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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

08
Mar21

Ela,

Maria

Mulher

 

Quer sair à rua como quiser. Com ou sem maquilhagem. De calças ou mini-saia. De salto ou sapatilha. De lábios vermelhos que seja. E ser sempre respeitada. Dentro ou fora de casa. 

Ela quer votar e vota, ela quer trabalhar e trabalha. Ela quer ser independente e contra tudo e contra todos tenta.

Ela tem esse foco e fé.  Cuida. Ama muito. Ajuda e está lá. Ri muito.

Ela quer seguir os seus sonhos. Ser independente. Irradiar amor-próprio.

Ela pode ser. Ela quer ser.  Ela continua na luta.

Ela é linda. Somos. E tenho orgulho em sê-lo. 

Feliz nós 🖤

05
Mar21

Pensei não aguentar uma semana. Passaram catorze anos!

Maria

Sim, hoje agradeço não pertencer aos "quadros" do desemprego há 14 anos... como costumo dizer já faço parte da mobília! E isto é uma típica relação normal. Altos e baixos. Quase desistências. E dias muito bons. Luta dia após dia. Dias com menos fé e dias que só se olha para o futuro. Juntos.

IMG_20210305_105643_748.jpg

 

Continuo a dizer que não me acreditava neste dia se mo tivessem dito lá no início. Mesmo após as primeiras semanas. Que foram bem difíceis e onde fui, literalmente deitada aos lobos. Assim mesmo sem ninguém ali com paninhos para enxaguar tanta lágrima que deitei e acalmar os nervos que aquilo me deu. Foi ali que comecei a ganhar cabelos brancos. Acreditem. Não foi nada fácil. Não é. Por muito que eu faça parte da mobília e isto seja já muito "Eu" há dias não. Mas depois tenho a melhor equipa e ambiente de trabalho.

Afirmo novamente:

Atentem numa coisa, isto é um abre olhos para aqueles que começam num trabalho novo e é difícil, às vezes as coisas depois descomplicam um pouco. Às vezes vale a pena não ir pelo caminho mais fácil - desistir. 

Continuo a lembrar-me como se fosse hoje a primeira vez que pisei esta empresa. Lembro-me tanto das primeiras peripécias. Lembro-me de cá chegar e chorar a dizer que não aguentava uma semana. Uma semana que passei quase sempre a panicar com os nervos, o stress e as peripécias. Quem diria. Aqui estou Eu!

Continuo a ter mil e duas peripécias para contar desta empresa que já me trouxe tanta coisa boa e algumas menos boas, o que é perfeitamente natural. Quem me segue há mais tempo conhece bem algumas peripécias que vos conto porque na sua maioria são mesmo de arrancar risadas.  Isto realmente, tem dias que é de loucos.

Já chorei, mas já dei tanta risada boa, tanto com os funcionários, como com o boss, com os clientes (esta foi óptima), com os fornecedores ou mesmo com outros indivíduos que me aparecem à frente. Estou mais que atrofiada é certo. Fazer o quê?!

Mas isto é família.

E eu continuo a agradecer por nos dias que correm, nestas crises que fui ultrapassando, ter trabalho. Este ano de pandemia não foi diferente e fui uma privilegiada. Continuo a agradecer as oportunidades que me vão sendo dadas. Continuo a resmungar todos os dias para sair da cama pela manhã, queixo-me pela cabeça massacrada com que chego muitas vezes ao fim do dia, bato o pé pelas vezes que ganho um cabelo branco por aturar gente que me tira do sério, dias há em que me revolto por ter tanta coisa nos meus ombros que às vezes me tira o sono, mas caramba, se ficasse em casa, se não tivesse trabalho, se fizesse parte da enorme lista de desempregados do país, aí sim o atrofio seria muito maior.

São 14 anos de trabalho na mesma empresa. Como isto passa tão rápido, tão rápido mesmo, como isto é tão importante! Mas a empresa também está de Parabéns por me ter porque sempre tento ser uma funcionária exemplar. Sei que me tratam como parte importante, como sendo da família e sei que sou mimada também, porque me respeitam e sabem o quanto dou de mim a esta empresa - e aqueles croissants ou donnuts que muitas vezes me trazem pela manhã são um exemplo. Hoje fui eu que trouxe!

Pensei não aguentar uma semana. Passaram catorze anos!

É um exemplo de superar expectativas. De não desistir. De não ir pela primeira impressão. De superação.  É realmente, um abre olhos.

Hoje é mais um dia cá. Para a semana oxalá também.

 

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02
Mar21

Que nunca se confine o AMOR

Maria

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Há um ano ainda davamos dois beijinhos a cumprimentar pessoas. Ainda davamos abraços sentidos nos reencontros. Na necessidade de colos. Na proteção dos nossos. Ainda demonstravamos AMOR de outras formas.

Longe de imaginar o que aí vinha.

Que se confinem as pessoas, os beijinhos, os abraços mas que nunca se confine o AMOR ❤

25
Fev21

As melhores compras no fim dos saldos.

Maria

Associamos sempre o fim de Fevereiro ao fim dos Saldos, na verdade temos saldos cada vez mais cedo e este ano com a pandemia não foi diferente, no entanto estamos sempre a tempo de aproveitar.

Eu gosto sempre de deixar para estes dias e aproveitar em produtos que realmente sejam um must have para mim e que faça sentido. Até porque estamos em altura de zero desperdício. Mas quem não gosta de aproveitar os saldos?

Eu já aproveitei na roupa mas também ainda vamos a tempo de conseguir uns bons descontos em calçado, em algumas marcas na @Escapeshoes.

Foi exactamente o que eu fiz. Por altura do meu aniversário, lancei uma sondagem aqui e nas redes sociais para me ajudarem a escolher entre três modelos que tinha debaixo de olho para aproveitar ainda dos saldos e ficar com um par de calçado para usar, bom e a melhor preço. E vocês gostam de aproveitar os últimos saldos ou preferem sempre comprar no início de cada colecção?

Eis que a sondagem caiu a favorecer os que também já estavam aqui debaixo de olho. E daí a encomendar e a tê-los cá em casa foi bem rápido, até porque os tamanhos voam e uma pessoa tem que se despachar. 

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Estas sapatilhas Ruika são a minha mais recente aquisição e consegui-as na @ESCAPESHOES com 20% desconto.

Já comecei a palmilhar por aqui, um bocadinho abaixo do Pólo Norte  e a desfilar muito com as minhas sapatilhas giras. Adorei a pele e o efeito textura que têm. São mesmo muito confortáveis, leves e muito versáteis, para usar com jeans ou  mesmo para vestidos, mini-saias e calções. A sola mais alta e em branco dá ali um toque diferente. E são muito leves. Que acharam da minha escolha?

20210225_101304.jpg

 

Querem umas iguais ou escolher um modelo que ainda está em desconto, estão à espera de quê?

Tenho um código para partilhar com vocês de 10% desconto "LOVESHOES" (desconto não acumulável).

Recebem a vossa encomenda em um dia útil em Portugal Continental. Têm 30 dias para troca gratuita e não pagam portes acima dos 50€.

Espreitem já a @EscapeShoes e escolham o vosso modelo de eleição para a próxima estação e arrasem!

Aproveitem e boas compras!

[PUB]

22
Fev21

Coisas que aprendi com relações falhadas

Maria

Todos temos relações falhadas. Uns mais que outros. Mas há sempre uma que falhou. De mais ou menos tempo, mas que em algum momento nos foi importante. Aprendemos com elas? Sempre! Mas nem sempre nos apercebemos logo da lição a tirar dali. Seja quem for que tenha falhado e seja quem for que a tenha dado como terminada.

[imagem retirada da internet]

 

  •  Vamos amar sempre muito aquela pessoa até todo o sempre - só que não.

na verdade quando estamos apaixonados, quando estamos numa relação e quando já amamos aquela pessoa, achamos que é para sempre. Às vezes não é, outras tantas mesmo deixando de se estar juntos o amor fica (pelo menos até alguém preencher um cantinho do que ficou).

  •  vai haver um momento, com outro alguém, que nos vai remeter a um outro momento passado no que falhou.

Pode não fazer mossa, mas vai lembrar.

  • Há um som de alerta que tem que estar pronto a tocar a qualquer momento e tu foge!

Sim. Na verdade se esse som soar foge, mas foge mesmo e nem tentes arranjar desculpas para o que quer que seja. Há coisas que não têm desculpa. E se aceitas que te agridam verbalmente, emocionalmente, psicologicamente ou fisicamente estás a cair num fosso que ficará para sempre aberto. Por muito entulho que lhe queiras pôr de forma a esquecer... não dá! Foge.

  • devemos ser minimalistas nesse sentido e deslargar tudo o que nos leva aquela relação.

Ou então arrumar numa "gaveta" em que só tenhamos acesso se realmente quisermos ter acesso e não uma que se anda a esbarrar dia sim, dia sim. Isso não vale. É jogo sujo com nós mesmos.

  • as redes sociais são um dano colateral irreversível.

Isto do irreversível é como quem diz, uma vez na internet para sempre na internet. Há pessoas que partilham tudo e mais alguma coisa que na volta há gente que muda mais vezes de fotografias com alguém que eu a mudar a roupa do armário na troca de estação. E isso não é bonito. É assim, cada qual faz o que quiser com quem quiser, é a minha opinião. Mas.. andar cá a pôr fotos e a tirar é aquela base... mais vale pensar duas vezes antes de partilhar.

  • "Vou-te excluir do meu orkut" já dizia a música e na verdade é o melhor.

vamos sempre espreitar, "ficar à espera" de novidades, vamos reagir internamente ao que vamos dar de caras e isso, isso é passado e passado é lá trás. Ninguém quer ler palavras soltas ao vento para outro alguém que antes eram para nós, certo? Mas se a amizade boa ficou, onde se consegue separar as águas... isso são outros quinhentos.

  • acreditamos que não vamos voltar a ser felizes no Amor.

na verdade pode muito bem acontecer, é a vida. Mas as probabilidades de voltar a acontecer são do tamanho do nosso optimismo e no "deixa andar" estando abertos a... por isso o luto é necessário. E vamos andar a chafurdar na lama... Mas nada de encarnar a escuridão nos dias. Longe disso porque energias negativas atraem energias negativas (xô xô).

  • nunca voltar aos sítios onde já fomos felizes - o tanas.

devemos voltar sim onde quisermos se o lugar for mesmo importante para nós. Porque podemos voltar a ser felizes ali, sozinhos ou acompanhados. Há lugares que podem fazer-nos lembrar alguém, mas.. isso é só um pormenor, que não deve ser maior que a vontade de ir algum lugar que gostamos mesmo.

  • aprendemos com os erros.

e isso quer dizer que não voltamos a errar? Não, muito pelo contrário. Mas de certeza que alguma coisa aprendemos com aquela cabeçada.

  • dois olhares sobre a mesma coisa não vão sentir o mesmo nem tampouco tirar a mesma conclusão.

é a vida, se até no futebol conseguimos olhar para o mesmo lance e interpreta-lo cada um à sua maneira, muitas vezes claro está, puxando a brasa para a sua sardinha, num relacionamento a coisa não é assim tão diferente quando são duas pessoas, com diferentes pontos de vista, diferentes emoções, valores e atitudes. O bom é encontrar alguém que te ajude a suportar essa diferença e a contorná-la. Mas é por isso que às vezes as coisas falham ali mesmo em frente a um qualquer obstáculo.

  • O problema não és tu, sou eu!

Balebas. Balelas.

 

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18
Fev21

FCPorto x Juventos - o jogo impróprio para cardíacos!

Maria

Por muito portista que seja, por muito  azul e branco que seja o meu coração e que estamos juntos nas vitórias e nas derrotas, por muito orgulho que seja sempre que estamos na Liga dos Campeões... ontem não era um jogo fácil. Não éramos o favorito. Não tinha do meu lado a despreocupação garantida de algo a favor do [meu] Porto. Admito e como acredito que muitos adeptos se sentissem. Do outro lado estava uma Juventus em que dita a história tinha tudo a favor. E além da história tem uma equipa repleta de individualidades de topo mundial, sem sequer falar no melhor do mundo, Cristiano Ronaldo (e eu estava lá quando Ronaldo marcou aquele golaço no Dragão pelo Manchester United em 2009).

 

Acontece que a bola é redonda. Que continuei a manter a esperança. E que fui para assistir ao jogo com a verdadeira noção que podíamos sair de lá com uma derrota gorda mas com confiança que deixássemos em campo a alma dos verdadeiros dragões e a raça que nos é característica.

Um jogo às oito, no pós jantar é um jogo que tem tudo para não correr muito bem. O nervoso apodera-se cá dentro e a cada minuto o coração bombeia com tanta intensidade que não só parece que sofremos de incontinência urinária como há um turbilhão lá dentro nada aconselhável para hora de digestão.

Adiante.

Entramos em grande. No primeiro minuto o nosso primeiro golo. Há quem lhe chame sorte eu acredito no sentido de oportunidade de Taremi que se fez ao lance acreditando que valia a pena e valeu.

Vimos de uma linha muito exigente de jogos, a cada três dias um, seja para o campeonato, para a taça ou para a liga. E isso mói.

Mas ontem vi um Porto a entrar com determinação com a garra que nos mostra muitas vezes nestes grandes jogos e com a mística que nos faz estar lá, na Liga dos Campeões. Fez-me acreditar que podia ser ao anular o pouco jogo da Juventus. Ao fazer com que Ronaldo não fosse assim tão notado e a criar oportunidades que chegou a desperdiçar. Deram o que tinham que dar em campo. Acredito que muito do que lhes foi pedido pelo Conceição e que assim tinha que ser.

Vi um Sérgio Oliveira que saiu de rastos do último jogo no domingo a mostrar como se faz valer aquele emblema ao peito de um capitão e a ser escolhido como melhor em campo pela UEFA. Que orgulho!

Vi um Taremi que sem dúvida tem aproveitado a oportunidade que lhe foi dada e tem crescido.

Vi um Marega e um Marafá a fazerem um bom jogo.  Um Pepe irrepreensível. Um Corona e Otávio que sempre fazem a diferença. E vi um Francisco Conceição a ser mais uma vez lançado pelo Pai e que não teve tempo de mostrar o que vale, mas que da ponto do véu que já levantou está ali uma estrelinha.

Sérgio Conceição soube analisar o adversário e anulou as saídas de bola.

Gostei muito desta atitude. Espero que na nossa ida a Turim, não se perca esta garra.

Parabéns [meu] Porto. Contra tudo e contra todos, estamos lá.

F.C. PORTO 2 x 1 Juventus  (1ª mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões)

13
Fev21

"Addicted", o filme!

Maria

 

No fim-de-semana passado abri a Netflix e vou sempre cuscar o Top 10, queria ver um filme e no top estavam quase só séries e o filme que estava primeiro era "Addicted" que até é de 2014, mas nunca tinha visto. Decidi ver.

"Zoe Reynard, empresária de sucesso parece ter conseguido tudo - o marido dos sonhos que ela ama, dois filhos maravilhosos e uma carreira excelente. Por mais perfeita que seja a sua vida, ela ainda é atraída para tentações às quais não pode resistir ou das quais não consegue fugir. Conforme busca uma vida secreta, Zoe encontra-se arriscando tudo o que tem quando escolhe um perigoso caminho ao qual pode não sobreviver."

 

Os protagonistas são bem jeitosos e diga-se de passagem que dá bem para alegrar as vistinhas. A conclusão que se tira deste filme, não dando spoilers, é que um vício, seja ele qual for, pode muito bem dar tamanha volta na vida e em segundos virar do avesso. Vá e não existem vidas perfeitas...

12
Fev21

Deste pedaço de mim

Maria

IMG_20210211_233221_968.jpg

 

tento ver sempre o copo meio cheio
acho sempre que um sorriso vale a pena
sou bem envergonhada
tenho tendência a não compactuar com injustiças
sou um coração mole em nariz de pimenta
tenho a minha dose de bater o pé, rodar a baiana e salve-se quem puder!
tento dar sempre o melhor de mim em tudo o que faço
sou muito mais emoção e respeito muito os valores que acho cruciais
pode sempre faltar algo material mas que não me falte amor, amor pelos meus, pela vida, amor próprio
sou meia sem jeito
não sou fácil de chegar
nunca me achei superior a ninguém
já me achei muitas vezes diferente

Sou assim mesma e nas entrelinhas é tudo isto e muito mais que partilho com vocês há doze anos

Obrigada! OBRIGADA também à fantástica equipa dos blogs do Sapo pelo destaque, obrigada pelas mensagens, por estarem desse lado e fazerem parte deste pedaço de mim.

11
Fev21

O Blog faz 12 anos!

Maria

Sim, 12 ANOS DE BLOG!

(toda eu ciscos nos olhos)

 

3966 posts. 12562 comentários.  visitas. 1560 reacções.

4161likes no Facebook, 1562 Seguidores no Instagram

Muitos destaques no blogs do sapo que continua a ser uma equipa fantástica 

12 anos de existência 

 

12 anos

 

 

De mim, de vocês, de muitas partilhas, de muitos sorrisos incógnitos, de NÓS! 

 

Quando comecei a fazer contas, a sério 12? É o que mais me ocorre dizer.

Continuo a sentir-me surpreendida pelo blog continuar a fazer parte da minha vida a cada ano que passa. Umas alturas mais presente que outras é certo, mas aqui continua. Há doze anos não imaginei isso nem que lhe sentisse a falta. Deste constante desafio. Deste apego. Desta partilha. De tantos que vieram, dos que ficam. Dos que passam. Deste gosto por escrever. Por partilhar e claro, por ter reacções, partilhas e trocas de opinião.

Lembro-me dos que me fizeram criar este espaço e tenho saudades de muitos que desapareceram, que já não existem mas que me deixaram uma marca. Numa altura em que poucos eram ainda os blogs e que eram muito mais "nós". 

Tenho saudades de pessoas que me seguiam, eu não conhecia pessoalmente e que infelizmente já partiram. Um blog também é isto.

Já conheci gente que veio do blog. Já fui convidada para um programa de televisão. Já fiz desafios para quem me segue, já entrei noutros. Já aprendi muita coisa com o blog nomeadamente que há gente que tem um blog que nem sabe o que isso deveria ser, assim como há gente que vive mesmo isto de ter um blog. Já partilhei imensas histórias e conheço imensas histórias.  Há gente que continuo a seguir do início e não tem como não conhecer tanta coisa.

Não sou a Maria de há 12 anos, mas inevitavelmente quando vou reler alguns pots vejo-me ali tal e qual o momento que partilhei. Isto é tão bom, porque este cantinho sou mesmo eu. E levei sempre em frente as minhas convicções, o intuito para o qual o criei e a tentativa de partilhar o meu lema de ver sempre o melhor lado das coisas, sorrindo.

Há doze anos atrás criei o blog para partilhar sorrisos de tudo e de nada, para falar do que me apetece, quando me apetece. O propósito continua o mesmo. Deixar-me partilhar a minha inspiração na escrita. E continuo a ter partilhas boas disto. Continuo a conhecer outras tantas partilhas que gosto. Continua a trazer-me gente de sorrisos que me ajuda. Energia positiva. Sempre. Já espalhei muitos sorrisos, já recebi muitos sorrisos. Já partilhei lágrimas, e recebi ainda mais sorrisos. Já escrevi coisas tão minhas que me vão na alma. Já foi completamente anónimo. Já serviu tanta vez de diário, de um ombro para desabafar. Trouxe-me pessoas novas. Trouxe-me histórias partilhadas. Trouxe-me PPC’s e continua a trazer-me Pais Natal secretos. Trouxe-me miminhos de blogs com gente dentro. Trouxe-me partilhas que não mais vou esquecer... isto é uma aventura. Todos os dias. OBRIGADA a todos os que fazem parte dela e que continuam desse lado.

Enquanto continuar a fazer sentido, cá estamos. E eu gosto de cá estar (incluindo com a equipa blogs do sapo). Acreditem. E agradeço a quem está também. Muito! Porque isto faz sentido também com vocês desse lado.

(12 anos carago!)

E ao pessoal do Facebook e do Instagram 

OBRIGADA ♥

Cá beijinho  e sorrisos mil!

[ Para quem fica, o que vos faz ficar? ]

10
Fev21

Coisas que aprendi por entre os pingos da chuva desta pandemia.

Maria

Até à data, e com quase um ano de pandemia, duas vezes em teletrabalho (67 dias no primeiro, 50 dias no segundo), meses sem ver família que estamos habituados, meses sem sair com amigos, meses sem ir jantar fora, meses a arranjar-me só para ir às compras quando estritamente necessário e trabalho presencial na pior fase da pandemia - assim resumidamente em quase um ano passado das nossas vidas:

 

- concluímos à partida que sairíamos desta pandemia melhores pessoas, mais resilientes, mais atentos ao próximo, mais bem dotados de valores - mentira.

- houve uma altura em que açambarcaram tudo e mais alguma coisa, mas o papel higiénico ficará para toda a história.

- o teletrabalho é o caos. Psicologicamente terrível. Não conseguir "separar águas" em local físico. Nem horários. Nem desligar-me do trabalho quando tinha mesmo que ser. Saltar a parte de "levar trabalho para casa" para o "ter só trabalho em casa" efectivamente.

- perder o fio à meada e ver na balança uma inimiga. Dedicar-me mais à cozinha mas só para aprender a fazer bolos - quem passou pelo mesmo sabe - enraizou-se e faço muitos mais bolos agora que em todo o outro tempo que me conheço.

- descarregar stress em quem não se deve. Normalmente tenho uns vinte minutos de viagem do trabalho até casa. E quando estou num dia mau, tento que nesse tempo liberte os demónios até que quando estacione em casa, os problemas não passem a porta. Em teletrabalho o medo é não os conseguir mandar pela janela!!

- pessoas que não mais visitaram certa família, amigos, quem não tenha festejado datas importantes, quem não se pôde despedir num ultimo adeus de alguém próximo e que ficará para todo o sempre uma ferida irreparável (das feridas mais profundas desta pandemia). Quem tenha perdido o emprego, quem tenha visto a vida a dar uma volta e estar em dificuldades, há quem tenha perdido quase tudo. Há quem esteja na linha da frente há meses e que mesmo assim todos os dias tenha que sair de casa pronto para mais um dia de muita luta, desespero, e cansaço psicológico... enquanto ainda há quem faça festas, se junte com amigos e familiares sem máscara, quem visite a casa de outros para beber umas cervejas e zero distanciamento.

- há quem diga que o nosso sistema de saúde não vale um chaveto e no fim disto tudo dirá o mesmo, incluindo que os médicos só estão a fazer o seu trabalho!

- há pessoas que ao mínimo sintoma vão fazer o teste, há quem nunca chegue a ligar para a saúde 24 porque isto passa e isto não é nada - relativizando tudo o que é parar grupos de contágio.

- há quem ainda não saiba aquela diferença do que é fazer quarentena, fazer isolamento voluntário ou profilático e quem não sabe para que servem na verdade as máscaras.

- encontramos meios de combater o vírus mas comprovamos bem cedo que para a estupidez não há cura.

- Quem, (ainda) não tinha pensado que este tipo de gente seria também capaz de tentar dar o seu punho na altura da vacinação?

- ainda , um ano depois, quem ache que isto não passa de uma gripezinha.

[- há mesmo um plano de vacinação? Dúvidas, dúvidas...]

- tenho medo do vírus, que tenho, mas tenho mais medo de pessoas.

 

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