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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

29
Mar19

Porque estar sozinho também tem esse lado

Maria

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É claro que, se eu estou sozinha por opção, por força das circunstâncias, por razões que só o coração realmente conhece, é porque gosto de estar sozinha, gosto do meu espaço, não tenho o meu coração ocupado, não quero alguém comigo só porque sim, só porque ali há um lugar para ocupar. Só para não sentir o "estigma" de estar sozinha. Não. Não quero isso. Depois da minha última relação quis um espaço. Porque uma pessoa acaba mas nem sempre acaba o amor, pode acabar a relação, a união mas o amor não acaba só porque se termina. No meu caso terminou apenas a relação o amor ficou e precisou de tempo para deixar de ter vida. As desilusões ajudam. Diz-se que o melhor “antibiótico” é outro amor, tentei, no meu caso não foi. O melhor mesmo foi ficar sozinha, divertir-me e aproveitar…
O gostar de mim é ter um passo mais fácil no caminho. Acredito naquilo que sou. Nos desastres que tive, nas opções que podem não ter sido as melhores, nas falhas, nos erros que se cometem. Mas que nunca haja o erro de estar com alguém só porque não se quer estar sozinha. Precisamos que esteja ao nosso lado alguém que acrescenta e não que seja só alguém para estar ali. Não chega. Nem é justo.
Depois há também aqueles dias em que estar sozinha não chega, falta ali quelque chose. Aqueles dias em que apetece ter alguém à espera. Aqueles dias em que apetece um abraço intenso, em que apetece ter uma mão na nossa e um coração partilhado. Aqueles dias em que apetece ter conversas de almofada (por sms não conta). Em que apetece alguém com quem desabafar e que nos ajude com os nossos medos. Alguém que nos faça sempre sorrir mais. Que nos divirta e que nos ajude a ser um ser ainda melhor.
E que não me venham dizer que quem está sozinha não sente. Ah e tal e coisa não sinto falta de nada… Ah e tal e coisa nem me lembra de semelhante… 
Porque eu não acredito.
20
Abr18

Seis meses!

Maria

Consigo contar, em seis meses, os cigarros que fumei. Uns seis (sendo que o primeiro foi no jantar de natal da empresa e o último foi na derrota com o Sporting esta semana). É obra. Ou melhor, um orgulho. Sim eu sei, se nunca mais tivesse fumado é que era. Eu também acho que, se isso não tivesse contribuído para o meu aumento de peso (que acredito que sim) é que era. Adiante.

Sempre que ficava adoentada da garganta conseguia deixar de fumar. Aliás era automático e já aí ficava uns dias sem fumar. Conforme o que tinha acontecido, uns dias, umas semanas. E foi assim que também deixei de fumar desta vez. Tive uma crise em Outubro. Amigdalite. Má. Muita má. Uma semana de cama, repouso absoluto, falar o mínimo possível e não estar com gente. Seis penicilinas. E o normal - não queria nem ver o tabaco e o tempo foi passando e nem queria que me falassem em tabaco. E é por isso que estou há tanto tempo sem fumar. Com as tais excepções que fiz quando me apeteceu.

Não é fácil. Não é um mar de rosas. Fumar ou não. E nisto de dar a opinião, é a minha experiência. Mais nada. Mas o céu não ficou sempre azul depois de ter deixado de fumar. Pelo contrário. Cheguei a ouvir - "parece que desde que deixaste de fumar ficaste pior!". Totalmente verdade. Tá certo que também há os pontos positivos. Estou a tentar descobrir mais.

No Natal voltei a ficar adoentada e até à passagem de ano não consegui ter umas férias descansadas no meio do remédio e sem conseguir comer um doce que seja. Mas tudo voltou a piorar no início deste ano. Ou seja dois meses e pico depois de ter deixado de fumar tive a pior crise de sempre. Urgência para o hospital, cortisona para dilatar as veias, nebulizações, bomba e mais uns dias de cama a fazer contas a esta vida.

Desde que deixei de fumar foi tudo um mar de rosas? Não. Pelo contrário. Em seis meses tive a pior crise de sempre.  Continuei a ter crises de garganta. Estou quase a acabar um tratamento com penicilinas que sinceramente não me parece que esteja a ser um sucesso. Tenho mais seis quilos generosamente distribuídos apenas em sítios específicos, sempre aqueles que não se quer engordar. Não acho que esteja a respirar melhor. Não sinto mais o paladar das coisas. Não comecei a dormir melhor.

É isto.

Isto e seis meses sem fumar.

07
Fev17

O que o teu telemóvel diz de ti?

Maria

Já aqui há uns anos falei sobre isso e é um tema que volto a abordar. Na verdade, os nossos objectos pessoais dizem muitas vezes muito de nós. Dependendo do objecto em causa, mas neste caso vou falar particularmente do telemóvel. Para muitos é apenas o acessório necessário para estar ligado, ponto. Para outros tantos não só. E acredito que para as mulheres é um acessório que traz com ele outro tipo de acessórios. Seja uma capa, uma bolsa própria para ele ou algo do género. O que é que identifica o vosso telemóvel? Têm uma capa diferente, têm uma frase inicial que vos caracterize, têm uma mensagem no voice-mail personalizada ou no visor uma imagem/foto é a vossa referência?

No meu caso e que ainda há pouquíssimo tempo mudei de telemóvel, gosto sempre de ter uma capa simples só para descuidos (a que tenho de momento é completamente transparente de silicone) mas uma das coisas que quis logo alterar foi a imagem de fundo. Acho sempre que é o que o personaliza melhor. Gosto imenso de ligar o telemóvel e sentir logo ali uma conexão.

Volta e meia mudo, e a fotografia tem sempre que ser de algo/alguém que gosto muito. Tem que me transmitir logo boa energia e tem que ter um sorriso. Sim também já calhou de ter uma fotografia minha, mas raramente acontece, pelo menos estando sozinha. Neste momento tenho a fotografia da minha afilhada. Com um mega sorriso contagiante.

smile tlm.jpg

E vocês? Personalizam o vosso telemóvel? Se alteram qual o fundo do vosso?

30
Out15

A "ressacar" o facebook!

Maria

Desactivei a minha conta pessoal do facebook há quatro dias (a página do blog continua lá à vossa espera sim?). Ainda não subo paredes, não cortei os pulsos (se bem que hoje até dava jeito porque preciso de ir “enfeitada” para a aula de fitness logo e um bocadinho de sangue no Halloween fica sempre bem), não me atirei para o chão a espernear, matei na loucura umas moscas ressabiadas, não insultei ninguém e não deitei uma lágrima. Pasmem-se. Eu cá acho que qualquer coisa não está bem. Primeiro o meu psicológico para me ter dado para desactivar a conta, depois oh pá aquilo andava-me a tirar muito tempo, assumo-me uma viciada. Mas já ouvi de tudo dos meus amigos que deram conta. Inclusive da minha prof.de fitness que nesse mesmo dia tinha-me mandado uma msg a dizer que o facebook alertou-a que a nossa amizade fazia cinco anos no facebook. Horas mais tarde ao reparar que a Maria tinha “desaparecido” acha que eu não aguentei a pressão de uma amizade de tanto tempo (muitos risos e a melhor até ao momento). E eu não bloqueei ninguém. Não. Desactivei foi a conta.

No entanto deu-me espaço para outras coisas. Olhei para a minha caixa de email com cerca de 3300 emails por ler e resolvi pôr mão naquilo (basicamente apaguei tudo, tenho lá paciência). E criei uma conta noutra rede. Sim criei. Não foi tipo dá cá por aquela palha. Mas tinha ali uns convites pendentes e nunca me apeteceu olhar para eles até há uns dias atrás (agora tenho muito mais tempo livre só a bateria do telemóvel continua a desaparecer num instantinho e eu não percebo porquê). Criei conta no LinkedIn. Uma rede profissional. E fiz o impensável, baixei a aplicação do instagram no telemóvel. Porque como já aqui tinha dito, abriu-se uma conta para a empresa e a Maria tem que ir lá pôr a mão. Em três tempos vou criar uma conta pessoal, estou mesmo a ver, principalmente se demorar muito a activar o facebook.

Então e Maria não activas porquê? Porque estou a ver até onde consigo ir. E olhem que dei-me dois dias de prazo. Estou a superar-me.

Mas o que sinto falta? O Messenger. Sim, aquilo dava-me cá um jeitaço. Para mandar mensagens rápidas é do melhor. Mas também aí acabaram aquelas mensagens que mal carregas no “enter” pensas “não devia ter mandado isto" (bem vindos ao clube!). Pois…

Nos entretanto aqueles com quem se quer falar dá-se o jeito, por aqui ou por ali as ligações não se perdem.

Quem já experimentou? Voltou ou foi feliz para todo o sempre sem o facebook?

01
Ago14

O desaparecer...

Maria

Alguém sair da tua vida é um corte para o qual nunca estamos preparados, seja a avó que parte deste mundo, seja o melhor amigo que parte para fora, as vidas desencontram-se e nunca mais comunicam, seja um pai ou uma mãe, um filho ou um irmão, um padrinho ou um tio que nos morre, seja uma amizade que parecia eterna que nos atraiçoe, seja uma relação amorosa que termine. Estas pessoas desaparecem-nos. Em todos os casos, o vazio é o que nos fica. E não acho que alguém pode preencher aquele vazio, pode é aconchegar esse vazio de maneira a que ele não seja (tão) sentido. Aquelas pessoas que foram tão nossas, tão das nossas rotinas, do nosso dia-a-dia, das nossas mãos e das nossas casas. Essas pessoas vão, desaparecem e deixam o rasto, as pegadas, as feridas, as marcas em nós. Nós somos feitos disso mesmo, dessa parte de um passado que todos temos e que a cada segundo muda. Todos temos um, ele faz parte de nós e dele fazem parte as pessoas que passaram, mesmo as que não ficaram. E é sobre esse desaparecer, desse lado físico que nada substitui que o nosso psicológico fica afectado. Não mais sentamos na beira da cama da avó que nos pega na mão e diz “Que neta linda eu tenho”. Não mais marcamos café naquela esplanada para conversas e gargalhadas que tanto era banal acontecer com esses amigos. Não mais sentimos o abraço daquele amor que nos abraçou a vida algures. Não mais é muito tempo, mas esse é o tempo que nos é dado quando alguém desaparece-nos. E desaparecer é sempre tão mau. Tão doloroso. Tão nosso que ninguém percebe até “um desaparecer” lhes bater à porta e a dor ser quase insuportável. E não precisam desaparecer para outro mundo, basta apenas desaparecerem do nosso mundo... Todos podemos controlar a dor, excepto aquele que a sente e é bem verdade.

10
Jul14

Oportunidades!

Maria

As oportunidades são para serem aproveitadas. É tudo tão cliché dizer isto como dizer a algum puto que não quer ir à escola que um dia vai lembrar que o tempo de escola é que era fixe. Eles dizem que isso é conversa de quem já lá não anda e nós sabemos que é a verdade porque aqueles tempos não voltam. Falar sobre as oportunidades é a mesma coisa. Eu sei que, e espero, muitas vamos ter ainda e muitas serão as que vou perder. Elas não voltam e na hora passa-te, um dia mais tarte lembras-te e nada há a fazer. As oportunidades vêm e vão, verdade seja dita, mas não as mesmas.

18
Fev14

A oportunidade é que é boa, o resto é condimento.

Maria

Eu penso nisto muitas vezes. É ver alguém capa de revista e dizer que é A capa, que está linda, que é fantástica. É ver aquele trabalho exposto e dizer, que é profissional, é que fez um trabalho excepcional. É fazer aquela publicidade e dizer já viste aquilo é que é um outdoor. É fotografar sobre tudo e mais alguma coisa e dizer perfeita/o. Não podiam escolher melhor. É olhar aquele rosto trabalhado e aquela maquilhagem perspicaz e dizer que figura exuberante. É lerem um artigo que é a nossa cara, as nossas palavras, a nossa opinião. É verem um bando de gente à procura daquela revista que traz aquela entrevista, que podia ser sobre a nossa caminhada. Ou esgotarem o livro que podia ser a história da nossa própria vida. É olharmos um book e sentir que o nosso olhar é muito mais vivo. É ler uma crónica e pensarmos em como o tema poderia ser abordado de forma diferente e até podia dar certo. Há uma estrelinha, ou muitas, que andam por aí. Ninguém é efectivamente melhor que ninguém até prova em contrário, comparando. Dando-lhes as mesmas opções e partindo com as mesmas armas do mesmo lugar. Ninguém pode achar que nunca seria capaz de fazer uma melhor fotografia, um melhor outdoor, um melhor look, uma melhor visão das coisas, um melhor livro, um texto mais composto, um olhar mais cativante, uma produção espectacular, se não tiver a oportunidade de tentar.

17
Out13

Até já...

Maria


Eu não tenho sido sincera comigo mesma. Logo muito menos com os outros. Dei muito de mim até as forças se foram e neste momento nada me sai com vontade. Eu não me lembro de ter um sorriso autêntico. Estou a falhar comigo. Logo com os outros. Isso não quero. Vou deixar a poeira acamar. Vou deixar as lágrimas secarem. Vou tentar sorrir com vontade. Aí eu volto. Aí o meu Eu volta.

Lá fora está frio, mas este frio que me gela a alma é o único que me apoquenta.

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