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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

08
Out20

Em sentido (militar) para encarar o Outono!

Maria

Não há cá volta a dar. Chegamos a Outubro e isso já só me lembra Outono e parece que o verão fica mesmo para trás. 

Com isso começamos a olhar para o calçado para a nova estação e eu tenho que partilhar a minha mais recente aquisição com vocês. 

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Reconhecem?

Sempre fui uma apaixonada pela marca. Lembro-me das minhas primeiras botas da marca, andava no liceu e pedi-as aos meus pais. Com custo lá me deram umas e foi amor à primeira vista! Usei-as tanto e duraram tanto que lembro-me de bem mais tarde comprar outras mas com acabamento verniz... Confesso-me uma apaixonada pelo estilo.

É com agrado que as vejo em "voga" nesta estação e agrada-me o quanto continuam (mesmo vinte anos depois) lindas, confortáveis e versáteis. A ultrapassarem modas e a manterem-se sempre com um espírito irreverente, marcante e fiéis a si próprias. 

Estou a falar das Dr. Martens e só quem tem (ou já teve) umas sabe do que falo.

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20201001_110910_0000.png

 

Estas são minhas e consegui-as na @ESCAPESHOES com 10% desconto.

Não vejo a hora de palmilhar por aqui, um bocadinho abaixo do Pólo Norte, terreno e desfilar muito com as minhas botas giras. E como disse muito versáteis, para uns jeans justos a usar por dentro das mesmas, ou para vestidos, mini-saias e calções.

Querem umas iguais? Ou um dos novos modelos que acabaram de chegar da Dr. Martens? Tenho um código para partilhar com vocês de 10% desconto "LOVESHOES" (desconto não acumulável).

Estão à espera de quê?

Espreitem já a @EscapeShoes e escolham o vosso calçado de eleição para esta estação e arrasem!

20200930_132311.jpg

Não por estar na moda, mas gostam do estilo? 

 

[parceria]

07
Out20

O Amor é um lugar estranho.

Maria

Hoje apetece-me falar de Amor.

Amor

 

Precisamos de acreditar sempre que a vida vale a pena. Precisamos diariamente de sentir que isto faz sentido. Que precisamos mais que sobreviver, viver. Intensamente. Não como o mundo acabasse amanhã, mas sim, com a convicção de que o hoje não volta. Precisamos tanto de amor como do ar que respiramos. Para nos sentir vivos. Para nos acalmar a alma quando precisa, mas nos elucidar nos passos, para nos garantir a caminhada.

Precisamos do amor que nos faz ser mais. 

Precisamos mais de falar de amor. Sentir. Nas entranhas da pele a emoção que nos alegra a alma. Que nos faz sorrir porque é verdadeiro. Abalroados com o brilho nos olhos. De não ter medo de dizer que sim. Que sentimos. Que estamos apaixonados. De sermos verdadeiros com o outro, mas muito mais com nós mesmos. Merecemos

Merecemos fechar pontos abertos. Merecemos olhar em frente e não ter a constante vontade de ir ver como fizemos rascunhos. Às vezes a vida vem e não tem nada a ver com o que tinhas planeado. Não olhes para isso como não sendo bom, como se não pudesse ser o lado certo. Como se não valesse, à partida, a pena. Vai. Faz. Sente. Confia. Tem fé. Mas acima de tudo, tem coragem. Não cedas - ao tremor das pernas, à incoerência dos pensamentos e ao teu Eu interno que ainda se amedronta com a tentativa de ser feliz.

Sim, às vezes, ser feliz também dá medo. Já sentiste isso? Quando achas que pode correr mal, porque na verdade sentes que está muito bom?

Merecemos.

Merecemos deste Amor que que nos transborda a alma. Que nos rouba o corpo. Deste que nos faz sentir como se tudo fosse a primeira vez. Mágico. Surpreendente. Feliz.

Deste Amor que nos faz aprender todos os dias como a vida é - também - isto!

[ ♥ ]

06
Out20

(ser) Azul e Branco é o coração!

Maria

Danilo e Alex Telles

 

[Foto: Peter Spark / Movephoto]

Nós sabemos que eles não são nossos. Sabemos que nem todos vivem o clube da mesma maneira. Mas sabemos reconhecer quem sente "Porto".

Não gosto quando os que gosto vão embora. Fico sempre triste no final da época quando jogadores que foram bons no meu clube vão, porque me afeiçoei a eles, porque gostei do trabalho que fizeram, da dedicação, da garra e de como defenderam o emblema que trazem ao peito. Não são todos iguais, não sinto todos iguais também. Nem todos deixam pena.

Mas não gosto destes mimimi que fazem quando saem como se eles não tivessem dado o litro pelo clube.

Danilo e Telles não merecem.

Foram-me jogadores fantásticos nestes anos que envergaram a nossa camisola. E só lhes posso desejar o melhor. Sei que eles levam o Porto no coração. Sei que o sentiram. E fizeram-me apaixonar por eles enquanto jogadores.

Encantei-me com o Telles muito cedo. E não temos o que se lhe assemelhe. Titular indiscutível. Humano. Mas muito bom no que deu. Deu-me imensas alegrias. Lágrimas de emoção. E gritei muito por ele nos jogos.

E como já aqui disse, Telles. Como gosto quando ele corre de mão a estrafagar o emblema ao peito. Com aquela mística que abraçou, sendo ele um jogador à Porto, forte, convicto, preciso e bastante capaz. Titular inquestionável que deu, mesmo quando em dificuldade, tudo em campo. E que me trouxe lágrimas quando se lesionou e tentou mesmo assim estar lá. Grande Alex Telles. Que falta farás nas alas! - Oh se fará!

O Danilo soube sempre segurar o seu lugar, o seu meio campo e com orgulho vi-o Capitão.  Revi-me nas suas zangas, no seu bater o pé em campo e nas lágrimas sempre que se falhou.

Perdemos este fim-de-semana dois grandes jogadores. Titulares. Que deixaram muito deles e acredito levem de nós - FCPorto.

Ao [meu] Porto, espero que tenham a capacidade de se ajeitarem e reinventarem com estas perdas. Que tenham a capacidade de decidir bem. Que consigam que este seja um bom ponto de partida numa caminhada diferente mas com o mesmo objectivo.

Vamos Porto💙

29
Set20

Faceweek*

Maria

Há muito tempo mesmo que não sai esta rubrica. E quando escrevi o ultimo post estava longe de pensar que haveria uma pausa de tanto tempo pelo motivo que foi.

Primeiro todo o tempo de teletrabalho que não inspirou. Depois voltei ao trabalho mas ao fim de duas semanas recebi o tal telefonema e fui fazer uma cirurgia.

Mais uns dias sem pôr os pés na empresa [mas sem inspiração para  blog também] por ter ficado de baixa e quando voltei à carga a inspiração continuou a não chegar e levei com todo o trabalho que desde Março andava a ser feito aos "remendos". Mais todo o trabalho que está a acontecer, quando meio mundo parece parado e ainda assim Graç'à Deus isto não pára. Mas calma. Para isto não dar o "tilt", alguma coisa foi ficando para trás. Infelizmente entre as redes sociais e o blog ficou o blog. Não por não ser a prioridade, que o é, mas por actualizar as redes ser outra facilidade. E facilidade é a palavra chave que tenho procurado todos os dias.

Adiante.

Vou partilhar aqui alguns looks usados nos últimos tempos e que gostei mais.

Quase nada de novidades, visto que fiz algumas compras online mas poucas e pouco fui a lojas. E vocês, o que compraram mais durante estes tempos e optaram mais pelo online?

Uns looks ainda de fim de verão e de seguida uns mais à Outono.

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Coisas novas: o top verde e amarelo da @H&M comprado nos fins dos saldos. Os calções de ganga básicos da @Primark. O vestido das riscas oferecido. E o vestido verde que adoro, comprado na minha última ida à @Primark.

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Os calções brancos são muito parecidos, mas não são os mesmos. Uns são bem antigos e os outros comprei-os na @Lefties por serem parecidos com os outros e eu adorar o modelo.

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Nestas últimas fotografias como podem ver a minha juba está a gritar para ir ao corte, visto que o faço normalmente no fim do verão mas ainda não deu.

Um dia destes no instagram falava sobre eu não ter um estilo único. Como podem ver nas fotografias depende do dia. Uso cada vez mais sapatilhas, mas isso não quer dizer que tanto dê para uns jeans, como para calças de tecido ou blazer.

E falou-se também por lá sobre pessoas como eu que não escolhem previamente o outfit do dia seguinte e os outros que, eu admiro, conseguem deixar do dia anterior a roupa pronta para vestir na manhã seguinte e que devem poupar imenso tempo com isso. Vocês a que "grupo" pertencem?

 

Podem sempre acompanhar todas as novidades pelo Facebook. Ou pelo Instagram - @sorrisoincognito 》

24
Set20

Pessoas que te mostram a luz ao fundo do túnel?

Maria

IMG_20200924_153135_534.jpg

 

Há sempre alguém que vai fazer com que vejas para lá do que está à tua frente. Daquilo que os teus olhos enxergam mas que o coração não está a chegar lá.

Há pessoas que te vão mostrar o quão bonita és naquele dia em que acordas com a juba a ter vida própria, em que nem o teu melhor creme tapa a marca que apareceu e em que nada encontras para vestir que te faça sentir bem.

Há pessoas que te vão fazer rir, naquele preciso momento em que os ciscos nos olhos só esperam um sinal para desabarem.

Há pessoas que te vão mostrar que mesmo nos dias sem sol ele está lá pronto para voltar a aparecer.

Há pessoas que te vão fazer olhar melhor para o que nem deste conta. Pessoas que saberás na hora que te apareceram no momento certo. 

Há pessoas que te vão acalmar as perguntas, mesmo que não te tragam as respostas já prontas.

Essas pessoas são para manter perto.

Pessoas que te chegam positivas. Que te empurram para a frente. Pessoas que sabem abraçar. Que te dão a mão, também quando ninguém está a ver. Pessoas que sabem ouvir. Que te admiram. Que te convidam quando não estás na onda. Pessoas que te integram. Que te mostram o lado certo quando tudo está do avesso.

Pessoas que te mostram a luz ao fundo do túnel?

Gosto [ ♥ ]

23
Set20

Do Outono que não há em mim!

Maria

Eu sempre disse que sou muito mais verão! Logo, continuo a não gostar nada da ideia de acabar o verão. 

Não gosto de ter que me despedir do verão. Não gosto da descida das temperaturas. Os dias mais castanhos e frios. Não gosto do acordar de manhã sem saber o que vestir porque o tempo anda maluco, ora faz sol, ora frio. De manhã e noite está mesmo fresco e durante o dia um calor bom e aquilo não dá para alinhar o sistema cá dentro e muito menos a vestimenta. Não gosto dos dias pequenos e como já se notam! Não gosto de ter que mudar novamente o armário para as roupas pesadas (basicamente não gosto de ter que arrumar o armário, quando mais tiro parece que mais cheio fica e na indecisão não me apetece tirar nada). E aquilo com os brancos e os coloridos fica tão mais giro. Não gosto de ter que voltar às meias, aos sapatos e botas e botins. Só de pensar em enclausurar os pezitos por mais uns meses já me custa. Pensar em enfiar já os meus pés em meias é sufocar um pouco mais a minha tiróide. Não quero nem ouvir falar na mudança de horário porque detesto o horário de inverno! Sim eu sei que estamos a falar do outono, mas na verdade daqui a um mês começa o horário de inverno com um anoitecer às seis da tarde isto se não chover porque senão temos daquelas tardes que às três já estamos no lusco fusco. Oh não sou mesmo nada disso.

Gosto tão mais de andar de chinelo no pé, de roupa leve, de não ter que secar o cabelo. De sair de casa com óculos de sol. De não precisar de casacos. Da pele menos cor de lula deslavada. De rosa choque nas unhas. De finos e tremoços (ainda que em casa devido à pandemia). 

Não. Não fico histérica com as primeiras chuvas e se me lerem "já estava farta do verão" cortem-me os pulsos porque certezinha algo não vai nada bem. Nada mesmo.

Aquele cheiro a terra molhada até gosto, mas dispensava na boa a puder fazer com que o verão se prolongasse.

Nunca fui "castanhos" por mais que a moda nos empurre para lá. Nem cinzentos. Não gosto dos pés gelados. Voltar aos jeans e aos casacos é inevitável. E eu sou tão feliz de calções, havaianas e ombros ao léu.

IMG_20200923_124950.jpg

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Eu sou tão, mas tão mais verão! 

E este verão foi muito bom. E venha lá o que tiver que ser, mas continuo a ser muito mais verão e a não encontrar outono em mim

E vocês, são mais verão, ou mais outono?

17
Set20

Este país não é para velhos - o tanas!

Maria

[imagem retirada da internet]

Eu tenho uma ligação muito grande com a minha família. Sou muito família. Os meus são[-me] tudo e não é cliché.

Cheguei a não perceber porque as famílias não se dão. Porque não se falam. Porque embirram. Porque não convivem. Não é que agora não perceba. Mas o sangue não é tudo, assim como o amor. Tive que entender que podemos ter o mesmo sangue a correr nas veias mas somos pessoas diferentes, pensamos diferente, queremos diferente e deixamos muitas vezes as divergências quebrarem a ligação... outras vezes são após terceiros aparecerem que as ligações se fragilizam.

Mas no meio disto tudo, não sei se pelos valores que me passaram, se pelos ensinamentos que tive, se por infelizmente só ter conhecido uma avó e sentir que me faltou conhecer os outros... no meio disto tudo eu prezo muito a família. Os momentos em família. As conversas, as partilhas, as experiências que nunca vamos ter na vida. Os conhecimentos, as lendas, o antigamente...

Quando olho para o lado, talvez para outros com a minha idade, ou mais novos, não vejo isso. Não levam a família assim "tão a sério" e as ligações perdem-se... principalmente com os mais velhos.

Não sei se o facto de estar solteira influenciou, mas acho mesmo que não, sempre fui família e prezei muito as ligações familiares, mesmo quando estou acompanhada.

Gosto imenso de quando se juntam e não me importa de ouvir contar certas histórias repetidamente. A velhice traz isso, do esquecer o que já se disse, do querer partilhar o que marcou, do querer lembrar o que já lá vai há muito. Nós lá chegaremos. E sinceramente acho que seremos pessoas mais solitárias que os velhos do nosso país neste momento, porque infelizmente cada vez mais eles são descartáveis porque o ser humano está mais egoísta e só pensa naquele que se move à volta do seu umbigo... um dia vai sentir-se na pele o que é ser-se velho e os olhares de "empata" que certas pessoas mandam.

Um dia destes, em família, ouvia uma história de há mais de uns cinquenta anos, de uma história de amor que não acabou, mas que passou para outro plano visto que infelizmente uma das pessoas já faleceu e perdi-me enquanto a ouvia...

Hoje ama-se menos, com menos respeito, com mais inseguranças e com menos valores. Com muitas expectativas em pouco empenho. Numa experiência que é viver muito o hoje, em que não se investe, não se trabalha no outro, em que o desistir é mais fácil.

Eu visito muito os meus tios e não visito mais a minha família porque a vida é assim... mas enriquece-me o tempo com eles. Gosto imenso de os fazer sorrir. De ser a palhaça com eles como sou com a minha afilhada de três anos. De lhes dar a minha companhia, de os abraçar (e como agora sinto essa falta) de os ver em pleno quando reunidos.Gosto muito da família que me calhou. E quando eles me agradecem por aparecer, sou eu que fico agradecida por ainda os ter e por os ver numa luta que é geral aos nossos idosos - a incerteza do amanhã, a conquista de um lugar bonito na vida de outros, o carinho, agradecimento e compreensão.

Este país é deles, antes de ser nosso.

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