbooking.

Eu não só já conhecia como já passei por isso. E agora que esta notícia circula pelas redes sociais, já me dizem "olha se te faziam o mesmo!".

Pois que não.

Nunca me tinha acontecido nada do género, atrasos em voo, cancelamento etc.. nada. Tudo tinha corrido muito normal nas viagens que tinha feito até então (também não muitas diga-se de passagem). Mas ficou, acho que me lembro de cada palavra trocada. E depois de ter acontecido ria-me a contar aos meus amigos (ainda hoje quando me lembro rio), mas na altura não achei piada nenhuma, muito pelo contrário.

Isto passou-se em pleno Agosto no aeroporto da Madeira em 2008. Na altura tinha ido lá passar quinze dias de férias e tinha viagem de volta uma sexta-feira à noite, mas como começava a trabalhar só na segunda-feira, dia 1 de Setembro, já depois de lá estar e aquilo estava a ser tão bom, resolvi alterar o voo, com o pagamento da devida taxa de alteração, para domingo à tarde, 31 de Agosto - o caus.

No domingo quando cheguei ao aeroporto a primeira coisa a fazer foi ir a um guiché específico para fazer o pagamento da taxa de ter mudado o voo, depois dirigi-me ao outro balcão para fazer o check-in, eis que a senhora que me atendeu, nitidamente depois de lhe dar o meu CC, o cartão vitória e despachar as malas, ficou assim meio que "encavacada" e pediu-me para aguardar uns minutos, ligou para alguém e depois para mais alguém e após uns minutos de conversa, ao que não percebi nada, desligou o telefone e comunicou-me algo como "olhe lamento informar mas não temos lugar para si no avião". Nesta altura já não via as minhas malas. Quem me conhece sabe que eu, sou a paz de alma até que pimenta me passe pelo nariz. Primeiro ri. Parecia brincadeira mesmo, aquela frase do "não temos lugar para si no avião". Ainda cheguei a pensar que fosse para os apanhados... Mas depois de rir apenas questionei "como?". A senhora: "sabe, hoje é um dia complicado, o último de Agosto, os turistas estão todos a ir embora, aconteceu, como chegou muito em cima do check-in já não temos lugar para si". Aqui baixou-me tudo, porque entendi que não era brincadeira nenhuma e as minhas malas já tinham ido sei lá bem para onde e eu estava ali em vias de não ir.

Olhe desculpe, digo-lhe eu, eu não sei o que se passa, agradecia que me explicasse muito bem o que se está a passar porque eu só sei que, tenho um check in para fazer para apanhar um avião pelo qual paguei o lugar e ainda mais a taxa porque foram vocês que me disseram qual o voo que podia alterar e agora não tenho lugar? Devem estar a brincar! Só via o meu irmão ao longe a acenar  por estar a demorar e ele sem saber o que se passava.

Diz-me a senhora, "realmente lamento, mas não tem lugar. Isto é o overbooking" e eu com aquela cara a olhar para ela como um burro a olhar para um palácio, sabia lá eu que raio era o "overbooking". E continua a senhora "isto pode realmente acontecer nestas épocas. Há muitos voos e os voos estão lotados, no entanto há muita gente que não aparece ao voo, ou o cancela à ultima da hora, daí a acontecer isto, vendem-se mais bilhetes que realmente os lugares que há. E claro se as pessoas decidem vir todas, isto pode acontecer. Lamentamos, como chegou em ultimo, não tem lugar".

Descambou. Por muito pés na terra que tu queres ser, ao seres confrontada numa situação destas, que a meu ver é intolerável porque nunca sabem o quão importante pode ser para nós aquele voo, a minha indignação disparou.

Eu quero lá saber minha senhora. Eu tenho um lugar pago num voo que está de partida para o Porto. E é o que eu quero fazer. Amanhã trabalho, tenho que voltar sem falta (nem me lembrei mais das minhas malas!). Veja lá a sua vida e fale com quem quiser, mas eu quero aquilo a que tenho direito, ir à minha vidinha.

A senhora lá pegou outra vez no telefone e falou com alguém. Os minutos foram passando e tive a perfeita noção que aquilo me estava a acontecer (sim duvidei) e que já não conseguia mesmo entrar naquele avião.

Nesta altura já eu devia estar com os olhos arregalados para a senhora, a bater o pé e a rodar a baiana, porque rapidamente o meu irmão aproximou-se para me perguntar o que se passava.

A senhora lá continuou ao telefone e eu fiz a minha cara de poucos amigos até que... numa voz ainda encavacada me disse: "D. Maria, vamos fazer os possíveis para recompensar e remediar esta situação, lamentavelmente não estamos a conseguir arranjar um lugar nos voos de hoje porque também se encontram todos lotados. Faremos os possíveis para viajar amanhã".

Eu já com os azeites (e a pensar que à noite tinha a família reunida como em todos os 31 de Agosto em casa do grande primo para lhe festejar mais um aniversário), disse-lhe "isso não pode acontecer, amanhã trabalho às nove da manhã, quem me compensa isso? Tenho que viajar hoje".

Mais um telefonema. E outro. E mais outro. Perdi-lhes a conta.

...

"D.Maria estive a falar com superiores e as ordens que tenho é que vamos indemniza-la (ahh pensei, isto já é vinho de outra pipa que é como quem diz, isto já é outra conversa), primeiro vamos fazer de tudo para lhe conseguir um voo o mais rápido possível, não lhe garantindo que se consiga hoje, depois vamos oferecer-lhe um outro bilhete gratuito - não consigo agora precisar o que senti na altura mas acredito que em linguagem de hoje em dia, emoji, daria aquele dos olhos em forma de coração . Peço que aguarde mais um pouco".

...

A senhora com um "envelope" na mão - "aqui está, isto dá para trocar por uma outra viagem, tem a validade de um ano, é só ligar para a TAP e programar, aviso desde já que não dá para reservar em época alta, considerando os meses de verão e também não dá no final do ano. Ou se quiser pode optar por trocar por 250 euros".

Menos mal, mas e voo? Eu quero é ir para o Porto, tenho compromissos profissionais e não posso adiá-los.

"Nestes voos a seguir para já estão lotados, vamos ver se se consegue algum voo à noite, mas por favor fique contactável, assim que haja novidades entraremos em contacto. Já almoçou? Vai jantar  aqui? Temos aqui umas senhas para ir ao restaurante aqui do aeroporto".

Não, não obrigada disse-lhe eu e foi aí que me lembrei, olhe e as minhas malas?

- "Pois... essas já foram despachadas no voo. Mas não se preocupe estão identificadas e quando lá chegar já estão à sua espera".

Que bonito... e lá fui eu à minha vidinha contar aos meus o que me tinha acontecido e já com o "bilhete novo" na mão quando me lembrei "Pera aí, eu para este voo tinha pago uma taxa extra (lembra-me que na altura foi cerca de quarenta euros) para a alteração e que paguei esse mesmo dinheiro assim que cheguei ao aeroporto noutro guiché antes mesmo do check in e... volto para trás, dirigi-me novamente à senhora e perguntei "eu tinha pago uma taxa extra para ir neste voo, como não fui, onde reclamo esse dinheiro?" ao que me respondeu "Dirija-se ao guiché onde efectuou o pagamento e será reembolsada". Assim foi.

Resumindo, não me fizeram entrar no avião para depois ser retirada por "overbooking". Dentro do mau que é isto, chegar ao cúmulo de deixarem entrar no avião para depois então retirar a pessoa é mau demais, como o recente caso do passageiro da United Airlines que chega a ser escandaloso.

Consegui viajar nesse dia com um voo à meia-noite, lembra-me que vinha apenas uma equipa de futebol e um casal que lhe tinha acontecido o mesmo que eu (mas que não reclamou e não lhe deram nada pelo overbooking). Consegui chegar ao Porto e reaver as minhas malas e chegar a casa por volta das três da manhã para às nove estar a trabalhar.

Foi tudo muito cansativo. Mas na verdade acho que eles, a TAP, até se portaram bem para minimizar danos por algo que o passageiro não tem culpa.

Ainda vos consigo adiantar que nesse mesmo ano, 2008 aproveitei o bilhete dado para voltar à Madeira, onde fui passar o Natal e a Passagem de ano. Como eles não me trocavam o bilhete para essa época, dirigi-me à Groundforce no aeroporto do Porto e pedi a troca por dinheiro, assim consegui comprar eu a viagem e fui à Madeira no final do ano por cerca de dez euros que foi a viagem que arranjei.

O que aconteceu comigo não foi assim tão mau, tirando as poucas horas que consegui descansar para voltar ao trabalho, porque não estava em solo desconhecido e apesar de estar a viajar sozinha, tinha os meus também lá. Seria bem pior se estivesse sozinha em outras condições.

O importante disto é manterem a calma e reclamarem sempre pelos vossos direitos. As coisas acontecem, mas o erro é deles.

13
Abr17

Faceweek*

Maria

Alguns looks que mais gostei de usar na semana passada:

[ Camiseiro/Vestido - Springfield / Trench-coat - Bludeise / Sapatilhas - Adidas Stan Smith rosa]

Já tinha visto este camiseiro e tinha adorado, gosto muito do estilo e padrão. Fui à loja e foi amor à primeira vista.

 

 [ Jeans Stradivarius / Camisa - lojinha na terrinha / Sapatilhas - Adidas Superstar]

Os Jeans são de cinta alta, aliás como agora gosto mais de usar. E adoro conjugar com camisolas, camisas ou tops por dentro. No caso esta camisa que comprei na lojinha de roupa lá da terrinha que achei super gira e bem para a época, leve como a Primavera e florida.

 

IMG_20170413_113016.jpg

 

Aqui ficam mais alguns looks usados durante a semana em que as temperaturas subiram e se começa a fazer jus à Primavera. No sábado fui à cabeleireira dar um "banho" ao cabelo por causa das madeixas e está bem comprido, tenho que o cortar. Passei o dia com a piolha mai'nova. No domingo, chamado Domingo de Ramos, recebi o meu primeiro ramo como madrinha. Um mimo para o meu sorriso.

IMG_20170413_135829.jpg

 

A aplicação de telemóvel, como tinha comentado e que tem sido um incentivo para continuar as minhas caminhadas. No dia que comecei a usar a aplicação (6 de Abril e no dia seguinte). O importante é não parar. Uns dias mais outros menos. O importante é ir.

Esta foi a manicure usada da semana. Verniz Gondenrose 32.

 

Podem sempre acompanhar todas as novidades pelo Facebook. Ou pelo Instagram - @sorrisoincognito

13
Abr17

Mulher sofre!

Maria

Aquele momento em que te apercebes que estás a um mês de um casamento e que não tens vestidos que te sirvam. O drama. O horror. Mulheres entendem-me? Não me apetece gastar dinheiro, até porque a um mês do casamento nos entretanto tenho a Páscoa e uma afilhada, tenho as minhas primeiras férias do ano que incluem viagem de avião, uma semana para gozar, uma comunhão e prenda para o melhor sobrinho do Mundo. E de seguida o casamento com prenda para os noivos. Comprar vestido? Não faço questão. Mas... (há sempre um mas) fazer o quê quando vais ao guarda-roupa e os vestidos não te servem?

Estou tramada.

10
Abr17

Queres ver que vou virar fashion blogger?

Maria

There's one Skyr in the house!

20170410_134151.jpg

 

Não sei se isso é bom se é mau. Ainda não provei nenhum. Mas depois de todo um xururu em volta dos esgotadíssimos quaseimpossiveisdeencontrar Skyr vou provar um. Eu juro que não fiz fila num qualquer Lidl perto de mim. Não espezinhei ninguém e muito menos andei à batatada com alguém por um só que seja. Na verdade, depois de eu, #MariaTexuga ser a ultima pessoa a saber do que se travavam os tão falados Skyr, alguém ofereceu-me um para provar.

Até estou excitada só de pensar na hora do lanche!

07
Abr17

Aplicações de telemóvel

Maria

Eu gosto de conhecer, ver, experimentar e desinstalar se não me interessar. Não gosto de ter o telemóvel cheio de aplicações que não interessam nem ao menino Jesus. Gosto das que são práticas, das que fazem jeito. Que servem para alguma coisa e não para enfeitar ou só porque alguém me disse que é xpto.

Das conversas das caminhadas, ouvi aqui e ali, que há "n" de aplicações que são úteis. Ajudam a teres uma ideia do que andas a fazer. No entanto não pedi nenhuma a ninguém mesmo quando de vez em quando me lembrava logo me esqueci.

Ontem, farta de andar em modo preguicite e de os treinos não estarem a ser compatíveis (fora à segunda feira ser zumba e raramente faltar), à noite apeteceu ir dar uma volta a pé. O facto de não ter perto de casa sítios próprios para se andar a pé. A falta de passeios, as estradas com pouca iluminação etc.. (coisas de aldeia) nem sempre dá para longos passeios à noite. Uma pena. No entanto quero ser mais activa nisso. Já depois de sair de casa, lembrei-me de pegar no telemóvel e instalar uma qualquer aplicação só para ver "números" daquela do "vou ali e já venho" que fui fazer.

Descobri portanto que este tipo de aplicações são motivadoras. porque para além de te darem a noção do que andaste a fazer, dão-te aquele "beliscão" de querer fazer mais.

 

Como podem ver, em cerca de 40 minutos, percorri 3km num total de 4644 passos. As 144 calorias é que não deram nem para as azeitonas que serviram de aperitivo ao jantar. Mas pronto. Ficou aquele bichinho de querer fazer mais. De que para começar já é alguma coisa (mesmo sendo uma miséria para muitos bem sei), mas do que se precisa é ATITUDE (como disse um amigo meu) e que se o fizesse todos os dias era um bom progresso. A ver vamos. Mas que incentiva, incentiva. Fica a dica. Aplicação - Pacer.

Partilham alguma?

07
Abr17

Achincalhamento.

Maria

O achincalhamento público é das coisas mais fáceis que nos podemos propor a fazer. A facilidade de meios é imensa. Em dois tempos, deitamos cá para fora as palavras desconcertadas , acusando, julgando alguém.

Hoje em dia, é preciso muito cuidado, repito MUITO CUIDADO quando alguém que tem um maior reconhecimento público diz alguma coisa. Nisto do achincalhar não há limites, há apenas o entender o que se quer entender, porque todas nós temos causas e lutas pelas quais acreditamos e num passo passamos a julgar quem ousou ir contra ou dizer eu errei.

Sim, as pessoas erram e há erros que não se podem admitir. E por vezes algo que pode dar uma lição, torna-se um assunto descontrolado, do diz que disse, já falou e acrescentou e todos opinam e na verdade a verdade pode não ser isso. Mas aí já o assunto ganhou contornos gigantes que não há jeito de dar a volta.

Não estou do lado de ninguém nem falando de um caso concreto, mas tento. Tento em tudo o que me custa ouvir perceber primeiro que estando a julgar alguém pelo que ouço estou a fazer o caminho mais fácil pelo qual não gostava que viessem até mim. "Não fazer aos outros o que não gostava que me fizessem a mim" cliché? Não. A sério, pensando bem é necessário cuidado ao fazer julgamentos de valor quando não gostamos que os façam connosco. Não é por uma situação ser notícia que vamos lançar logo a pedra mais próxima.

Não é por eu (ou outra pessoa qualquer) subir um pouco a saia, que já não tenho modos, não mereço respeito,  que já ando a precisar de peso, já me estou a oferecer... Calma minha gente. O difícil mesmo é ler entrelinhas. O fácil é julgar a primeira impressão.

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